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domingo, 20 de julho de 2014

Split - e como Dubrovnik estragou nossa experiência na Croácia

Depois de Dubrovnik, demos um pulo - muito bom, por sinal - na Bósnia-Herzegovina. E de lá retornamos para a Croácia. Fomos para Split.

O problema é que, depois de Dubrovnik, achamos Split meio boba. Dubrovnik é tão linda, tão sensacional, que elevou nosso patamar de exigências lá para o alto. Acredito que vai demorar alguns dias para conseguirmos baixar as expectativas. 

Revendo o roteiro, o ideal teria sido deixar tanto Dubrovnik quanto Kotor para o fim da viagem. Em termos de logística, não seria fácil, mas em termos de aproveitamento seria bem melhor. Então, fica a dica para futuros viajantes: deixe Dubrovnik para o final! 

Sobre Split, a cidade é legal, embora longe de ser linda como Dubrovnik. O pior foi a lotação: se Dubrovnik já estava cheia, nosso puxadinho pela Bósnia-Herzegovina fez que, quando voltamos para a Croácia, a alta temporada estivesse começado para valer. E gente, que coisa. Me lembrou Florença, Veneza, Roma, lugares que estão sempre abarrotados de turistas.

A região do porto e do calçadão é show de bola.

O centrinho de Split tem seu charme. Se fosse a primeira cidade croata que eu tivesse conhecido, eu teria amado. O calçadão em frente às antigas muralhas e ao porto é muito legal. O problema é o cheiro ruim do mar (ao contrário de Dubrovnik, onde o mar não cheirava a nada).

A praia de Split, além de lotada, é bem fraquinha. Gostei mesmo foi no dia em que caminhei até o alto do morro Marjan. Foi uma senhora caminhada, mas à medida em que eu subia o morro, diminuía o número de pessoas, a ponto de lá em cima ter apenas eu. Bom que fui recompensado com belas vistas e tranquilidade total!

Lá do alto, aproveitei para descer a até a praia na encosta. Essa sim, linda e agradável, e sem cheiro ruim. Me refresquei nas lindas águas azuis do Adriático antes de retornar, de ônibus, para a cidade. Confesso que o cansaço e calor não me deixaram fazer a rota a pé. Mas foi o ponto alto de Split. Figurativa e literalmente falando.

A bela torre da catedral da cidade. Foi construída em cima da tumba do imperador romano Deoclesiano.
O irônico é que o sujeito era um ferrenho perseguidor dos católicos. 

Quando se aposentou, Dioclesiano mudou-se para Split. Trouxe na bagagem duas esfínges do Egito. 

A antiga cidade murada nada mais é que o palácio do cara.
Se tivesse sido um pouco mais esperto, ele teria construído em Dubrovnik!

Ok, ele escolheu bem. Esse ar mediterrâneo e essas palmeiras não é nada mal. 

Aqui é o centrinho do antigo palácio. 

A muralha do antigo palácio e o calçadão com suas palmeiras. 

A praia de Split na hora do rush. 

O calçadão de noite. Baladinhas mil para os amantes do agito. 

No segundo dia amanhecemos com o navio que nos persegue desde Kotor ancorado no porto. 

O calçadão realmente foi minha parte preferida da cidade, principalmente bem cedo, antes de lotar. 

Minha caminhada morro acima até o alto do Marjan foi ótima. 

Vai subindo e a vista vai ficando linda. 

E foi tão bom o caminho vazio. 

É uma boa caminhada morro acima. 

Quando achei que estava chegando, me deparei com esse trecho de mais de 350 degraus. 

Mas lá do alto a vista compensa o esforço. 

Deve levar uma vida razoável o povo do super iate da foto. 

Dá para ver até Trogir do outro lado da baía. 

Foram um par de horas bem agradáveis. Só eu e meus pensamentos. 

Até igrejinha na rocha eu achei. 

Para me recompensar, além da volta de ônibus para casa, um pulinho n'água para me refrescar. 

Foi um banho de mar super refrescante. Ainda bem que a
escavadeira que aparece no cantinho da foto não estava funcionando. 

De volta ao belo calçadão de Split. 

Tem prédios e torres legais dentro da cidade murada. 

Um comentário:

  1. Que caminhada hem??????mas valeu a pena chegar no alto e se deparar com a vista deslumbrante.Voce entrou na igreijinha no top do morro?construçoes incriveis!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    beijos

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