Quando o Leo foi reservar a nossa estadia em Xangai, os albergues com nota boa no
HostelWorld (ele gosta daqueles que tem aprovação próxima a 100%) já estavam lotados. Ele foi olhar hoteis bem localizados, deu de cara com uma promoção do Astor House e fez a reserva sem a menor pretensão. Nosso queixo só foi cair quando chegamos lá.
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| Observem o Rolls Royce Ghost estacionado na porta. |
Não só era um prédio grande e suntuoso como nos botaram em um quarto gigantesco e bonitão - o 304, onde o Einstein (!) passou uma noite em 1922 e recebeu a notícia que havia ganho o Nobel de Física (!!). Ficamos numa alegria só. Não garanto que a gente dormiu na cama que o físico teórico usou, porque afinal já fazem quase 100 anos, mas com certeza ele deixou umas moléculas de gás carbônico por lá e eu entrei em contato com elas.
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| Os quadros na parede falam do nosso amiguinho. |
O Astor House é tão chique que tem até seu próprio
verbete na Wikipédia, como descobriu a Isa.
Mais fotos para vocês sentirem o drama:
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| Peacock Hall, o primeiro salão de baile em Xangai. |
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| Corredor que leva aos quartos do térreo. Nas vitrines estão objetos antigos usados no hotel, que foi fundado em 1846. |
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| Escadaria em madeira e belos janelões Art Noveau. |
Foi bom ficar em um hotel bonitão (o banheiro era tão grande que nele cabia uma cama de casal). Só que concluímos que, por mais que o hotel seja chique, apartamentos e casas (se não forem tão minúsculos quanto a caixa de sapatos em qual ficamos em Oslo) são mais confortáveis. É ótimo ter mais de um cômodo e a presença de uma cozinha é uma alegria...
Lindao demais e super chic, bom dar uma pausa nos comodas pequenos e fazer uma massagem de amor em nós mesmos é sempre bem vindo e muito bom.
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