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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Voando de Vietnam Airlines

De Hoi An viemos para Ho Chi Minh City, mais conhecida como Saigon. 

Para chegar aqui, primeiro pegamos um táxi de Hoi An para Da Nang, de onde saía o voo da Vietnam Airlines. A gente estava um pouco preocupado. Afinal, foi a passagem comprada com o cartão da irmã I. e que precisava ser validado em uma loja antes da gente embarcar. Fizemos isso em Frankfurt, mas fica sempre o medo de dar algo errado. Ainda mais em locais onde o inglês do povo não é dos melhores. 

Aeroporto de Da Nang.
Passamos o dia na piscina do hotel. Saímos com pesar dela. Depois de outro almoço soberbo no Tin Tin e mais um pouco de hora no hotel pegamos o táxi para o aeroporto. 

O aeroporto de Da Nang é o terceiro maior do país. Pequeno mas arrumado: banheiros limpos e algumas opções de lojas para comer e comprar lembranças. Mas só depois de fazer o check in e ir para a área de embarque é que tem variedade. Ou seja, se você não estiver com muita fome, espere para lanchar nessa hora.

O melhor são as lojinhas: com preços e sem pressão de vendedores! Aqui no Vietnã, tudo é sem preço e se você pensar em entrar, passar na porta, ou fizer contato visual, um vendedor vai surgir do nada falando para entrar, que tem bom negócio especial só para você e coisas do tipo. E aí tem todo o esquema de barganhar o preço, que pra falar a verdade não é nossa praça.

Lud adorou ver lojinhas e ver o preço das coisas. E olha que mesmo estando dentro da área de embarque de um aeroporto achamos as coisas em conta. O Vietnã é realmente barato. 

Mas vamos ao principal, o voo. O melhor voo que fiz na minha vida depois de um da Copa no qual ganhei, graças a irmã D., um upgrade para a classe executiva. Pena que o voo foi curtíssimo. Saímos às 22:45 e chegamos 23:40. Só serviram água. Mas eu não precisava de nada. Adorei porque o avião tem espaço para as pernas. Isso mesmo, tem espaço para minhas pernas! Apaixonei pela Vietnã Airlines. 

No aeroporto de Saigon, o terminal doméstico é igual ao de Confins em BH. Bem velho e nada de mais. Pegamos nossas malas e, alegria das alegrias, o taxista enviado pelo hotel estava na porta nos esperando. Como não tinha quase trânsito nenhum na rua, chegamos rápido. Amanhã poderemos acordar e realmente falar: Good Morning, Vietnam!

Um comentário:

  1. =) (pensando na cara do Robin Williams)

    O único problema da classe executiva é depois voltar pra normal, snif (mas ainda melhor que ficar no chão sem voar, hehe)

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