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sábado, 14 de dezembro de 2013

Super guia de bagagem de mão do ano de 2013

Incrível como a regra para mala despachada e/ou levada a bordo varia de empresa para empresa. E como na maior parte do ano voamos de empresas low-cost que cobram para levar bagagem despachada, muitas vezes optamos por viajar apenas com duas malas pequenas para não precisar pagar nada. Mas algumas vezes não teve jeito e tivemos que despachar.

O despacho de mala mais caro de todos nas low cost foi na Ryanair: 30 euros. Isso porque não compramos na hora da compra da passagem e sim depois. O mais barato da Wizzair: 10,38 euros por até 32 kg de bagagem. Das low cost, a Wizzair é muito boa. Preços lá em baixo e extras também nada extorsivos. Outra muito boa foi a Pegasus.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Estudar no exterior: escolher o curso e fazer a inscrição

Escolhi a Aliança Francesa para estudar francês em Estrasburgo porque:

1) o site deles tem todas as informações sobre cursos e preços;

2) estudei 3 semestres na Aliança Francesa de Brasília e gostei (principalmente da mediateca. Mas não existe nenhuma ligação direta entre as Alianças e eu não pude, por exemplo, pular o teste classificatório pra saber em que nível eu ia me encaixar).

3) a irmã D. já estudou na AF de Paris e aprovou.

A AF de Estrasburgo abre turmas novas de todos os níveis em todo começo de mês. AFs em algumas cidades grandes, como Paris, abrem turmas novas toda semana.


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Nosso passeio pelas ilhas gregas

Aproveitamos nosso tempo em Atenas para fazer um passeio de dia inteiro por três ilhas gregas: um mini-cruzeiro em Hydra, Poros e Aegina.

Desta vez compramos o passeio em vez de ir por conta própria. Depois de pesquisar a concorrência, fechamos com a Adriano's Travel, localizada bem no centrinho de Atenas, na praça do metrô Monastiraki (rua Pandrossou). O preço foi excelente: 79 euros por pessoa. O atendimento, um dos piores que tivemos no ano. Deve ser porque era domingo e convenhamos, trabalhar domingo em Atenas é castigo.

Optamos pelo passeio pronto porque só a balsa para ir e voltar de Hydra custa 50 euros. No cruzeiro, tivemos o transfer de ida e volta do centro da cidade para o porto, transporte às três ilhas, show de música e dança grega e um almoço bem farto e muito gostoso. O barco era confortável e a tripulação, super atenciosa.

7:40 em ponto fomos pegos em um hotel do centro. É, não rolava transfer da nossa casinha. Mas tudo bem. A gente tinha o passe semanal de transporte e ir para o hotel onde fomos pego era facílimo.

Por sorte, depois da gente só mais um casal foi pego. Rapidamente o ônibus chegou no porto, antes do trânsito ficar totalmente caótico.

O ônibus do transfer. 

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Estudar no exterior: 1 mês em Estrasburgo aprendendo francês

Como já falamos por aqui, um dos meus (muitos) sonhos é estudar francês na Sorbonne, em Paris. Só que o Leo me convenceu que Paris é muito linda - e muito cara - para passar metade do tempo dentro da sala de aula.

Resultado: passamos abril em Paris sem compromissos estudantis. Ficamos passeando, curtindo os parques, visitando museus, experimentando tudo que tivesse sabor de caramel au beurre salé (de Danette a sorvete a macaron) e tomando vinho nacional. Eu matei um pouco a vontade de aprender ficando sócia da rede de bibliotecas de Paris e lendo um monte de livros e revistas en français (Le Nouvel Observateur é de esquerda, Le Figaro é de direita, a Marie Claire é muito mais politizada que a brasileira).

Foi ótimo, e meu francês melhorou, mas não tirei da cabeça a ideia de ter umas aulinhas. A dúvida era quando e onde.

O quando foi fácil: em novembro, quando as temperaturas caem e grande parte da Europa fica menos "viajável" (continua sendo bom, mas os dias curtos e a possibilidade de neve dificultam um pouco a vida do freguês). O onde foi resolvido depois que a gente conheceu Estrasburgo. A cidade tem Alliance Française, com cursos começando a cada início de mês. Aí descobrimos um apê mobiliado por um valor módico e pronto, partiu Estrasburgo.

Não dá vontade de morder, quer dizer, morar?

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Como chegar a Éfesos: indo do aeroporto de Izmir para Selçuk

Se você quer conhecer Éfesos, uma cidade greco-romano muito bem preservada (dizem que só perde pra Pompeia), tem de escolher uma das várias cidade da região como base.

A gente escolheu Selçuk, a mais próxima (tão próxima que dá pra ir a pé).

Pra chegar a Selçuk tem de fazer baldeação. Nós pegamos um voo de Kayseri, na Capadócia, para Izmir, no Egeu. Dali pra Selçuk são mais 70 km de estrada.

O nosso hotel oferecia transfer por 40 euros, mas dessa vez descobrimos que dava pra usar transporte público. Foi um pouco complicado, por causa da falta de informação em inglês na estação de trem, mas chegamos direitinho, e quem ler este post também vai chegar.

Chegando ao aeroporto de Kayseri, siga as placas que indicam a estação do metrô. É, na estação passam metrô E trem, mas ninguém te conta (eu e o Leo íamos andando e perguntando, e o povo olhava pra gente como se fôssemos doidos. Ou bobos.)

São uns 10 minutos de caminhada por corredores cobertos e escadas rolantes. Seguindo as placas (de metrô) não tem erro.

A placa é essa aí.

sábado, 19 de outubro de 2013

Cães e gatos da Turquia

Quem me conhece sabe que eu não posso ver um cãozinho dando sopa que vou querer brincar com ele. Já gatos, nada contra, mas é que eles raramente querem brincar. 

Na Turquia, o que não faltam nas ruas são cachorros e gatos. E não são animais abandonados e magrelos, não. Todos parecem muito bem cuidados e alimentados. E todos adoram uma atenção. 

Até divindades gostam de carinho. 

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Veneza, ficar na ilha ou em Mestre

Agora que já fiquei em ambos os locais posso dar minha opinião: fique nos dois. 

Ficar em Veneza é muito legal. Não tem comparação. Não ter que chegar à cidade junto com milhares de turistas e poder ficar até muito tarde sem enfrentar o mesmo problema de lotação na hora de ir embora já seriam motivos suficientes para dormir na ilha. Somado a isso, de manhã cedo e no final do dia a cidade fica muito, mas muito mais agradável sem a gente, a horda de visitantes.

Outro fator legal que conta muitos pontos para dormir em Veneza é o fato de você poder ir em casa/hotel/hostel na hora que quiser, descansar e depois voltar para a rua. 

Hotel Arlecchino, onde ficamos em 2011.

A única coisa que pesa contra ficar na ilha é sem dúvida o alto custo envolvido. Sim, hotéis, albergues e apartamentos alugados são muito mais caros em Veneza do que em Mestre. 

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Norway in a Nutshell: fazendo por conta própria

A Noruega é cara até para o Eike Batista antes da crise. Isso faz com que muitas pessoas optem por fazer uns passeios rápidos pelo que o país oferece de melhor. Talvez o mais famoso seja o Norway in a Nutshell (em bom português: Noruega em uma Casca de Noz. Ou seja, é uma provinha do país).

A típica rota da Noruega
São pacotes de uma empresa que você customiza do jeito que quiser. Normalmente eles saem de e/ou chegam em Oslo e Bergen. Você vai adicionando trem, trem cênico, passeio nos fiordes, hoteis, o que precisar. 

domingo, 25 de agosto de 2013

Como ir para Auschwitz por conta própria

Entrada de Auschwitz.
Antes de mais nada, algumas informações úteis. Primeiro, Auschwitz não é uma atração turística. É um memorial em homenagem aos milhões que lá sofreram.

Segundo: de abril a outubro, as visitas entre 10:00 e 15:00 só podem ser feitas com guia. A  visita guiada custa 40 zylots por pessoa. Fora isso, a entrada no memorial é de graça e eles trabalham com doações. Ou seja, não se paga nada para visitar o memorial em outras épocas do ano ou se sua visita começar antes de 10:00 ou depois das 15:00.

Há vários tipos de visitas disponíveis, mais aprofundadas, com guias. Quem tiver interesse pode verificar os detalhes no site deles. 

Bom, igual a mina de sal, o que não falta em Cracóvia é empresa oferecendo passeio para Auschwitz. Os preços ficam em volta de 100 zylots. 

Normalmente, os tours envolvem o transporte de ida e volta e o valor da admissão para as visitas guiadas em Auschwitz. As visitas guiadas são apenas para o o campo I e duram mais ou menos 90 minutos,  No campo II, o passeio é feito sem guia. Você faz por conta própria, no seu ritmo. 

Resolvemos fazer por conta própria porque não queríamos o passeio guiado obrigatório e porque, no final, a diferença ficou em 80 zylots por pessoa. Nós dois juntos, 160 zylots - mais de 60 reais de diferença. Quer saber como fazer? É só comprar nosso livro sobre o norte da Europa. A dica está lá, bem como os mapas para fazer tudo direitinho e não se perder. Ah, e o livro não custa nem 10 reais!

O blog mudou: agora as informações e as fotos estão disponíveis, de maneira muito mais organizada e temática, em livros. Já são oito, dois deles gratuitos (Holanda e Nice). Basta clicar na capa do livro para ir para a página de venda ou, no caso dos livros que são de graça, de download.

Outra opção é entrar em contato conosco por meio do e-mail ludleopelomundo@gmail.com. Por ele passaremos a informação de como comprar todos os livros já lançados e - ainda a serem lançados este ano! - por apenas 30 reais. Se a pessoa já comprou algum dos livros, a gente abate do valor de 30 reais o valor já pago.

Divirtam-se! 




















































































O livro 1 tem 50 páginas e relata nossa passagem pela Malásia, Cingapura, Tailândia, Vietnã e Camboja. São mais de 80 fotos, toda a logística de transporte e hospedagem, os custos diários, mais de 40 dicas e link para um mapa na internet com todos os locais pelos que passamos corretamente indicados, com mais detalhes e informações. 

O livro 2 tem 112 páginas e conta a viagem pela China, Macau, Hong Kong, Coreia do Sul e Japão. São mais de 200 fotos, toda a logística de transporte e hospedagem, informações de como ir por conta própria até a muralha da China, ao museu com os guerreiros de terracota, à pequena Zhujiajiao (a Veneza da China), uma dica importante para economizar com o trem bala no Japão (que não é o passe da JR), os custos diários e mais de 50 dicas. O livro também traz acesso aos mapas na internet com mais informações e todos os locais que visitamos, e mais alguns que achamos que demos bobeira em perder, corretamente marcados e indicados. 

O livro 3 tem 167 páginas e narra a aventura de 2 semanas em Copenhague e a nossa volta de 8 dias pela fantástica Islândia. São mais de 300 fotos e 50 dicas. Como os demais livros, traz todo os custos da viagem, a logística de transporte e estadias e os tradicionais mapas. E olha que achar no mapa o local certo de algumas das atrações na Islândia não é fácil, não. Com nosso mapa, você não vai ter esse problema. 

O livro 4 tem 232 páginas e é sobre o mês que passamos no verão europeu de 2013 viajando por Polônia, Suécia, Estônia, Finlândia, Noruega, Lituânia e Estônia. De quebra colocamos o relato de nosso retorno à Finlândia no final de 2013 em busca da famosa aurora boreal. Não ficou cronologicamente correto, mas geograficamente está perfeito. São mais de 400 fotos e 20 dicas (menos dicas do que o de costume porque são países mais fáceis de explorar).

O mais bacana são as explicações de como ir por conta própria da cidade de Cracóvia para o campo de concentração de Auschwitz e para a mina de sal de Wieliczka, assim como fazer o passeio conhecido como Norway in a Nutshell, comprando tudo sozinhos em vez de usar um pacote. A economia paga o preço do livro um monte de vezes! 

Além disso, a logística de transportes e estadias, os custos diários e totais e dicas para fotografar a aurora boreal. É que a danada não é fácil, não. Também disponibilizamos links para os mapas dos destinos, com as atrações, estadias, meios de transporte e mais assinalados corretamente e com mais informações. 

O livro 5 tem 259 páginas e é traz as informações e relatos dos 45 dias que passamos no final da primavera e início de verão de 2014 viajando por Bulgária, Romênia, Sérvia, Macedônia, Albânia e Montenegro. São mais de 400 fotos e 60 dicas, principalmente sobre se locomover na região, que sem dúvida é uma das menos fáceis da europa. 

O livro 6 tem 262 páginas e é sobre a primeira metade da aventura pelos Bálcãs, viajando pela Croácia, Bósnia Herzegovina, Eslovênia e depois seguindo para a Áustria e Hungria. São mais de 400 fotos e 30 dicas.
O livro traz a logística da viagem, dicas de como se locomover de uma cidade para outra, além dos custos total da viagem. 

De quebra, em todos os livros, fornecemos links para mapas na internet com todos os locais citados corretamente marcados, facilitando quem queira viajar para esses locais.

O livro 7 traz o nosso mês pela Holanda após a viagem para China e Japão e o livro 8 o mês em Nice, exatamente antes dessa viagem. Esses dois volumes são gratuitos. 

terça-feira, 9 de julho de 2013

Nantes: mais uma surpresa agradável!

Nantes foi outra cidade que nos surpreendeu muito. Não sabíamos quase nada antes de chegar - e, de início, ela não parecia nada promissora. Dia feio, nublado e com ameaça de chuva (que se concretizou durante os dois dias que passamos por lá).

Nantes é muito bonita. Para variar, está em obras pra todo lado, assim como todas as outras cidades que visitamos na França. Outra coisa que toda cidade francesa tem: carrossel. A gente até brinca que, se não tiver carrossel, não tem status legal de município. 

Falando em carrossel, o de Nantes é turbinado. Tanto que voltamos à infância e embarcamos nele. 

Os estaleiros da região da ilha fluvial foram revitalizados e agora abrigam galerias de arte e locais bacaninhas, como as Machines da Îlle. 

É uma turma de artistas de rua que faz projetos e instalações, muitas vezes gigantes, como um elefante cinco vezes maior que um verdadeiro - e que sai andando pela cidade! - e um carrossel doidão de três andares. Agora fazendo uma árvore de metal gigantesca para colocar no parque da cidade. 

Ver o elefante é legal e de graça: ele fica na praça, solta água pela tromba e faz barulhinho. Também dá pra subir na cacunda dele e fazer um passeio por 8 euros. Aí já achamos meio programa de índio, porque o elefante anda devagaaaaar (tipo 1 km por hora).  No início a cara das vítimas, opa, dos participantes era de alegria. 10 minutos depois, o Dumbo tinha andando 50 metros e o povo estava com ar de tédio. 
Olha o elefantinho!
A gente comprou o ingresso de 8 euros, que permite conhecer de perto o carrossel, brincar uma vez em um dos andares, conhecer um pedaço da fábrica (onde assistimos a um vídeo sobre a construção das obras e ir subir no protótipo da árvore gigante). E olha, se o protótipo é uma versão pequena, mal posso esperar para quando fizerem a árvore no tamanho pretendido. Vai valer a pena voltar a Nantes.

O andar mais de baixo do carrossel
No mais, a cidade foi nosso primeiro contato com o rio Loire. Ainda iremos no vale com os châteaux. E em Nantes já fomos em um: na verdade, um castelo-fortaleza, bem no centro da cidade, do duque da Bretanha.

Falando em duques da Bretanha, a tumba do François II e da esposa ficam na igreja de Nantes - e é uma das mais lindas que já vimos na vida. Foi construído por sua filha, a rainha Anne. Ela foi rainha da França duas vezes. Nada mal, né?

Outra atração legal da cidade é o Jardin des Plantes. Mesmo com o dia chuvoso deu para nos divertirmos. É bonito e muito curioso. É cheio de coisinhas legais, como os cogumelos que imitam as risadas das pessoas, os bancos que mudam de tamanho, o pintinho dorminhoco feito de flores, as peras gigantes, os livros voadores e por aí vai. Sem contar que foi a primeira vez na vida que vimos um faisão. Ele tava lá, na maior alegria, passeando pelo parque. E o parque ainda tinha enormes árvores de magnólia floridas. Também foi uma planta que vimos ao vivo pela primeira vez. 

Para terminar, nosso apartamento era tudo de bom. E Nantes tem uma galeria/passagem das mais bonitas. Também estava em reforma, claro! 

Destino aprovadíssimo.

Andava de verdade e cuspia água. Mas a velocidade... 

Nossa voltinha no carrossel.

A placa pedia cuidado com o elefante.

As instalações gigantes do pessoal que fez o elefante.

A versão pequena dele usada como molde para o gigante.

O protótipo da árvore. Muito legal.

Já é grande e alta. A final vai ser muito maior.

A vista do alto da árvore.

O galpão gigante.

Linda essa passagem. A moça da foto então...

Ângulos escolhidos para não aparecer a reforma.

Nessa apareceu um pedaço da obra

Não é bonitona?

e uma cidade super agradável de caminhar

Belas fontes.

Bonitas igrejas.

Por dentro era legal também. E os vitrais eram bacanas.

Muita rua de pedestre.

Prédios no estilo de Paris.

A igreja onde está a tumba do François II, duque da Bretanha.

Mais prédios típicos franceses.

A linda tumba...

...com a Daenerys Targaryen.

O parque doidão e engraçado...

... com a Lud mudando de tamanho...

... e ficando cada vez maior. 

Ou será que o banco está encolhendo?

A Lud ficou gigante?

...ou encolheu de vez?

Muita água.

Muito verde e um raro momento de céu azul.

Muitas flores e uma estufa.

De novo o lindo céu azul. Que não durou meia hora.

As peras gigantes.

E o pintinho dorminhoco (ele roncava!).

O castelo do duque.

Por dentro da fortificação.

Esse tinha até ponde levadiça sobre fosso cheio de água.

Olha o fosso aí. Devia ser difícil mesmo invadir.

Muito alto.

E com vários prédios dentro.

Na livraria da fortaleza, achamos o livro infantil mais legal até agora. No final, a princesa 
que não gostava de príncipes fica com a fada!

Uns políticos afundados na água do fosso.

Fortaleza com localização e vista privilegiada.

Mais muralhas.

Centro histórico com ruas só de pedestre.

Mais igreja, normal por aqui deve ter umas 5 ou mais em cada cidade.

Pausa para o almoço ao lado da fonte.