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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Camboja: a Ásia que eu imaginava ver

Devido ao meu ridículo preconceito (como se existisse algum preconceito que não seja ridículo), eu achava que os países que a gente visitaria por aqui, com exceção de Singapura, fossem todos bem atrasados, com ruas de terra, muita sujeira na rua, ratos, baratas, mosquitos, pessoas muito pobres pedindo dinheiro, que faltaria energia elétrica e que teríamos que escovar os dentes com água mineral - com gás, ainda por cima, para garantir que não era golpe de pessoas que reaproveitam garrafas de água e enchem com água da torneira para enganar os turistas.

Para minha surpresa, não vimos quase nada disso. Mesmo o Vietnã, o mais pobre dos países na ordem de visitação, já está avançando bem. Pra começar, não escovamos os dentes nenhuma vez com água mineral, e não passamos mal em nenhum momento durante a viagem. Nada mesmo. Nem minhas enxaquecas habituais tive por aqui. 

Ratinhos só vi dois. Barata nenhuma. Mosquitos e pernilongos também nada ou muito pouco. Tá certo que ficamos em hotéis limpos e com ar condicionado. Mas durante a semana que ficamos em BH em novembro do ano passado, devo ter sido picado umas 200 vezes somando os dias que fiquei na casa dos meus pais (umas 10 picadas), as noites na casa dos sogros (mais umas 30) e a noite em Divinópolis (as 160 restantes). 
Casas bonitas no Camboja
A sensação de segurança ao andar pelas ruas aqui é sensacional. Podemos até ficar cansados com os locais querendo vender coisas e oferecer passeios de tuk tuk. Mas nunca nos sentimos ameaçados ou coagidos. 

Comemos bem. Tá certo que não nos arriscamos em barraquinhas de rua. Mas a gente vê muita gente comendo nelas. E mesmo o pior restaurante no quesito limpeza - que foi o indiano em Batu Caves na Malásia - não nos deu nenhuma indisposição.

Agora, aqui no Camboja, estamos vendo um pouco da Ásia que a gente imaginava. Mas só em relação à pobreza. Vê-se aqui muita gente humilde. Mas é um povo feliz, simpático, prestativo. Dá para ver que o país está melhorando, e o turismo ajuda muito. É uma fonte de renda para milhares de pessoas. Por isso dá para entender a insistência deles em vender coisas, em cobrar mais caro do turista. Afinal, 5 dólares aqui é muito dinheiro para eles.

No Camboja já são mais pé no chão as coisas. E esse mega banco?


Só aqui começamos a ter falta de energia elétrica. Muito comum mesmo. Tanto que uma das coisas que mais vimos a venda por aqui foram geradores. 

O que mais vende por aqui. Geradores de energia. Na frente do nosso hotel tinha um gigantesco. 
E mesmo assim a luz acabou várias vezes. 

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Voando de Vietnam Airlines

De Hoi An viemos para Ho Chi Minh City, mais conhecida como Saigon. 

Para chegar aqui, primeiro pegamos um táxi de Hoi An para Da Nang, de onde saía o voo da Vietnam Airlines. A gente estava um pouco preocupado. Afinal, foi a passagem comprada com o cartão da irmã I. e que precisava ser validado em uma loja antes da gente embarcar. Fizemos isso em Frankfurt, mas fica sempre o medo de dar algo errado. Ainda mais em locais onde o inglês do povo não é dos melhores. 

Aeroporto de Da Nang.

A Cidade de Ho Chi Minh, ou Saigon

No primeiro dia em Saigon, sofremos novamente com o calor. Até deu para lembrar Bangkok - mas bem melhor, já que não estava tão úmido.

Sério, dá para falar que isso é BH de tão parecido. Só inclinar a rua uns 30 graus que fica idêntico.
Saigon é nossa última cidade pelo Vietnã. E é muito diferente. É uma cidade enorme, dinâmica, cheia de gente, carros, motos, ônibus. Tem ruas e calçadas largas. Já estamos super experts em atravessar as ruas. Já até brinco com a Lud que acho mais fácil atravessar rua aqui que no Brasil. Sério, é só ir andando, sem procurar faixa ou sinal de trânsito. Vai atravessando calmamente e de forma constante que dá. Já tem até local me usando de escudo humano.

Chợ Bến Thành, o mercado principal de Ho Chi Minh City

A fachada do mercado
Foi aqui qui vi meu segundo ratinho da viagem. O primeiro foi num bar/restaurante ocidental em Chiang Mai, na Tailândia. Aqui o ratinho passou correndo entre uma barraca e outra. Lógico que ambas eram de comida.

Museu de Fine Arts de Ho Chi Minh City

Gostamos do museu. Não vai dar para comparar com o de Hanoi, do que falam muito bem, porque o de lá estava fechado por causa do Tet. 

Para começar, o preço é sensacional: 10.000 vnd ou quase 1 real. Sério, 1 real para o museu. E o museu é bem legal. Muito diferente do que estamos acostumados. Afinal, é arte - e ainda por cima mais moderna e pós moderna - do Vietnã. 

Gostei bastante de alguns quadros. Gostamos muito de um atelier estava vendendo quadros bem bonitos. Gostamos da sombra que nos proporcionou. Só não gostamos de ter tomado a água mais extorsiva da viagem: 8 reais por 1 litro de água. 

Abaixo algumas das peças de que gostamos:



A Cidade de Ho Chi Minh em fotos

Algumas fotos da cidade onde passamos dois ótimos dias.



Nosso hotel na Cidade de Ho Chi Minh

Foi o hotel mais simples em toda a viagem: só uma estrela. Ou seja, poderia competir com nossos albergues. Mas o Luan Vu Hotel em Saigon é um hotel uma estrela bem bom.

O beco do nosso hotel. 
Custou  17 euros por noite. Saigon é a cidade mais cara do Vietnã - aqui não deu para ficar em hotel bala por preços tão baixos.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Hoi An: primeiro dia

 Hoi An é uma pequena cidade no meio do Vietnã que milagrosamente escapou de ser arrasada na guerra americana. É uma cidade bem tranquila para os padrões do Vietnã e com ruas só de pedestre bem agradáveis. 

Bom, tranquila para o padrão do Vietnã. Isso quer dizer que é uma cidade com menos motos que o normal e que tem ruas que tem mais pedestre do que moto, mas ainda sim tem muita moto nelas.


Chegamos no final do dia para descobrir que nosso hotel estava com um problema no quarto e precisaram nos despachar para outro. O lado bom para nós é que nosso hotel era mais ou menos a 2 km da cidade antiga; o novo, a 400 metros. Ou seja, ganhamos táxi de graça para ir e voltar no centro e ainda curtimos a noite por lá.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Hoi An: segundo dia

 Aproveitamos para passear pela manhã na cidade, já que estávamos no hotel que era do lado.

O centro histórico no domingo de sol estava ainda mais lindo que sábado de noite. A cidade é muito bonita. Podem confirmar com as fotos.
Hoi An estava linda no domingo cedo.
Depois de passear e começar a sentir os efeitos do sol e calor, nos instalamos novamente na Cargo Patisserie, a mesma da noite anterior, para experimentar sorvetes, croissants e tortas. Os dois primeiros estavam muito bons. As tortas eram bonitas mas não muito boas (a Opera da Lud estava totalmente sem gosto).

Open bus no Vietnã: maneira barata de viajar

Aqui no Vietnã todo hotel e agência de turismo vende os chamados Open Bus. São linhas de ônibus que fazem os trajetos Norte-Sul e Sul-Norte pelo país. 

Você pode comprar uma passagem de Hanoi para Ho Chi Minh ou o inverso. Ou pode fazer uma perna menor entre outros destinos pelo caminho. Foi o nosso caso: usamos o Open Bus para fazer o trajeto Hue - Hoi An. 
Parece bom por fora.
O preço depende da sua paciência para negociar. Aqui é tudo assim. Mesmo em lojas sérias o preço inicial pode não ser o final. A gente já estava cansado disso e quando a moça nos pediu 6 euros por pessoa, não pensamos duas vezes. Topamos na hora. 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Viajar para o Vietnã no Tet: vale a pena?

Chegamos ao Vietnã bem no início das comemorações do ano novo Chinês (Tet), que em alguns lugares dura  uma semana inteira.

É uma época de muita festa no Vietnã. Quase tudo fica fechado, pois as pessoas voltam para suas casas para comemorar com a família. Ou seja, museus, restaurantes, supermercados e até alguns hotéis não funcionam por um longo período. Outra coisa que fecha e faz diferença são os mercados e lojinhas voltados  para os turistas. A gente não está comprando nada, mas é legal ver as lojinhas vendendo coisas diferentes das que a gente vê no Brasil. 

Ou seja, se para você o importante é que o restaurante estrelado esteja aberto, que as feiras, mercados e lojas estejam funcionando a pleno vapor, essa pode não ser a melhor época para vir. 

Também é problemático viajar entre cidades, ainda mais se for nos primeiros e nos últimos dias de comemoração. Afinal, todo mundo precisa ir para casa e depois voltar. Nosso trem de Hanoi para Hue é um exemplo: foi dificílimo conseguir a passagem; só conseguimos na segunda classe e com o hotel comprando para a gente no dia em que começaram as vendas; e onde era para ter 6, tinha 10 pessoas.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

A Ásia é mó lá em casa

(Escrito no último dia na Tailândia.)

Desde que li uma edição para crianças de As Viagens de Marco Polo, lá pelos 10 anos, sempre considerei a Ásia um lugar exótico e misterioso. Estive me preparando psicologicamente para o choque cultural e para a sensação de me sentir analfabeta diante de letras desconhecidas. Considerei seriamente a possibilidade de trazer na mala uns biscoitos e chocolates para não passar fome.

E, na verdade... estou me sentindo super em casa, gente.

Não me entendam mal: é claro que tem muita coisa diferente por esses lados de cá, da língua à comida. Mas tem muita coisa parecida também, como o calor, a vegetação e as cidades, típicas de países promissores em desenvolvimento (fora Singapura, que é um primeiro mundo tropical).

Acho que o Leo matou a charada: para um europeu ou um americano - esse povo que geralmente escreve os guias de turismo que a gente lê - é tudo mesmo muito diferente, das flores ao urbanismo. Pra nós, buganvílias e hibiscos, trânsito louco e barulhento e calor úmido e permanente não é novidade.

Também tem a globalização: os países estão ficando cada vez mais parecidos entre si, sim - e eu não acho que isso seja necessariamente ruim (mas essa já é outra história). Tem 7 Eleven pra todo lado, e neles eu me abasteço de sorvete, batatinhas e chocolate toda vez que a culinária local não me tenta.

E, claro, estivemos visitando as cidades mais internacionalizadas. Talvez o interior da Malásia e da Tailândia seja, sim, exótico e misterioso.

Mas não temam: os próximos destinos são o Vietnã e o Camboja. Talvez lá eu encontre essa Ásia que ambiciono.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Baía de Halong em fotos

Pena que estava nublado o dia. Com sol deve ficar bem mais bonita a região.



Viajando de trem de Hanoi para Hue, versão da Lud

Antes de embarcarmos no trem, o Leo foi me prevenindo: que a cabine era pequena; que eram três leitos em cada parede; que os outros passageiros iam levar jantar e sacá-lo durante o trajeto sem a menor cerimônia. Em suma, que ia a viagem ia ser longa, apertado e bagunçada.

Então, quando fomos nos instalar nos nossos lugares, nem achei tão ruim. É verdade que o espaço entre as camas ia diminuindo, e que a terceira era praticamente grudada no teto.  Mas nós fomos os primeiros a chegar, e nossos lugares eram bons: a primeira e a segunda cama à direita.

As camas tinham travesseiro, lençol e cobertor. Achei a roupa de cama um pouco suspeita, mas não me apertei: estendi uma toalha sobre o lençol, cobri o travesseiro com minha echarpe e pronto. Me estendi em minha caminha com meu kindle e uns chocolates e me preparei para passar uma ótima noite.

Viajando de trem de Hanoi para Hue, versão do Leo

Eu sabia que não seria batatinha: já tinha lido na internet que os trens são velhos, lentos e que balançam muito. Mas o que mais me assustava era viajar 13 horas no dia mais movimentado do ano em um vagão de segunda classe (chamado de hard bed). 

São 3 opções por aqui: primeira classe soft bed, segunda classe hard bed e segunda classe hard seat. Em teoria, a primeira e segunda classe são parecidas. A diferença é que a primeira classe é uma cabine com ar-condicionado e 4 camas, duas de cada lado, cada uma com sua luz individual e tomada para carregar eletrônicos. Já a segunda classe teria uma cama mais durinha e 6 camas por cabine, três de cada lado, mas os outros detalhes são iguais.

Como era o dia mais movimentado do ano (todo mundo voltando para casa do Tet) e não é possível comprar pela internet passagens de trem por aqui (a não ser por agências que inflacionam o preço), a gente pediu ao hotel em Hui, assim que fechou a estadia - ainda em novembro de 2012 - para eles comprarem para a gente (também rolou a inflacionada de preço, mas pelo menos o nosso hotel nos tratou muito bem durante a estadia).

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Voando de Bangkok para Hanoi

Nosso primeiro país comunista. 
Hoje madrugamos às 4:20 para irmos para Hanoi. Como voamos de AirAsia de novo, não saímos do aeroporto mais famoso e moderno, o Suvarnabhumi, e sim do Don Mueang. Desde setembro do ano passado a AirAsia levou todos os voos dela em Bangkok para lá. 

Nos custou 240 thb para ir de táxi incluindo, o preço do pedágio. Foi muito rápido cruzar os 26 km do hotel até o aeroporto porque eram 5 da manhã e o trânsito estava leve. Nos horários de rush tenho medo de pensar quanto tempo deve demorar.

Ah, conseguimos nosso primeiro táxi com taxímetro ligado por aqui. Mas só porque o segurança do hotel é que chamou na rua e explicou em tailandês para onde iríamos e falou para ligar. Mais pontos para o nosso hotel. 

Mais uma vez foi bem tranquilo voar de AirAsia. Foi pontual, voo tranquilo e chegou até mais cedo que o programado. Apesar de novamente já termos comprado as passagens com direito à bagagens de 15 quilos por pessoa (que não estamos usando pois, juntas, nossas bagagens deram 14 kg) vimos muita gente embarcando com malas grandes e obviamente acima do limite de 7 kg da cia. Fica aí a dica para quem quiser arriscar.

Indo do aeroporto de Hanoi para o hotel

Pegamos nossas malas e desembarcamos à procura do taxista que era para estar nos esperando. Ele não estava, claro. Alguma coisa tinha de dar errado na viagem. Ainda mais quando não recebemos o ""boa viagem" tradicional da Laís. 

Enrolamos, esperamos meia hora e nada. Fomos ao balcão de turismo e lá nos falaram que arrumariam um táxi por 25 usd para nos deixar no hotel (5 a mais que o combinado diretamente com o próprio hotel). Ficamos de pensar. Enquanto esperávamos mais um pouco, a Lud resolveu ver o que o Lonely Planet dizia. 

Ele falava de uma van da Vietnam Airlines que faz o trajeto de meia em meia hora por 3 usd. Sai do escritório deles no centro histórico, o Old Quarter, onde vamos nos hospedar, e vai para o aeroporto. Depois faz o mesmo trajeto de volta. Fomos procurar e ela estava na frente do desembarque. Um cara nos viu e perguntou: Vietnam Airlines Van? "Sim!", respondemos com entusiamo. 

Depois é que vimos uma dúzia destas.

Primeiro dia em Hanoi, parte I

Deixamos nossas malas no hotel, pegamos nossas capas de chuva e fomos conhecer o Old Quarter de Hanoi. Caía uma chuva leve que parou dali a pouco. Mas o tempo ficou a tarde toda nublado.


O clima está uma delícia: 15 graus. Para quem saiu do sol escaldante e do calor de 38 graus de Bangkok , aqui é uma maravilha. Como estamos no meio da comemoração do ano novo chinês (o Tet), a cidade está "vazia". Isto é, a maioria das lojas está fechadas, e tem pouca barraquinha de rua.

Primeiro dia em Hanoi,parte II

De noite voltamos a passear pela cidade e pelo Old Quarter. E foi ainda melhor que de dia. Estamos apaixonados por Hanoi. A região do lago estava maravilhosa, toda iluminada e ainda mais cheia de famílias passeando e se divertindo.


Tinha um show de malabaristas bem no meio de uma rua movimentadíssima. Além do show legal, foi bacana ver a galera das motinhos parar no meio do povo, assistir e depois de um tempo se mandar novamente.

Museu do Exército do Vietnã

Dia de garoa em Hanoi. Durante toda a manhã caiu uma chuva bem fina, mas nada que nos impedisse de passear. Finalmente nossas capas de chuva foram usadas. Junto com os chapéus e toalhas compradas na Decathlon de Lisboa, se mostraram ótimos investimentos de viagem.

Fomos até o museu do Exército do Vietnã, que acabou sendo o úncio aberto do dia. O Tet tem suas vantagens, como ruas mais tranquilas, e suas desvantagens, como a maioria dos museus fechados: Museu de Belas Artes, Museu do Ho Chi Minh e o Museu das Mulheres.


O museu é bem legal e vale muito a fortuna de 30.000 vnd (3 reais) por pessoa para visitar. Mais 20.000 (2 reais) para tirar fotos. Fazer o quê né? Tá na chuva é para se molhar.

Templo da Literatura

Parece que durante o Tet é tradição dos vietnamitas irem ao Templo da Literatura - que é também onde fica a universidade - para pedir aos mestres e novos alunos de caligrafia para escreverem mensagens de ano novo nos pergaminhos.

Tava difícil de entrar.

Ho Chi Minh


Ou tio Ho, como era chamado pelos vietnamitas, está em todos os cantos aqui: de monumentos a estátuas. A região onde fica seu museu, seu mausoléu (e o também o Pagode de um Pilar Só) é muito bonita. Ampla, com jeito de que deve lotar nos momentos cívicos e cheio de jardins bem cuidados. 

Chegamos lá na hora que a chuva apertava. Não tinha muito gente, por esse motivo e porque o mausoléu e o museu estava fechado. Mas foi bacana: deu para ver o povo fazendo oferendas e rezando no pagode e no templo ao lado, e também a troca da guarda do mausoléu.
Mausoléu

Cópias chinesas? Precisam ver as vietnamitas

Tem uma coisa sensacional aqui em Hanoi: tudo que faz sucesso ganha a sua versão local. Parece que marcas e patentes não são o forte da área. 

Ou seja, Four Seasons é o nome de um hotel famoso pelo mundo? Abra o seu e coloque esse nome nele! Seu restaurante/supermercado/agência de turismo está fazendo sucesso com os turistas? Pode ter certeza que poucos dias depois vão aparecer um monte com o mesmo nome.

Barganha o Four Seasons aqui.

Hue: primeiro e único dia

Hue fica bem no meio do caminho entre Hanoi e Ho Chi Minh. Foram quase 700 km de trem para chegarmos na cidade. Não tem muito o que fazer por aqui - nosso objetivo era descansar da longa viagem e conhecer algumas cidades menores do Vietnã.

Na verdade até tinha algumas atrações por perto, como a antiga cidadela e capital do Vietnã no século XIX, algumas tumbas de imperadores e passeios pela antiga região desmilitarizada entre os Vietnã do Norte e do Sul. Mas a gente queria mesmo era relaxar. 

E não nos arrependemos. A cidade é simpática, bem agradável, com menos trânsito que Hanoi e ótimos restaurantes. Nosso jantar aqui deu pouco menos de 10 euros para nos dois, com direito a bebidas e sobremesa. E num ótimo restaurante francês. 

Outro ponto positivo é o nosso hotel: o Jade Hotel.  Por si só já valeu a parada. 

Nosso quarto.

Nosso hotel em Hanoi

Recomendamos muito nosso hotel em Hanoi, o Rising Dragon Grand Hotel. Custou 60 euros para 3 noites: aqui no Vietnã é mole conseguir um quarto particular com banheiro por preços super baixos. Sério, 20 euros por um quarto excelente, com ótima cama, um monte de travesseiros, ar-condicionado, internet sem fio, geladeira, ótimo chuveiro e tv com canais a cabo.


A localização do hotel é bem boa: em pleno Old Quarter, a região mais turística de Hanoi e perto de tudo.

Baía de Halong na prática

Vir a Hanoi e não ir à Baía de Halong é não vir a Hanoi. 

Todo hotel, agência e até pessoas na rua vendem o passeio. Comprar um é a coisa mais fácil do mundo. Opções também não faltam: 1 dia apenas, 2 dias com uma noite, 3 dias com 2 noites. E o valor e tipo de barco variam muito.

A regra é meio básica: você recebe o que paga. E como aqui tem muito oferta, compre quando chegar. Uma opção bem recomendada é a do verdadeiro Sinh Tourism

Nós pagamos 40 dólares para fazer o passeio de 1 dia comprado no hotel mesmo.  Vai e volta no mesmo dia. É puxado? Mais ou menos. 

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Custos da Tailândia

Rapidinho só para não perder o hábito. Depois fazemos um mais detalhado.

Foram 10 noites 4 hotéis diferentes e uma em trem. Nossos gastos principais:

Hospedagem: 590,84 euros
Atrações: 110,15 euros
Alimentação: 247,66 euros
Transporte: 109,41 euros
TOTAL de 1058,03. Média de 52,95 euros por pessoa por dia. 

O que inflou os custos fui Phuket. Lá perdemos uma diária ao mudar de hotel (45 euros) e ainda gastamos 300 euros pelas duas noites no novo hotel. Os 3 táxis lá custaram junto 53,27 euros. E a visita aos tigres em Chiang Mai? Mais de 50 euros. Mas valeu e muito a pena. Não nos arrependemos de nada.  

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Trem de Chiang Mai para Bangkok

Foi mais um trem noturno, e muito bom por sinal. Bem menos balançador que o de Kuala Lumpur para Singapura, e bem mais organizado. 

Antes de embarcar, aproveitamos a fome para almoçar na estação.
Estação de Chiang Mai
Nela tem várias lanchonetes e restaurantes. Comemos mais um delicioso arroz frito com carne de porco. E desta vez acompanhado por uma estupidamente gelada cerveja local. 

Cervejinha para relaxar

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Primeiro dia em Bangkok

Da estação de trem foi fácil chegar ao hotel. Um metrô, um monorail e uma caminhada. O que não foi fácil foi desviar de milhares de pessoas, carros e do calor. Não eram 9:30 quando chegamos no hotel mas já sentimos a diferença de temperatura daqui para de Chiang Mai. 

Além de quente, aqui é úmido. E carregar mochilas só piorou a sensação. 

No hotel, fizemos o check-in, pagamos e fomos informados que só perto das 12:00 o quarto ficaria pronto. Usamos um banheiro limpo e novo na recepção (ótima primeira impressão) e trocamos de roupa para explorar a cidade. A ideia era já aproveitar para ir ao Grande Palácio de barco. 

Grande Palácio e Budas

Pelo menos o esforço de encarar o calor e o barco nos levaram ao Grande Palácio de Bangkok. Mas lá também não foi batatinha: ele abre às 9:00; chegamos pouco depois disso e já estava abarrotado. É muito cheio de turistas e de locais, sem contar as excursões de colégio. 


Custa caro para os padrões daqui. 500 thb (uns 12,5 euros). Mas vale a pena. É um conjunto de construções lindas: o palácio do rei (que não mora mais lá), vários prédios administrativos e muitos templos. Um deles é onde fica o Buda de Esmeralda. 



Fim de semana em Bangkok

Segunda cedo vamos para o Vietnam. E como a gente anda cansado, o calor está fortíssimo e Bkk e nós não nos amamos (nem à primeira, segunda ou  terceira vista), passamos o fim de semana no hotel e região. 

É assim que eles fecham os prédios no fim de semana.
Aproveitamos para pesquisar sobre o Vietnam, acertar com o hotel de Hanoi o táxi que vai estar nos esperando no aeroporto, acertar com o hotel daqui um táxi para nos levar no aeroporto que use o taxímetro e não cobre 6 vezes o valor normal, ver filmes, ler livros, pagar contas pela internet e fazer nosso controle financeiro. 

Bangkok: não foi amor à primeira vista

Bangkok tem sido o destino menos preferido nosso. Pode ser que a gente já esteja um pouco cansado de viajar. Mas não acho que é isso não - é que Bkk não é fácil como as demais cidades. 

Kuala Lumpur e Singapura eram tão quentes como aqui, mas lá as coisas funcionam de forma bem fácil. O transporte público é bom, as cidades são limpas, tem gente mas não é demais, o trânsito não é complicado, e mesmo sem falar a língua em Kuala Lumpur a gente conseguia tudo fácil. 

Phuket foi um paraíso. Que saudades. E Chiang Mai é apaixonante. Agora em Bkk entendemos porque o pessoal tanto fala que é um prazer chegar em Chiang Mai depois de passar pela capital. 

Nosso hotel em Bangkok

De uma coisa não dá para reclamar em Bkk: nosso hotel. Para nós é um oásis no meio do calor infernal da cidade. Se a gente fizer um top 5 da cidade ele é forte candidato ao título junto com o cinema.

Prédio do hotel.
Bem localizado, quarto gigante, novo e bem-decorado, ar condicionado forte que consegue reduzir a temperatura do quarto para 23 graus quando fora é de 37, banheiro grande, claro e muito limpo e um chuveiro super potente.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Nosso hostel em Chiang Mai

Em Chiang Mai ficamos em mais um hostel. Só que nosso quarto era privado e com banheiro particular. 

Foi uma ótima estadia. O hostel fica em uma das pequenas ruas da antiga cidade murada. Apesar de não ficar no lado leste da cidade, onde estão as feiras e maioria das atrações, a localização do lado oeste faz com que ele seja tranquilo, pacato e em um local autêntico. 

O quarto é bem grande e muito limpo. Tem uma cama grande, um armário sem porta e muitas estantes, além da mesinha de cabeira e um banco com uma almofada que usamos como outra mesa de cabeceira.  A internet sem fio funcionou bem e o quarto tem um ótimo ar condicionado e uma tv de 20 polegadas com vários canais, sendo pelo menos uns 10 internacionais.


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Boletim médico

A gente tomou todas as vacinas, trouxe uma pilha de remédios na bolsa de mão, incluindo um multivitamínico (que passou nos raios X sem problema) e fez seguro-saúde. Para nossa alegria, está tudo tranquilo no quesito saúde. Sequer  passamos mal por causa de comida ou água.

Mas uns remedinhos são importantes, sim. Já usamos Dorflex (o Leo distendeu um músculo na perna), pastilha para garganta (a minha doeu uma noite), antialérgico (o Leo teve um episódio de rinite alérgica) e muitos band-aids (consegui machucar os dois pés com meus chinelinhos Havaianas. Ninja). A gente não ia morrer por falta deles, mas essas coisinhas incomodam bastante. Então, de fato é bom carregar consigo uma farmacinha básica em viagens, principalmente as mais longas.

A outra novidade é que achamos que íamos emagrecer no sudeste asiático por causa das comidas exóticas, mas se bobear estamos é ganhando uns quilinhos. A gente sempre consegue descobrir um prato local que seja mais nossa cara e, falhando isso, corremos para os fast foods da vida. E sorvete e batata frita são universais, gente!

Voando de Air Asia de Phuket para Chiang Mai

Domingo fomos embora de Phuket com dor no coração. Tivemos que sair do nosso resort e voltar para o batidão de viagens - mas não antes sem mais um maravilhoso café da manhã, desta vez com direito a champanhe, porque era domingo. Vida dura, né?

Brinde para comemorar 1 mês de viagem
O hotel providenciou a van deles para nos levar no aeroporto. 600 thb e 15 minutos apenas. Chegamos exatamente duas horas antes do voo, 08:30.

Na entrada do aeroporto já é preciso passar no raio X. É um aeroporto internacional, mas lembra muito o aeroporto da Pampulha em BH - só maior, e muito mais movimentado. Fizemos o check-in nas máquinas automáticas da Air Asia e levamos as duas malas para o despacho. Não gastamos 5 minutos. Rápido e eficiente.

Nosso primeiro dia em Chiang Mai

Apesar de chegar antes do horário do check in, nosso quarto já estava pronto. Só deixamos as malas e caímos na rua. A gente queria aproveitar o último dia da feira das flores e também as feiras de rua de domingo. E almoçar, porque no voo da Air Asia o lanchinho era extra!


Fomos andando pela rua que margeia a cidade antiga, por onde passa um fosso bem bonitinho. Achamos, pelo que vimos, que iríamos sofrer um pouco por aqui. Tudo escrito em tailandês. Nada em inglês. Mas foi só nos aproximarmos de locais mais turístico que o problema se foi.

O templo Doi Suthep

No nosso último dia em Chiang Mai dormimos até tarde. Como o check-out do hotel era meio dia, ficamos até o último minuto relaxando e fazendo as malas. 

A dona do hotel arrumou para nós um táxi para ficar por nossa conta e nos levar no alto da montanha para vermos o templo que fica lá, nos trazer de volta para o hostel para pegarmos as malas e depois nos deixar na estação de trem que fica bem longe do centro da cidade onde estávamos. Tudo isso por 600 thb. Topamos na hora e não nos arrependemos. 

A outra opção era ir para o templo que fica bem no centro e pegar um táxi comunitário. Ele só sai quando enche com pelo menos 8 pessoas. Custa 120 por pessoa ida e volta. Ou seja, para nós daria 240 e depois ainda teríamos que contratar um táxi privado para irmos para  a estação. Ah, e camelar no sol entre o hostel e o ponto do táxi e voltar. 

Tiger Kingdom

Hoje fomos visitar os tigres do Tiger Kingdom.


O local fica a cerca de 40 minutos de carro de Ching Mai. Na recepção do hostel nos falaram que um taxi para lá custa 300 thb para ir, nos esperar e voltar. Tentamos a sorte na rua para testar nosso poder de barganha mas não deu certo. O motorista começou pedindo 500 e no fina conseguimos os mesmos 300 do hostel.

Tigres. Mais fotos



Mais tigres!

Enquanto a gente acerta os posts do final da viagem da Ásia, alguns vídeos dos tigres em Chiang Mai. Afinal, nada foi tão popular aqui como os tigres.

Detalhe que os bichinhos estão brincando com uma bola.

Chiang Mai: paraíso dos mochileiros

No segundo dia em Chiang Mai bateu aquela vontade de já programar uma volta no inverno europeu do ano que vem. Talvez combinar de novo um período maior na praia com um período maior no interior da Tailândia.

A cidade é muito aconchegante. E de uma forma bizarra: tem muitas motos, tem trânsito doido, calçadas praticamente inexistentes, mas mesmo assim ela é cativante. Não sei se são as dezenas de templos, as centenas de lojinhas com preços baixos, as milhares de opções de comida e estadia, o calor que não é tão forte quanto o resto dos lugares por quais passamos, ou as milhares imagens de buda.

Só sabemos que hoje passamos o dia caminhando, observando, sem rumo, sem destino, sem obrigação. Voltamos para o hotel cansados e felizes. E 30 euros mais pobres. Mas com 30 euros a gente comeu muito, comprou muita coisa em supermercado para comer e beber depois e até um pote de Hagen-Däzs tá incluído no custo. E ele representou praticamente um terço do custo. Foi o esbanjamento do dia. 

Agora vamos juntar forças para ir em um mercadinho noturno. Ou não. Vida boa é assim. Sem obrigações, sem hora para fazer nada. Quem sabe planejar uma visita aos tigres amanhã?

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Gastos de janeiro

A pedidos, nossos gastos para duas pessoas (em euros) para os 31 dias de janeiro:

Transporte: 1314,87
Hospedagem: 960,21
Compras: 471,51
Alimentação: 456,72
Atrações: 252,02
Passagem ida e volta Brasil-Europa: 198,74 *
Saúde e seguro: 182,44
Extras: 49,50
Presentes: 25,38
Comunicação: 10
TOTAL: 3921,39

Média diária de 126,50 euros por dia. Se fizermos a média por pessoa dá 63,25 euros por pessoa/dia.

Durante o janeiro passamos 10 noites em Portugal, 9 na Alemanha, 1 em Luxemburgo, 1 voando, 5 na Malásia, 4 em Singapura e 1 na Tailândia. Todos os custos estão aí.

Em transporte tem todos os deslocamentos feitos até agora que foram 8 passagens de trem, 1 aluguel de carro por 48 horas, a vinda para a Ásia, o voo Singapura para Phuket.

* O valor da passagem ida e volta do Brasil para a Europa dividimos pelo total de dias que ficaremos por lá.  Senão os gastos de janeiro ficariam desproporcionalmente altos em relação aos outros meses. 

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Voando de Jetstar a partir de Singapura

Só elogios. Primeiro para o aeroporto. Perto (às 05:30 da manhã gastamos 15 minutos de táxi e 13,50 euros. Dá para ir de metrô mas o primeiro só passaria às 06:00), muito organizado e cheio de coisas para fazer. Oferece internet gratuita, tem banheiros limpíssimos e é muito eficiente, igual a cidade.

(Aqui, as placas apontam onde ficam as coisas e também a distância. Ou seja, você não só sabe para que lado é o metrô mas que ele fica a 160 metros. No aeroporto, as placas indicam o tempo que você gasta para chegar ao destino. Prático.)
As  placas no aeroporto


Phuket: primeiro dia e primeira noite

Chegamos na Tailândia. Pousamos em Phuket às 9:20 da manhã, 30 minutos antes do programado.

Aeroporto pequeno, o que foi ótimo. Rapidamente desembarcamos pelas sanfonas. Odeio quando o aeroporto não as tem. Sair na pista e pegar ônibus nunca é legal. 

A imigração Tailandesa é moleza. Brasileiro não precisa de visto. Basta ir para a fila que rapidinho te liberam. E mais uma vez não perguntaram nada. Nada sobre os milhões de remédios nem sobre a vacina de febre amarela. 

Pegamos as bagagens que rapidamente apareceram nas esteiras, saímos do desembarque e no primeiro caixa nosso Visa Travel Money era aceito e funcionou sem problemas. Sacamos a fortuna de 10.000 thb  (thailand bahts), mais ou menos uns 250 euros. Apesar do caixa avisar que seria cobrado uma taxa de 150 thb pelo saque, por enquanto só caiu na nossa conta os tradicionais 2,5 euros de taxa de saque do VTM.

Na saída do aeroporto já tinha um táxi nos esperando. A gente tinha combinado com o hotel. 800 thb para nos levar até lá, e a gente pagaria no hotel mesmo. Mas nem precisaria. Muita oferta de táxi e com preços tabelados. Vi que o preço seria exatamente os 800 thb. Mas o bom é que nosso taxista não enrolou, não tentou vender nada nem nos levar em lojinhas. 

Cerca de 40 minutos depois chegamos no nosso hotel. O primeiro. Sim, ficamos em dois por aqui. Uma noite neste primeiro e dois em outro depois.  

O hotel é o The Club Hotel Phuket, cerca de 5 minutos de caminhada da praia de Kamala. 

Ele já teve ter sido muito bala. Ainda é muito bom. Mas dá para ver que falta manutenção nas áreas públicas. Mas nada que atrapalhe a estadia. 

Fizemos o check-in, pagamos as 3 noites em dinheiro (5400 thb - 135 euros). Apesar de cedo e o check-in ser só de tarde, cerca de 20 minutos depois que chegamos eles liberaram nosso quarto. 

Paraíso particular em Phuket

Chegamos a Phuket, a maior ilha da Tailândia. Eu estava com a cabeça cheia de imagens de praias paradisíacas... até chegarmos ao nosso hotel.

Não me entendam mal: o hotel tinha piscina, o atendimento era ótimo, e ter um quarto só pra gente foi uma maravilha depois da temporada no albergue. Mas ficava numa avenida movimentada e barulhenta; para chegar à praia, a gente tinha que andar uns 10 minutos em ruazinhas sem calçada e sem sombra, com as motinhos passando perigosamente perto. E a praia de Kamala tem areia clara e água verdinha, mas é lotada de gente, espreguiçadeiras, lojinhas e restaurantes.

No fim do dia, depois de uma longa conversa comigo mesma no banho, virei pro Leo e disse:

Eu: meu amor, pensei bem e acho que devemos mudar de hotel para um que fique na frente do mar. Não importa se a gente tiver que pagar mais, porque afinal já gastamos os tubos para chegarmos na Tailândia.

Nosso hotel em Phuket

Ou melhor, nosso resort em Phuket.

O Andaman White Beach Resort valeu cada centavo dos muitos gastos com ele. Cada noite nos custou 151 euros. O interessante é que conseguimos esse preço na véspera do check-in pelo Agoda. Ou seja, se reservar com antecedência dá para conseguir preços ainda mais em conta. E convenhamos, onde no mundo daria para a gente ficar em hotel tão chique por um preço destes?

O preço foi pelo quarto mais simples deles, o Sea View Room. O quarto realmente tem vista para o mar, e não é porque é mais em conta que os outros quartos deles que a vista é ruim. 

O quarto é gigante para os nossos padrões atuais. São 60 metros quadrados de quarto. Gente, dá morar umas quatro pessoas ali. Lembrem que nossa última morada no Brasil tinha 24. 

A cama era um paraíso por si só. A gente só conseguia sair dela porque do lado de fora tinha isso:

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Viajando de trem de Kuala Lumpur para Singapura


Resolvemos ir de trem e não de avião de Kuala Lumpur para Singapura por dois motivos:

1) a gente queria viajar mais de trem e menos de avião;

2) indo de trem noturno, a gente economizava uma diária de hotel. Além disso, a passagem de trem custou apenas 10 euros por pessoa. A de avião custaria pouco também, cerca de 30 euros, com direito a levar bagagem. Só que, somando os dois, economia seria de pelo menos 40 euros. Acrescente-se os gastos de ir e voltar dos dois aeroportos e não pensamos duas vezes, ainda mais que 40 euros por aqui é muito dinheiro.

Continue lendo o post logo abaixo:
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A coletânea de livros está crescendo. Já temos dois à venda! Clique na figura para comprar: 

Livro 1
Livro 2























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(continuação do post)

Saímos na noite de sábado às 23:00 da estação KL Sentral em Kuala Lumpur. Gostamos muito da estação. Fácil de achar, bem sinalizada, com boas opções de alimentação, maleiro e internet gratuita.

Mais infomações da viagem no livro 1. 

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Custo Kuala Lumpur e Singapura

São duas cidades bem diferentes. Kuala Lumpur é incrivelmente mais em conta. Singapura, apesar de mais cara, oferece mais opção de lazer. 

Custo total das nossas 4 noites e 4 dias em Kuala Lumpur foram de 302,84 euros. O trem noturno de Kuala Lumpur para Singapura nos custos o ridículo de apenas 20,17 euros para o casal. Isso mesmo, 20,17 euros pelo transporte e uma noite de hospedagem. 

A média de Kuala Lumpur por pessoas deu 37,85 euros por pessoa/dia. Barato, muito barato. E olha que nos demos ao "luxo" de gastar quase 50 euros comprando uma bermuda para mim, um relógio para a Lud (o dela estragou em Baden-Baden), uma sacola de viagem nova (a nossa velhinha não deu mais conta e começou a rasgar) e um BB Cream pra Lud.

Já em Singapura, o custo para as 4 noites e 4 dias foi de 487,75 euros. O grosso desse custo foi a passagem de avião de Singapura para Phuket. Para nos dois deu 193,08 euros. O custo médio diário por pessoa foi de 60,97 euros. Mas se tiramos o custo da passagem de avião, o custo cai para 36,83 euros. Bem próximo do custo de Kuala Lumpur. 

Singapura é uma fofura

(A rima não é rica, mas a cidade é.)

Acho que é o lugar mais limpo do mundo, e dos mais seguros também. A cidade é tão arrumadinha que parece um parque temático. E tem flor pra todo lado.

O bairro onde estamos, Chinatown, é uma graça, cheio de predinhos coloridos e restaurantes.




sábado, 2 de fevereiro de 2013

Skypark em Singapura

Uma das coisas que eu queria fazer em Singapura era ir ao Singapura Flyer, a cópia da roda-gigante de Londres, só que maior e um pouco menos cara. 

Chegando à cidade, confesso que fiquei meio decepcionado com o Flyer. Achei não tão bem localizada quanto o hotel Marina Bay Sands, aquele cartão-postal de Singapura com três torres e um "navio" em cima. Além de custar 30 sgd, a experiência dura só 30 minutos. Resolvi dormir sobre o assunto. 

No dia seguinte, ao ir para o Gardens by the Bay, acabamos sendo atraídos pelo cassino do hotel. Ou melhor, eu convenci a Lud que seria legal entrar para conhecer.