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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Museo Lázaro Galdiano e a Fundação Mapfre

Nossos últimos museus gratuitos em Madri. O Lázaro Galdiano custa 6 euros mas, para variar, tem horário gratuito: todos os dias de 15:30 às 16:30, com exceção de terças, quando fecha, e domingo, que é de 14:00 às 15:00. Já a Fundação Mapfre é sempre gratuita.

Foi difícil ver tudo que este ótimo museu exibe em apenas uma hora. É que o seu Galdiano e a esposa colecionavam de tudo. Pinturas, leques, prataria, esculturas, cerâmica, esmaltados, jóias, medalhas, moedas, móveis, vitrais, tudo que o dinheiro pudesse comprar.

A mansão que virou museu.


Fora que a casa em si, para variar, já é uma atração à parte - principalmente as pinturas dos tetos. Cada uma tem um tema: os músicos preferidos dos donos da casa, as estações do ano e por aí vai.

Pena foi que dois dos principais quadros da coleção não estavam lá. Foram emprestados para exposições. Um é um quadro bem legal de Goya que mostra uma oferenda para o diabo e tem um bode simpaticíssimo. Outro é um quadro doidão de Bosch (ok, quadro doidão de Bosh é pleonasmo) que mostra João Batista meditando.

Tanto essas obras como várias outras podem ser vistas no site do museu. Que, por sinal, recomendamos para quem vai visitar. Lá tem os horários atualizados, bem como os preços e os dias gratuitos. Também tem as instruções de como chegar. No nosso caso, fomos a pé.

Este é o quadro do Goya que era para estar lá. 
E este o de Bosch. 

Bonitona esta joia. 
Vários leques.
E mais objetos valiosos. A espada em destaque foi dada por um papa. 

Em várias salas do museu tinha umas instalações doidas e modernas. 
Cada sala tinha seu teto pintado com um tema diferente. 


Peças de marfim.

Pelo menos este Bosch estava lá.
Um pequeno Velázquez.
Esse achavam que era um Da Vinci. Depois descobriram que era de seguidores dele. 
A Fundação Mapfre é fácil de chegar. Fica no número 23 do Paseo de Recoletos, bem perto da Plaza de Colón.

Quando fomos estava tendo uma ótima exposição do Sorolla, com muitos quadros dele, a maioria de coleções particulares e que foram realizadas durante suas visitas aos Estados Unidos. Sorolla não se considerava retratista, mas pintou muitos belos quadros da alta sociedade americana.

Uma pena não poder tirar fotos. Mas faz sentido, porque as obras estavam ali por empréstimo. A visita serviu para gostarmos ainda mais desse ótimo pintor. Achamos na internet alguns dos quadros em exposição. Pena que dos retratos, por serem praticamente todos de particulares, não achamos muitas fotos.

E esta transparência da água? Sensacional!
Esse fez muito sucesso na época.
Foi considerado "um retrato primoroso da sensualidade juvenil".  
Ele levou para uma exposição nos EUA quadros do rei Alfonso XIII e da rainha.
Agradou tanto aos ricos americanos que todo mundo queria um quadro pintado pelo Sorolla estilo rainha. 

Clotilde (a esposa) de roupa branca.
E de roupa preta. 
Sensação de movimento incrível. O sogro era fotógrafo, então Sorolla estava familiarizado com efeitos fotográficos. 
O moço do quadro é filho do dono da Tiffany's. Ele era pintor e quis ser retratado com os instrumentos do ofício. 

2 comentários:

  1. Que visita linda .Adorei a coleçao de joias e as peças em marfim alias tudo muito lindo dos objetos aos quadros
    Realmente o bode é simpatico
    beijos aos montes

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