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quinta-feira, 28 de março de 2013

Próximos destinos

Estamos atrasados com as notícias.

Já estamos em York. Hoje já será nossso último dia aqui.

Depois teremos Cambridge e Bath por duas noites cada e finalmente Paris.

 Quem sabe até lá a primavera finalmente chega?

Pois hoje ainda está amanhecendo assim, com neve.

terça-feira, 26 de março de 2013

Ônibus de Dublin para Belfast

Sem dúvida uma das mais tranquilas viagens de ônibus que já fiz na vida. 

Compramos as passagens pela internet: 10 euros por pessoa. O site dizia que precisava imprimir  o comprovante mas entramos em contato com a empresa, que liberou mostrar a reserva em formato eletrônico mesmo.
Vista privilegiada 

Belfast: primeiras impressões

Melhor impossível: estamos adorando Belfast.

Centro histórico amplo e bonito, habitantes simpáticos, preços muito mais em conta que Londres e Dublin, na Irlanda. Podemos dizer que a cidade é uma pérola escondida do Reino Unido. Talvez até da Europa!

Pena que o tempo não está ajudando. Choveu quase o dia todo e fez bastante frio. Mas andamos bem por belas ruas, vimos a praça central da cidade com o prédio maravilhoso da prefeitura e muitas construções bonitas em volta, andamos em ruas com calçadas largas, ruas só de pedestres e fomos até beira do rio. 

Almoçamos em restaurante, muito bom e barato para os padrões "Reino Unido". E achamos um supermercado chamado Iceland onde fizemos compras incríveis a preços inacreditavelmente baratos. 
Pena que o tempo não ajudou.

Escadaria do Gigante (Giant's Caseway)

Terça, dia 19 de março, passamos o dia todo em um passeio até o famoso Giant's Caseway, o único local na Irlanda (tanto a do Norte quanto a Irlanda república) na lista de Patrimônios da Humanidade da Unesco.

Fizemos o passeio por uma empresa de turismo aqui de Belfast. Daria para fazer tudo por conta própria, mas confesso que, quando o destino é longe, achamos bem bom terceirizar o planejamento e a execução. Pagamos 23 euros por pessoa, aparecemos no local de saída antes das 9:30 e pronto.

Apesar de ser mais um dia de tempo congelante, com chuva, muito vento e alguns cristais de gelo caindo, o ônibus saiu bem cheio. Pelo caminho, o motorista ia contando fatos e detalhes pelo microfone.

Primeiro, ainda dentro de Belfast, o ônibus parou para tirarmos fotos do Carrickfergus Castle, ainda inteiro, que foi um castelo/fortaleza. Vimos só por fora, até porque ele estava fechado.

Do castelo, mais 2 horas de estrada, contornando a costa da Irlanda do Norte, considerada umas das 5 mais belas rotas de carro do mundo (tá no site deles, não sei quem fez a pesquisa). Realmente o passeio é bonito - e se o tempo estivesse melhor é provável que a gente achasse ainda mais.

Costa da Irlanda do Norte.

Balsa de Belfast para Glasgow

Pegar a balsa para ir de Belfast para Glasgow foi uma das mais acertadas decisões de transporte até agora. A gente poderia ir de avião, mas seria mais caro e possivelmente demoraria o mesmo tempo, por causa dos procedimentos de segurança e o deslocamento entre os centros de cidades e aeroportos.

A balsa, na verdade, é um navio gigantesco.



Continue lendo o post logo abaixo:
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O blog mudou: agora as informações e as fotos estão disponíveis, de maneira muito mais organizada e temática, em livros. Já são oito, dois deles gratuitos (Holanda e Nice). Basta clicar na capa do livro para ir para a página de venda ou, no caso dos livros que são de graça, de download.

Outra opção é entrar em contato conosco por meio do e-mail ludleopelomundo@gmail.com. Por ele passaremos a informação de como comprar todos os livros já lançados e - ainda a serem lançados este ano! - por apenas 30 reais. Se a pessoa já comprou algum dos livros, a gente abate do valor de 30 reais o valor já pago.

Divirtam-se! 




















































































O livro 1 tem 50 páginas e relata nossa passagem pela Malásia, Cingapura, Tailândia, Vietnã e Camboja. São mais de 80 fotos, toda a logística de transporte e hospedagem, os custos diários, mais de 40 dicas e link para um mapa na internet com todos os locais pelos que passamos corretamente indicados, com mais detalhes e informações.

O livro 2 tem 112 páginas e conta a viagem pela China, Macau, Hong Kong, Coreia do Sul e Japão. São mais de 200 fotos, toda a logística de transporte e hospedagem, informações de como ir por conta própria até a muralha da China, ao museu com os guerreiros de terracota, à pequena Zhujiajiao (a Veneza da China), uma dica importante para economizar com o trem bala no Japão (que não é o passe da JR), os custos diários e mais de 50 dicas. O livro também traz acesso aos mapas na internet com mais informações e todos os locais que visitamos, e mais alguns que achamos que demos bobeira em perder, corretamente marcados e indicados. 

O livro 3 tem 167 páginas e narra a aventura de 2 semanas em Copenhague e a nossa volta de 8 dias pela fantástica Islândia. São mais de 300 fotos e 50 dicas. Como os demais livros, traz todo os custos da viagem, a logística de transporte e estadias e os tradicionais mapas. E olha que achar no mapa o local certo de algumas das atrações na Islândia não é fácil, não. Com nosso mapa, você não vai ter esse problema. 

O livro 4 tem 232 páginas e é sobre o mês que passamos no verão europeu de 2013 viajando por Polônia, Suécia, Estônia, Finlândia, Noruega, Lituânia e Estônia. De quebra colocamos o relato de nosso retorno à Finlândia no final de 2013 em busca da famosa aurora boreal. Não ficou cronologicamente correto, mas geograficamente está perfeito. São mais de 400 fotos e 20 dicas (menos dicas do que o de costume porque são países mais fáceis de explorar).

O mais bacana são as explicações de como ir por conta própria da cidade de Cracóvia para o campo de concentração de Auschwitz e para a mina de sal de Wieliczka, assim como fazer o passeio conhecido como Norway in a Nutshell, comprando tudo sozinhos em vez de usar um pacote. A economia paga o preço do livro um monte de vezes! 
Além disso, a logística de transportes e estadias, os custos diários e totais e dicas para fotografar a aurora boreal. É que a danada não é fácil, não. Também disponibilizamos links para os mapas dos destinos, com as atrações, estadias, meios de transporte e mais assinalados corretamente e com mais informações. 

O livro 5 tem 259 páginas e é traz as informações e relatos dos 45 dias que passamos no final da primavera e início de verão de 2014 viajando por Bulgária, Romênia, Sérvia, Macedônia, Albânia e Montenegro. São mais de 400 fotos e 60 dicas, principalmente sobre se locomover na região, que sem dúvida é uma das menos fáceis da europa. 

O livro 6 tem 262 páginas e é sobre a primeira metade da aventura pelos Bálcãs, viajando pela Croácia, Bósnia Herzegovina, Eslovênia e depois seguindo para a Áustria e Hungria. São mais de 400 fotos e 30 dicas.

O livro traz a logística da viagem, dicas de como se locomover de uma cidade para outra, além dos custos total da viagem. 

De quebra, em todos os livros, fornecemos links para mapas na internet com todos os locais citados corretamente marcados, facilitando quem queira viajar para esses locais.

O livro 7 traz o nosso mês pela Holanda após a viagem para China e Japão e o livro 8 o mês em Nice, exatamente antes dessa viagem. Esses dois volumes são gratuitos. 

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(continuação do post)


 








Primeiro pegamos um ônibus na estação central de ônibus em Belfast que em 15 minutos nos deixou na porta da sala de embarque no porto.

Lá mostramos nossa reserva feita pela internet, recebemos o ticket de embarque, despachamos as malas e fomos aguardar o embarque.E o despachar a bagagem é simplesmente colocar, nós mesmos, as bagagens  numa esteira rolante. Nade de etiquetar ou recibos. Quando chegamos no destino, ao entrar na sala de desembarque, as bagagens já estavam lá, esperando por nós. 

Todas as instalações no porto são de primeira, com lanchonete, banheiros limpos como sempre e pessoal atencioso. Meia hora antes no navio partir fomos chamados para o embarque.

Andamos um bocadinho por umas plataformas fechadas (ainda bem, pois o clima estava como sempre bem frio) e entramos no navio.

São 10 andares com muita coisa para fazer durante as poucas 2 horas e meia de viagem. Passageiros podem frequentar apenas 4 andares. Mas que andares: tem restaurante, lanchonete, loja, deck externo para observação, sala de cinema, lounges chiques e confortáveis, sauna, spa, playground para crianças e até cabine de luxo. Spas, saunas e cabines são pagas à parte.


É tão grande a balsa que tinha vários carros, ônibus e caminhões dentro dela. E para terem ideia do tamanho, olhem a fotos dos caminhões gigantes transportando placas enormes de concreto. Saíram 5 destes de dentro do navio. 


E os preços, mesmo da cabine, sauna, spas, restaurantes e spas não são abusivos não. Comida com preço bem parecido com o de rua em Belfast; a suíte custa 35 libras. Pode parecer alto, ainda mais para apenas 2 horas e meia de viagem, mas se você estiver pregado, é uma boa, porque elas são grandes, bonitas e parecem bem confortáveis (vimos fotos!).

O navio ainda tem internet gratuita, tablets à disposição, cinema gratuito, tvs e videogames. Apesar do tamanho, o mar da Irlanda é bravo e o navio balança bem. O que dificulta jogar Xbox Kinect!


No porto de Cairnryan na Escócia, pegamos a bagagem e embarcamos no ônibus que nos levou por mais umas 2 horas e 15 minutos até Glasgow. Bom que ainda passamos por várias cidades pequenas da costa e do interior do país. Serviu até como um passeio turístico. 

Tudo isso por apenas 30 euros por pessoa. Na época que pesquisamos, a passagem de avião custaria 50 euros por pessoa em low cost, mas sem direito a bagagem. Fizemos nossa reserva pelo site da Citylink.

Ou seja, ótima experiência por ótimo preço.



Voando de Ryanair pela primeira vez

Nosso voo de Londres para Dublin foi nossa primeira experiência com a Ryanair, a famosa companhia de aviação de baixo custo. Nós gostamos. Primeiro porque foi realmente barato. Pagamos 98 euros para nós dois, com direito a levar cada um uma bagagem de 15 quilos. (É que a Ryanair é realmente uma low cost: eles cobram tudo à parte. Bagagem, marcação de assento, lanche, raspadinha - isso mesmo, raspadinha. Mas já já voltamos nesse assunto). Se a gente não tivesse bagagem, eram 30 euros a menos. 

O voo deles para Dublin parte de Standsted, o aeroporto londrino mais longe do centro. Parece que ele é mais perto de Cambridge que de Londres. Em pleno domingo bem cedo, nosso ônibus demorou mais de uma hora e meia para chegar lá, isso sem trânsito nenhum. Mas a gente já sabia disso. E também que o ônibus sairia da estação de ônibus de Victoria, bem perto de casa. Ou seja, mole de ir com as malas para lá. 

A prefeitura de Belfast


A prefeitura de Belfast é um prédio muito bonito e imponente. Como a Irlanda do Norte é um país muito novo, o prédio é do início do século passado - o que não diminui sua beleza. Em torno dele, um jardim circundando todo o prédio, com várias estátuas e até um telão gigante ligado na tv local.


segunda-feira, 25 de março de 2013

Glasgow

Glasgow não conseguiu aquecer nossos corações. Nem metaforicamente, muito menos fisicamente. Pegamos nosso maior frio até agora. Sensação térmica de menos 12 graus. E realmente estava frio, muito frio. E além disso, não é uma cidade bonita arquitetonicamente. É cheia de prédios feios e meio sem nada em comum um com outro, fora a feiura. E a gente curte uma cidade que tem uma identidade visual. Ainda mais quando ela é bonita.



Titanic Experience

 A gente não sabia/lembrava. Mas ao chegar perto de Belfast, as placas começam a contar, com orgulho:  o Titanic foi construído aqui. E antes que alguém faça piadinha (poxa, eles ficam comemorando um navio que naufragou?), as camisetas turísticas explicam: Titanic - construído por irlandeses, afundado por um inglês.

Belfast foi o orgulho da construção naval do Reino Unido. A empresa que construiu o Titanic fez 408 navios antes dele. E não é navio pequeno, não. O próprio Titanic teve dois irmãos gêmeos: o primeiro serviu de navio transporte de tropas dos EUA para a Europa na primeira guerra mundial, trazendo por viagem 7 mil passageiros. Serviu muito bem até virar sucata em 1939. O segundo virou um navio hospital e não teve muita sorte:  foi afundado por um submarino alemão no início da guerra.

Voltando ao navio famoso, foi inaugurado no ano passado o Titanic Experience. É um prédio gigante, que lembra um iceberg, que conta tudo sobre a construção e a curta vida do navio. É um excelente museu. Muito informativo, interativo e envolvente.


Dublin: quatro estações no mesmo dia

Chegamos domingo, dia 10, em Dublin. No domingo ficamos curtindo a casa ótima que alugamos. O máximo que fizemos foi ir ao supermercado nos abastecer para a semana. O tempo gelado, com nuvens carregadas e ameaçadoras não foram nenhum incentivo para sair pela cidade, enquanto o incentivo para ficar em casa eram a lareira, os livros e filmes do apê. 


domingo, 24 de março de 2013

Belfast: nosso último dia

As três noites e dois dias e meios passados em Belfast se mostraram insuficientes. Vamos embora com o gostinho de quero mais.

Tá certo que um dia inteiro foi gasto no passeio ao Giant's Caseway, fora da cidade. Na metade do primeiro dia, como era segunda e pós feriado de St. Patrick, muita coisa estava fechada, incluindo os museus.

No nosso último dia, começamos com uma rápida visita ao Jardim Botânico e arredores da universidade. Na verdade só cruzamos pela região em direção ao Ulster Museum. Fizemos só uma rápida parada na estufa porque não resistimos.


Fotos da costa da Irlanda do Norte



Nosso custo de vida em Belfast

Foram apenas 3 noites. E achamos Belfast uma das cidades com ótimo custo benefício no Reino Unido. Bonita, boas atrações e com preços mais em conta. Tanto que comemos na rua todos os dias. Mas vamos aos custos.

Gastamos o total de 261,70, ou seja, 43,67 euros por pessoa/dia. 

Mais uma vez os custos com estadia foram os mais altos: 105,50 euros. 
Depois vieram os gastos com  alimentação (73,05 euros) e atrações (66,46 euros). Desta vez só comemos na rua e sempre muito, muito bem, com direito até a overdose de milkshakes maravilhosos no Maggie May.

E como ficamos abaixo do nosso orçamento, ainda nos demos ao luxo de gastar 16,70 euros em compras. Alguns produtos de banho que estávamos precisando e uma máquina de cortar cabelo que custou 12 euros. Agora é só a Lud aprender a cortar meu cabelo que a máquina vai se pagar em dois cortes! Pior do caso, é só raspar tudo e assumir a careca de vez.

Nosso hostel em Belfast

O Global Village Hostel é o melhor albergue de todos em que já fiquei até agora, disparado. Tá certo que não foram muitos, mas todos foram bem melhores que eu imaginava que seriam. O de Belfast é acima da média. 

Bem localizado, funcionários prestativos, ótimas áreas comunitárias, principalmente a cozinha.

Muito limpo. A prova que o irlandês do norte é fã de limpeza

Dublin: passeio com guia

Além de andar muito por conta própria, fizemos aqui em Dublin mais um passeio guiado "free". Não é grátis de verdade porque, se você gostou, paga o guia no final. A vantagem é que, se o tour for odioso, você não precisa pagar nada. Mas todos os passeios que fizemos nesse esquema foram ótimos.  

Nossa guia aqui foi a Emer, nascida e criada em Dublin, energética e animada. Na última parada, quando ela explicou mais sobre a independência do país, o entusiamo e a emoção chegaram ao máximo. Ela até dava pulinhos no lugar. Por pouco ela não deixou escapar umas lágrimas. 

A entusiasmada guia.

sábado, 23 de março de 2013

Dublin: nossos primeiros dias em fotos

Algumas fotos de nossas longas caminhadas por Dublin. Não é uma cidade que tenha atrações marcantes. Além disso, o que tem para fazer é caro. Pagar para entrar em uma igreja e ver um gato e um rato mumificados? Não, obrigado.

Vamos as fotos:


sexta-feira, 22 de março de 2013

Lud e o tombo

Visitamos o Giant's Causaway que, como o nome diz, é a escadaria de um gigante. Estava ventando como nunca vi na vida. Os "degraus" eram altos e super escorregadios, pois além de molhados eram lisos - e alguns tinham algas.

Andamos com muito cuidado para não cair, porque o tombo deve ser feio, de machucar. E não é incomum, pelo que ouvimos nosso motorista dizer.

Fomos com muita atenção e nem escorregar escorregamos (só quase saímos voando com o vento). Terminamos o passeio nos parabenizando por termos escapado ilesos. E não é que a Lud vai e toma um tombo no dia seguinte... na escada do museu de Belfast?

Já estávamos quase no final da visita quando, ao descer uma escada curta, escuto um barulhão. Viro e dou de cara com a Lud esparramada pelos degraus.

Outra visitante correu para perguntar se estava tudo bem, e uma moça do museu não só perguntou como insistiu em levar a Lud para os primeiros-socorros para fazer uma checagem e botar gelo. Mas, como ela não se machucou, agradeceu as duas e disse que tinha sido só o susto.

Tenho certeza que estar vestindo várias camadas de roupas fofas amorteceu a queda. No fim das contas, a Lud levantou e saiu rindo, novinha em folha.

Lição do dia: ao descer ou subir escadas, olhe para os degraus, mesmo se houver belos itens expostos em volta. 

Dublin: mais fotos e o festival do dia de São Patrício

Os dias continuaram com o tempo doido, variando de sol a chuva, vento e frio. Os prédios começaram a ser iluminados de verde, as ruas a serem enfeitadas com bandeirinhas e a cidade, mais cheia. Vários eventos aconteciam pelas ruas da cidade. 

Vimos alguns shows de rock, um show de música típica irlandesa e um de comediante. As bandas locais, que tocavam por 30 minutos, foram as melhores. O show de música típica irlandesa, apesar da propaganda dizer que era um super-energético, foi ultra desanimado. Não sei de onde tiraram que era um show energético. 

Em frente a Christchurch teve uma feira com barraquinhas de comidas de diversas nacionalidades, incluindo uma do Brasil onde comemos um pastel frito de verdade. Muito bom por sinal. A I. que já tinha chegado e está na europa desde outubro do ano passado adorou. Nos também. 

Também conseguimos nos últimos dias finalmente ver o castelo de Dublin com um tempo bonito. Nos primeiros dias, toda as vezes que chegávamos na região o tempo estava ou chuvoso ou caindo flocos de gelo. 

Do lado do castelo tem uma bonita biblioteca com livros antigos divididos em duas alas: livros religiosos e liros de arte. Pena que não pode tirar fotos lá. A entrada é gratuita e vale bem a pena ir lá. E no terraço do prédio tem uma boa vista do castelo de Dublin. 

Agora falta falar apenas sobre a parada de domingo. Provável que a gente tenha duas versões: a minha e a da Lud. Enquanto isso, mais fotos.  


quinta-feira, 21 de março de 2013

Londres

Estamos encantados e apaixonados com Londres. Lud já esteve aqui, mas há mais de 20 anos. Eu nunca. Um absurdo, né? Não conhecer Londres ainda. Mas ainda bem que foi assim. Se tivesse vindo antes, chance de não querer viajar para mais nenhum lugar, ou sempre incluir Londres no roteiro.

Olha a cor desse céu de Londres.

Parada de St Patrick´s em Dublin

O grande objetivo de ter ido para Dublin era assistir à parada de domingo. Vários eventos foram realizados na cidade a partir da quinta-feira: legais, mas nada de excepcional, que valesse uma viagem. Em teoria, a parada seria o grande momento.



Nosso custo de vida em Dublin

Dublin é cara. Estadia é bem cara. Comer na rua é mais caro que em Londres (10 libras por um sopa e um sanduíche de pão de forma). Mas conseguimos passar 8 dias dentro do orçamento. 

Nossos gastos totais para os 8 dias foram de 736,44 euros. Desse valor, a mair parte foi com a estadia: 552 euros. Ficamos 4 noites em um apartamento só para nós, aquele sensacional que tinha lareira, e mais 4 em uma casa de uma família búlgara, bem mais simples.

Em atrações turísticas, gastamos 33,40 euros. De novo, vale lembrar que como temos muito tempo para viajar, andamos conseguindo evitar bem as armadilhas de turista. Aqui, por exemplo, tem uma igreja que custa 8 euros para visitar. A grande graça é ver um rato e um gato empalhados que morreram dentro do órgão da igreja, um fugindo e o outro tentando pegar o primeiro. Nossa guia do passeio disse que é uma das coisas mais fotografadas da Irlanda, para raiva dela. 

Em transporte gastamos apenas 16 euros, que foi o custo da nossa ida do aeroporto para o centro da cidade. No resto só andamos a pé. E ainda tivemos a sorte da dona do primeiro apartamento nos levar para o segundo. Se não fosse ela, teríamos que pegar um táxi, pois seriam umas 5 milhas puxando malas. 

O resto foi com alimentação: 135,04 euros para os 8 dias. Conseguimos isso comendo, e muito bem por sinal, todos os dias em casa. As exceções foram as refeições feitas com a irmã I. e a Deborah. É que além de vir encontrar com a gente elas ainda pagaram dois almoços. 

Dividindo por dias/pessoa, nossa estadia por Dublin ficou por 46 euros. Nada mal. 

quarta-feira, 20 de março de 2013

Londres: Pimlico, nosso bairro

Nosso bairro é lindo de morrer. O único problema dele é que sempre saímos cedo, e o céu ainda está com fog. Por isso não temos fotos com céu azul por aqui como nos outros lugares. 

Andando por ele pode-se chegar ao Tâmisa, onde existe um caminho à beira do rio só para pedestres. Foi o que fizemos no primeiro dia. Saímos andando pelo bairro até chegar o rio, cruzamos na altura do prédio do MI7, caminhamos até a London Bridge e voltamos. 

Nossa rua

Lindas árvores

Parada de St Patricks's: opinião da Lud

Lud ainda se encontra em choque por causa da parada. Achei uma imagem que representa bem o sentimento dela:


É o mesmo desta menina da foto. Reparem a expressão de perplexidade e dor da menina e imaginem quantos anos de psicólogo ela vai precisar para se recuperar.

terça-feira, 19 de março de 2013

Londres: passeio a pé

Muitas, muitas fotos tiradas antes, durante e depois do nosso free walking tour. O guia era excelente e muito simpático. E foi mais um dia de sol sensacional em Londres.



Dublin: Festival de St Patrick's

O objetivo da viagem foi curtir o festival de St Patrick's com a irmã da Lud. Nossas reservas foram feitas no início de novembro do ano passado e já foi difícil de conseguir um local para ficar. 

O festival começou na quinta dia 14 de março e vai até o dia 18. Na sexta dia 15 a cidade começou a lotar. Já tinha muita, muita gente nas ruas. Parece que a parada, principal evento que acontece no domingo, é assistida por 500.000 pessoas. 

Mas do dia 14 até o 18 vários outros eventos acontecem pela cidade. A gente já foi em 3. Um show de rock com três bandas diferentes em uma rua da cidade, um show de um comediante em uma praça e um show em teoria de artista famosos que tocam músicas "high energy". Isso segundo a programação oficial. 

O show das bandas desconhecidas foi ótima. Devia ter a gente e mais umas 50 pessoas no momento mais cheio da rua. E a Lud era a pessoa visivelmente mais animada da platéia. E segundo ela, estava mal se mexendo. 

O show do comediante foi legalzinho mas saímos depois de uns 10 minutos para comer. Já o show dos artistas famosos com músicas energéticas... De energético só se for o tanto de energia consumida pelos instrumentos. Que cá entre nos não tem como também consumirem muito. Uma flauta, uma sanfoninha, um violino, um violão, um teclado e um instrumento que parecia uma gaita de foles mas não era. E que lerdeza... Que show devagar. Teve uma música, que o cara ficou uns 5 minutos contanto da história de como ele escreveu a música. Melhor, tentando contar, já que ele não falava nada com nada e não completava uma frase sequer. 

Por enquanto, além das muitas coisas verdes, o que mais estamos vendo para o festival são brasileiros. Como tem brasileiro aqui. Sério, não dá para ir em nenhum evento sem ver vários. Será que estamos virando os novos japoneses que invadem o mundo a turismo?

segunda-feira, 18 de março de 2013

sábado, 16 de março de 2013

Londres: um monte de museus maravilhosos

Somos bem chegados em um museu. Mas com o passar do tempo, e dos museus, temos a sensação de que estamos vendo mais do mesmo. Lógico que o fato de não sermos especialistas em arte não ajuda muito.

Nossa última maratona de museus foi em Washington e Nova York. Lá vimos ótimos museus, com ótimos preços. Em Washington são todos de graça. Em Nova York alguns são bem caros, como o MoMA e outros "free", como o Metropolitan e o Museu de História Natural. Mas é um de graça na qual você deve fazer uma contribuição para pegar o tíquete de entrada. Você não precisa pagar nada, mas o pessoal da bilheteria faz aquela cara de "pô-nem-um-trocadinho?".

Já em Londres, os museus são realmente de graça. Lógico que eles pedem contribuição, mas é sem constrangimento. Existem urnas de coleta de doação para tudo que é canto. Mas não existem tíquetes nem nada. É só ir entrando e se divertir. E como dá para divertir.

Estivemos no British Museum, National Gallery, Victoria & Albert, Museu de História Natural e Tate Museum. E que museus. Todos são sensacionais. Acho que uma das maiores provas que os museus de Londres são incríveis é o fato de termos vistos dezenas de excursões de colégios franceses. Isso mesmo. Além de várias excursões de colégios ingleses, os museus estavam lotados de excursões de francesinhos. Como disse a Lud, é o melhor dos mundos. Aula na França onde é de graça, museu em Londres onde é de graça. Tinha até excursão de uma escola japonesa, vindo direto do aeroporto. Todo mundo com a malinha de bordo em mãos (etiquetada pela JAL, por isso a gente sabia a turma era do Japão).

O British Museum é daqueles que te deixam malucos de tanta coisa. Tivemos que fazer só os highlights do museu - senão, estaríamos lá até hoje! E tem que ser assim: não dá para querer ver tudo ou andar por ele todo de uma vez só. Deve ser realmente bom morar ou estudar por aqui. Vai ter aula sobre um período da história do mundo? Vai lá e curte o que tem em exibição. 



sexta-feira, 15 de março de 2013

Lisboa, estamos voltando

Mais um destino acertado: de Paris, iremos novamente para Lisboa, e ficaremos por lá de 2 a 11 de maio. Voltaremos para pegar a minha autorização de residência e curtir mais um pouco essa cidade que a gente gosta tanto. Convidamos a I. para conhecer (ela ainda não visitou Lisboa, olha que mancha no currículo!) e ela está animada para passar uns dias conosco.  

Leitores portugueses, aceitamos dicas e sugestões de passeios! E se alguém animar a nos encontrar, é só combinar.

Depois de Lisboa, o calendário está em aberto. Estamos pensando em passar um tempo de maio passeando por Portugal, talvez ir subindo até Porto e depois continuar até Santiago de Compostela, na Espanha. Outra opção é passar uma semana curtindo a região do Algarve. Alguém conhece? O que acha de lá? Meio de maio é uma boa época?

Greenwich em fotos

Mais um ótimo dia de sol. Aproveitamos para ir mais longe, em Greenwich. Como somos loucos por geografia, não poderíamos deixar de colocar um pé em cada lado do meridiano de Greenwich. Fizemos até melhor. Um piquenique com cada um sentado de um lado do meridiano. 
Na volta para casa fomos de barco rápido pela Tâmisa. Recomendamos demais o passeio no barco se estiver um dia bonito como o nosso. 



quinta-feira, 14 de março de 2013

Habemus papam

Acabamos de ver na tevê a posse do novo papa argentino. Não somos religiosos, mas sempre ficamos felizes quando tem sul-americano na jogada. E achei a escolha do nome - Francisco - bem representativa de um defensor dos menos privilegiados.

Entrevistaram algumas pessoas na multidão em Roma. Um argentino disse: "Esperamos que ele seja o melhor papa do mundo!".

E um dos melhores da Argentina, claro.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Custos Londres

Londres tem fama de ser cara e realmente pode ser. Estadia,, então é cara com força. O mesmo vale para o transporte. Mas tem como se divertir de montão na cidade sem gastar muito. 

Para os 7 dias que ficamos na cidade, gastamos 875 euros. Média de 62,50 euros por pessoa/dia. Sensacional para uma cidade com reputação (comprovada) de não ser barata.

Uma das nossas refeições em casa. Deve ter custado uns 4,5 euros para nos dois. Com cerveja. 

domingo, 10 de março de 2013

Maratona de Londres

Não, não corremos nem pretendemos correr a maratona. Mas nos quatro primeiros dias aqui já andamos o equivalente a uma. 

Como os dias estão lindos de morrer e em Londres dizem que tempo assim é raro e pode chover a qualquer hora, aproveitamos cada minuto para passear pela cidade. Inclusive fizemos um dos tours gratuitos de Londres, muito bom e que recomendamos. 

Nestes quatro dias já andamos o Jubilee Walk duas vezes (pelo menos a margem sul toda e um pedaço da margem norte do rio), passeamos pelo nosso bairro, o Pimlico, no St James Park, no Hyde Park, no Greenwich Park, onde fizemos nosso almoço piquenique e conhecemos a área, fomos ao Palácio de Buckingham duas vezes, visitamos o Mall, o Wellington Arch, a Trafalgar Square, a Tower Bridge, a Torre de Londres, o parlamento com o Big Ben, um pedaço do Chelsea, Notting Hill, Leicester Square, Oxford Street, Regent's Street, a Abadia de Westminster, Piccadilly Circus, vimos a London Eye, o HMS Belfast, o Shakespeare's Globe, o Golden Hinde e a arena O2.

Pegamos poucas vezes o metrô e o ônibus. Foi quase tudo a pé mesmo. Voltando de Greenwich,  pegamos um barco rápido até a Torre de Londres. Sensacional o passeio. Recomendamos muito. Nem precisa pegar o barco turístico não. Melhor pegar o normal que é mais conta e passa pelos mesmo lugares, só que para menos. 

Já encaramos dois museus: o British, com sua Pedra Rosetta, estátua da ilha de Páscoa, pedaços do Parthenon, múmias e peças egípcias e milhões, literalmente milhões de outros objetos, e o National Gallery. E que museu. Muitos quadros maravilhosos, entre eles os famosíssimos Baco e Ariadne de Ticiano, os Girassóis de Van Gogh, Os Embaixadores de Hans Holbein, o Arnolfini Portrait de Jan Van Eyck e muitos outros, até mesmo um quadro grande de Da Vinci, o A Virgem das Rochas. Ambos gratuitos e muito bem mantidos, organizados e cheios, bem cheios. Principalmente de excursões de colégio. Os prédios são lindos por dentro. O único defeito do National Gallery é a proibição de tirar fotos. Nem queríamos tirar dos quadros, mas pelo menos do prédio por dentro, ou só do hall de entrada.

Lá também ficamos um tempo assistindo uma professora com uma turma de meninas pequenas dando aula. Sensacional. Ficamos pensando que povo privilegiado de poder ter uma aula in loco em um museu tão bom. E que professora! Deu vontade de me matricular no mesmo colégio e estudar com ela. Super simpática e muito didática. Não era para menos que tinha uma turma de estagiários prestando atenção e fazendo anotações de como ela dava a aula. Que inveja de quem estuda por aqui... Que inveja de quem MORA aqui!

Para fechar os primeiros dias com chave de ouro fomos assistir a um musical, o Wicked. Gostamos muito e ainda teve a vantagem de ser pertinho do nosso apartamento, ou seja, fomos e voltamos a pé.

Os próximos posts serão apenas Londres em fotos. Tem muita coisa bonita!

sábado, 9 de março de 2013

Recarregando as baterias em Frankfurt

Primeiro, não sei o que seria de nós sem a casinha da I. para nos acolher em Frankfurt. Não só  é o maior conforto como a anfitriã é ótima companhia. E ainda mora em um lugar sensacionalmente bem- localizado na Europa, de onde sai voo pra todo lado!

Que cidade mais linda. 
E nossa bagagem? Se tivéssemos que levar as roupas de frio para o sudeste asiático, não daria para ir de mochila. Teríamos que levar tudo em  malas médias ou pagar um maleiro na Europa por 35 dias.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Viagem pelo sudeste asiático: resumo e impressões

Foram 35 noites, 5 países, 13 cidades e um passeio bate-volta.

A época em que fomos é difícil de ser batida: só pegamos chuva em 4 dias dos 35 (2 em Kuala Lumpur e 2 em Hanoi). Em Kuala Lumpur, foram chuvas fortes no fim da tarde, que não duravam 2 horas. Em Hanoi foi um dia de garoa muito fina, que durou pouco tempo, e um dia com uma chuvinha mais grossa, que deve ter durado umas 3 horas. 

Era inverno em todos os destinos. Ou seja, temperatura menos altas. Acho que pegamos uns 32 graus de temperatura (ou mais, em Bangkok) quase todos os dias. A menor foi 15 graus em Hanoi, que é a cidade mais ao norte que visitamos. Ou seja, a manha é passear bem cedo e no final da tarde, deixando as horas mais quentes do dia para relaxar no ar condicionado do hotel, museu, restaurante ou shopping. Pelo mesmo motivo, se poder, opte por hotel com piscina. 

Só o Vietnã e Camboja precisam de vistos para brasileiros. Nenhum dos países pediu certificado de vacina de febre amarela ou questionou nossa farmacinha ambulante de medicamentos. Visto do Camboja tiramos na fronteira e do Vietnã em Brasília quando lá morávamos. 

Só na Malásia e Singapura precisamos de adaptador de tomada. Nos demais países não tivemos necessidade - são perfeitas para aparelhos brasileiros ou americanos. Já nos dois que precisou, é a mesma tomada que o Reino Unido usa. 

Nenhum problema de segurança. Lógico que não somos bobos e desatentos. Mas a sensação de segurança foi nível Europa. Singapura, então, bate até os países europeus. Gente pedindo dinheiro, só em Bangkok. Demais países não vimos um mendigo sequer. E nada de gente tentando aplicar os golpes do tipo de-onde-voce-é, aqui-uma-flor-para-ajudar-criancas, abaixo-ssinado que na europa é bem comum. 

Pedestre só é feliz em Singapura e em Kuala Lumpur. Nos outros a rua e a calçada é de quem tiver mais coragem. Mas é tranquilo: as milhares de motos andam muito devagar. Não tivemos nenhum problema ou perigo de atropelamento. Leo virou o mestre de atravessar ruas. Até os locais iam junto dele usando-o como escudo humano.

Saúde: não tomamos água de torneira, mas usamos a mesma para escovar os dentes em todas as cidades e lógico que durante o banho você sempre deixa cair água na boca. Não sentimos nada e não ficamos doente nem desarrumados nenhum dia, mesmo tendo ido a um restaurante indiano meio assustador em Batu Caves logo no início da viagem. Em todos os países, a água mineral vem numa garrafa lacrada com plástico com a marca da fábrica. Fácil de ver se o lacre foi ou não rompido. 

Bichinhos: só uma baratinha morta em Chiang Mai e dois ratinhos, um também em Chiang Mai no mesmo bar/pub da barata e o outro no mercado de Saigon. Bicho estranho mesmo só na panela ou à venda nos mercados e barraquinhas. Falando nelas, não vimos nenhuma barraquinha de escorpiões ou outros insetos bizarros.

Mosquito só no Camboja. E mesmo assim muito, muito menos que Brasil. Como já falamos, fomos muito mais picados em novembro e dezembro em minas do que na Ásia. Acho que nem fomos picados na Ásia... Tá certo que quando a gente saia cedo ou no final do dia, usava repelente. Mas em nenhum hotel a gente teve problema de mosquito. Mais um motivo de recomendar fortemente os hotéis com ar condicionado.

Sacar dinheiro é a coisa mais fácil do mundo. Sério, nunca vi tanto caixa eletrônico. Aceitam tudo que é tipo de cartão. Usamos nosso VTM para cima e para baixo sem problema nenhum. Não agarrou, não deu erro, nada. Camboja e Vietnã aceitam pagamentos em dólares. Mas, no Vietnã, é melhor pagar com moeda local por causa da cotação. Já no Camboja o dólar é praticamente moeda corrente: na hora de sacar dinheiro no caixa eletrônica, só sai verdinha americana. Ao fazer compras, o troco vem em dólar e os centavos em riel cambojano. Só no Vietnã que não conseguimos usar o cartão de banco da nossa conta no Brasil. Mas o VTM funcionou legal. 

Comida: oficialmente estamos menos chatos (o Leo principalmente). Arriscamos muito e quase sempre nos demos bem. Só não agradamos mesmo do chicken rice (arroz com frango) em Singapura. Besta que dói. Em Singapura e na Malásia tem todos os fast food do mundo e o preço é baixo mesmo. Tailândia também tem bastante mas não vale muito a pena porque a comida tailandesa é muito boa. Os arroz frito com carne de porco, frango ou camarão é delicioso, e tem outros pratos que gostamos também. A manga deles e os sucos e shakes de manga são divinos. No Vietnã foi onde melhor comemos e pelo menor preço. Tanto lá como no Camboja não existem muitos fast food não. No Camboja acho que só vimos o KFC.

Os deslocamento entre cidades de trem ou por estrada são incrivelmente lentos. A média de velocidade é 30/35km e olhe lá. Mas as estradas são boas e retas. Pouca curva,  e nada de subidas e descidas. Falando nisso, que maravilha para caminhar. Todas as cidades que visitamos eram planas. Ok, Kuala Lumpur tem algumas subidinhas. Mas nada comparado com BH ou outras cidades de Minas Gerais! Todos os transportes estavam sempre bem cheios e o espaço normalmente é pequeno, pois o povo é pequeno. Exceções para os aviões da Vietnã Airlines e os ônibus da empresa que fizemos Phnom Penh para Siem Reap. Os trens são bem sacudidores, não são iguais aos da europa que você nem percebe que está andando. Mas os noturnos são uma boa pedida para dormir e locomover ao mesmo tempo, economizando uma diária. E baratos.

Sobre bagagem, lá dá para achar tudo que precisar. Portanto, não se preocupe em levar muita coisa. A única coisa que não achamos, mas não procuramos demais, foi tênis para o Leo. O problema é o tamanho:  44 por lá não deve existir mesmo. O povo é todo pequeno.

O mais importante nesse tema é: mochila. Nem pense em ir de mala para lá, a não ser que vá para Singapura apenas. Malas não servem de nada porque não vai ter rua ou calçada para você puxar suas malas de rodinha. Vai ter que carregar - e aí mochila é muito melhor. A não ser que queira usar apenas táxi para se locomover de aeroportos, estações de ônibus e trens para os hotéis. E táxi por lá pode ser barato ou caro: barato se conseguir um que use o taxímetro, caro se não. E não achamos fácil encontrar a primeira opção...

Sobre as pessoas, todas muito simpáticas e prestativas. Só um fiscal de alfândega em Singapura foi rude com a gente, na hora de sair do país. Falou bravo umas coisas para a Lud que ela não entendeu. No mais fomos muito bem tratados e mimados. Só querem seu dinheiro de turista. Normal para lugares onde você, mesmo mochileiro será absurdamente mais rico que quase toda a população, exceção novamente para Kuala Lumpur e Singapura. 

Com inglês básico, gestos e boa vontade se consegue quase tudo. O inglês pode ser básico mesmo porque o do pessoal de lá também será. Não espere inglês perfeito - em alguns casos, nem bom. Mas os habitantes de Singapura e os motoristas de tuk tuk de Siem Reap têm um bom inglês.

Compras mereceriam um capítulo à parte. Tirando os shoppings e Singapura, tudo pode ser barganhado. Para quem gosta, é o paraíso. Para quem odeia (como a gente), é chato. Algo que aprendemos foi sair com pouco dinheiro e mostrar para o vendedor que é só aquilo que tem bolso. Normalmente ele aceita pelo que você tem. E eles são bons de negociação. Sempre vão recusar sua primeira oferta sem oferecer baixar um centavo da deles. Se você recusar e sair andando, aí suas chances de negociação aumentam exponencialmente. Só lembrar do caso da Lud que queria só saber o preço de uma bolsa falsificada, por curiosidade mesmo. O preço baixou de 120 para 60 e no final o sujeito ainda gritou, já que estávamos longe, quanto ela queria pagar.

Interessante que, seguindo nosso roteiro, vai aumentando aos poucos a insistência e oferta de coisas pelos locais. Isso depois de Singapura, é claro. Lá e em Kuala Lumpur não tivemos isso. Mas é só ir se aproximando de Bangkok e depois Vietnã e Camboja para não conseguir andar 5 metros na rua sem alguém te oferecer algo. E as vezes um simples não obrigado não adianta. Eles vão continuar insistindo. Basta insistir no não obrigado ou ignorar.

Se alguém tiver alguma dúvida, curiosidade ou vai viajar para lá e quer saber algo, fique à vontade para perguntar aqui. 

quarta-feira, 6 de março de 2013

De Phnom Penh para Siem Reap de ônibus

Foi nosso melhor transporte terrestre da viagem toda. 

Ônibus por dentro.
Mas que maravilha. Primeiro nos pegaram no hotel de van nova, com cinto de segurança e ar condicionado (cinto de segurança é coisa que não vimos durante um mês de viagem - só em avião). Toda a bagagem foi carregada pelo pessoal da empresa, da van para o ônibus e no final da viagem do ônibus para o tuk tuk. E tudo etiquetado.

Siem Reap, Angkor Wat e os demais templos

Fechamos com chave de ouro nosso passeio pelo sudeste da Ásia. Os templos em volta da cidade de Siem Reap são fantásticos. E tem templo que não acaba mais. Nos dois dias que passamos por lá, visitamos nada mais que 9 templos diferentes. 

O primeiro que visitamos. Estava deserto pois era menos famoso
E são diferentes mesmo. Uns mais conservados, outros mais acabados, uns tomados pela natureza, outros com boa parte restaurada, uns são templos montanha (os altos, com várias torres e andares), outros são planos. Mas todos são lindos, cada um à sua maneira. E todos tem milhões de detalhes nas pedras. 

Nosso hotel em Siem Reap: Pearl Angkor Hotel

Foi nosso último hotel na Ásia. Custou 16,83 euros por noite para o casal. Valor bem justo para os preços e padrões asiáticos. 


Normalmente, a gente, no final da viagem, ficar em um hotel melhorzinho, mesmo tendo que pagar mais. O Angkor Pearl quase entrou nesta categoria. Para ele ser bala só faltou uma piscina. Aqui demos bobeira. E fica já a dica para os futuros viajantes para o sudeste asiático: se der, fique em hotel com piscina. No calorão da região, faz muita diferença.

segunda-feira, 4 de março de 2013