Em Heidelberg, ficamos hospedados no Ibis ao lado da estação ferroviária. Muito bom, até porque estava muito frio e começando a chover. No Ibis, aquela facilidade de sempre para fazer o check-in. O quarto continua pequeno como lembrávamos (e que a Lud achou luxo, depois de morar 6 meses em 25 m quadrados), confortável, e com uma nova decoração mais moderna. A cama é ótima, e agora ainda tem travesseiros extras. Nada mal.
Após uma ótima noite de sono, ainda mais depois de estarmos super relaxados das duchas e cachoeiras de água quente das termas, acordamos às 08:00. Muito cedo. O check-out do hotel é ao meio-dia. E o dia muito cinza, nevando, frio e com vento, resolvemos enrolar no hotel descansando até perto das 11:00.
Fizemos checkout e conseguimos pagar o hotel com o Visa Travel Money (o que é ótimo, porque não tem taxa de utilização nem imposto). Saímos para passear. Nevava e estava bem frio. Fomos no centro de informações turística e lá compramos passagens de ônibus de ida e volta para o centro histórico. A senhora que nos atendeu foi super simpática e nos explicou onde descer e onde pegar o ônibus. A passagem curtinha, da estação para o centro, custa 1,10 euros por pessoa.
Descemos na prefeitura e lá compramos o passe de funicular e entrada no castelo por 6 euros por pessoa. Valeu muito a pena. Estava muito frio e tudo nevado. Primeiro fomos até o segundo ponto do funicular, o primeiro depois do castelo. Tudo branco e branco até perder de vista. E frio.
Descemos para o castelo de funicular e lá nos divertimos com a vista, com o castelo em si e com o museu da farmácia que era de graça. O melhor foram as propagandas antigas de aspirinas. Morremos de rir. (Nos anos 50, aspirina era a resposta para todos os males.)
Descemos para o centro de funicular, demos umas voltas, fomos na ponte, passamos a mão na estátua macaco para ficarmos ricos e compramos uns chocolates para animar o frio.
Entramos na catedral mas não tinha nada lá. Passeamos pela rua principal e resolvemos almoçar o prato típico, o wienerschienetziel, no restaurante Café Coyote. Deu 16 euros dois pratos. Muito bom, grande e com bastante salada. Eu comi ela quase toda. Lud também quase deu conta do dela.
De volta à rua fomos andando e entrando em lojas para nos aquecer. Foi ótimo. Vimos de tudo e todos os tipos de loja. Tudo sem pressa e sem compromisso, principalmente compromisso de compra.
Pouco depois da cinco pegamos um ônibus, descemos na estação, pegamos as malas que estavam no Ibis e voltamos para "casa".É que a casa da irmã da Lud já está virando nosso lar.
O legal da volta foi embarcar na classe errada, a primeira. O fiscal ficou muito sem graça de nos informar. Pedimos desculpas profusamente e nos levantamos na hora. Atravessamos um monte de vagões até chegar em um da segunda classe. A viagem foi ótima e muito rápida.
Interessante a parte da Aspirina, porque quando estudava no CEFET (antiga Escola Técnica) a enfermaria separava os doentes em dois grupos: 1)os não curáveis com Paracetamol (quase-mortos), e 2)os curáveis com Paracetamol (todo o resto).
ResponderExcluirSe nos anos 50 a Aspirina era resposta pra tudo, hoje o Paracetamol tomou seu lugar! hihi
Que passeio delicioso :)
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