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terça-feira, 22 de abril de 2014

Viajando (e economizando) de trem de Kyoto para Tóquio

O livro 1 tem 50 páginas e relata nossa passagem pela Malásia, Cingapura, Tailândia, Vietnã e Camboja. São mais de 80 fotos, toda a logística de transporte e hospedagem, os custos diários, mais de 40 dicas e link para um mapa na internet com todos os locais pelos que passamos corretamente indicados, com mais detalhes e informações. 

O livro 2 tem 112 páginas e conta a viagem pela China, Macau, Hong Kong, Coreia do Sul e Japão. São mais de 200 fotos, toda a logística de transporte e hospedagem, informações de como ir por conta própria até a muralha da China, ao museu com os guerreiros de terracota, à pequena Zhujiajiao (a Veneza da China), uma dica importante para economizar com o trem bala no Japão (que não é o passe da JR), os custos diários e mais de 50 dicas. O livro também traz acesso aos mapas na internet com mais informações e todos os locais que visitamos, e mais alguns que achamos que demos bobeira em perder, corretamente marcados e indicados. 

O livro 3 tem 167 páginas e narra a aventura de 2 semanas em Copenhague e a nossa volta de 8 dias pela fantástica Islândia. São mais de 300 fotos e 50 dicas. Como os demais livros, traz todo os custos da viagem, a logística de transporte e estadias e os tradicionais mapas. E olha que achar no mapa o local certo de algumas das atrações na Islândia não é fácil, não. Com nosso mapa, você não vai ter esse problema. 

O livro 4 tem 232 páginas e é sobre o mês que passamos no verão europeu de 2013 viajando por Polônia, Suécia, Estônia, Finlândia, Noruega, Lituânia e Estônia. De quebra colocamos o relato de nosso retorno à Finlândia no final de 2013 em busca da famosa aurora boreal. Não ficou cronologicamente correto, mas geograficamente está perfeito. São mais de 400 fotos e 20 dicas (menos dicas do que o de costume porque são países mais fáceis de explorar).

O mais bacana são as explicações de como ir por conta própria da cidade de Cracóvia para o campo de concentração de Auschwitz e para a mina de sal de Wieliczka, assim como fazer o passeio conhecido como Norway in a Nutshell, comprando tudo sozinhos em vez de usar um pacote. A economia paga o preço do livro um monte de vezes! 

Além disso, a logística de transportes e estadias, os custos diários e totais e dicas para fotografar a aurora boreal. É que a danada não é fácil, não. Também disponibilizamos links para os mapas dos destinos, com as atrações, estadias, meios de transporte e mais assinalados corretamente e com mais informações. 

Os livros cresceram mas o preço continuam o mesmo: 9,90 por cada um.

Clique na figura para comprar o livro desejado.

Livro 1
Livro 2

















Livro 3
Livro 4


























Todo mundo que a gente conhece e já foi para o Japão nos deu a mesma dica: "Compra o JR Pass que é a melhor coisa do mundo". No nosso caso, passou longe de ser. O passe de 7 dias de viagem de trem custa hoje 29.110 yens. Ele dá direito a viajar pelo Japão em alguns trens (sim, não são todos. O mais rápido trem do Japão está fora da lista) durante 7 dias consecutivos. Também existem os passes para 14 e 21 dias.

O passe vale a pena? Depende muito do seu roteiro. No nosso caso, não. Se comprássemos o da 7 dias, ele ainda ficaria longe de se pagar, mesmo comparando com passagens compradas na hora. Fora que teríamos que mudar nossa logística de viagem.

A única perna de viagem cara que a gente fez foi a de Kyoto para Tóquio, cujo preço normal é 13.890 ienes com assento marcado. Dá para economizar uns trocados se você não marcar assento. Tem vagão apenas para pessoas sem assento marcado: se neles tiver lugar quando você embarcar, pode sentar. Se não, tem que ficar de pé mesmo.

Pensamos em comprar esta passagem sem assento. Até porque nosso dia e hora da passagem fugiria do horário de pico. Mas foi aí que pesquisando na internet descobrimos uma ótima promoção.

As informações sobre a promoção e de como comprar estão no nosso livro sobre a Ásia.

E como é a viagem? Sensacional. É muito rápido, muito silencioso, muito confortável e é muito interessante andar dentro do trem quando ele está na velocidade máxima. É uma sensação muito legal, quase como se você estivesse flutuando.


Conferindo no letreiro se estamos na plataforma correta. Hahaha. A conferência foi só pela hora de partida mesmo

Nosso vagão era o 11. Então, fica debaixo da placa que marca onde o vagão 11 vai parar.
Viu como nosso japonês está fluente?

Espaço para minhas pernas! Que alegria. 
Próxima parada, alguma cidade qualquer. Brincadeirinha, depois mudava para inglês. 
É bem confortável. 
E muito espaçoso. 
E achamos o espaço para a bagagem é muito bom. 
Nosso passe dava direito a uma bebida para cada um. 

Para abrir e fechar a porta do banheiro. 
Que por sinal é gigante. Quase maior que o nosso quarto no albergue de Kyoto
Tudo no banheiro é na base do sensor. 
Definitivamente maior que nosso quarto em Kyoto. Ok, do mesmo tamanho. 

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Bate e volta de Xangai: Zhujiajiao

De Xangai fizemos um ótimo passeio bate e volta: fomos e voltamos da cidadezinha de Zhujiajiao, que fica a cerca de 40 km. Zhujiajio é uma das "water towns" (vilas aquáticas?) da China, uma cidadezinha antiga bem preservada com muitos canais e pontes. 



A diversão começou pelo transporte, ônibus urbano. Foi difícil identificar o correto, porque todos os veículos só tinham informação em chinês. Nem número em algarismos arábicos, como em todos os outros ônibus que pegamos na viagem, aparecia. Mas como saímos de casa bem preparados, com o local de onde ele saia marcado no mapa e o nome do destino escrito em ideogramas no tablet, só tivemos o trabalho de ir comparando o letreiro na frente de cada ônibus estacionado com os desenhinhos. 


terça-feira, 1 de abril de 2014

Como visitar os Guerreiros de Terracota por conta própria

Coletânea de livros está crescendo. Já temos dois a venda. Clique na figura para comprar


Livro 1
Livro 2




















Olha, foi perfeito visitar os guerreiros por conta própria. Ficou absurdamente mais em conta que excursões, e o melhor de tudo foi chegar no museu na hora em que ele abre, muito antes das hordas que passam por lá todos os dia.

Mais informações de como e onde pegar o ônibus no nosso livro sobre a Ásia, o Livro 2

Como ir à Grande Muralha da China por conta própria

Foi moleza ir por conta própria. E muito, muito barato. Além disso chegamos lá bem antes das excursões e maioria de turistas. Tivemos a muralha basicamente só para nós durante um bom tempo do passeio. Quando começamos a ir embora, a descer de volta para a entrada, é que vimos como ficaria cheio o local.

Mais informações no livro sobre a Ásia.


Olhem a estação vazia.