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terça-feira, 30 de abril de 2013

Feliz aniversário, Lud!

Hoje é o aniversário da metade mais importante do blog. Lud faz 37 anos. 

E nada como comemorar o aniversário em Paris, não é mesmo?
Parabéns, Lud!
O presente dela foi passar um mês em Paris na primavera. Pena que eu esqueci de avisar a primavera. 

Como na viagem não vimos um bolo com o nome dela, vai um com meu sobrenome, que vimos em Luxemburgo. 

Meu amor, feliz aniversário e te desejo muitos anos de viagem. Sempre comigo, é claro!

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Versailles

Um bom planejamento de passeio permite isso:

Só não rola de falar que a galeria dos espelhos em Versailles era só para nós porque dá para ver um outro casal no fundo. E tinha também a gentil senhora francesa que se ofereceu para tirar nossa foto.
E olha que enfrentamos um problema com os trens de Paris: acidente às 6:00 na linha que precisávamos pegar.  O plano original era chegarmos antes do palácio abrir, isto é, antes das 10:00. Com o atraso dos trens, chegamos e já estava aberto. E cheio de ônibus de turismo por lá.

Como já tínhamos o passe que valia como bilhete, foi só entrar, ignorar tudo que tinha antes da galeria dos espelhos e passar na frente do povo que ficou para trás olhando o resto. Aí tivemos a galeria só para nós. Sensacional.

E não era porque era dia vazio, não. Olha como estavam as filas depois que a gente fez a visita e foi para os jardins:


Aí você precisa visitar o palácio nessa fila indiana com milhares de pessoas.
A gente prefere assim:










Muito melhor. né? Então ficam as dicas de coisas que aprendemos em Paris: Turista está de férias. Portanto, a maioria não topa acordar cedo para chegar nas atrações antes delas abrirem. Todos os lugares que chegamos cedo, na hora que abria, pegamos vazio ou com pouca fila. E com o passar do tempo ia enchendo até ficar impossível. E olha que não estamos aqui em alta temporada não. É média. 

E conto isso com experiência no Louvre. Fui duas vezes no mesmo dia. Uma quando ele abriu e outra de tarde, quando em teoria o povo já está cansando e foi embora. E se o cansando e foi embora for o que vi, corra para chegar nele bem cedo. 

Outra dica que realmente vale a pena é usar os passes de museu. Mas lógico que tem que ver se vale a pena para você. Se vai só em um ou dois, nem pense em passe. Mas se fizer como a gente que foi em 12 usando o passe, ele se paga e ainda tem a hiper vantagem de não entrar nas filas de compra de ingresso. Você pega só as filas de entrar e passar em segurança. E vai por mim, ajuda e muito. 

Louvre de manhã quando abriu. Só eu na área egípcia.

Mona Lisa de tarde

Mona Lisa lá pelas 11:00.  Cheio mas menos gente. 

sábado, 27 de abril de 2013

Disney Paris

Foi um dia corrido: visitamos os dois parques da Disney em Paris. Para quem nunca foi fica a dica: não dá pra ver tudo em um dia só, não. Nós conseguimos explorar uns 30% e olhe lá. E era um dia de parque razoavelmente vazio. 

No fim do dia o sol apareceu e ficou assim, lindo.
Era uma terça feira em época de aulas. Nada de recesso ou férias escolares. Na maioria das filas dos brinquedos, não pegamos mais que 15 minutos de fila - fora no Piratas do Caribe, que é muito popular. Aí foram 40. E mesmo assim tinha muito espaço para crescer a fila. Ficamos imaginando aquilo em um dia cheio...

Olhem o tanto de espaço para crescer as filas.
Não vou perder tempo falando muito sobre a Disney. Deixo para a Lud que até trabalhou lá. Mas achei a Disney aqui com várias diferenças em relação à de Orlando:

1 - Os funcionários guest members são franceses. Ou seja, estão nem aí para os clientes guests. Todos com uma má vontade visível, e ficam mais tempo batendo papo entre si e passeando pelo parque do que trabalhando propriamente.

2 - Não tem muito o clima de magia Disney que tem na Flórida.

3 - Se na Flórida a comida do parque não é barata comparada com a da cidade de Orlando, aqui na Disney os preços são ainda mais caros que os já caros preços de comida de Paris

4 - A vantagem dos guest member estarem nem aí é que aqui a galera leva montes de comida de casa sem problema nenhum.

5 - Na passsagem de um parque par ao outro, dá para passar na estação de trem. Lá tem um mercadinho Casino que vende comida (biscoitos, batatinha, refri) menos caro do que no parque.

6 - Em questão de língua, os brinquedos são uma zona. Um pedaço falado em francês, outro em inglês, e às vezes tem espanhol, italiano e alemão na jogada. Mas é legal para praticar línguas.

7 - É permitido bebidas alcoólicas e cigarros em algumas áreas do parque. O que quer dizer que o pessoal fuma em praticamente todos os lugares. Principalmente empurrando o carrinho de bebê e soprando fumaça no filho novinho. É, o que não mata fortalece, né?

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Rouen, ou como sobreviver na França com menos de 2 euros por dia

Segunda-feira fizemos um bate e volta em Rouen. Não achamos a cidade lá estas coisas não. Nem pequena e charmosa, nem grande e cheia de atrações. Preferimos Reims.

As antigas casas
A grande atração da cidade é sua catedral, que foi pintada inúmeras vezes por Monet. Inúmeras mesmo: acho que ele fez uns 45 quadros dela. Para variar, a igreja estava em reforma, e o dia, com o céu nublado. Portanto, nada de belas fotos.

Primavera na prática

No Brasil a gente não tem as quatros estações marcadas como aprendemos na escola, nos livros, nos filmes e nas notícias que chegam de outras partes do mundo. Pelo menos por onde moramos. Apesar de já termos viajado para países que possuem as quatro estações de foma distinta, nunca pegamos a mudança de estação fora do Brasil. 

Já viajamos em todas as quatros estações para países que as possuem. Pensando bem, a gente acabou viajando mais vezes no inverno que em qualquer outra (acho que era por causa dos preços, que sempre caem!).

Aqui em Paris, vivenciamos a mudança verdadeira de estações. O inverno foi dos bravos por aqui na Europa. O pessoal brincava que a primavera não queria dar as caras. Só tinha começado no calendário. Mas ela foi chegando timidamente.

O interessante foi vivenciar e ver com os olhos a transição, que é realmente radical. Em poucos dias saímos de um clima frio, bem seco, com as árvores todas sem folhas, para dias de chuva, com temperatura mais amena, até um dia de muito sol e calor. O resultado dá para documentar em fotos: vejam a diferença do Jardim do Luxemburgo em poucos dias.

Árvores peladas, grama verde e flores plantadas pela prefeitura.

Reparem que as folhas das árvores apareceram.

E mais alguns já estão tomada de folhas.

O europeu é igual as plantas. Primavera chega...

... ele aparece nos parques. Vejam quanta gente.
Inverno: árvores sem o verde das folhas, poucas pessoas caminhando.

Primavera: árvores bem verdes, muita gente curtindo o solzinho.
E mais alguns dias, as árvores já estão completamente verdes.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Mais um domingo de sol em Paris

Não podemos reclamar. Os 3 domingos que passamos aqui foram de sol, muito sol. O legal é que a cidade fica lotada de locais passeando pelas ruas e parques. É o melhor programa para um domingo em Paris: ir para rua, bater perna, achar um parque, fazer um piquenique. 

E foi o que fizemos. Primeiro fomos à estação de metrô Temple, onde pegamos uma linha ainda inédita para nós para irmos até a Gare de St. Lazare. O objetivo inicial era aprender a chegar na estação, já que no dia seguinte iremos lá para viajarmos para Rouen de trem. Também queríamos comprar um passe semanal de metrô.
A bela Gare St Lazare. 
Depois caminhamos até o Parc Monceau, curtindo e conhecendo o  8° arrondissement. Que lugar bala: cada prédio, avenida e boulevard mais bonito que o outro. Vimos a Igreja de St Augustin
 e a estátua de Joana D'Arc que tem  na frentre.

Joana D'Arc















Fomos presenteados com o achado de uma ótima patisserie, a Pierre Hermé. Compramos mais um macaron. O sabor? Infinitement Caramel, para comparar com o da Carette. A loja e o atendimento eram muito chiques (4 atendentes para uma boutique de chocolates pequena), e ainda nos deram um chocolate de degustação. Aprovadíssimo. (Observação da Lud: o macaron da Carette ganhou a disputa. Estava mais fresquinho, e o recheio NÃO tinha gosto de manteiga).

Nosso macarron
















Já o parque Monceau merece um post a parte. Mas o tempo está curto e não vai rolar por enquanto. Mas bonito é pouco para ele. A dica é: Em Paris num dia de sol? Vá lá. Passamos quase duas horas curtindo o sol como parisienses da gema. Estendemos nossas toalhas na grama, nos deitamos ao sol, comendo nossos sanduíches e aproveitamos o dia, igual às famílias, amigos e casais que lá estavam. 

Entrada do parque. Dá para sentir o nível né?
De lá continuamos a andar pelo bairro. Vimos uma feira legal de produtos antigos ao lado do parque, apartamentos/mansões muito bonitas, um pagode chinês (isso mesmo, Paris tem de tudo). Aproveitamos para ver onde é o consulado brasileiro. Para variar, escolheram bem. Uma imobiliária da região vendia apartamentos pela bagatela de 2.000.000 a 7.500.000 euros (é, dois a sete milhões e meio de euros).

Lá também vimos o palácio presidencial francês e as embaixadas dos Estados Unidos, Inglaterra, Japão e Colômbia. Nossos vizinhos latinos possuem uma embaixada super bem localizada entre o palácio francês e as embaixadas dos americanos e ingleses. Nada mau!

Para terminar o passeio do dia, fomos à Igreja de Madeleine e seguimos para as galerias Printemps e Laffayete. Pena que ambas estavam fechadas. Acho que vamos voltar lá para vê-las por dentro e subir ao último onde, de onde dizem que há uma bela vista de Paris.

Eu gosto tanto da Madeleine














Com o cansaço batendo, resolvemos voltar de metrô. E na volta para casa paramos na estação do museu Arts e Métiers, onde compramos o passe de museu de 4 dias. Sim, semana que vem vou tirar o couro da Lud. Programação intensa para aproveitar o passe de transporte e de museus.

Mais fotinhos do domingo:

Feios estes prédios de Paris, né?

Região só com prédios lindos

E com algumas excentricidades 

E o parque Monceau?

Cada ângulo

mais interesante

e bonito

que o outro.

Não preciso dizer mais nada, né?





A feirinha do lado do parque em que nossas mães (e mais um monte de gente) iriam endoidar.

Aqui eu moraria sem pensar meia vez.

A outra entrada do parque. A rua dá no Arco do Triunfo


E esse pagode chinês?

Nosso consulado.