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sábado, 26 de janeiro de 2013

Segundo dia em Kuala Lumpur

Jet lag é fogo mesmo. Depois de passar a segunda inteira sem dormir e ir pegar no sono apenas na quarta-feira às 02:00 da manhã, pensamos que de quarta para quinta as coisas iam se regular. Que nada.

Até que dormimos relativamente cedo. 22:30. Só que acordamos 03:30 da manhã, sem sono nenhum. E o hostel já estava silencioso. Coisa rara. Tem festa e música até tarde toda noite. A irmã I. ia adorar isso daqui. Nunca iria embora (até porque o albergue está contratando!). 

Hoje pegamos o metrô para ir no Centro da cidade, onde ficam as Petronas Towers. O metrô chega exatamente no shopping que fica debaixo das torres. Tudo gigantesco, cheio e chique. Tudo que é loja chique tem lá.


Depois do passeio pelo shopping, fomos num supermercado grande ver o preço de comida por aqui (mais caro que na Europa e mais barato que no Brasil). Legal era o tanto de produtos diferentes que tinham. Muita coisa do Japão, e a maioria a gente não tinha nem ideia se era de comer, beber ou de usar.


Centrinho de Kuala Lumpur
Aproveitamos para comprar ingressos para subir na torre para o dia seguinte, porque pro mesmo dia já estava esgotados. Vimos a torre pela frente e por trás. Mas o calor e a umidade eram tantos que não aguentamos ficar muito tempo fora do prédio. Voltamos e almoçamos no Pizza Hut. Nada de comidinhas estranhas hoje. (Desculpa aí, galera fã de coisas exóticas.)

Comemos exatamente a mesma pizza que comemos a última vez que fomos no Brasil. Aqui a conta deu 23 reais. E cada um ainda tomou uma bebida. No Brasil, da última vez que fomos a conta deu 45 reais. E só bebemo uma coca pequena.

Mercado Central 
De lá voltamos voltamos de metrô para nosso hostel e fomos passear pela região. Destinos: mercado central e feiras das ruas de Chinatown.

No mercado central, a mãe da Lud iria endoidar. Tinha muita coisa bacana e diferente, e preços bem baixos. Mas o melhor era o prédio ser fechado com ar condicionado. Quase fizemos uma massagem de pés feitas por peixinhos.

Já Chinatown é uma senhora bagunça e diversão. Vimos um monte de coisa estranha e falsificada - como pelúcias de personagens famosos! Sabemos que são falsificadas porque eram meio deformados, super engraçado. Vimos sapos e enguias vivos sendo vendidos, camisas, bolsas, perfumes. E tentamos evitar contato visual com os vendedores - olhou no olho, eles saem correndo atrás da gente tentando vender.

Parte mais arrumada de Chinatown
A Lud viu umas bolsas falsificadas Chanel e ficou curiosa para saber o  preço. Era só curiosidade mesmo, porque ela é totalmente contra falsificações. Afinal, esses produtos normalmente estão associados a trabalho infantil e crime organizado. Só que não tinha preço nas bolsas e ela precisou perguntar para um vendedor. Aí já viu - o cara achou que ela estava interessada e tentou de tudo.

Primeiro disse que custava 110 ringgits, o que não dá 27 euros. A bolsa original deve custar 1.500 euros. Ela disse obrigado e continuamos a andar. Aí o vendedor acompanhou a gente. Falou que vazia por 90. A gente continuou andando e ele gritou: 60! E a gente nem olhando para trás. Ele ainda tentou de novo: quanto  você quer pagar? Acho que se a gente respondesse "uns 40 levava". Ficamos horrorizados. Imagina. 10 euros por uma imitação de algo que vale 1.500. Quer dizer que a original, por melhor que seja, por mais fino que seja o material, não pode custar tão mais caro. Como grifes famosas ganham dinheiro...

Na volta para casa fomos no templo indiano. Na verdade eu fui. Para entrar tinha que ser descalço. A Lud ficou com nojinho de andar por ali sem sapatos. Realmente o chão estava meio nojentinho. Eu não quis saber. Pensei, depois lavo o pé e o chinelo no banho. Até agora não morri!

Templo indiano
Foi um passeio divertido. Muita gente, muito turista, muita bagunça, sujeira. Tudo que eu não gostava. Aqui estou hiper relax e curtindo. Será que já sou outra pessoa?

No albergue, nem ligo de ir tomar banho longe do quarto, de não ter nem um canto para colocar roupa, do nosso varal improvisado para secar e pendurar as roupas.

Sei que posso melhorar mais porque ainda não tenho a coragem de colocar a foto do nosso quartinho. Seria total desapego das vaidade e deixar de me importar com o que os outros pensam. Quem sabe até o final da viagem?

8 comentários:

  1. Ah, coloca fotos do quartinho, sim! To curiosa hihi
    E até agora, to adorando a viagem de vocês, e lendo vcs ha tanto tempo quanto leio, nunca imaginei que vcs fossem capazes de se arriscarem em comidas exóticas! Altas crisesde risos lendo os relatos!

    Bjs

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    1. Eu agora já estou desapegado e colocaria a fotinho, Mas preciso da aprovação da Lud. Vamos ver se convenço ela.
      A gente meio que arriscou a comer porque estava em grupo e não tinha outras opções. Mas quando tem opções, preferimos as coisas conhecidas.

      Beijos,

      Leo

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  2. Fantástico!

    Sobre o jet lag, li em algum lugar que seu corpo leva 1 dia para cada hora de diferença pra se acostumar totalmente. E que a melhor forma de ajudar o organismo é comer no horário das refeições localmente. Assim, não importa que horas são pra vocês, se vocês acabaram de dormir ou não, se é hora de jantar quando chegarem, jantem. Café da manhã e almoço, idem.

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    1. Tô achando que o problema maios são as faltas de dormidinhas durante o dia da Lud. Hoje acordamos cedo mas foi para fugir do calor. Vamos fazer a sesta agora e só sair de novo no meio para final da tarde. E vamos seguir as regras das refeições.

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  3. coloca as fotos,estamos curiosos, não tem nada demais, quem dera eu poder fazer uma viagem legal dessas nem q seja pra fik num quartinho, enquanto n dá pra ir fico aqui no BR me deliciando com os relatos e fotos de vcs :) hehe

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    1. Vamos colocar as fotos sim. Algumas já estão na página do facebook nossa. E na do nosso usuário. facebook.com/leocarnaval

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  4. OI Leo e Lud,

    Fiquei uns dias sem abrir e quanta novidade!!! To adorando...
    Ah, só para lembra-los estamos no inverno de brasilia... chuva e frio (aquele de centro oeste).
    Beijos do MP kkkkkkkk
    Maria Raquel

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    1. Ei, Raquel. Tinha esquecido como não para de chover em Bsb essa época. Ainda bem que não estamos aí :D

      Beijos para vc e para o pessoal do MP. Para o MP não!

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