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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Graz

Apesar de já conhecermos um pouco da Áustria (estivemos por aqui em 2008 por breves 9 noites), Graz era um destino inédito. Na verdade, todo o retorno à Áustria foi causado por dois motivos: geografia e segunda chance.

Praça da prefeitura com a mesma ao fundo. Bonito prédio e bela fonte com estátuas representando
os 4 grandes rios austríacos.
Geografia porque depois da Eslovênia a gente queria voltar para Budapeste, dessa vez no verão. Nas duas visitas anteriores à capital da Hungria, uma das minhas cidades preferidas na Europa, a gente só pegou tempo frio e dias feios.

Segunda chance porque, se em 2008 já estivemos na Áustria, foi uma viagem na qual gostamos muito de Innsbruck, amamos Salzburgo, mas não agradamos muito de Viena. E é bem provável que o tempo tenha sido um dos fatores: eram meados de dezembro, ou seja, dias muito curtos, muito frio e céu nublado.

Portanto, Graz entrou no roteiro por ser caminho entre Maribor e Viena e por ser a segunda maior cidade da Áustria. Parecia um destino turístico legal, e fizemos uma paradinha de 2 noites e 1 dia e meio por aqui.

O tempo continuou sem ser nosso amigo. Impressionante como este verão está muito diferente do ano passado. Muito tempo nublado, muita chuva, e até temperaturas mais amenas. Em Graz só tivemos sol e céu azul por períodos para lá de curtos - apenas durante um final de tarde do segundo dia. Acho que não deu nem uma hora inteira com alguns pedaços de céu azul.

A vantagem da cidade é que, além de pequena, suas principais atrações são todas muito próximas: tudo em volta da praça da prefeitura e do castelo no alto do morro.

O centro histórico de Graz é bem agradável. A praça e o prédio da prefeitura são bem bonitos. As ruas que chegam e saem da praça são ótimas para passear. Dá para ver que é uma cidade muita rica de um país que já foi um dos maiores impérios da Europa, o Austro-Húngaro, liderado pelos Habsburgos. Ricas e belas igrejas complementam o centro.

Outros destaques são a ilha artificial no meio do rio Mur, criada na época que a cidade foi capital europeia da cultura (ela seria desmontada após o ano; como o pessoal agradou, ficou por lá) e o super modernoso museu de arte moderna, que parece uma nave alienígena pousada nas margens do rio que corta a cidade. Foi criada pelos arquitetos Peter Cook e Colin Fournier. Dizem que é para parecer um balão flutuando no meio da cidade e do lado do rio. Eu ainda acho que parece um veículo espacial alienígena aterrissado.

O carro chefe é o castelo fortaleza no alto do morro. Muito bem cuidado, com lindos jardins e muita coisa para ver. Dá para subir o morro pelas escadas, de funicular ou de elevador de vidro construído no interior da montanha. Não é para menos que a Áustria é uma das maiores produtoras de funiculares, teleféricos e afins do mundo. Realmente eles tem o know how.

De novo vale a pena reclamar do tempo. Ficamos horas e mais horas lendo livros no alto da fortaleza esperando o tempo melhorar, e nada. Uma pena, porque tenho certeza que as fotos ficariam ainda melhores, fazendo jus a beleza do lugar.

Estamos torcendo para o tempo melhorar. Se não, o objetivo de dar uma segunda chance para Viena corre o risco de precisar de uma terceira.

Escadarias que levam ao alto do castelo.
A gente subiu e a vista infelizmente não estava muito boa. Tempo fechado e bem feio. 
As capas de chuva saíram do fundo da mala. 
Alguns dos prédios que ficam na praça da prefeitura. 
A região do castelo no alto do morro é cheia de coisas, como uma torre que fazia parte de
uma igreja que não existe mais. Só as fundações ainda estão lá, atrás da torre. 
Uma belíssima padaria. 

A nave espacial! Na teoria ela captura a luz pelos bulbos virados para o norte e usa como energia para iluminar de noite. 
Ela e a ilha artificial que fica no meio do rio Rur. 
Muitas ruas agradáveis no centro histórico. 
A praça da prefeitura é um hub de transporte e também de barraquinhas vendendo salsichas e linguiças. 
A torre do relógio do alto do morro ao lado do castelo é o cartão postal da cidade. 
Mais da prefeitura. Tão grande que fica difícil de fotografar inteira. 
Do alto do morro dá para ter uma noção de como ela é gigante. 
Mais do museu. 

Muito legal a arquitetura. E os reflexos também. 
Por do sol visto do nosso apartamento. Só nessa hora o tempo melhorou um pouco. 
Aí aproveitamos para tirar mais fotos da cidade com o céu mais claro.
Máximo de céu azul. 
Novamente as escadarias que levam para o alto do morro.
No fundo dá para ver o caminho para o elevador. 

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