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sábado, 4 de março de 2017

Aniversário: 2 anos da volta!

Não estamos conseguindo acreditar que ontem fez 24 meses que o sabático terminou. É que a gente fala dele, lembra dele e olha para ele (nas milhares de fotos) com muita frequência. Sentimos a maior saudade.

E olha que nos preparamos para a volta: tínhamos economias, um emprego esperando e planos a executar. Deu tudo certo: remontamos casa, o Leo passou em um concurso, eu passei em outro (aquele que vai nos permitir morar fora de novo). Só que aí as coisas pararam de dar certo: o Leo detesta o emprego dele e eu estou esperando pela mudança de cargo há quase um ano. Enquanto isso, nossa vida ficou parada. A gente só faz suspirar pelo sabático, trabalhar e juntar dinheiro (ok, e ver seriado e ler livros também).

Não gostamos de ficar de mimimi no blog porque sabemos que somos privilegiados em muitos aspectos. Mas também não queremos esconder que voltar de uma grande viagem é duro. Eu tinha ideia que não ia ser fácil, mas não imaginava que a ressaca duraria tanto tempo.

O que a gente precisa, é claro, é de um novo grande projeto. Algo que faça nossos olhinhos brilharem, que demande esforço e persistência e que prometa uma bela recompensa. Assim, resolvemos arregaçar as mangas e, tcharã, voltar a estudar: o Leo para a Receita Federal, a Lud para a diplomacia.

O Leo percebeu que faz 10 anos que ele tenta se livrar da TI. O que envolveu deixar o emprego, voltar para faculdade, se preparar para concursos e... acabar passando para um cargo de Tecnologia de Informação. Não só uma, mas duas vezes. Já deu, né? Hora de buscar novos caminhos.

Já a Lud está contentíssima em ser oficial de chancelaria, mas como a nomeação não sai, resolveu se preparar para o único outro concurso que também possibilita viver no exterior. E um projeto de longo prazo - os aprovados costumam estudar 3, 4 anos.

Resultado: estamos animados de novo! 
 
Novos horizontes!


sábado, 18 de fevereiro de 2017

Nossa coleção de livros de viagem!

O blog mudou: agora as informações e as fotos estão disponíveis, de maneira muito mais organizada e temática, em livros. Já são oito, dois deles gratuitos (Holanda e Nice). Basta clicar na capa do livro para ir para a página de venda ou, no caso dos livros que são de graça, de download.

Outra opção é entrar em contato conosco por meio do e-mail ludleopelomundo@gmail.com. Por ele passaremos a informação de como comprar todos os livros já lançados e - ainda a serem lançados este ano! - por apenas 30 reais. Se a pessoa já comprou algum dos livros, a gente abate do valor de 30 reais o valor já pago.

Divirtam-se! 




















































































O livro 1 tem 50 páginas e relata nossa passagem pela Malásia, Cingapura, Tailândia, Vietnã e Camboja. São mais de 80 fotos, toda a logística de transporte e hospedagem, os custos diários, mais de 40 dicas e link para um mapa na internet com todos os locais pelos que passamos corretamente indicados, com mais detalhes e informações. 

O livro 2 tem 112 páginas e conta a viagem pela China, Macau, Hong Kong, Coreia do Sul e Japão. São mais de 200 fotos, toda a logística de transporte e hospedagem, informações de como ir por conta própria até a muralha da China, ao museu com os guerreiros de terracota, à pequena Zhujiajiao (a Veneza da China), uma dica importante para economizar com o trem bala no Japão (que não é o passe da JR), os custos diários e mais de 50 dicas. O livro também traz acesso aos mapas na internet com mais informações e todos os locais que visitamos, e mais alguns que achamos que demos bobeira em perder, corretamente marcados e indicados. 

O livro 3 tem 167 páginas e narra a aventura de 2 semanas em Copenhague e a nossa volta de 8 dias pela fantástica Islândia. São mais de 300 fotos e 50 dicas. Como os demais livros, traz todo os custos da viagem, a logística de transporte e estadias e os tradicionais mapas. E olha que achar no mapa o local certo de algumas das atrações na Islândia não é fácil, não. Com nosso mapa, você não vai ter esse problema. 

O livro 4 tem 232 páginas e é sobre o mês que passamos no verão europeu de 2013 viajando por Polônia, Suécia, Estônia, Finlândia, Noruega, Lituânia e Estônia. De quebra colocamos o relato de nosso retorno à Finlândia no final de 2013 em busca da famosa aurora boreal. Não ficou cronologicamente correto, mas geograficamente está perfeito. São mais de 400 fotos e 20 dicas (menos dicas do que o de costume porque são países mais fáceis de explorar).

O mais bacana são as explicações de como ir por conta própria da cidade de Cracóvia para o campo de concentração de Auschwitz e para a mina de sal de Wieliczka, assim como fazer o passeio conhecido como Norway in a Nutshell, comprando tudo sozinhos em vez de usar um pacote. A economia paga o preço do livro um monte de vezes! 

Além disso, a logística de transportes e estadias, os custos diários e totais e dicas para fotografar a aurora boreal. É que a danada não é fácil, não. Também disponibilizamos links para os mapas dos destinos, com as atrações, estadias, meios de transporte e mais assinalados corretamente e com mais informações. 

O livro 5 tem 259 páginas e é traz as informações e relatos dos 45 dias que passamos no final da primavera e início de verão de 2014 viajando por Bulgária, Romênia, Sérvia, Macedônia, Albânia e Montenegro. São mais de 400 fotos e 60 dicas, principalmente sobre se locomover na região, que sem dúvida é uma das menos fáceis da europa. 

O livro 6 tem 262 páginas e é sobre a primeira metade da aventura pelos Bálcãs, viajando pela Croácia, Bósnia Herzegovina, Eslovênia e depois seguindo para a Áustria e Hungria. São mais de 400 fotos e 30 dicas.
O livro traz a logística da viagem, dicas de como se locomover de uma cidade para outra, além dos custos total da viagem. 

De quebra, em todos os livros, fornecemos links para mapas na internet com todos os locais citados corretamente marcados, facilitando quem queira viajar para esses locais.

O livro 7 traz o nosso mês pela Holanda após a viagem para China e Japão e o livro 8 o mês em Nice, exatamente antes dessa viagem. Esses dois volumes são gratuitos. 

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Malditos móveis

Depois que a gente sai viajando por aí, ficamos achando que toda ocasião é oportunidade para sair viajando por aí de novo. Estão demorando para me nomear, o Leo não curte tanto o trabalho dele... por que não tirar uma licença sem vencimentos (outra vez), pedir exoneração (outra vez) e cair no mundo?

Por causa dos móveis, esses malditos. Quando voltamos para Brasília, consideramos seriamente ficar em um apart-hotel, mas todos os que vimos praticamente não tinham cozinha e exigiriam que a gente tivesse um carro, pois ficavam fora de mão. Achamos uma solução ótima, o apartamento mobiliado - só que os móveis do apartamento não eram muito confortáveis, então decidimos trocar a cama de casal, o sofá e a mesa. E comprar um aparador. E um criado-mudo. E uns armários pequenos para a cozinha. Aí já viu...

Sim, a gente poderia vender tudo (de novo). Mas, da outra vez que tiramos um sabático, tínhamos três anos pela frente e a possibilidade de não voltarmos. Dessa vez, se sairmos, temos certeza que voltaremos, por causa do concurso. E teremos que montar casa novamente. (É verdade que, como temos muito menos coisas e seria por menos tempo, talvez role deixar em um guarda-móveis. Ou na casa dos amigos. A considerar.)

De qualquer forma, vamos aguentar mão até fevereiro, quando o Leo finalmente tem férias. Aí poderemos passear alegremente por um mês. Quem sabe isso nos revigora o suficiente para tirar essa ideia maluca de fazer um bis do sabático das nossas cabeças?


quinta-feira, 29 de setembro de 2016

O crachá provisório

Dia desses me dei conta de que ainda estava usando um crachá provisório no trabalho. O permanente ficou pronto em janeiro, mas como tem de buscar em um prédio longe, primeiro enrolei e depois esqueci. 

Ou, basicamente, queria tanto passar no concurso de oficial de chancelaria que me recusei a ver o emprego atual como permanente.

Ou a vida atual como permanente. Desde que chegamos a Brasília, a ideia foi morar em um apê pequeno/comprar poucos móveis/não ter carro/não criar compromissos de longo prazo, porque Brasília é provisória: daqui a pouquinho vamos embora.

Só que o daqui a pouquinho virou um daqui a poucão. Em dois de setembro, completamos um ano na capital. Ainda estou esperando a nomeação. E, mesmo depois que eu for nomeada, serão dois anos antes de sair do país. Isso se não atrasar e os dois anos se tornaram dois anos e meio, três anos...

Ou seja: tenho de encarar a realidade. A estadia em Brasília não é provisória. Não é só um intervalo rápido entre o sabático e o primeiro ciclo de remoções (10 anos no exterior, oba). Vai ser uma parte razoavelmente longa da minha vida. Tenho de dar um jeito de vivê-la da melhor maneira possível, em vez de encarar tudo que acontece como provisório. 

E, como só percebi isso hoje, ainda não sei como fazer, não.

O caminho é mais longo do que a gente esperava...