Chegamos a Pequim no final da tarde. Mas, até atravessar o aeroporto gigantesco, mudar de terminal pelo monorail, pegar as malas que demoraram muito para passar e enfrentar o trânsito da cidade no transfer que contratamos com antecedência, só fomos chegar ao albergue lá pelas sete da noite.
Foi o primeiro e basicamente quase único erro de logística da viagem: pedir um transfer. A gente achou que íamos chegar mortos de cansaço e que não íamos entender nada. Aconteceu exatamente o contrário.
Para começo de conversa, como fizemos o check-in do nosso voo Istambul para Pequim lá em Nice, muitas horas antes do voo, conseguimos pegar os assentos na saída de emergência do avião. Gente, até eu que nunca durmo consegui dormir. Tinha espaço para três vezes minhas pernas, que são gigantes. Melhor voo longo da minha vida. Valeu, Turkish Airlines! E além disso, é uma senhora empresa. Adoramos voar com ela. Junte a isso as 6 horas de espera entre um voo e outro em que praticamente dormimos em uma das salas de espera que estavam vazias do aeroporto de Istambul.
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Muito perto do nosso albergue: um dos portões da Praça da Paz Celestial.
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E o melhor: Pequim é fácil demais. Tudo em inglês. Daria para ir de metrô para nosso albergue fácil fácil. O lado bom é que fomos vendo a vista e rindo do taxista que reclamava do trânsito e fazia altas loucuras: ele entrou em contra-mão, furou sinal e todo mais que você pode imaginar.
Como chegamos com disposição, na nossa primeira noite exploramos a rua de pedestres perto do nosso albergue e principalmente a reformada Quianmen Street (Quianmen quer dizer "Portão do Imperador").
Um passeio sensacional para iniciar nossa viagem pela China. Melhor impressão impossível: a rua é uma delícia, e tem de tudo nela, de lojas locais e típicas a lojas internacionais. De restaurantes locais a restaurantes ocidentais, de lanchonetes como McDonald's e KFC a lanchonetes chinesas (Dico's!). Destino imperdível em Pequim, como a lotação de chineses mesmo indica. E ela de noite fica linda!
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Dá para ver a limpeza do chão. Olhem que beleza!
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É só de pedestres, mas passa um bonde antigo no meio. O bonde é apenas uma atração para os turistas, pois a rua é curta e não precisa disso. Além da nossa rua, que é perpendicular a ela, as outras que também cortam por ali estão terminando de ser reformadas. A região vai ficar ainda mais legal e arrumada. É claro que tem gente que reclama que isso destroi "a verdadeira Pequim", mas a gente não acha que os chineses têm de viver pra sempre em vielas estreitas só para agradar os turistas.
Por este e outros motivos recomendamos nosso
albergue. Ele fica em uma rua de pedestres também legal, com mercadinhos, horti-fruti (Dia) e dezenas de opções de alimentação, a apenas 3 quarteirões, pequenos, da Quianmen Street. Pequim já começou a nos encantar logo no primeiro dia.
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Este corredor era cheio de lojas. E quer saber do mais legal? Tudo por aqui tinha preço.
Nas lojas chiques do super shopping que fomos, nada tinha preço. |
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O bondinho de dia. E a cidade continua limpa.
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Adivinhem o que esta loja vende? Pato laqueado à moda de Pequim, claro.
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| A placa do restaurante. Tudo muito colorido e bonito. |
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| A gente passava nesta rua todos os dias. Quer localização melhor? |
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| Meu albergue! |
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| Em muitas lojas há uma estátua indicando o que está à venda. Neste caso, chá! |
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| A rua ficava quase sempre cheia de gente passeando. |
Cidade dos meus sonhos mais profundos acho que moraria ai sem pensar muito.
ResponderExcluirbeijos queridos
Fala a verdade: a foto do pato foi pro Marco, né? Que bom que vcs gostaram!
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