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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Vale a pena dormir no Mont Saint-Michel?

Foi caro mas bem legal dormir no monte. Além de a cidade esvaziar  depois das 18:30, a gente tinha, durante o dia, uma base para descansar, fugir do sol, da multidão, banheiro e geladeira (trouxemos umas comidinhas de Saint-Malo com a gente).

Duas da tarde estava assim. Um pouco cheio, eu diria. 
Mesmo assim, se eu fosse visitar a cidade hoje, não dormiria nela, não. É caro demais. Deixaria para dormir em qualquer um das dezenas de hotéis e pousadas - ou até mesmo área de camping - localizados em Pontorson. A diferença de preço é absurda. 

terça-feira, 30 de julho de 2013

Usando Saint-Malo como cidade base

Além de ser apaixonante, a cidade de Saint-Malo pode ser usada como base para conhecer inúmeros destinos nota 10 - e alguns nota um pouco menor. 

Já falamos que da para ir de barco para Dinard e Dinan. Outra pedida fácil é pegar uma das megabalsas para ir e voltar em Jersey. Sim, a Nova Jersey é uma alusão ao verdadeiro país de Jersey, uma ilha que pertence à Inglaterra (parece ser um protetorado, na verdade) e que fica muito mais perto da França que da Inglaterra. 

O barco que faz a travessia para Dinard
Quem se animar a ir mais longe pode optar por Guernesey... ou até mesmo pela Inglaterra. E não são balsas pequenas não. São aquelas gigantes que levam carros e caminhões. Nos lembrou bastante a que pegamos para ir de Belfast para Glasgow. 

A super balsa que faz as ilhas inglesas ali no fundo.
Visitar o Mont Saint-Michel usando Saint-Malo como base também é fácil, mesmo sem carro. Existe o passe da Ligne Baie, um complexo de meios de transporte da região que inclui ônibus e trem. O passe custa 12 euros e permite que você faça várias rotas, inclusive ir e voltar do monte no mesmo dia. Compradas separadas, as passagem do trem e do shuttle que liga a ilha à terra firme custam (ida e volta) 23,40. O passe custa praticamente metade. Negoção, né?  

Único problema é que você vai chegar em Saint-Michel junto com os outros milhares de turistas e irá embora junto com eles, nunca vendo a cidade vazia... ou menos cheia. 

segunda-feira, 29 de julho de 2013

As marés na Bretanha

Uma das coisas mais divertidas em Saint-Malo e no Mont Saint Michel foi ver a diferença entre a maré alta e baixa.

Em Saint-Malo era impressionante a diferença. Barcos encalhavam, os acessos às ilhas de Petit e Grand Bé eram liberados, a piscina artificial aparecia, a praia crescia. Isto fazia com que a paisagem mudasse inúmeras vezes.

No Mont Saint-Michel então, foi mais surpreendente. Por mais que o rio (o monte fica na foz dele) esteja hoje assoreado (e tá rolando uma obra que vai durar até 2014 para deixar tudo como era antes), na maré alta o lugar vira uma ilha mesmo - com uma estradinha ligando ao continente.

E é muita água que sobe! Na maré baixa, você nem enxerga o mar, de tão longe que ele fica. Só se vê a areia, uns lençóis d'água que o mar deixa para trás, e um monte de pessoas felizes passeando de lá pra cá.

Fomos conferir a razão de tanta gente ficar andando alegrinha em torno do monte. E descobrimos que ele não está cercado de areia, mas de argila! Uma argila deliciosa, macia, na qual a gente afunda - e escorrega também, se bobear. Foi divertidíssimo andar descalço e botar o pé na água. Recomendamos.

(Mas cuidado, hein? Antes de se aventurar, descubra direitinho a hora em que a maré sobe - e não dê bobeira. Bem antes dessa hora, volte para o monte. A maré sobe numa rapidez impressionante, e várias pessoas já morreram afogadas.)

O único porém é que, ao contrário da areia, que seca e solta dos pés, a argila seca... e gruda mais. E não vimos nenhuma torneira ou chuveiro jeitosos. Voltamos pro monte com os tênis na mão. 

A água estava uma delícia de morna.
Sorte que nosso hotel tinha uma entrada dos fundos pela muralha. Deu para entrar sem fazer muita sujeira e ir lavar os pés no banheiro. 


Os pés ficaram assim...

No Mont Saint-Michel, vista antes da maré subir...

...e quando subiu

Em Saint-Malo, não dá pra ir às ilhas de Petit e Grand Bé quando a maré está alta.

Na maré baixa, os barcos encalham!

Na alta maré alta, não dá para ir ao forte...

...só na baixa, quando o caminho fica descoberto.

A pasagem que liga as ilhas à praia quase fora da água.

A piscina só dá para ver na maré baixa.

Na maré baixa, a gente caminhou até a ilha de Grand Bé.

Na maré alta, o mar cobre a piscina. Só dá para ver a plataforma de saltos.

domingo, 28 de julho de 2013

O Mont Saint-Michel

Depois de uma semana de ausência (afinal, precisamos tirar férias das férias de vez em quando), estamos de volta. Continuando de onde paramos, de Saint-Malo fomos para o Mont Saint-Michel, a cidade francesa mais visitada depois de Paris.

A gente e mais uma centena de turistas chegando ao monte.
A gente chegou lá numa quinta-feira na hora do almoço. Como é verão, tivemos um longo dia até o sol se por, que foi lá para 22:30.

A cidade, na verdade um morro altíssimo com poucas construções e a famosa abadia de São Miguel (parece que só 33 pessoas moram realmente na ilha), estava absurdamente lotada. Ficamos imaginando como seria aquilo em um dia de fim de semana. Só lá para as 18:00 é que a cidade começou a esvaziar - a maioria dos turistas passa umas horas na cidade e puxa o carro.

A rua (basicamente uma só) fica assim, lotada.
Quando visitamos a abadia, ela também, claro!, estava lotada. Os funcionários estavam de greve por melhores condições de trabalho e acesso - tanto deles quanto dos turistas - à cidade. Como em toda greve que se preze, estavam todos lá, a postos - só que não estavam cobrando ingresso. Oba! Entramos de graça!

A abadia não é chique e/ou rica por dentro. Mas é de uma arquitetura impressionante. Ainda mais se pensarmos que construíram aquele monstro no alto do morro. Haja prisoneiro para puxar os elevadores de carga.

Usando essa roda como hamsters, prisioneiros içavam as pedras que construíram a abadia.
A parte ruim da greve é que na porta da cidade tem um quadro bem grande com a hora que vai ter maré cheia. É perigoso ficar do lado de fora quando ela sobe, porque é muito rápida e forte. Pois bem, o quadro  diz que a maré subia às 19 horas... mas estava desatualizado.

Nós e mais uma centena de turistas nos aboletamos em um lugar estratégico e ficamos feito bobos esperando, durante uns bons 45 minutos, a maré encher. Nada. Acabamos voltando para o hotel, descansando e relaxando. Quando saímos às  de novo, às 21:30, a maré já estava alta. Ela subia exatamente 21:27 naquele dia! Pelo menos pegamos o por do sol no mar, depois das de dez da noite. Achamos esses dias longos muito engraçados. 

Nosso hotel tinha uma saída super estratégica para as muralhas da cidade, e uma cama para lá de deliciosa. Também, por quase 200 euros a noite (não lembrem isso à Lud, porque ela chora lágrimas de sangue quando pensa no preço do hotel).

De noite a cidade ficou deserta, só para nós. 

No alto da abadia.

O monte de noite. Lindo.

domingo, 21 de julho de 2013

Mais um sumiço

Está difícil manter o blog atualizado. Para piorar, não sabemos quando teremos internet novamente. 

Amanhã cedo caímos na estrada (de ferro) de novo e nos mandamos para Rothenburg ob der Tauber. Lá vamos tentar relaxar um pouco do calor que anda fazendo e passear pela rota romântica. 

Ainda precisamos contar sobre o Monte Saint Michel, Honfleur, Lille, Bruxelas e nossa passada de hoje em Colônia. 

Deixamos vocês com uma foto do lindo dia de hoje. Assim que der damos notícias. Boa semana para todos!

Vista privilegiada da catedral de Colônia, do alto do 25° andar do prédio que fica do outro lado do Reno. 

sábado, 20 de julho de 2013

Dinard

Do outro lado da cidade murada de Saint-Malo fica a cidade de Dinard. Foi nesta cidade que a Agatha Christie aprendeu a nadar.

A cidade tem uma aparência bem inglesa e uma ótima e deliciosa praia de areia fofa. As paisagens e a vista de Saint-Malo são sensacionais. Ainda prefiro ficar em Saint-Malo, mas não recusaria uma proposta de morar ou passar uma temporada em Dinard. 

Para ir de Saint-Malo para Dinard e voltar é fácil. Tem um barco que faz o percurso em 15 minutos. A passagem custa 7,80 euros ida e volta. Horários e preços atualizados: no site da empresa (aqui). A mesma empresa oferece inúmeros passeios pela região, incluindo um que sobe o rio Rance até a cidade de Dinan. Não fomos mas ouvimos falar super bem dela.

O ancoradouro onde o barco para.

A cidade tem um pedaço que fica ali na beira do mar.

Ao subir as escadas para a cidade: uma bela vista do mar e de Saint-Malo.

O centrinho é pequeno e tem belos prédios.

Cidade lotada no verão.

Areia deliciosa. O legal da Bretanha é que é quente mas não torra a gente. Adoramos praia assim.
Foi aqui que a Agatha Cristie aprendeu a nadar. 



Contornar a cidade à beira-mar é uma beleza. Saint-Malo ao fundo. A esquerda a Petit e a Grand Bé. 

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Bruxelas, paraíso dos chocolates

Se a Suíça é a rainha dos chocolates, a Bélgica é a imperatriz do chocolates recheados. Em Bruxelas, o que não falta é lojinha artesanal de chocolates finos. 

Essa chocolateria é fornecedora do palácio real.

Feliz aniversário, Leo!

Hoje meu amor faz 39 anos. Este é o vigésimo aniversário dele que a gente passa junto!

Depois que me casei, comecei a dizer para as pessoas: "casamento é muito bom! Pode confiar!". Só depois de um tempo que percebi que, na verdade, casamento com o Leo é que é muito bom - com outras pessoas, não posso garantir, né?

Meu amor, obrigada pelos 6 meses de aventuras! Que venham muitos outros!

Em Honfleur. Olha como a gente tá bronzeado!

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Tour de France 2013

Em Saint-Malo tivemos a oportunidade única de presenciar o final da décima etapa da 100° Volta da França. Ciclismo aqui é paixão nacional - e o Tour de France é a volta mais famosa e importante do mundo. A centésima então, nem se diga. Sem contar que assistir ao vivo uma etapa sempre foi um sonho do Leo. 

A final da etapa foi exatamente em frente ao portão principal da cidade murada. A chegada estava programada para ser entre 17:00 e 17:30. Quando saímos para nossa caminhada matutina, as 8 da manhã, já estava quase tudo pronto. Impressionante a rapidez com que montaram as coisas.

Para conseguir  o melhor lugar, só chegando às 8 da manhã.
Tinha gente que acampou ali cedo.
A gente ficou alternando momentos na nossa casinha, vendo o evento pela tevê, com idas até a linha de chegada. A propósito: para conseguir realmente ver a chegada era preciso chegar umas 4 horas antes e não sair mais de lá. E com o sol a mil. 

Lógico que a gente não deu conta. Preferimos ficar curtindo a cidade, a nossa casa, a praia e só meia hora antes chegamos para ver.

3 horas antes da chegada
O legal é que tinha telão no local - dois. Então, mesmo sem conseguir ver quase nada da pista, dava para saber o que estava acontecendo. A metros da linha de chegada teve um tombo de um dos ciclistas que estava na frente. Foi um Oh!!! geral.

Achamos a plateia pouco vibradora. Tirando este oh para o cara que caiu não teve mais nada. Alguns aplausos e foi só. E tinha muita, muita gente e de tudo que é canto.

Outra coisa legal foi que, na mesma velocidade que montaram toda a estrutura da chegada, ela foi desmontada. Mal todos os ciclistas tinham passado já tinha gente da organização botando abaixo as arquibancadas vip. Impressionante.

Na manhã seguinte, quando fomos cedinho pegar o ônibus em frente ao portão para irmos para a estação de trem, os únicos sinais que um grande evento havia sido realizado eram as flores amassadas nos canteiros. E só.


A melhor foto de um ciclista que conseguimos.

Muita gente na hora da chegada.

Noruegueses aos montes. Britânicos também.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Saint-Malo

Gostamos muito de La Rochelle, mas com Saint-Malo a gente quer se casar. A cidade é linda, bacana, pequena do tanto certo e ainda tem mar. 

Ficamos 5 dias, passeamos pra tudo quanto é lado e não enjoamos. Ficamos dentro da cidade murada, e recomendamos.  

Entrada principal da cidade murada.
Embora não seja grande, a cidade murada não tem aquele jeito de armadilha de turista (ou ambiente artificial) de Carcassone. Tem um monte de gente morando, vários supermercados, biblioteca, pracinhas. E tem muralhas sensacionais, muito largas, nas quais dá pra fazer passeios ótimos com vista pro mar. Que é azul e limpo e lindo - pena que seja gelado também. 

A cidade de Saint Malo foi praticamente destruída na Segunda Guerra. Afinal, estamos na Bretanha/Normandia. Não foi longe daqui que ocorreram os desembarques dos aliados em 1944. 

A cidade foi totalmente reconstruída, só que conforme a planta e o modelo original dos prédios. Então a sensação é estar em um lugar antigo ms muitíssimo bem conservado. 

Reconstruções dos prédios históricos. Ficaram bonitos.
As muralhas são muito altas e largas. Todos os dias caminhávamos por ela para ir e voltar da padaria. É uma delícia sentir o vento e o cheiro de mar, ver o forte nacional, as ilhas de Petit e Grand Bé.

E tem praia! Na verdade, prainhas pequenas em pontos estratégicos, cercadas de rochas. A areia é super macia. A temperatura da água desanima um pouco, é verdade. Nós largateamos alegremente ao sol e não animamos a mergulhar, mas adoramos o calor, o vento e a vista. 

A areia é uma delícia.
Do outro lado da cidade murada de Saint-Malo fica a cidade de Dinard, que foi um balneário chique para os ingleses ricos. Foi lá que a Agatha Christie aprendeu a nadar! A cidade tem uma aparência bem inglesa e uma deliciosa praia de areia fofa. As paisagens e a vista de Saint-Malo são sensacionais. Ainda prefiro ficar em Saint- Malo, mas não recusaria uma proposta de morar ou passar uma temporada em Dinard. 

Casas lindas e tudo muito florido.
Voltando à Saint-Malo: a parte de fora das muralhas também é muito agradável. É uma cidade espalhada mas com casas muito simpáticas. Sabe aquelas casas de filme com pequenas cercas brancas? É tudo assim por lá. 

A estação de trem é razoavelmente perto da cidade murada: 2 km em linha reta (e plana). Dá para ir andando sem problema. Também tem a opção de pegar o ônibus: várias linhas saem da estação de ônibus (a Gare Routière), que é em frente à estação de trem, e param por lá. Se não me engano são as linhas 8, C1 e C2. Passam com ótima frequência e o passe com direito a uma hora e meia de viagem custa apenas 1,25 euro.

O ônibus para na portinha da cidade, em frente ao centro de informação turística (ponto Saint Vicent).  

Quase 22:30. Olha a hora do por do sol!

terça-feira, 16 de julho de 2013

Final de nosso tour pela França

Estamos de volta online. Passamos alguns dias sem internet. E foram ótimos dias. 

Devemos informações sobre nossa passagem por Saint-Malo e região, com direito a assistir a uma etapa ao vivo do Tour de France 2013, por sinal a centésima edição da mais famosa volta ciclística do mundo. 

Também passamos pelo Mont Saint-Michel -inclusive passamos uma noite por lá -, andamos e muito de transporte público pela baixa Normandia até chegarmos em Honfleur, uma deliciosa cidade onde passamos o feriado de 14 de julho, com direito a até "desfilar" na parada da cidade.

Fogos visto da nossa janela em Honfleur.
De lá encaramos uma mini maratona até Lille, onde estamos. É nosso último destino francês. Já estamos com saudades e pensando em onde e quando voltar. 

Em breve colocaremos o blog em dia. Ainda temos Bruxelas, onde vou passar meu aniversário, e uma rápida passada por Colônia antes de voltarmos para Frankfurt em mais um rapidíssimo pit stop. 

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Ainda sem internet, mas a gente rouba uma para dar parabéns

Ainda estamos sem internet. Consegui uma super lenta só para deixar registrado aqui:

Michelli e Rosana, feliz aniversário! 

Um atrasado mas o outro na data certa, né?

E como vai ser? Vamos comemorar aqui na Europa em setembro? Achamos uma cervejinha deliciosa para comemorarmos.

Primas, um brinde a vocês!

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Provável sumida

Devemos ficar uns dias sem internet. Daqui a pouco voltamos. Vamos ali no Mont Saint Michel e depois damos notícias.

E se alguém tiver dicas de Poznan, Varsóvia, Cracóvia, Estocolmo, Tallinn, Helsinki, Oslo e Bergen é só comentar. Próximos destinos estão tomando forma.


quarta-feira, 10 de julho de 2013

Rennes

Mais uma cidade que a gente só conhecia de nome. Resolvemos parar nela e ficar dois dias porque era nossa rota e a gente está viajando  devagar, sem pressa e sem compromisso. 

O tempo melhorou bem. Depois de dois dias de chuvas em Nantes, em Rennes pegamos um primeiro dia nublado com tardinha ensolarada. Idem no segundo. 
O gigante prédio na Place de la Republique.

Rennes é uma cidade estranha. Tem prédios novos, prédios antigos, prédios no estilo parisiense, tudo junto e misturado. A Isa iria amar a cidade. Nunca vimos uma cidade francesa tão cheia de barzinhos. Parece que o percentual da população que é estudante é altíssima. 

A cidade é agradável como toda cidade francesa sabe ser: bonita, "caminhável", organizada e cheia de verde. Tem um centro cultural que junta uma biblioteca com uma bela vista da cidade, um planetário e um museu. Por azar, a biblioteca, que é a atração principal para a Lud, estava fechada - devido a obras - quando fomos lá. 

O que adoramos mesmo foi o parque. Roseiras aqui na Europa não faltam - vemos para tudo que é lado e jardim. Jardins públicos de rosas também são muitos. Mas o jardim de rosas do Parc du Thabor é coisa de outro mundo. Nunca vimos igual. Gigantesco e com rosas ainda mais gigantescas. 

Rosas e mais rosas
Próximo destino: Saint-Malo, onde vamos assistir a uma etapa do Tour de France ao vivo.