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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Um mês sem carro

Além de completarmos um mês de retorno a vida normal aqui em Brasília, completamos um mês sem carro. E olha, que faz um pouco de falta. Mas estamos conseguindo viver muito bem sem ele.

A Lud está indo e voltando de ônibus para o trabalho. Já aprendeu os horários e não gasta mais do que 30 minutos para fazer todo o trajeto: sair de casa, descer os 3 andares de escada, andar os 200 metros até o ponto de ônibus, rodar de ônibus exatos 6 quilômetros e 300 metros, andar 100 metros ate a porto do trabalho, pegar o elevador, andar todo o corredor e chegar na sala dela. Nada mal, né?

Também estamos nos virando bem com as compras. Temos um supermercado que fica a mais ou menos 600 metros de casa. A falta do carro só atrapalha em relação à quantidade de compras. Realmente não dá para trazer para casa de uma vez só vários quilos de comida e muito litros de bebida. Mas, como nossos armários de cozinha são pequenos, é até bom: não estamos estocando quase nada. A maioria das coisas que comemos é em fresca. Fora que ir e voltar quase todo dia no supermercado a pé, e encarar os 3 lances de escadas com as compras, ajuda a ficar saudável.

Lud embarcando no ônibus
Tanto que aqui em Brasília estou conseguindo emagrecer novamente. Durante todo o sabático perdi um ótimo peso. Que foi recuperado com acréscimos em BH. Tá certo que um pouco recuperei em Paris e Lisboa. Na verdade foi só decidirmos que era hora de voltar que comecei a ganhar peso. Entretanto, 1 mês em Brasília sem carro e tendo onde caminhar já me fez perder todo o peso adquirido no Brasil em 6 meses.

Além do supermercado perto, já fomos 5 vezes a outros mais longe. E novamente a pé. Um a 1.500 metros, outro a 1.900 metros e o mais longe a  2,3 quilômetros. Esse acaba dando quase 5 quilômetros para ir e voltar.

Duas vezes pegamos um ônibus para ir a supermercados mais distantes. Uma vez fomos no final da Asa Norte; outra, até a Leroy Merlin que fica depois da Asa Sul. E como fomos em horários fora do pico, foi rápido e tranquilo.

Fora isso temos um ótimo sacolão perto de casa, várias opções de comida a quilo e inúmeras padarias e farmácias. Tudo nas comerciais entre as quadras 408 e 409, 209 e 210, e entre 410 e 411. Todas são muito perto de casa.

Também aprendemos que na entrada das quadras 411 e 412 tem uma lanchonete com um cachorro-quente delicioso. E por um ótimo preço. Já fomos 3 vezes lá, e sempre a pé. Resumindo, estamos nos virando bem sem carro.

Só usamos táxi 3 vezes no mês passado. Uma para ir e voltar ao shopping, durante nosso primeiro fim-de-semana por aqui, para comprar um climatizador de ar. Sim, chegamos na época mais quente e seca do ano. Pelo menos já tivemos uns bons 5 ou mais dias de muito chuva para amenizar a secura e o calor. A outra vez foi uma noite que a Lud precisou ficar até de noite no serviço.

56 reais de táxi e 132 de ônibus/metrô foram todos os custos com transporte no primeiro mês morando por aqui. Vamos ver se, na hora que começar a chover mais, sentiremos falta. Por enquanto, diria que o saldo é só positivo. Tanto financeiramente como em qualidade de vida e de saúde.


Andar por caminhos agradáveis e plano ajuda e muito. 

2 comentários:

  1. Não estou sentindo falta de carro em sp, mas faço tudo num raio de 900 metros, o que geralmente não é possível numa cidade setorizada como bsb. Se a compra é grande, vou a pé e volto de táxi.

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  2. Oi, Lu! Você mudou pra São Paulo agora que a gente chegou em Bsb?

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