Menu

sábado, 19 de novembro de 2016

Coleção de livros: agora é oficial!

Finalmente o primeiro livro de viagens ficou pronto! E já está à venda.

Ele conta nosso primeiro período na Ásia, visitando Malásia, Cingapura, Tailândia, Vietnã e Camboja. Além da nossa impressão e experiências por esses países, o livro traz todos os custos e a logística de viagem, além de como fizemos para nos virar com o dinheiro - afinal, são cinco países com moedas diferentes - e de dicas para tornar a viagem mais fácil. Para completar, um diferencial: acesso a um mapa interativo com a localização precisa de todos os locais citados no livro, com fotos e informações importantes!

Colocamos as dicas que realmente nos ajudaram e que gostaríamos de compartilhar com os leitores. Tudo para facilitar a vida de quem deseja viajar por esse lado tão fantástico do mundo.

E quem não tem passagem comprada nem planos de se mandar para aquelas bandas tão cedo? Pode viajar nas fotos e nas histórias, claro!



Tudo isso pelo precinho amigo de 9,99 reais. Menos que 3 euros! O preço de uma cerveja nacional em um barzinho ajeitado!

Por enquanto vamos trabalhar apenas com a versão eletrônica. O livro está em formato pdf, ideal para ler em computadores e tablets e muito útil para não gastar a franquia da bagagem com um livro de papel. Estamos pensando se vale a pena lançar a versão impressa, mas estamos achando que os custos vão ficar elevados para quem for comprar.

E esperamos que este seja o primeiro de muitos.

Mapa da viagem. É só dar zoom e ver com detalhe todos os lugares citados. 
No mapa, além da localização, tem fotos e informações úteis!

sábado, 29 de outubro de 2016

Novidades à vista

Estamos pensando seriamente em começar uma série de livros da viagem. Mas temos muitas dúvidas. Vender, disponibilizar de graça, livro físico, virtual, ambos, mais fotos, menos fotos, mais texto...

Como podem perceber, não é fácil decidir. Por isso, aceitamos palpites.


quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Malditos móveis

Depois que a gente sai viajando por aí, ficamos achando que toda ocasião é oportunidade para sair viajando por aí de novo. Estão demorando para me nomear, o Leo não curte tanto o trabalho dele... por que não tirar uma licença sem vencimentos (outra vez), pedir exoneração (outra vez) e cair no mundo?

Por causa dos móveis, esses malditos. Quando voltamos para Brasília, consideramos seriamente ficar em um apart-hotel, mas todos os que vimos praticamente não tinham cozinha e exigiriam que a gente tivesse um carro, pois ficavam fora de mão. Achamos uma solução ótima, o apartamento mobiliado - só que os móveis do apartamento não eram muito confortáveis, então decidimos trocar a cama de casal, o sofá e a mesa. E comprar um aparador. E um criado-mudo. E uns armários pequenos para a cozinha. Aí já viu...

Sim, a gente poderia vender tudo (de novo). Mas, da outra vez que tiramos um sabático, tínhamos três anos pela frente e a possibilidade de não voltarmos. Dessa vez, se sairmos, temos certeza que voltaremos, por causa do concurso. E teremos que montar casa novamente. (É verdade que, como temos muito menos coisas e seria por menos tempo, talvez role deixar em um guarda-móveis. Ou na casa dos amigos. A considerar.)

De qualquer forma, vamos aguentar mão até fevereiro, quando o Leo finalmente tem férias. Aí poderemos passear alegremente por um mês. Quem sabe isso nos revigora o suficiente para tirar essa ideia maluca de fazer um bis do sabático das nossas cabeças?


quinta-feira, 29 de setembro de 2016

O crachá provisório

Dia desses me dei conta de que ainda estava usando um crachá provisório no trabalho. O permanente ficou pronto em janeiro, mas como tem de buscar em um prédio longe, primeiro enrolei e depois esqueci. 

Ou, basicamente, queria tanto passar no concurso de oficial de chancelaria que me recusei a ver o emprego atual como permanente.

Ou a vida atual como permanente. Desde que chegamos a Brasília, a ideia foi morar em um apê pequeno/comprar poucos móveis/não ter carro/não criar compromissos de longo prazo, porque Brasília é provisória: daqui a pouquinho vamos embora.

Só que o daqui a pouquinho virou um daqui a poucão. Em dois de setembro, completamos um ano na capital. Ainda estou esperando a nomeação. E, mesmo depois que eu for nomeada, serão dois anos antes de sair do país. Isso se não atrasar e os dois anos se tornaram dois anos e meio, três anos...

Ou seja: tenho de encarar a realidade. A estadia em Brasília não é provisória. Não é só um intervalo rápido entre o sabático e o primeiro ciclo de remoções (10 anos no exterior, oba). Vai ser uma parte razoavelmente longa da minha vida. Tenho de dar um jeito de vivê-la da melhor maneira possível, em vez de encarar tudo que acontece como provisório. 

E, como só percebi isso hoje, ainda não sei como fazer, não.

O caminho é mais longo do que a gente esperava...