Menu

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Verona: lotação máxima alcançada

Verona é a quarta cidade italiana mais visitada. Ou seja, perde apenas para Roma, Veneza e Florença, pesos pesadíssimos do turismo mundial.

Agora, imaginem uma cidade super turística, em pleno fim de semana, com tempo para lá de agradável de setembro. Junto isso com dois dias em que a cidade está oferecendo um festival de jogos medievais, com centenas dos mais bizarros jogos italianos com anos de tradição.

Sim, a cidade estava abarrotada. Estava tão cheia que era difícil aproveitar as caminhadas. Era um mar de gente andando junto.

Olha a quantidade de gente na praça.

Verona: todas os caminhos levam a Romeu

Trocadilho besta, mas que vale para essa cidade que deve boa parte de sua fama à mais do que conhecida estória de Romeu e Julieta. E eles sabem explorar isso. 

Olha o balcão que o Romeu escalou.

Verona: belas vistas

Em Verona, 231 degraus dão direito a ver esta vista:



domingo, 29 de setembro de 2013

O que você faria se...

Um blog de viagens legal está com uma ideia interessante:  5 perguntinhas sobre preferências de viagem que estão virando uma postagem coletiva. O post original da Debora pode ser visto aqui, no blog Revista de Viagem
Vamos às perguntas e as respostas minhas e da Lud.  
O que você faria se...
1. …tivesse uma passagem aberta para qualquer destino no mundo? Para onde você iria agora e por que?
Japão. Isso se eu conseguisse o visto, que é um dos mais chatos do mundo para brasileiro. Incrível como praticamente só brasileiros precisam de visto para ir para lá. Da América do Sul deve ser o único país. Para nós, brasileiros, é daqueles vistos que precisam ser tirado no país de residência e vale por apenas 3 meses após a data de emissão. Ou seja, precisa planejar bem. Mas a título de brincadeira vou dizer que já tenho o visto e ele está ok. 
A minha escolha é Japão porque é um lugar que eu sempre quis visitar, e o outono é um ótimo momento para ir - apesar de que a época das cerejeiras em flor é meu sonho de consumo atual. E deve ser um dos destinos que ambiciono conhecer cuja passagem é mais cara.  


A dúvida continua. Como farei para ir ao Japão em abril do ano que vem? O problema é o visto. Onde e quando tirar.
A Lud, portuguesinha da gema, não precisa. 
2. …perdesse o emprego agora? Iria correr atrás de outro emprego ou aproveitaria a oportunidade para tirar “um ano de folga”?
Essa pergunta é fácil demais. Já é o nosso caso. A diferença que em vez de tirar um ano de folga, estamos tirando três!
3. …só pudesse viajar para uma cidade para o resto da sua vida? Para onde você iria?
Mole. Para nós é Paris e nem precisamos pensar muito. Adoramos a cidade, nos damos super bem por lá e é um lugar que oferece muitas opções de coisas para fazer. Ou seja, não dá para enjoar. 
4. …aquela pessoa super querida (#sóquenão) te pedisse uma indicação de destino para as próximas férias? Qual lugar você indicaria?
Nossa, tão difícil. Raros os locais a que fui e que me decepcionei. Para uma pessoa não lá tão querida acho que vou ter que apelar para a minha birra atual, Berlim. E ainda recomendaria que o amigo fosse no auge do verão e não perdesse de forma alguma a visita ao parlamento alemão bem no meio do dia. Ela iria curtir uma sauna gratuita! Sem contar que todas as fotos que ela tirasse teriam pelo menos uns 3 guindastes aparecendo - ou, para piorar, os canos coloridos feiosos. Mas tem coisa legal por lá. Eu é que não agradei mesmo. Acho que foi por causa da alta expectativa. 
5. ..você pudesse trazer um contêiner cheio de compras de qualquer lugar do mundo? O que você traria?  De qualquer lugar que tivesse uma loja da Ikea. Ia refazer nossa casa com móveis e objetos a preços simpaticíssimos. Tudo bem bolado e funcional. Se tem algo que aprendemos depois de passar por umas 30 casas diferentes na Europa é que Ikea rules!

Apartamento em Verona

Se o apartamento fosse mais bem localizado e tivesse uma cozinha um pouco maior teria entrado, e fácil, no top 10 da viagem. Não era no centrinho turístico, mas nada que 20 minutos de caminhada não resolvessem. Sem contar que bem perto tinha várias opções de ônibus rápidas e baratas para o centro e para a estação de trem. 

Voltando ao apartamento: primeiro andar, ótimo chuveiro e banheiro, máquina de lavar roupa, internet super rápida, tv com muitos canais (deu para ver NFL ao vivo no domingo), teto altíssimo, muito espaço para guardar as roupas e uma cama bem gostosa.

A cozinha tinha um fogão e um microondas. Um forno seria bem vindo mas não fez falta, uma vez que cozinhamos várias vezes mas usando apenas o fogão. Mas para estadias maiores seria melhor ter um.

O preço foi meio salgado (74 euros por noite), mas parece que Verona é bem carinha. Foi mais um apartamento alugado pelo airbnb, portanto no preço está a comissão do site. Fotos no site.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Itália: é vietato

Deve ser a palavra que mais leio ou escuta pela Itália: vietato. Por aqui tudo é proibido. É proibido sentar nas escadas da praça San Marco em Veneza, é proibido andar em qualquer gramado, é proibido atravessar a linha amarela... E eles colocam linha amarela para tudo que é lado!

Falando em proibido sentar no chão ou nas escadas da praça San Marco, ô cidadezinha nada amigável para o turista, né? Raríssimos os lugares onde você pode parar para descansar. Milhões de escadarias que são o inferno para os turistas com malas e pior, para os cadeirantes. Sério, um cadeirante não pode ir a Veneza. Não querem ele por lá e pronto. Só pode ser. Com a fortuna que a cidade fatura de seus 20 milhões de turistas por ano, não seria difícil fazer umas rampas.

E a falta de latas de lixo na cidade? Tem hora que você precisa ficar horas com embalagens na mão procurando um lugar para jogar. 

Bom, mas voltando aos proibidos, o que eu mais odeio é o famoso vietato fotografare. É querer matar um turista do coração falar que é proibido tirar fotos.

Ódio deste placa maledetta!

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Custo de vida Itália: supermercado em Verona

Nossas compras em Verona totalizaram 16 euros. Foram elas:

Ameixas, 1 quilo: 1,79 euros
Maças, 1,5 kg: 1,99 euros
Coca-cola zero genérica 1,5 litros: 0,45 euros
Rúcula, 125 gramas: 0,79 euros
Iogurte de morango, 500 ml: 0,99 euros
Presunto, 150 g: 1,49 euros
Queijo Gouda, 200 g: 1,69 euros
Noque congelado: 1,99 euro
Pão de forma: 0,85 euros
Atum no óleo em lata: 1,99 euro
Pão de sal: 0,69 euros


O nhoque pronto ficou uma delícia. Adoramos. Tanto que depois voltamos ao supermercado para comprar para os outros dias. Que barganha!

Melhor e mais barato que esse só o da minha mãe, que além de divino é de graça!

Nosso segundo apartamento em Paris

Ficamos 7 noites em nosso segundo apartamento em Paris. O custo dele foi de 468 euros, bem mais caro que o nosso primeiro apê na cidade. Mas é que ficar mais tempo pode sair mais em conta. Vários apartamentos possuem preços com desconto para estadias prolongadas. Foi o nosso caso em abril, quando passamos 30 noites. 

Outro diferencial que provavelmente aumentou o preço desse apartamento foi a localização: a um quarteirão da praça do Trocadéro e com vista para a Torre Eiffel. Gostamos muito do ponto. Ainda mais que era muito perto do metrô e tinha, a no máximo dois quarteirões de distância, todos os principais supermercados de Paris - e uma loja Picard!

Reparem nas 3 frigideiras coloridas no canto da esquerda e mais uma pretinha na parte de baixo. 

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Indo ou chegando em Paris pelo aeroporto Charles De Gaulle

Fomos embora de Paris pelo aeroporto CDG. Fazia anos que não íamos lá. Última e única vez foi em 2001.

Pegamos o metrô na estação Trocadéro, a um quarteirão do nosso apartamento às 08:10 da manhã. Fomos pela linha 6 até a estação Denfert Rochereau onde depois de 5 minutos de espera pegamos o RER B para o aeroporto.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Louvre, de novo

Nossos primos chegaram! Nós os acompanhamos em vários passeios. Alguns a gente os deixou por conta própria, por falta de vontade de repetir. Foi o caso de Versailles, Panteão e Saint Chapelle. Mas o Louvre a gente não resistiu.


Que museu maravilhoso. Olha, os 12 euros de ingresso podem ser considerados de graça. Vale e muito a pena. No meu caso foi a quinta visita. E já planejo outra no futuro. E olha que até hoje não devo ter visto nem um quarto dele.

E além das maravilhosas obras de arte, acho o prédio em si um senhor passeio. Como ele é bonito. Mesmo se não tivesse nada dentro, valeria a pena pagar para passear por ele. 












domingo, 22 de setembro de 2013

Loja da Lindt em Paris

É o paraíso dentro do paraíso. Sério, a gente já adora Paris. E, quando estávamos passeando com nossos tios e primos perto da ópera, achamos a loja da Lindt em Paris.

No nosso último dia por lá, não resistimos e fomos lá passear. E saímos felizes da vida e com alguns chocolates para experimentar.

Alegria infinita
As trufas já começaram a ser devoradas na rua mesmo. Mas decidimos que elas deviam ser apreciadas com calma. Fomos até um dos nossos parques preferidos, o Monceau, nos sentamos em um dos bancos e, diante de uma bela vista, saboreamos uma trufa de caramelo e outra de flocos. Deliciosas.

Depois, em casa, experimentamos a de champagne, após nossa última refeição Picard em Paris. É, vamos sentir saudades da vida "dura" de Paris. (Como dizem os franceses: "Dur, dur!".)

A loja também vende sorvetes, milk shakes, chocolate-quente, tortas e vários doces, além de todos os chocolates da marca. Só sei que vai virar um destino favorito nosso em Paris. Ainda mais depois que nos decepcionamos com a Angelina.


Cada um melhor que o outro. 

sábado, 21 de setembro de 2013

Jornada Europeia do Patrimônio em Paris

Demos uma sorte incrível em Paris. Pegamos o fim de semana em que vários prédios públicos de Paris estavam abertos ao público. Estranho isso, né? Mas sim, tem prédio público que é fechado ao público, como o Banco da França.

A visita foi ótima. Adoramos ver a beleza do local. E a gente desconfia que quem estava por lá recebendo as pessoas eram funcionários bem graúdos do Banco.

Também conseguimos ir à Biblioteca Nacional. Ela é aberta normalmente ao público mas não todas as partes. Tem uma foto no post mostrando a total alegria que alguém fissurada por biblioteca   :

Ah, não deu foi para ir no palácio do presidente, o Palais Elyseé. A fila para entrar nele tinha a previsão de 5 horas. E isso às 9:30, meia hora antes de abrir!

Quer visitar o palácio do presidente? Entra na fila. 

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Clubinho da Ferrari

Não sei se o pessoal que tem Ferraris aqui em Paris resolveu dar uma volta em grupo pela Champs Elyseés, ou se resolveram comemorar a demissão do Felipe Massa. Só sei que depois que contamos a centésima, a gente desistiu e foi cuidar da vida.

O vídeo ficou mais legal. Não parava de passar Ferraris. 
Legal foi a loucura de alguns turistas, dos quais não fiz parte, que correram para o meio da rua para tirar fotos. 

Se você faz parte do clubinho da Ferrari de Paris, favor deixar nos comentários a resposta do que estavam comemorando no domingo passado. A gente agradece. 

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Custo de vida Paris: supermercado

Retornamos para Paris onde vamos passar uma semana. E seguindo a padronização dos post de supermercado, custo da nossa compra:

100 g de Salada de alface com rúcula: 2,10 euros
6 cones de 120 ml sorvete monoprix estilo corneto: 2,59 euros
270 g de torrada sueca: 1,79 euros
160 g de presunto: 1,85 euros
350 g de queijo fatiado: 2,99 euros
manteiga president 250 g: 1,98 euros
250 g de mel: 2,29 euros
Philadelphia light 150 g: 2,09
6 ovos: 2,40 euros
pão de forma 280 g: 1,26 euros
50 g de chá verde (25 saquinhos) : 1,16 euros


Também compramos nosso almoço tradicional na Picard onde quatro bifes mais a batata que dá para duas refeições saem juntos por 8,45 euros.

Estávamos com saudades da Picard.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

De Frankfurt para Paris de trem

São quase 580 km de Frankfurt para Paris. Dessa vez, resolvemos voltar para Paris de trem. Demorou exatamente 4 horas. 


Um avião demoraria apenas 1 hora e 20 minutos... de aeroporto a aeroporto. Fora o tempo de deslocamento entre os centros da cidade e os aeroportos e de espera do voo.

Sim, vir de trem foi excelente: mais em conta, mais confortável, com menos restrições de bagagem e o que podemos levar dentro dela.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Viajando de ônibus de Vilnius para Riga

Um dos melhores deslocamentos de viagem do ano. Sério, esse passeio pelo norte da Europa vai nos estragar. Ótimos apartamentos, ótimos voos, ótima balsa e agora um excelente ônibus.

Foram 4 horas e meia de viagem na estrada mais plana e com poucas curvas do mundo. Movimento fraquíssimo de trânsito. Para completar, o ônibus era maravilhoso.

Bastante espaço e sistema de entretenimento pessoal
Poltronas espaçosas, sistema de entretenimento individual com vários filmes, seriados, músicas, GPS para mostrar onde estávamos e até possibilidade de navegar na internet. Isso para quem não quiser navegar em seu próprio equipamento, já que o ônibus oferece internet sem fio, que funcionou durante toda a viagem. 

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Custo de nossa viagem pelos países nórdicos e bálticos

Foram 38 dias de viagem visitando as cidades de Berlin, Potsdam, Poznan, Varsóvia, Cracóvia, Auschwitz, Estocolmo, Tallinn, Helsinki, Oslo, Vilnius e Riga. Teve também o passeio de Oslo até Bergen pelas belas paisagens da Noruega. 

O custo total foi de  58,97 euros por pessoa e por dia, o que quase alcançou nosso limite diário máximo.

Na Noruega tivemos que viver com pão, água e chocolate. Uma delícia esse chocolate ao leite da Freia. 
Noruega e Suécia são realmente países muito caros. O que nos permitiu ficar dentro do orçamento foi combinar lugares bem em conta, como a Polônia e a Lituânia, e outros não tão caros como a Estônia e a Alemanha.

Helsinki e, por incrível que pareça, a Letônia estão no mesmo nível de preço. Sim, a Letônia surpreendeu em termos de custo. O país está bem caro. Deve ser porque em dezembro eles adotaram o euro. 

Ficamos em vários apartamentos excelentes que entraram na lista de tops do ano: 
Estocolmo, Helsinki, Tallinn, Vilnius e Varsóvia.
Nossa noite no aeroporto de Bergen foi fundamental para ficarmos dentro do orçamento. 

Quebrando por categoria, os custos foram (por pessoa e por dia):

29,38 euros de de hospedagem;
15,7 euros de transporte entre as cidades, sendo que pegamos 8 trens, 5 aviões, 1 balsa e 1 ônibus;
6,54 euros de alimentação;
5,08 euros em atrações turísticas;
2,27 euros de transporte dentro das cidades.

Em relação ao roteiro, o que eu mudaria hoje seria tirar 4 das 7 noites em Berlim, 1 das de Riga, 2 de Vilnius, 1 de Tallinn, 1 de Helsinki e 1 de Oslo. Talvez acrescentar um dia em Estocolmo e fazer mais uma cidade polonesa. Mesmo viajando devagar como a gente viaja (pelo menos em nossa opinião), teve cidade que sobrou tempo demais.

Também me arrependo de não ter comido mais na Polônia (que lugar bom e barato para comer!) e de não ter comprado mais chocolate Freia na Noruega para levar com a gente para o resto da viagem.

Na Polônia deu para comer super bem e muito barato.
Da programação, só deixamos de ver Tallinn à noite. Todas as outras mereceram um passeio noturno - e, tirando Poznan, nenhuma encantou a gente em termos de iluminação. Algumas, como Estocolmo, foram uma grande decepção à noite, ainda mais depois de ter se mostrado tão bonita durante o dia.

Para terminar, a escolha de datas foi boa. Mesmo sendo alta temporada, não vejo época melhor para viajar por essas bandas do que o auge do verão. Tirando Oslo e um dia em Vilnius, não vimos chuva nem tempo ruim. E, mesmo no verão, pegamos dias que eu achei agradavelmente frescos (e que Lud já classificou como friozinhos).

domingo, 15 de setembro de 2013

Custo de vida na Alemanha: supermercado em Frankfurt

De volta à Alemanha, as primeiras providências foram ir ao supermercado para garantir nossa alimentação dos dias seguintes.

Interessante como depois de passar por línguas que a gente não tinha nem ideia do que estava escrito, um supermercado em alemão nos parece mais fácil e familiar.

Gastamos 21,16 euros para comprar em Frankfurt:

Coca-cola genérica de 1,5 litros: 0,39 centavos
4 filés de peixe cada um com 150 g: 5,18 euros
Prato congelado de cannelloni: 1,45 euros
Pacote de 200 g gramas de purê de batata em pó (dura uns 9 almoços): 1,45 euros
Baguete: 0,59 euros
3 pizzas de pepperoni: 2,49 euros
8 iogurtes de 150 g cada: 3,60 euros
100 g de queijo fatiado 1,59 euros

Esse queijo é uma delícia. 
Cream chesse Philadelfia light de 175 g: 1,39 euros
Nossas tradicionais torradas suecas: 0,99 euros
75 g de rúcula: 1,79 euros

O melhor de Frankfurt são os mimos gratuitos que fazem parte da hospedagem. 

Riga é linda

Das capitais dos países bálticos, Riga foi a que achei mais bonita. Tallinn também é bela, mas Riga ganha. Pelo menos para mim. A Lud gostou um pouco mais de Tallinn. 

Riga do alto da mais alta torre de uma igreja
A cidade é toda plana, ótima para caminhar. As ruas do centro histórico têm pouquíssimo trânsito, pois só é permitido táxi e serviços de carga e descarga. E os prédios são lindos.

Frankfurt, de novo

Passamos de novo por  Frankfurt. Olha, acho que o sabático seria mil vezes mais difícil se não tivesse a casa da Isa para irmos de vez em quando. 

Último meio dia em Riga não fizemos nada. Só arrumamos as malas, compramos e enviamos postais, almoçamos e fomos de ônibus normal para o aeroporto. 

Cheio, sem conforto, mas baratíssimo. Menos de um euro por pessoa. Viagem demorou no máximo 25 minutos da estação de ônibus até o aeroporto. 

O aeroporto de Riga é bem maior que dos outros dois países bálticos. E como tem voo da AirBaltic para tudo que é quanto. Inclusive o nosso, para Frankfurt. 

Olha nosso avião da Airbaltic e o um pedaço do aeroporto em obras atrás dele. Como tem obra pela Europa. 
Acho que foi o primeiro voo não lotado do ano. Mais da metade das cadeiras vagas. Coisa rara. Não importa o dia e a hora, a gente só andava pegando voos bem cheios. Lógico que neste, mesmo vazio, fomos premiados com um bebê chorando na cadeira na nossa frente. 

Sério, morro de dó de criança em voos. Será que não existe algo que possa ser dado para crianças pequenas não sofrerem tanto? Não tenho criança mas já ouvi dizer que a mudança de pressão dói bastante no ouvido delas, que é bem mais sensível que o nosso. 

Depois de vários dias bonitos de sol, foi só chegar perto de Frankfurt que o tempo começou a virar. Foi o único voo do ano em que pegamos turbulência. Mas quem sabe ele melhora, já que chegamos aqui? Este ano estamos pé quente, levando o sol para onde quer que a gente vá, com raras exceções. 

Sobre a Airbaltic: mais uma low cost tranquila que anuncia ser severa com as bagagens de bordo (todas são medidas e pesadas!). Não sei se foi porque nosso voo estava vazio mas, mesmo em Riga que é a sede da empresa, não teve nada disso. 

Sensação de estar em casa

É, Paris nos dá uma super sensação de casa. Na verdade, a França nos passa essa sensação. Só que Paris, ainda mais. 

Comendo bem em casa novamente
É a sensação do conhecido. Mas não só do conhecido: do conhecido que a gente gosta. Seja as placas na rua que dá para ler, o sistema de transporte que a gente conhece de cor e salteado, o conhecimento de onde fazer compras, onde achar o cereal da Lud (que ela não encontra em nenhum outro lugar da Europa e como comer em casa de forma boa e gostosa. 

Para ajudar, hoje cedinho acordamos, desfizemos as malas e voilá: desempacotamos o sol!

Vista da janela ontem de noite.

Hoje ao amanhecer: desempacotamos o sol!

E também dá para ver a Sacré Coeur.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Custo de vida em Riga: supermercado

Como em Riga não ficamos em apartamento e sim num hotel/hostel, a gente não teve como cozinhar em casa.

Nosso hotel tinha uma minúscula geladeira no quarto, suficiente para guardarmos iogurtes, presunto e queijo. Na área comum, já que o hotel não oferece café da manhã na diária, há uma pequena cozinha que todos podem usar. E por todos entenda-se os hóspedes dos 4 quartos do estabelecimento. 

Por isso, acabamos comprando pouca coisa no supermercado e tendo que comer às vezes na rua. Os preços não eram de cidades europeias ocidentais ou nórdicas, mas também não eram poloneses - ou mesmo dos países bálticos vizinhos, Lituânia e Estônia. Sim, a Letônia parece ser a mais cara delas. 

Um almoço nosso - em que a Lud comeu um medalhões de carne de porco com molho de pimenta e eu uma pizza - saiu por 12,75 euros. Longe de ser o preço de Paris, muito mais longe de ser o preço de Oslo, mas longe de ser um preço da Polônia. 
O prato da Lud tava bom!

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Custo de vida em Vilnius: podendo se esbaldar no supermercado novamente

O bom de ir à Noruega é que qualquer lugar do mundo fica parecendo barato depois que você sai de lá. (Também é bom ir à Noruega pelas paisagens, claro.) Chegamos a Vilnius e fomos logo ao supermercado.

Afinal, tínhamos um excelente apartamento com cozinha toda equipada e queríamos aproveitar. A conta ficou em 57,50 litas. E deu para fazer extravagância: compramos produtos de boas marcas, como Coca-Cola de verdade, manteiga francesa Président e chocolate Milka.

Nossa compra:
10 ovos - 3,99 litas
4 iogurtes 400ml - 3,19 litas
Manteiga President 200g - 5,49 litas
Chocolate Milka 100g -  3,29 litas
Queijo Gouda 150g - 2,99 litas
Coca Cola Zero 2 litros - 4,89 litas
Pizza Dr. Otker Presunto 320g - 6,29 litas
Pizza Salami - 2,29 litas
Pipoca de microndas 2 unidades - 4,18 litas
Pacote de chá verde 35g - 3,49 litas
Rúcula  70g - 3,99 litas
Baguete de pão com 500g - 2,99 litas
Cerveja Litânia de 0,5 litros - 2,09 litas
Presunto 90g - 3,29 litas
Mel 370g - 5,99 litas

Quando chegamos e sacamos moeda local, ainda pegamos uma cotação excelente: 1 lita valia 0,27 euros. Um paraíso depois da Noruega.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Voando de Bergen para Vilnius

Depois de passar a noite no aeroporto de Bergen, pegamos um voo às 7:40 para Vilnius, a capital e maior cidade da Lituânia.

Olha, nada como uma noite sem dormir direito para fazer com que um voo de mais de 2 horas com uma dezena de crianças e bebês chorando por causa da pressão no ouvido passe rápido e tranquilo. Eu, que não sou de dormir nada em avião, dei umas boas pescadas. 

Avião normal, voo tranquilo.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Norway in a Nutshell: Parte I

O primeiro trecho da viagem é o mais longo deles, saindo às 8:05 e chegando às 12:40. Não tenho certeza, mas parece que também existe um trem mais cedo, saindo 6:30, e também mais tarde, 12:01 e 16:01. O ideal é comprar a passagem com boa antecedência no site ww.nsb.no. Ele possui versão em inglês e dá para fazer negócio com cartão de crédito brasileiro sem problema.

O preço normal é 650 coroas norueguesas. Com antecedência é possível comprar passagens com o chamado minipris (mini preço!) de 299 coroas. Foi o nosso caso. E comprando com antecedência é melhor para marcar o assento. A paisagem é bonita de ambos os lados, mas do lado esquerdo do trem é um pouco melhor. E lógico que o ideal é comprar virado para a frente do trem.

Não precisa imprimir a passagem nem nada. Use a opção coletar a passagem dentro do trem. No e-mail de confirmação você receberá os números do vagão e assento. O fiscal vai estar com a passagem em mãos e entregará para você. Ah, também não vale a pena comprar assento prêmio. Eu que tenho 1,86 fiquei  confortavelmente instalado, com ótimo espaço para as pernas.

Tem muito lugar para levar bagagem. A não ser que suas bagagens sejam inúmeras e gigantes, não recomendo contratar esta empresa aqui. Ela cobra cerca de 250 coroas por peça para entregar sua bagagem no seu hotel de Bergen. Ou seja, você viaja sem preocupações com a bagagem e ao chegar no destino, ela já estará lá te esperando. Mas de novo, acho que não vale a pena.

Na primeira hora de viagem, o trem passa bastante por túneis dentro de Oslo e arredores. Portanto, é a melhor parte para dar uma descansada. Afinal, as paisagens vão ficar cada vez melhores.



Norway in a Nutshell: Parte II

Em Myrdal, você terá 47 minutos de espera para pegar o próximo trem, o famoso Flam rail train (ou Flamsbana. Infelizmente, ao contrário do que o nome sugere, não são oferecidos flans durante a viagem). Na pequena estação que existe em Myrdal, tem banheiros, lanchonete e loja de presentinhos. Se você chegar sem passagem, sem problema, pode comprar dentro do trem, do fiscal.

O ponto de partida, Myrdal, a 866,8 metros acima do mar.
Mas o ideal é comprar antes. Só que não dá para comprar pelo site da NSB: tem de usar o aplicativo deles para smartphones. Que é uma mão na roda. Você consegue comprar passagens com os preços reduzidos, não precisa imprimir o bilhete (basta mostrar o bilhete eletrônico no aplicativo para o fiscal), e ainda não paga a taxa de compra (só se for comprar do fiscal ou em alguma bilheteria pela Noruega).


Norway in a Nutshell: Parte III

A terceira parte é o passeio de barco pelos fiordes, saindo de Flam às 15:10 e chegando em Gudvangen às 17:30. Custa 285 coroas norueguesas. Não tem como comprar online. Mas é fácil, muito fácil.

Ao chegar em Flam, basta ir ao centro de informação turístico, a maior casa que ali existe e onde há banheiros, restaurantes e lojas de presentes, e comprar a passagem. Eles aceitam cartão de crédito, débito, dinheiro, Visa Travel Money, não tem erro. No nosso caso, o atendente era até brasileiro.

Prédio onde as passagens são vendidas.

Aproveite para comprar também a passagem de ônibus para o próximo trecho. O valor é o mesmo se comprado no ônibus mas facilita a vida usar o cartão uma única vez. Custa 285 coroas norueguesas.