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domingo, 2 de novembro de 2014

Madrid programação

No dia em que chegamos, quinta-feira, fomos primeiro à Mercadona, indicação da Flávia leitora do blog. Compramos um monte de comidas gostosas com a marca deles, Hacendado. Ficamos muito felizes com a quantidade de opções.
Depois, fomos à Plaza Mayor, que infelizmente está em reforma nos dois lados mais bonitos. Pelo menos colocaram umas telas que imitam os prédios na frente.
De lá, caminhamos para a Plaza Santa Cruz, onde fica o Hostal Cruz Sol, onde ficamos na viagem de 2007 à Espanha. Depois, fomos à Puerta del Sol. Já estava anoitecendo. De lá viemos para casa. Comemos deliciosas patatas bravas da Hacendado feitas no microondas. O molho "bravo" era excelente. Descobrimos que passa "How I met your mother" em espanhol na tevê. Aproveitamos para aprender um pouco da língua. Também descobrimos que esquecemos o cabo do notebook na casa da Isa. Entramos em contato e pedimos para que ela o botasse no correio para nós.

Na sexta-feira, começamos indo na Catedral San Francisco el Grande, uma impressionante catedral com uma gigantesca cúpula - o terceiro maior domo do mundo. Entramos direto, tiramos fotos - junto com outros turistas - e só na saída percebemos que 1) só podia entrar com visita guiada em espanhol e 2) não podia tirar foto. Ficamos super sem-graça, mas já era tarde.

De lá, fomos à Plaza da Porta de Moros, onde visitamos a Real Iglesia de San Andrés, uma das medonhas que já vi por dentro, com paredes coloridas e colunas pintadas. Dessa vez fomos mais atentos e percebemos o aviso de não fotografar (por isso, nada de fotos internas dela). Aí seguimos para o Museo de San Isidro, padroeiro da cidade. O tema do museu é a história da cidade de Madrid, com foco nas descobertas arqueológicas na região. Estávamos na porta tentando decidir se era ali mesmo quando uma das atendentes praticamente nos puxou para dentro, dizendo que ia começar uma visita guiada em espanhol, parte do evento Madrid - uma otra mirada, que ocorreu quando estávamos aqui (nos dias 17 e 18).

Voltamos para casa e fizemos um ótimo almoço: raviólis de carne, usando como molho "tomates fritos no azeite", também da Hacendado. Completamos com rúcula e cenoura ralada. Ficou muito bom.

À tarde, enquanto a Lud dava uma descansadinha, o Leo voltou ao Mercadona para comprar gostosuras: mais ravióli, chocolate Hacendado, crema catalana, tortinhas de limão, mel e uma baguette ("barra de pan").  Depois, fomos à Puerta do Sol, dessa vez de dia. Andamos até a Gran Via, e nela, até a Alcala. Aí, até a Plaza de las Cibeles, chegamos até o Prado, vimos que o Thyssen-Bornemizsa era grátis só na segunda e vimos que a fila para entrar de graça no Prado estava gigantesca. Então fomos à estação de trem Atocha, visitamos e compramos passagens de trem para Santiago de Compostela, nosso próximo destino. Conseguimos usar o VTM na máquina de tíquetes quando colocamos só 4 dígitos em vez de 6.

Então, fomos para o Museo Reina Sofia e esperamos 10 minutinhos na fila para ele abrir para a entrada grátis (a partir das 19 horas). Vimos o Guernica, de Picasso, e gostamos muito de diversos quadros surrealistas de Salvador Dalí  e de Ángeles Santos. De lá, voltamos para casa. Ficamos - e ainda estamos - impressionados com a lotação, agitação e barulho das ruas. Ninguém fica em casa. Os bares e restaurantes estão sempre cheios.

No sábado, passamos pelo restaurante mais antigo do mundo (1725) segundo o Guiness - o Botín -, e achamos meio carinho. Fomos ao Palácio Real, o vimos por fora, e visitamos a Catedral de la Almudena (1 euro por cabeça. Bem colorida e interessante). Passamos na Plaza del Oriente, pela Ópera, pela frente dos Jardins Sabatini, vimos o Senado e entramos na Plaza de España, onde vimos o monumento a Cervantes e o Edifício España, que foi o primeiro arranha-céu da Europa.

De lá, visitamos o Templo de Debod, voltamos à Plaza de España, pegamos a Gran Vía, visitamos a Fnac (tirando foto das especificações e preços dos notebooks mais promissores) e a El Corte Inglés, para ver a vista do último andar.

Almoçamos no McDonalds da Gran Vía (3 chicken burguer por 3 euros) e, como sobremesa, tomamos um sorvete de 3,40 euros na Bellamia, considerada pelos leitores do TripAdvisor a melhor sorveteria da cidade. Não concordamos: o sorvete estava só gostosinho (sabores: dulce de leche e galletas de chocolate - na prática, flocos). O de doce de leite com caramelo da Hacendado é muito mais cremoso e gostoso.

Visitamos o Museo del Romanticismo, uma bela casa-museu, muito rica e luxuosa. De lá, fomos ao Museo Sorolla, casa de um pintor valenciano. A casa, o jardim e as pinturas dele são muitíssimo agradáveis.

Aí Lud pediu arrego. Pegamos o metrô e chegamos em casa.

Comparamos detalhes dos notebooks fotografados, procuramos similares na internet no Brasil e em Portugal, e chegamos à conclusão de que o preço estava bom. Voltamos à Fnac, que só fecha às 21:30, e compramos o note de 649 euros, para nossa grande alegria e satisfação.

Museu do Prado
Museu Sorolla
Parque Retiro
Museu Thyssen-Bornemisza
Estádio Santiago Bernabeu
Museu Cerralbo
Palácio Real
Rio Manzanares
Ermita de Santo Antônio
Palácio de Cibeles
Paseo del Prado
Plaza Cibeles
Plaza de Oriente
Puerta de Alcalá
Plaza Mayor
Templo Debod
Gran Via
Palácio Real de Aranjuez
Museo del Romanticismo
Biblioteca Nacional
Estação Atocha
Palácio de Cristal
Parque del Oeste
La Latina
Fuente de Neptuno
Teatro Real
Monumento a Alfonso XII
Puerta del Sol
Jardines de Sabatini
Almudena Cathedral
Museo San Isidro


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