Além de andar muito por conta própria, fizemos aqui em Dublin mais um passeio guiado "free". Não é grátis de verdade porque, se você gostou, paga o guia no final. A vantagem é que, se o tour for odioso, você não precisa pagar nada. Mas todos os passeios que fizemos nesse esquema foram ótimos.
Nossa guia aqui foi a Emer, nascida e criada em Dublin, energética e animada. Na última parada, quando ela explicou mais sobre a independência do país, o entusiamo e a emoção chegaram ao máximo. Ela até dava pulinhos no lugar. Por pouco ela não deixou escapar umas lágrimas.
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| A entusiasmada guia. |
Dessa vez, aprendemos bastante da história da Irlanda, das várias fomes e crises pelas quais o país passou. Aprendemos que a eles têm muito a ver com o Brasil: o pessoal aqui não é chegado em seguir as leis e são atrasados para tudo. Um exemplo que vimos na excursão foi o monumento para comemorar o novo milênio - o agulhão do centro da cidade -, que só ficou pronto no início de 2002.
Outra curiosidade que adoramos foi a explicação para as portas das casas serem de cor diferente. É que como o pessoal aqui é chegado numa bebida, o que tinha de bêbado voltando para casa e entrando na casa errada estava dando muito trabalho para a polícia. Aí passaram uma lei que obrigava as pessoas a pintarem as portas das casas de cores diferentes das dos vizinhos.
Falando na polícia, a daqui não usa armas e são chamados de Garda, que é uma abreviação de guardiães da paz na língua irlandesa. Eles fizeram assim porque o povo é traumatizado com a polícia na época do domínio inglês.
E falando em domínio inglês, a estátua da justiça daqui fica de costas para o povo, não é vendada, a espada está fora da bainha e a balança pende para um lado. Alguma dúvida de como era a justiça inglesa na época do domínio britânico?
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Adorei !!!!!!!!!!!!!!!!!! e continuo achando que sinto saudades .
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