Pois a China me surpreendeu muito, da maneira mais positiva possível. Adorei Pequim (ou Beijing). A cidade é um espetáculo: as praças, prédios e monumentos são gigantescos - na escala apropriada para um país de um bilhão e meio de habitantes -, muito bem mantidos e lindos. O transporte público é eficientíssimo e baratérrimo. Os chineses fazem fila, sim, até pra pegar ônibus. Tem sinalização em inglês pra tudo quanto é lado, inclusive nos museus e atrações. Ao contrário do que eu imaginava, Pequim foi fácil de navegar.
É verdade que vimos umas cusparadas aqui é lá (mas bem menos do que eu tinha imaginado). E que a capital é poluída mesmo: perto do horizonte, o céu nunca é azul, mas cinza, coberto por um fog constante. E que, na fila para comprar ingresso para um parque, uma chinesa passou na minha frente numa cara-de-pau (era a minha vez e ela voou em direção ao atendente com o dinheiro) que me deixou sem reação. Mas foi caso único.
Vi muita gente elegante e bem vestida, e muita bolsa de grife (apesar de que a gente não sabe se é a prosperidade chinesa ou a indústria da pirataria. Provavelmente os dois). Lojas grandes caras pra tudo quanto é lado. Sacolas de lojas em quase todas as mãos.
O que me deixou mais impressionada foi o urbanismo da cidade: avenidas larguíssimas, parques lindos, construções fantásticas. Diante do meu espanto, o Leo me lembrou que Pequim é a capital do segundo país mais rico do mundo. E sabe de uma coisa? Tem cara mesmo.
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| Lud e o ovo cozido, ou melhor, o Centro Nacional para Artes. |
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