Foi nosso segundo e último hostel pela Ásia. Daqui para frente só vamos ficar em hotéis. Vida mansa, né?
Meu primeiro hostel foi em Luxemburgo. Então em Kuala Lumpur e Singapura eu já tinha um pouco de experiência. E foi bem tranquilo.
A localização do nosso albergue em Singapura, o Matchbox The Concept Hostel, era excelente, a um quarteirão de um famoso centro de comida de rua ("hawker food") da cidade. E ficar em Chinatown é muito bom. Dá para ir a pé em muitos lugares como a marina, distrito financeiro, região do rio e fica muito perto de dois metrôs de linhas diferentes. E a Chinatown de Singapura é linda e muito agradável.
O hostel fica numa típica casinha de dois andares mais sótão. No andar do solo, recepção, dormitório feminino, banheiros e uma salinha de relaxamento com livros, ar condicionado e uma cadeira de massagens gratuita que esquecemos de usar.
No segundo andar a cozinha e os quartos masculinos e misto. No sótão uma deliciosa sala comunal com tv, livros, jogos, mesa para café, sofá, pufes, poltronas e um bom ar condicionado.
As meninas da recepção era pura simpatia. Já os rapazes que às vezes ficavam a noite não eram muito prestativo e de papo não. Se for ficar lá, opte para conversar tudo com as meninas.
O café da manhã não existe muito bem. Tem é uma cozinha com pão de forma, geleia, leite, sucos, água e cereais que você pode usar para comer o dia todo. E você pode comprar suas coisas e guardar lá , etiquetando para ninguém pegar. A geladeira é grande e o congelador também.
Tem uma máquina de lavar e secar roupa na mesma cozinha. Custa 6 sgd para usar as duas. Difícil é arrumar hora, porque tem sempre alguém usando, mas conseguimos. Demora umas 2 horas e meia para lavar e secar.
Todos os 3 quartos são idênticos. Um só para mulheres, um só de homens e um misto. Todos com vários belichinhos individuais e lockers, com capacidade para 20 pessoas cada. No quarto misto tem dois beliches de casais, e foi lá que ficamos.
A única coisa ruim do quarto é que cabiam essas 20 pessoas, e tinha 20 pessoas lá dentro - 18 além de nós. E eram 18 pessoas das mais bagunceiras, barulhentas e roncadoras do mundo. Sério, tinha um cara que gemia durante a noite que parecia que estava morrendo. E o roncador então? Lembrou-nos vários conhecidos que temos. E como o pessoal espalhava malas e roupas! Quase ninguém guardavas as coisas nos lockers, só a gente. Também a galera tinha cada malão.
Bom, mas é por isso que se paga 16 euros por pessoa por noite. Não dá para querer privacidade. Mas tinha conforto. Em comparação com o hostel de Kuala Lumpur, as camas, os travesseiros, as toalhas e os chuveiros são melhores - e não tem festa!
A sala comunal é excelente para fugir do calor do meio da manhã e para comer em "casa". Também é um local ótimo para usar a internet e ver filmes na tv. Não tem sinal aberto, mas dezenass de filmes em DVD disponíveis.
A parte dos banheiros era bem arrumada e limpa. Os chuveiros eram bons, fortes e com várias regulagens de temperatura. Chato era ter que descer no meio da noite se quisesse usar o banheiro. De novo lembrando: 16 euros!
No final veleu muito. A localização é boa, o atendimento é bom e a cama é boa. Para dormir, um protetor de ouvido e máscaras de olhos ajudam muito. Recomendamos para quem for para Singapura e estiver atrás de algo barato e bem localizado. Mas tem que estar no clima de dividir o quarto com a galera.
Quando vi a foto da Lud em um quarto lotado de beliches nem acreditei. E pelo post pude ver que tinha mais gente que eu imaginava rsrsrs. Agora vcs estão profissionais em hostels.
ResponderExcluirUma curiosidade: pelo que vcs puderam ver, qual a nacionalidade do turista de Kuala Lumpur e Singapura. Encontraram algum brasileiro?
Ei, Andreia. A Lud já era profissional dos albergues depois de ter viajado com a Isa. Eu é que ainda não tinha ficado em nenhum. O primeiro foi também com a Isa em Luxemburgo. Impressionante como a gente acostuma. Mas agora, em Chiang Mai, descobrimos que o hotel é um hostel na verdade. Mas estamos em um quarto particular com banheiro dentro.
ResponderExcluirNão vimos um brasileiro até agora. Muitos australianos, muitos americanos, franceses, ingleses, suíços, alemães, europeus em geral. E logicamente tem muito turista de outros países asiáticos. Chineses, japoneses, filipinos. Toda vez que a gente faz imigração, e não precisamos de visto até agora, o fiscal da alfândega saca uma lista de países para procurar o que precisa para brasileiro entrar. Para ver como deve vir pouco brasileiro para cá.
Leo: Já pensou eu "gripadinho" dormindo nesse quarto coletivo? Ia ser uma sinfonia...
ResponderExcluirConfesso que o roncador não chegava ao seu nivel. Mas o gemedor era competidor forte.
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nao achei o nome do hostel no post
ResponderExcluirFala total nossa. Post editado. Ficamos no Matchbox. O site deles é este:
Excluirhttp://matchbox.sg/