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sábado, 3 de setembro de 2016

1 ano de Brasília!

1 ano morando na capital do país

1 ano sem carro

1 ano sem viajar (visitar a família em BH não vale)

1 ano de trabalho (para a Lud: o Leo voltou em fevereiro)

1 ano de planos, estudos e vitórias (ambos aprovados em concursos)

1 ano de muita paciência (quando é que a gente vai sair viajando de novo?!?)

1 ano vivendo de maneira mais simples (sem faxineira, em um apartamento menor, usando transporte público, comprando só o que precisamos)

1 ano guardando 60% dos nossos salários

1 ano de construção, trabalho e persistência.

1 ano meio besta, pra sermos sinceros. Mas necessário: foi um ano de semear. A colheita virá. 




quinta-feira, 1 de setembro de 2016

O dilema das próximas férias

Em fevereiro do ano que vem, finalmente o Leo terá férias e poderemos viajar, depois de quase dois anos pianinho. Estamos animados com a perspectiva, mas enfrentando algumas dificuldades inesperadas.

A primeira é a nossa principal regra de viagem, "Não repetirás destinos". Quando a gente vai a um lugar muito legal (e que lugar não é muito legal?), ficamos com vontade de voltar. Por isso criamos essa lei: para nos obrigarmos a conhecer países diferentes. O problema é que, hoje em dia, o número de países que a gente conhece é razoavelmente alto, o que elimina um monte de destinos ótimos. 

A outra dificuldade é a questão da oportunidade. Esperamos morar na Ásia, na África e na Europa, e provavelmente também vamos passar pela América do Norte. Então, visitar essas regiões depois, quando estivermos mais perto, está nos parecendo muito mais fácil e barato. 

Um terceiro problema é que, tendo nos acostumado a viajar com calma, com tempo de sobra para explorar as cidades e as atrações, estamos achando que qualquer ritmo que não seja o "muito lento" vai nos deixar com a sensação de correria. Ao mesmo tempo, um ritmo muito lento vai nos permitir visitar muito poucos destinos, porque agora só temos 30 dias de férias, como todo mundo! 

No fim das contas, estamos pensando em lugares que ficam fora de mão sempre, não importa onde estivermos morando, como a Antártica e o Havaí. Terceira opção: América Latina.

Um é frio e molhado

O outro também é molhado. Só que é quente. 

sábado, 27 de agosto de 2016

Mudanças de vida em 6 anos

Há exatamente 6 anos, estávamos empacotando nosso apartamento gigante em Coronel Fabriciano, no interior de Minas Gerais.

Moramos lá por 6 anos, nossos primeiros anos de casado. E foram excelentes. Inicialmente só a Lud iria para Fabri, por causa do trabalho. Eu ficaria em Belo Horizonte e nos encontraríamos nos fins de semana. Rapidamente mudamos de ideia e me mudei também.

Vou confessar: por pouco nossa vida não seguiu o chamado padrão. Chegamos a pensar em ter filhos, em comprar um apartamento e, se bobear, morar no interior de Minas até os filhos crescerem. Adoramos a tranquilidade, a segurança, os amigos e o custo de vida. O que não nos agradava era o calor e a estrada perigosa que tínhamos que enfrentar para ir a BH.

domingo, 7 de agosto de 2016

Maratona olímpica

Antes de qualquer coisa, achamos sensacional a abertura. Que início fantástico. Bom que calou a boca de muita gente que tem complexo de inferioridade e acha que brasileiro não dá conta de fazer as coisas.

O Guardian da Inglaterra fez o melhor comentário durante o desfilo das delegações: "agora são aquelas duas horas onde você só vai ver pessoas mais bonitas e em forma do que todo mundo que você conhece".