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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Ao vivo no céu da Escandinávia

A Norwegian Airlines está querendo ganhar o lugar da Ethiad de melhor cia aérea que pegamos no ano.

Estamos voando de Helsinki para Oslo por 80 euros nós dois. Assentos muito confortáveis, avião bem novo, atendimento muito bom e internet sem fio de graça no voo.

É a primeira vez que voamos com internet em avião. De graça e boa. E a empresa é uma low-cost!

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Norway in a Nutshell: fazendo por conta própria

A Noruega é cara até para o Eike Batista antes da crise. Isso faz com que muitas pessoas optem por fazer uns passeios rápidos pelo que o país oferece de melhor. Talvez o mais famoso seja o Norway in a Nutshell (em bom português: Noruega em uma Casca de Noz. Ou seja, é uma provinha do país).

A típica rota da Noruega
São pacotes de uma empresa que você customiza do jeito que quiser. Normalmente eles saem de e/ou chegam em Oslo e Bergen. Você vai adicionando trem, trem cênico, passeio nos fiordes, hoteis, o que precisar. 

Custo de vida em Tallinn: supermercado

Depois de Estocolmo, viemos para Tallinn, onde o euro foi adotado há anos. Apesar dos preços bem mais baixos que na Suécia, os custos por aqui já são europeus. Portanto, nada de almoçar na rua, na praça principal da cidade.

Os preços estavam tão melhores que não resistimos e compramos umas bebidas locais.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Aeroporto Skavsta em Estocolmo

Como o Skavsta é o aeroporto usado por cias aéreas low-cost (leia-se Ryanair), ele não fica em Estocolmo e sim a 100 km da cidade.

É mais um aeroporto pequeno mas eficiente. Nós só chegamos por ele, não saímos. A sincronia dos voos que chegam e ônibus que vão para a cidade de Estocolmo, e também alguns outros destinos, é nota 10.

O ponto vermelho mostra o ponto do ônibus em Estocolmo.

Estocolmo

Se várias cidades levam o título de "A Paris do Norte" ou a "Veneza do Leste", Estocolmo leva o título de... Veneza do Norte.

Sei lá, acho estranho isso. Prefiro falar que Estocolmo é uma linda cidade cercada de água e com parques para tudo que é lado. Tão bonita quanto Veneza, mas muito diferente: aqui tem carro para tudo que é lado, Veneza não tem nenhum. Em Veneza as ruas são estreitas e os canais também. Aqui tudo é amplo e largo.

Nos dois juntos! Coisa rara em fotos

Estocolmo, de volta aos preços europeus

Acabamos de ir ao supermercado. Escandinávia não é lugar para comer na rua, gente.

Passamos em dois supermercados. O primeiro foi um Coop, com produtos maravilhosos, frescos e diversificados - uma delicatessen supercrescida, digamos.

O segundo foi o Lidl, que ficava ao lado. Como o Lidl é o paraíso da barateza, desprezamos o Coop (ok, o Coop nos desprezou) e lá fomos fazer nossa compra de supermercado para os dias que aqui ficaremos. Barateza aqui é sinônimo de conta abaixo de 30 euros - sendo que esses produtos custariam, em outros países, menos de 20.

Em defesa dos preços, os presuntos e queijo eram de qualidade impressionante, normalmente não vistas no Lidl.

Atrações de Estocolmo

Como já falamos antes, o que não falta em Estocolmo são atrações para os turistas. Mas devido à nossa agenda (leia-se orçamento) nos atemos a apenas dois programas pagos. Os outros foram passear quilômetros pelas belas ruas e promenades à beira da água. 

O primeiro foi um passeio que durou mais de 4 horas no museu ao céu aberto da cidade, o Skansen. 

Esse museu, localizado na ilha de Djurgaden, tem o título de primeiro museu a céu aberto do mundo. Ele é enorme e possui construções de várias regiões e épocas da Suécia. É uma atração bem legal para quem tem pouco tempo e não vai viajar pelo país todo, como nós. 
Antiga cabana sueca.

Escolmo: fotos do museu e da prefeitura

Nossa super simpática guia no passeio pela prefeitura.

A sala dourada. Tudo de ouro!

Igualdade de gênero é coisa séria na Suécia

E dá para ver em toda esquina: em placas, estátuas, na forma de falar dos suecos e principalmente nas profissões.

Muitas mulheres como guardas reais

Apartamento de Estocolmo

Caro de doer. O mais caro do ano, na verdade (105 euros por noite). Mas muito bom. 

Localização: parte central da cidade. Em menos de 700 metros de caminhada estávamos à beira da água. Vários metrôs, supermercados e até a Biblioteca Real a menos de 400 metros. 

Nossa ótima varanda para refeições.

Aeroporto Bromma em Estocolmo

É o aeroporto mais próximo do centro da cidade. De transporte público não demoramos 40 minutos para chegar nele, mesmo fazendo baldeação de metrô para ônibus. Em Estocolmo, dá para pesquisar como chegar usando o sistema público de transporte no googgle maps ou no site oficial de transporte da cidade. 

Pela placa já dá para sentir o tamanho do aeroporto, né?
Nosso voo pela Flybe (alguém já ouviu falar ou voou por ela?) saía às 9:00 para Tallinn. Como a gente precisava fazer check-in no aeroporto e era sábado, as opções de transporte não eram muitas.

domingo, 25 de agosto de 2013

Cracóvia

Viemos de trem, em uma tranquila viagem de 3 horas do centro de Varsóvia para o centro de Cracóvia.

O castelo Wawel.
Nossa passagem de primeira classe custou 22 euros por pessoa. A estação de Cracóvia fica pertinho do centro histórico da cidade, e fica grudada em um grande shopping - que tem até um Carrefour grandão (recomendamos fortemente a prateleira de chocolates com produtos Wawel). 

As principais atrações são:

A mina de sal de Wieliczka

No domingo que estivemos em Cracóvia, tiramos a manhã para visitar a mina de sal. 

Nosso passeio demorou umas 4 horas, tempo total para ir de trem, voltar de ônibus, comprar o ingresso, esperar um pouco o início do nosso tour (em inglês, às 9 da manhã) e as duas horas e quinze minutos do tour.

O prédio principal da mina
A mina fica a cerca de 10 km da estação de trem de Cracóvia. Ou seja, muito perto. 

Sorvetes em Cracóvia

Tem para tudo que é lado, é muito bom e barato. Fique de olho nas placas com a palavra "lody" (sorvete em polonês).

Na rua que sai da praça principal e leva até o castelo, há várias que vendem gelato italiano (muito parecidos com os italianos legítimos) a preços máximos de 4 zylots a bola. 

No antigo bairro judeu, tem a sorveteria que muitos consideram a melhor da cidade (é sério: enquanto a gente esperava a nossa vez, passou um tour e o guia anunciou). A bola custa 2,5 zylots e dá fila na porta. Só tem 6 sabores (chocolate, baunilha, nozes, cranberry, morango e morango selvagem) e realmente é muito bom.

Tem fila na porta para comprar o sorvete.
O endereço é Starowslna número 77. Não tem erro - é só procurar um amontoado de gente na calçada. Fomos lá duas vezes. Na primeira, o sorvete de chocolate já tinha acabado. O movimento é impressionante mesmo. Na segunda vez, quando fomos no início da tarde, ainda tinha, e descobrimos porque acaba: ele é ótimo!

Como ir para Auschwitz por conta própria

Entrada de Auschwitz.
Antes de mais nada, algumas informações úteis. Primeiro, Auschwitz não é uma atração turística. É um memorial em homenagem aos milhões que lá sofreram.

Segundo: de abril a outubro, as visitas entre 10:00 e 15:00 só podem ser feitas com guia. A  visita guiada custa 40 zylots por pessoa. Fora isso, a entrada no memorial é de graça e eles trabalham com doações. Ou seja, não se paga nada para visitar o memorial em outras épocas do ano ou se sua visita começar antes de 10:00 ou depois das 15:00.

Há vários tipos de visitas disponíveis, mais aprofundadas, com guias. Quem tiver interesse pode verificar os detalhes no site deles. 

Bom, igual a mina de sal, o que não falta em Cracóvia é empresa oferecendo passeio para Auschwitz. Os preços ficam em volta de 100 zylots. 

Normalmente, os tours envolvem o transporte de ida e volta e o valor da admissão para as visitas guiadas em Auschwitz. As visitas guiadas são apenas para o o campo I e duram mais ou menos 90 minutos,  No campo II, o passeio é feito sem guia. Você faz por conta própria, no seu ritmo. 

Resolvemos fazer por conta própria porque não queríamos o passeio guiado obrigatório e porque, no final, a diferença ficou em 80 zylots por pessoa. Nós dois juntos, 160 zylots - mais de 60 reais de diferença. Quer saber como fazer? É só comprar nosso livro sobre o norte da Europa. A dica está lá, bem como os mapas para fazer tudo direitinho e não se perder. Ah, e o livro não custa nem 10 reais!

O blog mudou: agora as informações e as fotos estão disponíveis, de maneira muito mais organizada e temática, em livros. Já são oito, dois deles gratuitos (Holanda e Nice). Basta clicar na capa do livro para ir para a página de venda ou, no caso dos livros que são de graça, de download.

Outra opção é entrar em contato conosco por meio do e-mail ludleopelomundo@gmail.com. Por ele passaremos a informação de como comprar todos os livros já lançados e - ainda a serem lançados este ano! - por apenas 30 reais. Se a pessoa já comprou algum dos livros, a gente abate do valor de 30 reais o valor já pago.

Divirtam-se! 




















































































O livro 1 tem 50 páginas e relata nossa passagem pela Malásia, Cingapura, Tailândia, Vietnã e Camboja. São mais de 80 fotos, toda a logística de transporte e hospedagem, os custos diários, mais de 40 dicas e link para um mapa na internet com todos os locais pelos que passamos corretamente indicados, com mais detalhes e informações. 

O livro 2 tem 112 páginas e conta a viagem pela China, Macau, Hong Kong, Coreia do Sul e Japão. São mais de 200 fotos, toda a logística de transporte e hospedagem, informações de como ir por conta própria até a muralha da China, ao museu com os guerreiros de terracota, à pequena Zhujiajiao (a Veneza da China), uma dica importante para economizar com o trem bala no Japão (que não é o passe da JR), os custos diários e mais de 50 dicas. O livro também traz acesso aos mapas na internet com mais informações e todos os locais que visitamos, e mais alguns que achamos que demos bobeira em perder, corretamente marcados e indicados. 

O livro 3 tem 167 páginas e narra a aventura de 2 semanas em Copenhague e a nossa volta de 8 dias pela fantástica Islândia. São mais de 300 fotos e 50 dicas. Como os demais livros, traz todo os custos da viagem, a logística de transporte e estadias e os tradicionais mapas. E olha que achar no mapa o local certo de algumas das atrações na Islândia não é fácil, não. Com nosso mapa, você não vai ter esse problema. 

O livro 4 tem 232 páginas e é sobre o mês que passamos no verão europeu de 2013 viajando por Polônia, Suécia, Estônia, Finlândia, Noruega, Lituânia e Estônia. De quebra colocamos o relato de nosso retorno à Finlândia no final de 2013 em busca da famosa aurora boreal. Não ficou cronologicamente correto, mas geograficamente está perfeito. São mais de 400 fotos e 20 dicas (menos dicas do que o de costume porque são países mais fáceis de explorar).

O mais bacana são as explicações de como ir por conta própria da cidade de Cracóvia para o campo de concentração de Auschwitz e para a mina de sal de Wieliczka, assim como fazer o passeio conhecido como Norway in a Nutshell, comprando tudo sozinhos em vez de usar um pacote. A economia paga o preço do livro um monte de vezes! 

Além disso, a logística de transportes e estadias, os custos diários e totais e dicas para fotografar a aurora boreal. É que a danada não é fácil, não. Também disponibilizamos links para os mapas dos destinos, com as atrações, estadias, meios de transporte e mais assinalados corretamente e com mais informações. 

O livro 5 tem 259 páginas e é traz as informações e relatos dos 45 dias que passamos no final da primavera e início de verão de 2014 viajando por Bulgária, Romênia, Sérvia, Macedônia, Albânia e Montenegro. São mais de 400 fotos e 60 dicas, principalmente sobre se locomover na região, que sem dúvida é uma das menos fáceis da europa. 

O livro 6 tem 262 páginas e é sobre a primeira metade da aventura pelos Bálcãs, viajando pela Croácia, Bósnia Herzegovina, Eslovênia e depois seguindo para a Áustria e Hungria. São mais de 400 fotos e 30 dicas.
O livro traz a logística da viagem, dicas de como se locomover de uma cidade para outra, além dos custos total da viagem. 

De quebra, em todos os livros, fornecemos links para mapas na internet com todos os locais citados corretamente marcados, facilitando quem queira viajar para esses locais.

O livro 7 traz o nosso mês pela Holanda após a viagem para China e Japão e o livro 8 o mês em Nice, exatamente antes dessa viagem. Esses dois volumes são gratuitos. 

Como visitar Wieliczka por conta própria

O trem é velhinho mas a viagem é tranquila e rápida
A mina de sal de Wieliczka é uma das mais visitadas atrações de Cracóvia. 

Na cidade, o que não falta são empresas que oferecem o passeio. O mais em conta que conseguimos achar custa 109 zlotys (27 euros), na Krakville tours. Eles oferecem o transporte de ida e volta e o ingresso para a mina. 

Acho que a diferença do custo dele para as demais empresas é que as outras oferecem o transporte porta-a-porta. Esse sai da frente da lojinha. 

Fizemos tudo por conta própria. E achamos bem mais fácil do que imaginávamos. 

Apartamento em Cracóvia

Nosso apartamento de Cracóvia tinha poucos pontos bons. Pelo menos são aqueles principais:

Bem localizado, a cerca de 700 metros tanto da estação de trem quanto do centrão da cidade.

Preço muito em conta. A noite nossa saiu por 37 euros.

Internet de altíssima velocidade.

Bom banheiro, com bom chuveiro.


Aeroporto de Cracóvia

O aeroporto de Cracóvia é bem pequeno e tem um movimento absurdo. 

Ele é composto de dois terminais. No primeiro, saem e chegam os voos internacionais. No segundo, os voos domésticos. Um ônibus gratuito faz o roteiro Terminal1>Terminal2>Ponto do trem>Terminal2>Terminal1. Não deve demorar nem 5 minutos entre um ponto e outro. 

Para ir da cidade par ao aeroporto e vice-versa, a melhor opção é o trem. O trajeto estação central até o aeroporto ou o inverso demora apenas 20 minutos de trem e custa 12 zylots - na cotação de hoje, menos de 3 euros. Tem trem de meia em meia hora.

O trem para no Terminal 1, mas não no Terminal 2. Ele te larga no ponto de ônibus gratuito. É só subir e terminar de chegar. 

O trem é moderno e confortável para os padrões poloneses. Outra coisa boa é que você pode comprar a passagem direto do fiscal dentro do trem, sem pagar nada a mais por isso.

Apesar de o aeroporto ser pequeno e bem movimentado, achamos o check-in rápido, a passagem pelo raio-x eficiente e até ganhamos um "obrigado" em português bem bom da aeromoça da Ryainair ao ver o passaporte português da Lud.

Tem internet sem fio gratuita na sala de espera para o embarque (pelo menos no terminal internacional), algumas lojinhas tax-free e lanchonetes. Até no aeroporto os preços da Polônia são bons. Uma cerveja: 2 euros. Um refrigerante de 500 ml: 1,75 euros. Um pedaço de torta: 1,5 euros.

Já estou com saudade dos preços poloneses.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Varsóvia



O Palácio da Ciência e Artes. Eu gostei.


Varsóvia do alto. Olha o estádio da abertura da Eurocopa 2012!

Polônia e a II Guerra Mundial


Visitar a Polônia é aprender in loco sobre a II Guerra Mundial. Afinal, tirando a Alemanha - que foi quem começou a briga -, a Polônia foi o país onde a guerra mais durou. A diferença é que, ao contrário da Alemanha, onde só no final a coisa ficou feia, para a Polônia a situação sempre foi horrorosa. 


Hitler queria a Polônia para aumentar o "espaço vital" dos alemães: imediatamente após a invasão, ele ordenou o extermínio de toda a classe política e intelectual. A ideologia nazista achava que os eslavos (assim como os judeus, ciganos e homossexuais) eram seres inferiores e deviam ser escravizados ou exterminados.

Nosso Walking Tour de Varsóvia

Em Varsóvia fizemos mais um free walking tour. Não foi lá dos melhores do mundo - afinal, o inglês não era a língua nativa do guia -, mas ele se esforçou e contou coisas legais da cidade e do país. 

Aprendemos bastante, mas preciso confessar que não sabia quase nada do país ou da cidade que não fosse relacionado com a II Guerra Mundial. 

O ponto alto do nosso passeio foi no monumento aos moradores que participaram do levante de 1944. 



Varsóvia: parques e jardins

Estivemos no parque Lazienki, onde fica o monumento ao Chopin/ Okród Saski, onde fica o monumento ao soldado desconhecido, em obras; e no sensacional jardim suspenso da biblioteca da universidade. E depois dizem que Varsóvia é só cimento.




Varsóvia e seus ilustres moradores

Varsóvia é uma cidade bastante orgulhosa de suas personalidades. Entre as mais famosas, podemos citar Marie Curie, Nicolau Copérnico e o ainda mais amado Frederic Chopin. 

O que tem de referência ao Chopin pela cidade é impressionante. Mas o mais legal são os bancos nas ruas com referências de Chopin por Varsóvia. 

Os bancos trazem o trajeto onde você vai encontrar pontos históricos relacionados ao compositor. E eles tocam música! Sim, cada banco tem um pedaço diferente da história e um trecho de música que soa quando você aperta um botão. Simplesmente sensacional! 

Esse ponto à direita é o botão que toca a música.

Rita, este post foi feito para você!

A estátua de Copérnico. 

15 de agosto, dia do Exército Polonês

O exército polonês lutou bravamente na II Guerra Mundial. Não é para menos que eles comemoram o dia do exército. E como tinha gente se preparando para o evento. Bandeiras da Polônia para todos os cantos e casas da cidade.



Mais uma novidade de Varsóvia

Varsóvia não para de nos surpreender positivamente.

Outra inovação que vimos por aqui e achamos sensacional foram placas com pinturas de Bernardo Bellotto, o Canaletto, colocadas em pontos da cidade que ele pintou no final do século XVIII.

Muito bacana ver como era a cidade no final do século e como ela é hoje. Vimos umas 4 placas destas. Não sabemos se tem mais.


Varsóvia: comendo na rua

Olha a alegria depois de comer
Sensação total de férias aqui na Polônia. Quando paramos para pensar o que estava diferente, lembramos que aqui só estamos comendo na rua. E por dois motivos.

O primeiro é que além de ter uma cozinha bem pequena nos nossos dois apês até agora, a gente não entende lhufas dos produtos no supermercado (até comprar manteiga foi difícil: quase fomos de margarina). 

Segundo porque as refeições na rua são baratas. E põe barato nisso. Estamos comendo como reis. Comida excelente e a preços que a muito tempo a gente não via. Estamos achando os preços tão bons que até gorjeta gorda estamos deixando.

Além de almoçar todos os dias na rua, também fomos a confeitaria linda e deliciosa. Deve ser uma das mais chiques do país. E mesmo assim, com preços aceitáveis. Quem vier para estas bandas, não deixe de ir à Wedel.

Já a Wawel é a Garoto deles - e, dizem tem uns caramelos fantásticos. Ainda não achamos para comprar, mas estamos procurando! Enquanto isso, nós consolamos com o chocolate ao leite deles, que é divino. 

Varsóvia em fotos

Fotos de Varsóvia no verão. Valeu demais a visita.



Nosso apartamento em Varsóvia

Ficamos muito bem instalados e localizados em Varsóvia. Excelente custo/benefício. Custou 54 euros por noite. 

Nosso confortável apartamento ficava muito perto do castelo e da praça principal da cidade. A rua é tranquila, bem típica e residencial e não deve ser mais do que 5 minutos de caminhado do castelo. É uma pequena subida, por dentro de um parque, e com escadarias de degraus baixíssimos e espaçados.

Lud na porta da nossa casa