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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Museu Guggenheim de Bilbao

Como museu ele deixa a desejar. Além de alguns poucos quadros legais, o que ele oferece são instalações para lá de modernas, totalmente estranhas e confusas, mesmo usando o audioguia incluso no salgado preço do ingresso: 13 euros.

Mas sabe para que se vai ao Guggenheim? Para ver e admirar a obra prima da arquitetura moderna que é o prédio. Tanto que o guia fala mais da construção do que das obras ali dentro.

Falando em obras, as mais legais dá para ver de fora do prédio. A aranha gigante, as bolotas reflexivas, o cachorro gigante e as tulipas. E até brinco mais: deixaram o bom por fora para convencer a pessoa a entrar. Você pensa: "se por fora tem coisas tão legais, imagina por dentro!". Não, é enganação.

Mas a arquitetura toda em curva, sem nem uma reta, usando basicamente vidro e titânio é de tirar o fôlego. A integração do prédio com a cidade e o rio é sensacional. Os painéis de titânio parecem escamas de peixe. O prédio tem um ar orgânico incrível.

Por dentro, como na maioria dos lugares pela Espanha, não pode tirar foto - só do prédio. Das obras de arte, nada de fotos ou filmes. Tirando alguns Kandinsky, um Miró e alguns outros semi-interessantes, tem muitas instalações malucas. Não é para menos que a maioria dos críticos concorda em uma coisa - e pelo visto os visitantes também: o prédio é mais atração do que as obras dentro dele.

Região do museu vista do alto do mirador. 
A obra mais legal é a aranha gigante que fica do lado de fora do prédio. 

Aqui dá para visitar sem pagar. 
A integração do prédio com a cidade e a margem do rio é muito legal. 
E o prédio não tem nem uma superfície plana. 
Procura aí. 
Não vai achar nenhuma que não seja a base. 
E o reflexo que dá nas placas de titânio é incrível. 


Outra instalação muito legal são as bolas que refletem a paisagem.
E o pregador de roupa gigante que faz parte da ponte?
Sensacionais os reflexos. Pena que só tivemos sol no final da nossa primeira tarde na cidade. 
Mas deu para aproveitar e tirar fotos até não poder mais do prédio. 
E o tempo foi fechando. 
Não tem nenhuma iluminação nele de noite.
É tudo reflexo das luzes da cidade no prédio. 
Reparem no cachorro gigante. 
É o Puppy, outra instalação artística do museu.

O dia em que visitamos por dentro já estava com o tempo padrão dos últimos dias. Nublado e com chuva. 
Mesmo assim as fotos ficaram ótimas. 
O prédio é para lá de fotogênico. 

Por dentro não pode tirar foto das obras. 
Mas nem precisa.
O prédio é a atração.
Reparem que mesmo por dentro não tem superfícies planas...
ou retas.
Outra instalação legal.
As tulipas.
Bem coloridas. 







Vale 13 euros? Não pela arte e sim pelo prédio.
Afinal, tem que ajudar a pagar o custo da construção, né?

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