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segunda-feira, 30 de março de 2015

Despedindo de Portugal antes de voltar ao Brasil

Não poderíamos voltar de Paris diretamente para Belo Horizonte. Para nós era inconcebível não passar em Lisboa para nos despedirmos não só dos amigos como de Portugal.

Afinal, Portugal virou nossa segunda pátria. Um país que aprendemos a amar. Que para nós sempre nos trará a sensação de estarmos em casa.

Confesso que não foi com muita tristeza que deixamos Paris, usando o RER, para o aeroporto de Orly, onde pegamos um voo super tranquilo - e barato -, da Vuelling para Lisboa.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Custo de vida em Paris

Afinal, quanto custaram nossos dois meses em Paris? Menos que o mês em 2013? Mais?

Em 2013 ficamos um mês morando em um pequeno apartamento no Marais. O custo em 2013 foi de 81,32 euros por dia para o casal. O que já tínhamos achado super bom. Dessa vez, os custos diários para o casal foram de 69,24 euros. Praticamente 15% de redução. Nada mal viver dois meses em Paris por menos de 35 euros por pessoa por dia, né?

Para ser sincero, tivemos mais conforto, comemos mais, bebemos mais e nos divertimos muito mais agora que em 2013. A maior diferença foi enfrentar o inverno. Foi ameno e mais ensolarado do que esperávamos, mas abril foi mais legal. Presenciar a mudança da estação, ver as árvores peladas em um dia e as folhas brotando no dia seguinte - e totalmente abertas uns três dias depois é muito bacana.

O apartamento desta vez foi maior e mais legal.

Sala do apê. Tinha até uma mini-varanda!  

segunda-feira, 16 de março de 2015

Paris vista do alto

A cidade de Paris oferece inúmeras opções de onde ver a cidade de locais altos. Os mais famosos são a torre Eiffel, a torre Montparnasse, o Arco do Triunfo e a Notre Dame. Todas tem belas vistas.

Seguem fotos para que você escolha o seu local preferido. O meu é a Notre Dame. Acho a localização excelente para ver a cidade do alto.



sexta-feira, 13 de março de 2015

Paris à noite

Algumas das muitas fotos noturnas que tiramos nos 2 meses que passamos por aqui. Para completar a boniteza, durante várias semanas a cidade esteve decorada para o Natal. 


quarta-feira, 11 de março de 2015

Subindo a Torre Eiffel pelas escadas

Eu já tinha subido na torre pelo método tradicional - elevador - em 2007. A vista é muito boa. Mas, para ser sincero, é tão alto que as vezes até fica sem graça. Fora que a poluição e o tempo podem deixar a vista bem mais ou menos.

Durante os dois meses em Paris, fiquei com vontade de ir de novo. A vista é um atrativo, um incentivo à parte. Mas o que eu queria mesmo era vencer o desafio de subir pelas escadas.

O site oficial diz que são 704 degraus da base até o segundo andar da torre. Para ir ao topo, o terceiro andar, pelas escadas, tem de comprar o complemento do ingresso no segundo andar da torre. E aí só elevador até o topo.

Nos dois meses que passamos aqui, escadas não faltaram. Teve as do Arco do Triunfo, as da Catedral de Notre Dame de Paris (3 vezes!) e muito mais. Mas nenhuma delas chega perto de ter mais de 700 degraus. Por isso achei que seria um desafio bem difícil.

Não é que não foi nada? Foi bem mais tranquilo que subir de escada no Arco ou na Catedral. É que, apesar dos muitos degraus, as escadarias da torre são abertas, possibilitando que você se distraia o tempo todo. Lógico que cansa, que é puxado. Mas dá para parar a cada dois lances, ler informações sobre a torre e sua construção, apreciar ângulos diferentes... Ou seja, o tempo passa e você, quando vê, já chegou ao primeiro andar.

Como tem coisa legal no primeiro andar além da vista! Muitos cartazes e filmes sobre a torre e a importância dela. Uma lista enorme de cópias suas pelo mundo. Vídeos mostrando várias celebridades que já visitaram e eventos que já ocorreram. E um ringue de patinação no gelo!

Vi um pedaço de uma corrida de bicicleta pelas escadarias. Sim, a pessoa subiu de bicicleta as escadas! Super incentivo para continuar a viagem para o segundo andar. E, de novo, a vista ajuda a passar o tempo. E um rapaz subindo com sua mala - sim, uma mala! - incentiva ainda mais.

Chegando ao segundo andar, a satisfação de conseguir chegar somada à vista dá uma sensação muito boa. E nem dá para suar muito. Pelo menos no inverno! É até o contrário, pois fazia muito frio. Quando fui, estava fazendo apenas 2 graus nos termômetros. Mas, à medida em que se sobe, o vento faz a sensação térmica despencar. Por isso, vá bem agasalhado, com luvas, gorro e cachecol.

O segundo andar tem, a meu ver, a melhor vista. É que não é tão alto quanto o terceiro. Ainda dá para ver bem os prédios e locais famosos da cidade. Não que o terceiro não mereça ser visitado - é que acho que uma vez só tá bom!

Gostei tanto que confesso que fiquei com vontade de ir de novo. Até porque a economia é legal: custa só 5 euros! E antes que achem maluquice, saibam tinha fila! Sim, fila para subir pelas escadas. Um número considerável de gente acha que é uma boa ideia.

O desafio.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Parc de la Villette

Outro parque de Paris mais afastado do centro e bem legal. Super modernoso. Afinal, nele fica o museu Cidade da Ciência e da Indústria, a geosfera que passa filmes em formato I-max, a cidade da música, um antigo mercado todo reformado - palco hoje de exposições e eventos, a nova filarmônica de Paris e muito mais.

Ele é um parque bem novo, e por isso meio maluco, já que usa novos conceitos arquitetônicos. Simplificando, é cheio de objetos espalhados que parecem não ter função alguma que não a decorativa. Foi bem criticado ao término de sua reforma. Mas eu achei bem legal.

O parque é relativamente longe de tudo, mas dá para ir fácil de metrô (linhas 5 ou 7). Fomos de metrô e depois voltamos para casa caminhado à beira do canal até chegar ao final da Bassin de la Villette. De lá fizemos um desvio pelo Boulevard de La Chapelle para conhecer a região chamada Little India e Little Sri Lanka de Paris. Bem legal e super colorida.
















domingo, 1 de março de 2015

A parte norte de Montmartre

Outro passeio diferente que fizemos em Paris foi pela parte norte de Montmartre. A região é para lá de famosa, mas a gente só se aventurava pela parte conhecida, ou seja, a região da Sacre Coeur.

Só que o outro lado do morro é tão legal quanto. E tem um aspecto bem diferente do resto da cidade: ruas estreitas, casas pequenas e ruelas sem saída.

Lógico que do outro lado do morro, quando ele termina, o bairro volta a ser bem estilo de Paris. Na verdade a gente começou o passeio pelo lado norte. Pegamos o metrô linha 4 até sem ponto final, a Port de Clignancourt, e fomos andando morro acima até a basílica, aproveitando para rodar o morro e conhecer o bairro com calma.

A prefeitura do 18°.

A Notre Dame de Clingnacourt.

Como todo bairro de Paris, é cheio das chocolaterias. 

Aqui não tem jeito. Tem que encarar muitas escadarias para subir o morro. 

Até chegar ao alto, onde fica a basílica. 

Atrás dela tem um pequeno e simpático parque.


Olhem a diferença no número de pessoas nas ruas. Lotado na parte mais conhecida... 

... e vazio na parte de trás. 

E parece Paris?

Uma delícia o bairro.

Tem ângulos para lá de legais. 

E bem diferentes. 

Uma pequena rua sem saída. 


E a famosa vista da frente da basílica. 

Que é linda de noite...

Ou de dia.