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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Vamos ali e já voltamos

Chegando na praia. A água é quente, muito quente. 
Vamos passar 3 dias recarregando as baterias. 

Os objetivos agora são fazer nada, comer, beber, ler livros e curtir uma prainha.

Vamos tentar também colocar o blog atualizado. 

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

O show de luzes na Marina Bay

Na marina de Singapura tem, duas vezes ao dia, todos os dias, um show de luzes. É o chamado Wonder Full Light and Water Show. Além deste, outro show de luzes é no Gardens by the Bay. É o show de luzes nas super-árvores. Ambos são gratuitos. 

O show do Gardens by the Bay ocorre diariamente às 07:45 e 08:45. Vimos pela primeira vez no nosso primeiro dia em Singapura. E vimos bem de pertinho, praticamente de debaixo das árvores. 

Não é nenhum show de luzes de outro mundo. Mas de graça e junto com as super árvores, que já são uma atração em si, valeu a pena. Depois acabamos vendo de novo, na nossa última noite em Singapura. Desta vez assistimos do alto da passarela que liga o shopping ao Garden by the Bay. Recomendamos ver inclusive daqui. Não é tão bom para escutar as músicas mas a vista é melhor. 

Singapura

Passamos 4 dias inteiros em Singapura. E a cada minuto que passava a gente gostava mais da cidade. 
É um destino incrível para quem quer vir para a Ásia e tem receio. Afinal, não tem nada que cause estranhamento para nós brasileiros. 

Todo mundo fala inglês. Pode falar mais ou menos, mas fala. A sensação de segurança que tivemos ao andar pela cidade altas horas da noite, com poucas pessoas na rua, não se compara a nenhum lugar que já visitamos. A limpeza da cidade é uma coisa incrível. É raro mesmo ver algum papel, guimba de cigarro, sacola ou qualquer coisa no chão que não seja folhas das árvores. E mesmo as folhas, dependendo da hora do dia, você não vai ver. 

Para ter uma sensação de Ásia mais verdadeira, basta visitar os bairros de Chinatown ou Little India. Você vai escutar pessoas falando outras línguas, vai ver muita gente diferente, muita coisa sendo vendida a preços baixos, mas tudo organizado e limpo. 

Nosso hostel em Singapura

Foi nosso segundo e último hostel pela Ásia. Daqui para frente só vamos ficar em hotéis. Vida mansa, né?

Meu primeiro hostel foi em Luxemburgo. Então em Kuala Lumpur e Singapura eu já tinha um pouco de experiência. E foi bem tranquilo. 

A localização do nosso albergue em Singapura, o Matchbox The Concept Hostel, era excelente, a um quarteirão de um famoso centro de comida de rua ("hawker food") da cidade. E ficar em Chinatown é muito bom. Dá para ir a pé em muitos lugares como a marina, distrito financeiro, região do rio e fica muito perto de dois metrôs de linhas diferentes. E a Chinatown de Singapura é linda e muito agradável. 

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Kuala Lumpur: primeiras impressões (e como ir do aeroporto à cidade)

É quente. A Malásia é quente. E úmida. Saímos de uns bons - 3 graus em Frankfurt; a irmã I., que é bacana, foi com a gente até o ponto do ônibus para o aeroporto e trouxe de volta os casacos. Mas embarcamos de roupa térmica, calça comprida e casaquinho. Da roupa térmica nos livramos no aeroporto de Kuala Lumpur, mas foi sair dele e começar a suar.

Depois de um monte de atrasos, o voo chegou às 8 e meia da noite de terça-feira, 22 de janeiro. Até desembarcar (fiscais ficam na porta de saída conferindo o nome dos passageiros) e pegar o monorail para o outro prédio foram uns 30 minutos. A imigração foi rápida, fácil e moderna: digitalizam os dois indicadores, conferem passaporte, carimbam e botam um selo (do qual vão tirar um pedaço na saída do país). Não pediram para ver nosso certificado de vacina contra febre amarela nem perguntaram nada. Só depois da imigração é que pegamos as bagagens, e passamos pela alfândega sem piscar (eu estava preocupada com a pilha de remédios que a gente estava levando, mas nem precisava). Só vimos uma moça sendo selecionada para inspeção. Deve ser porque ela tinha muita bagagem para uma pessoa só.

Entrada do hostel

domingo, 27 de janeiro de 2013

City tour em Kualau Lumpur

Pagamos 70 myr por pessoa (18 euros) para fazer um city de 6 horas pela cidade numa van com ar-condicionado. Foi o dinheiro mais bem gasto até agora: KL é muito quente e muito úmida. De manhã cedo é ótimo, porque dá pra andar de roupa fresquinha (adeus, camadas!). Mas, quando vai chegando perto do meio-dia, o calor é de matar.  

Nosso guia/motorista se chamava Sayd, era baixinho, barrigudinho e bigodudo e falava um inglês macarrônico. Eu entendi metade do que ele dizia; o Leo, que tem um ouvido ótimo, um pouco mais. Eu tinha esperança de me acostumar com o sotaque dele e ir acompanhando melhor no decorrer do dia. Aconteceu o contrário: lá pelas 2 da tarde, eu só ouvia a professora do Charlie Brown (mwuah mwah mwah mwah). Meu consolo é que os outros passageiros (uma americana, um inglês e um canandense) também não estavam
coisas.

(Observação esclarecedora: a sociedade malásia é composta de malaios, chineses e indianos.)

A primeira parada foi em um templo budista chinês, de 200 anos, o Thean Hou. Ele é lindo e colorido. Muita gente se casa lá (de fato, vimos umas três noivas).


Depois, fomos à Little India, uma rua que nos pareceu muito típica e cheia de lojas de saris. 

sábado, 26 de janeiro de 2013

Segundo dia em Kuala Lumpur

Jet lag é fogo mesmo. Depois de passar a segunda inteira sem dormir e ir pegar no sono apenas na quarta-feira às 02:00 da manhã, pensamos que de quarta para quinta as coisas iam se regular. Que nada.

Até que dormimos relativamente cedo. 22:30. Só que acordamos 03:30 da manhã, sem sono nenhum. E o hostel já estava silencioso. Coisa rara. Tem festa e música até tarde toda noite. A irmã I. ia adorar isso daqui. Nunca iria embora (até porque o albergue está contratando!). 

Hoje pegamos o metrô para ir no Centro da cidade, onde ficam as Petronas Towers. O metrô chega exatamente no shopping que fica debaixo das torres. Tudo gigantesco, cheio e chique. Tudo que é loja chique tem lá.


Depois do passeio pelo shopping, fomos num supermercado grande ver o preço de comida por aqui (mais caro que na Europa e mais barato que no Brasil). Legal era o tanto de produtos diferentes que tinham. Muita coisa do Japão, e a maioria a gente não tinha nem ideia se era de comer, beber ou de usar.

Experiência nova: cozinha indiana

Antes de encarar os 272 degraus da escada que leva às Batu Caves, o guia nos levou para almoçar em um dos restaurantes indianos ao pé da estátua. 

Nada como uma refeição antes de encarar a subida.
Sabe boteco copo sujo de beira de estrada? O próprio. A vantagem, segundo o guia, é que o cardápio tinha fotos, e aí as pessoas não precisavam ficar pedindo para ele explicar os pratos. Na verdade, a vantagem é que ele ganhava comida de graça.

Nosso restaurante
Eu já falei que sou a pessoa mais enjoada do mundo pra comer? Então, eu sou. O Leo costumava ser a segunda pessoa mais enjoada do mundo pra comer, mas antes da viagem ele disparou a experimentar de tudo, inclusive verduras, das quais ele não era fã. Olhei desamparada para o cardápio, cujas fotos não me pareciam nada esclarecedoras. (Observação: a irmã D. e meu cunhado, que adoram cozinhas internacionais, já nos convidaram várias vezes para acompanhá-los a restaurantes indianos, vietnamitas e afins, mas a gente sempre preferiu italiano. Na hora, fiquei pensando que os dois iam dar gritinhos de alegria diante do cardápio e iam ficar discutindo os méritos de cada um dos pratos, enquanto eu não tinha nem ideia de por onde começar).

O Leo veio em meu socorro e sugeriu duas opções simplesinhas: dosai de milho e de ovo, com pasta de tomate e de coco. Chegou rapidinho, eu respirei fundo, provei e... gostei! Eu nunca tinha experimentado comida indiana, e iniciação foi ótima. Só achei tudo loucamente apimentado - o que significa que provavelmente me serviram a versão light-quase-sem-pimenta-para-turistas.

Um dos nossos pratos, o dosai de ovo
Até trouxeram uns talheres pra gente, mas preferi comer com a mão - direita, é claro. Como disse o Leo: os talheres tem cara de não terem sido lavados nunca. Me lembrei de um certo restaurante em Coronel Fabriciano... 

Os pratos eram bem baratinhos (5, 6 MYR), mas no final a conta veio mais alta do que o esperado (mas mesmo assim baixa: 15,2 MYR = menos de 4 euros!). É porque que o garçom passa a refeição toda oferecendo molhos e complementos, e  se você acieta eles cobram, é claro.

Também ofereceram uns chás gelados com leite. Do nosso grupo, o inglês de ascendência indiana e as duas americanas aceitaram. Os copos não era lá uma maravilha de limpos - e com gelo, coisa que todos dizem para evitar por aqui, pois sabe-se lá de onde veio a água. Mas no dia seguinte vi os três aqui no hotel indo embora, todos felizes e com caras ótimas. Pelo visto ninguém passou mal. 

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Custo de vida na Alemanha

Alemanha é mais cara que Portugal. Pelo menos podemos dizer que Frankfurt é mais caro que Lisboa. Mas até que não foi tão diferente. Lógico que para a gente, Frankfurt é na verdade mais barato. Afinal, temos estadia gratuita. 

Estadia e locação de apartamentos são bem mais caros em Frankfurt. Em diria quase 50% mais caro. É que Frankfurt é uma cidade com muitos estrangeiros e com muita demanda para apartamentos de um único quarto. Parece que os apartamentos de mais quartos começam a ser proporcionalmente mais baratos. O povo não é muito fã de dividir com outras pessoas a acomodação. O que é compreensível.

Petronas Towers

Chegando de ônibus do aeroporto para o centro da cidade a gente viu as torres, bem ao longe. Era noite e elas se destacavam no horizonte da cidade.

Ainda no mesmo dia, no rooftop bar do nosso hostel deu para vê-las novamente. Por pouco tempo: logo deu meia-noite e desligaram as luzes. Ficaram só as luzes de alerta para aviões e helicópteros piscando.

No dia seguinte, nosso primeiro em Kuala Lumpur, em todos os cantos que a gente ia no city tour elas apareciam. Raro o momento que não dava para enxergá-las. Voltando de Batu Caves, que é fora da cidade, as torres eram como um farol a guiar nosso caminho.

Amor e ódio: voando pela Etihad para a Malásia

Resolvemos escapar do frio na Europa passando umas semanas no sudeste asiático. A passagem mais em conta que achamos foi a da Etihad: de Frankfurt para Kuala Lumpur por 580 euros (aí dormimos no ponto, demoramos para comprar e fechamos por 680. Paciência).

Ficamos animados, porque a Etihad vive ganhando prêmios de melhor companhia aérea. O voo estava marcado para 11 da manhã; como o continente estava coberto de neve, um monte de viagens foi atrasada ou cancelada. Resultado: decolamos com 7 horas de atraso. Mas nem ligamos, já que pelo menos o avião saiu! Nem esperar 3 horas pela autorização de decolagem sentadinhos no avião nos perturbou, já que a tripulação passava oferecendo suquinho de maçã, biscoitinhos e sorrisos.

O avião era novinho, confortável (dentro dos limites da classe econômica, né) e decorado em tons de bege. Adoramos as/os comissárias/os de bordo, simpáticos e sorridentes; a telinha de entretenimento individual, com montes de filmes e seriados (eu vi 3 filmes inteiros!); e as refeições. Comida de avião costuma ser bem marromeno, mas a da Etihad estava boa de verdade. E tinha menu entregue com antecedência com três opções de prato principal e lista de bebidas (classe executiva feelings. Segundo o Leo, porque eu, pessoa humilde, só tenho experiência com a econômica). Durante a noite, o pessoal ficava passando e oferecendo água, chá, café e chocolate.

Cardápio do jantar da classe econômica

Fizemos escala em Abu Dhabi. Aí a Etihad, a quem estávamos jurando amor verdadeiro, amor eterno, partiu nossos corações. O atraso na decolagem fez com que perdêssemos a conexão, mesmo já tendo chegado ao aeroporto. Em vez de segurar o segundo voo um pouquinho só, a Etihad liberou o avião (a gente acompanhou na telinha de partidas com lágrimas nos olhos) e botou a galera vinda de Frankfurt em uma fila imensa na frente de um balcão, no qual 4 funcionários tentavam resolver a situação usando formulários de papel com carbono (minto: eles também tinham uma impressora matricial). Não deram nenhuma notícia nem explicaram nada - só deixaram a gente de pé, se afligindo, durante mais de uma hora. Nisso era madrugada, a gente tinha saído de casa às 8 da manhã, a sede começou a bater e o cansaço também.

(Nesses momentos eu começo a criar tuítes imaginários para o Classe Média Sofre:
# Férias no sudeste asiático: estão distribuindo garrafas d'água na fila da Etihad. E nem é Evian!
# Férias no sudeste asiático: a alemã que estava na nossa frente na fila se apossou de 2 garrafas e ficamos sem nenhuma. Tá explicado porque a Alemanha causou duas guerras mundiais.
# Férias no sudeste asiático: uma mãe sozinha com duas crianças pequenas passou na minha frente na fila. Quem ela pensa que é?)

No fim das contas e após muitas idas e vindas entre balcões, trocaram nosso segundo voo, de 7 horas, por dois da Quatar Airlines (Abu Dhabi - Doha, Doha - Kuala Kumpur), que totalizavam 8. Junte os tempos de espera e deu 12 horas. A gente sabe que imprevistos e atrasos acontecem - kindle tá aí pra isso mesmo -, mas achamos ruim a falta de informação e a má-vontade do pessoal do solo. Mas não dá para comparar o avião e serviço de bordo da Ethiad com os da Quatar. São infinitamente superiores.

Chegamos em Kuala Lumpur (KL) às 8 e meia da noite. No albergue (o aeroporto fica longe), às 11 e meia. Quer dizer: entre mortos e feridos, salvaram-se todos. Menos o estoque de chocolate que a I. deu para a gente. 

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Trier em Fotos

















Mais um país na lista: Luxemburgo!

Pesquisamos vários passeios saindo de Frankfurt e gostamos da ideia de conhecer Luxemburgo. Ele tem menos de 500 mil habitantes e é bem pequetito (2.500 km quadrados), mas é um país novo, ora bolas. 

A irmã I. topou e convidou uma amiga, a T. Rachando os custos por 4 pessoas (aluguel e combustível), o transporte deu 135 euros no total, ou 33,75 euros por cabeça. Ótimo negócio, porque a passagem de trem custaria 102,5 euro pra cada um. O carro, além de muito mais barato, ainda nos permitiu pit stops no caminho. 

Notícias: estamos vivos e bem, muito bem!

Estamos com alguns problema para acessar o blog e escrever novas aventuras. Temos todo um fim de semana excelente passado com a irmã I. e uma amiga passeando por Luxemburgo e região e o parto que foi sair de Frankfurt para chegar em Kuala Lumpur. Só para terem ideia, saímos da casa da I. numa segunda às 07:45 da manhã de segunda e chegamos no nosso hostel em Kuala Lumpur somente na terça-feira quase meia noite.

Nada como passar muitas horas esperando um voo perdido no aeroporto de Abu Dhabi.
Mas estamos na Ásia pela primeira vez. Estamos gostando e está dando tudo certo. E até comida indiana já comemos. Em breve esperamos dar mais notícias. Por enquanto deu para editar nosso mapa de viagem. Já passamos dos 20.000 km. 

Reggae Mansion: nosso albergue em Kuala Lumpur

Nosso hostel se chama Reggae Mansion (que eu pronuncio com sotaque jamaicano, claro). É praticamente impossível encontrar seu quarto (todas as alas são idênticas), mas fora isso a decoração é bacana.

O check-in foi tranquilo. A entrada é bom bonita, com sofás grandões e confortáveis de veludo. O único inconveniente - pra nós, é claro - é que o RM é super festeiro ("music+party hostel!"). Silêncio não é o forte deles (até vendem plugs de ouvido na recepção, por 5 myr).

Ganhamos drinques de boas-vindas no terraço onde rolam as baladas, pagamos o hostel sem problemas com o Visa Travel Money, recebemos as senhas para abrir as portas, a chave do quarto e a senha de internet. O hostel é muito seguro: para chegar no quarto, que tem chave, são necessárias duas senhas para abrir portas. E tem câmera para todos os lados (menos no quarto), além de seguranças (cuja função maior parece ser abrir e fechar portas e ajudar hóspedes perdidos a se acharem).

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

A Ásia em fotos

Estamos publicando fotos das cidades no facebook. Estão na nossa página.

Quem preferir pode seguir os links diretos:

Jardim Botânico de Singapura
Singapura
Kuala Lumpur

Estaremos sempre adicionando as fotos do dia por lá.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Baden-Baden

Na manhã de quarta-feira madrugamos e fomos bem cedo para a estação central de trem de Frankfurt. Lá pegamos um trem às 07:14 da manhã com destino final Baden-Baden, uma pequena e famosa cidade na região da Floresta Negra da Alemanha.

Acordamos e as ruas estavam assim
Baden-Baden fica a 175 km de Frankfurt. De Basel, na Suíça, são 164km. Já de Strasbourg, na França, são só 61km. Ou seja, não importa em qual destes países você esteja, um passeio até lá não é difícil. 

Optamos por viajar em trens mais lentos e consequentemente mais baratos. Às 09:30 já estávamos na estação de Baden-Baden, depois de uma troca de trem no meio do caminho na cidade de Karlsruhe. Tudo muito tranquilo, sinalizado e informado. E pontualidade britânica nos horários. Ou devemos dizer alemã?

E achamos Baden-Baden assim

Onde a foto foi tirada?

Estamos saindo para o aeroporto. Se o tempo deixar, vamos embora da europa para o sudeste asiático. Próximo post, quando tivermos novamente uma conexão de internet.

Para comemorar que estamos de partida deixamos vocês com um desafio.  Onde foi tirada a foto abaixo?


Só valem palpites que forem colocados nos comentários aqui do blog. E o primeiro a acertar o nome da cidade ganha um cartão postal da cidade asiática em que estivermos. 

Só dou uma dica:: não é nossa casa de campo nos arredores de Belo Horizonte, não.




domingo, 20 de janeiro de 2013

Heidelberg

Pegamos o trem no fim do dia em Baden-Baden e, depois de uma baldeação, chegamos em Heidelberg. Quase descemos na estação antes, que também é na cidade mas não é a principal. Nos trens alemães passa fiscal conferindo a passagem com o tempo todo. Nesse trem o fiscal estava acompanhado de uma moça bem nova, de seus 18 anos recém-completados, e que sorria de orelha a orelha em seu uniforme novinho  da Banh. A gente aposta que ela era nova funcionária. O fiscal pegou nosso ticket, que era um passe noturno (vale em qualquer tem da rota após às 18:00), e explicou isso para ela (ou pelo menos é o que a gente acha que ele fez, já que nosso alemão é nulo). 

Em Heidelberg, ficamos hospedados no Ibis ao lado da estação ferroviária. Muito bom, até porque estava muito frio e começando a chover. No Ibis, aquela facilidade de sempre para fazer o check-in. O quarto continua pequeno como lembrávamos (e que a Lud achou luxo, depois de morar 6 meses em 25 m quadrados), confortável, e com uma nova decoração mais moderna. A cama é ótima, e agora ainda tem travesseiros extras. Nada mal. 

Bastante neve durante nossa visita à Heidelberg

Tomando banho como os imperadores romanos: Baden-Baden

Baden-Baden é uma estação de águas termais. O nome da cidade significa "banho-banho". E banho-banho nós tomamos.

Assim como os romanos, que construíram as termas originais. O imperador romano Caracala gostava bem de frequentar a região.

Há duas termas na cidade: a Frierichsbad, no estilo romano, e a Caracalla, mais moderna. A primeira é tão romana que as piscinas e as saunas são território do naturismo, isto é, só pode frequentar sem roupa nenhuma. A Caracalla permite roupas nas piscinas e nas saunas do primeiro andar - o nudismo fica para o centro de saunas do segundo. 

Entrada da Caracalla.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Usando Frankfurt como base para passeios

Como temos estadia excelente e gratuita e a irmã da Lud nos mima com chocolates, paga refeições e ainda a conta do supermercado, nossos custos em Frankfurt foram lá para baixo. Então aproveitamos o orçamento para fazer alguns passeios pela região. Resolvemos passar dois dias no meio da semana em Baden-Baden e Heidelberg, cidades próximas daqui de Frankfurt. 

De passagem de trem gastamos 46,5 por pessoa para os trechos Frankfurt->Baden-Baden, Baden-Baden-> para Heildelberg e depois de Heidelberg->Frankfurt. Interessante que o preço no caixa automático na estação de Frankfurt foi 6 euros mais em conta que o preço pela internet no site da Bahn.de. 

Outro passeio já acertado é uma ida no final de semana com a I. para Luxemburgo. Vamos alugar um carro e conhecer a capital e alguns lugares perto, como Viande, onde exite um castelo bem famoso. Estamos estimando que esse passeio ficará em uns 90 euros por pessoa incluindo o aluguel do carro, combustível, estadia, comidas e atrações. 

Depois contamos como foram todos estes passeios. 

Fazendo compras, com a irmã I., na Ikea

A irmã I. mora em um apê lindinho e mobiliado, subsidiado pela empresa. Só que o agrado só dura 6 meses, e portanto ela já está planejando alugar um por conta própria e mobiliar.

Nessas bandas, quem diz coisas de casa baratas e bacaninhas diz Ikea. Então, na segunda-feira, baixamos todos na filial de Frankfurt. Minha presença e a do Leo foi importantíssima: pra ajudar a escolher... e a carregar.

Ikea é o país grande na Escandinávia. Pelo menos é como
os alemães vêm o mundo.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Breve sumiço

Passamos os últimos dois dias passeando pela região.
Em breve notícias dos passeios que incluem até uma ida em uma sauna no meio do frio. E pelados!

Comidinhas pela Ásia

A cada dia que passa a gente começa a arriscar mais. Tem dias que somos recompensados, e um deles foi hoje. Em frente ao nosso hotel existe um pequeno restaurante familiar, o Tin Tin Restaurant em Hoi An.

Dava para ver o restaurante do nosso quarto
A Lud foi em uma opção mais segura, rolinhos de carne recheados de queijo e envoltos em alface. Quando a gente experimenta a cozinha local, faz sempre assim: um pede algo básico, para que, se o outro prato for muito bizarro, a gente não morra de fome.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Frankfurt: transporte público

O transporte por aqui não é barato. Em compensação, é eficiente e leva de qualquer ponto a qualquer lugar. 

Bonde elétrico em frente a uma estação de metrô. A malha é ótima. Bom para fugir do frio. 
O bilhete mais barato custa 1,60 euros e dá direito a andar de metrô (U), trem de superfície (S), os bondes elétricos e ônibus normais. Mas vale apenas para um sentido e para deslocamento curto. A opção de 2,60 euros te deixa fazer a mesma coisa a qualquer distância dentro da área metropolitana de Frankfurt (que é muita coisa), menos o aeroporto. Envolveu o aeroporto na jogada, paga-se 4,25 euros. 

Cartaz de horários

Frankfurt em fotos




terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Experiência nova: patinando no gelo

Domingo fomos patinar no gelo. O Leo estava animado, mas eu tinha visões sombrias de pessoas se esborrachando no chão.

Porta do estádio. 3 pistas cobertas mas a externa enorme
A irmã I. tem patinado com frequência e está profissa no assunto. Elas nos levou a um centro de patinação gigante, com quatro pistas diferentes e aluguel de patins. Como hoje é domingo e último dia de férias, o lugar estava lotado.

É muito legal ver crianças patinando - umas aprendendo, outras com muita prática. Já os jovens e adultos costumam dominar a arte, mas às vezes apareciam uns dando os primeiros passos no gelo.

Como a gente! Eu já experimentei (tentar) patinar no gelo, quando criança, umas duas vezes (o BH Shopping às vezes armava um rinque); o Leo nunca. Minha lembrança não é muito boa: me recordo de ter caído umas vezes, e de ter ficado agarrada nas muretas da pista. Então eu confesso que não estava muito otimista sobre a minha performance.

La-le-li-lo Lu patinadora

Frankfurt: primeiro fim de semana

Frankfurt tem cara de cidade grande. É moderna, tem prédios altos, avenidas largas e um ótimo transporte público. A parte histórica é pequena, mas fofa. E a região beira-rio (o Main) é linda.  

A gente está gostando muito. O único inconveniente é que está fazendo um frio lascado: sempre em torno de zero grau. Estamos saindo de casa (que é quentinha delícia) embrulhados em camadas de roupa, mas ainda não descobrimos a combinação ótima.

Domingo foi melhor do que sábado, porque a Isa emprestou um casaco de neve para a Lud, mas, mesmo assim, quando bate aquele vento gelado... A solução é fugir da rua sempre que dá: andando de transporte público, parando em lojas e visitando toda igreja que aparece pela frente. 

Parada para aquecer em uma igreja
Sábado passeamos a pé adoidado, conhecendo a parte central. Na frente da Bolsa de Valores, a estátua do touro (clássica) e a do urso. O touro representa a alta das ações, porque ataca de baixo para cima (com os chifres); o urso, a baixa, porque ataca de cima pra baixo (com as garras). Geralmente as Bolsas, como a de Nova York, exibem seus touros orgulhosas, mas o urso não é fácil de encontrar.

Descansando no urso

Chegando a Frankfurt

Chegamos em Frankfurt às 22:15 do dia 11 de janeiro. O voo da TAP, saindo de Lisboa, foi muito tranquilo. Saiu adiantado e chegou adiantado. Nenhuma turbulência e as 2 horas e 45 minutos de voo literalmente voaram. 

O aeroporto de Frankfurt é gigante. Depois de pousar foram uns 10 minutos taxiando para o avião chegar em um finger para o desembarque. E desse desembarque até o local de coleta de bagagens a gente deve ter andando umas boas centenas de metros. Para terem ideia, nosso portão de desembarque era o 58A. Andamos até perto do 1. Se não me engano, os portão iam até mais de 70 e ainda tinham área B, área Z. .

Ao passar pela sanfona de desembarque já deu para sentir na pele o que nos esperava. Em Lisboa, a temperatura mínima que pegamos foi por volta de 9 graus. Em Frankfurt, a previsão era de menos dois para a hora que chegamos.

Ao chegarmos na área de coleta de bagagem, elas já estavam começando a passar. Pegamos nossas malas e saímos. Em 5 minutos a Isa apareceu e nos trouxe para a casa dela de ônibus. A passagem custa 4,25 euros. Precisamos de apenas uma. É que ela tem um passe mensal e uma das coisas que ele permite é um acompanhante gratuito em fins de semana ou à noite de qualquer dia.

O aeroporto é aquecido. O ônibus também. Mas nos poucos minutos que ficamos no ponto esperando o mesmo chegar, que frio!


O cansaço e sono eram fortes, mas a saudade era maior. Fomos dormir depois das 3 da manhã, depois de já tomar várias cervejas alemãs maravilhosas. Agora é curtir os dias por aqui, aproveitar a companhia e nos prepararmos para a aventura pelo sudeste asiático.