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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

E o Brasil?

Depois de quase um ano fora do Brasil, confesso que estranhamos bastante o país. E fico muito feliz de termos mais algum tempo de sabático antes de voltarmos. Se não, a gente estaria arrasado.

Quando a gente morava em Coronel Fabriciano, interior de Minas, eu achava BH bonita. Depois de rodar mundo afora e voltar, estou achando... feia. Bem feia. E muito barulhenta - culpa do tráfego intenso.

A gente está tentando manter o esquema de andar muito a pé. O calor não ajuda, mas são as calçadas irregulares e sujas e o barulho da rua que mais incomodam. Fora o medo de ser atropelado, mesmo atravessando na faixa de pedestre.

Outra coisa que reparamos é na feiura dos postes de luz por aqui. Nível Vietnã. Fio para tudo que é lado, puxadinho para tudo que é canto. O que salva BH são suas árvores. Fazem sombra e enfeitam.

O que anda nos irritando mais, no entanto, são os pernilongos. Nem no sudeste asiático fomos picados - mas, por aqui parece que estamos com catapora. Ontem contamos 20 mordidas só nas pernas da Lud. Nossos pais, por outro lado, parecem imunes. Qual o segredo?

Pelo lado bom, faz vários anos que não passamos tanto tempo com a família. Desde de 2004 a gente está fora de BH e nossas vindas por aqui são sempre curtas. Nunca passamos mais do que 3 ou 4 dias. Acho que o recorde deve ser uma semana. Agora, estamos quase completando um mês.

Deu tempo de visitar muita gente. Não todos que a gente queria, mas já batemos o recorde de parentes e amigos encontrados. E ainda tem mais agendado. Até ao aniversário de 90 anos da minha vó a gente foi (acho que o último dela que deu para ir deve ter sido o de 80 anos).

Resumo da ópera: estar aqui e rever os amigos está sendo ótimo. Poder passar mais tempo, com calma também. E estamos fazendo muita coisa que precisávamos, como lavar os casacos de frio, as botas, ir ao(s) banco(s) umas 10 vezes (sem exagero, daqui a pouco vamos de novo) e resolver pendências como Receita Federal, INSS e outros. Mas que a saudade da Europa já está batendo forte, isso está.

Passamos tempo com os afilhados.
Revimos minha avó... 
...e minhas tias que quase nunca dava tempo de visitar. 
Aniversários da família. 
Foto com a vó da Lud não é fácil de conseguir não. Ela foge de câmera, igual eu. 

Com o Bruno e a Luiza é moleza tirar fotos. Eles adoram!
O mais novo membro da família.
Visitamos minha vó no aniversário de 90 anos dela. 

3 comentários:

  1. Bem, acho que quando viajamos não tem como não comparar com o nosso Brasil, eu viajei um pouco e sempre me questiono, porque as coisas aqui não funcionam direito, não é?
    Que bacana esse tempo com a família. Mudei de cidade em 2003 e de lá para cá também tenho ficado com os parentes no máximo 6 ou 7 dias. Faz falta sim! Que bom que estão podendo desfrutar deste tempo. E o mais legal que achei foi participar do aniversário da avó de 90 anos, que linda e que presença ela tem! Parabéns para ela, benza Deus! Boas férias por aí!

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  2. Já eu carioca (morando fora do centrinho turistico, claro), quando chego em BH percebo exatamente o contrário, calçadas espaçosas, motoristas kinda educados, silenciosa... Td questão de perspectiva né :) Isso fica ainda mais aparente qd a viagem é pro Sul, que nervoso os motoristas que param pra vc atravessar só pq vc está parado em frente a uma faixa de pedestres!

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  3. os motoristas do resto do Brasil, Salvador especialmente, nunca me pareceram tão mal educados depois que eu vim morar em Brasília. E olha que Brasília não é nenhuma Madrid, por exemplo...

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