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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Japão: custos e impressões

Quanto tempo ficamos: 12 noites, 6 em Kyoto e 6 em Tóquio.
Média hospedagem:   27,98 euros por pessoa/dia
Média alimentação:   6,87 euros por pessoa/dia
Média atrações:   8,74 euros por pessoa/dia
Média transporte urbano:   4,82 euros por pessoa/dia

De onde e como viemos: Voamos de Seul para Osaka no Japão pela PeachAirlines. De lá ônibus até Kyoto.

Procedimento de fronteira: Super tranquilo. Nem brasileiros ou portugueses precisam de visto anteriormente. Só receber seu carimbo no passaporte e vai curtir a Coreia do Sul.

Duração: 1 hora e 35 minutos de voo e depois 55 minutos de ônibus.

Hospedagem Kyoto: Albergue reservado pelo hostelbookers. 52,08 euros por dia.
Hospedagem Tóquio: Apartamento airbnb. 52,08 euros por dia.

Para onde e como fomos: Voltamos à Europa. Voamos para Istambul e de lá para Amsterdã na Holanda.

Procedimento de fronteira: Primeiro na Turquia, onde a fila é sempre grande mas funciona bem. Não precisamos de visto mas existe um bom controle. Depois em Amsterdã. Super rápido e fácil. Afinal, voltamos à União Europeia. E sempre vale lembrar: Lud tem passaporte Português e eu tenho a autorização de residencial em Portugal.

Língua e comunicação: Japonês, é claro! Olha, das línguas asiáticas é a mais fácil de entender algo, de aprender a falar algo. Afinal, ela não é tonal como as outras. Então falar bom dia, boa tarde, obrigado, por favor é obrigação. Fora que é tão gostoso dar e receber bom dia. Os japoneses são super educados e prestativos. Mas o inglês não é muito falado não. Mas andamos para cima e para baixo, tudo por conta própria e não tivemos o menor problema.

Custo total: 59,54 euros por pessoa/dia. E depois a gente achava que o Japão ia ser absurdo de cara. Que nada. Conseguimos fazer de forma bem econômica e aproveitando muito, mas muito mesmo. Caro mesmo foi a visita ao parque da Disney em Tóquio 46 euros para cada um e o custo do transporte público.

Transportes: Andamos de trem normal, trem bala, metrô, ônibus urbano, ônibus interurbano, só não andamos de táxi. Todos são excelentes e relativamente fáceis de usar. Metrô é mais complicadinho por causa da quantidade de linhas, das diferentes operadoras e dos tamanhos das estações, principalmente quando junta estação de trem e de metrô no mesmo lugar. Mas é bem sinalizado e o pessoal para lá de prestativo.

Nota para o país: 9.9/10. Só não ganha 10 porque é muito longe!

Índice LudLeo de facilidade de viajar por conta própria: 8/10. É fácil mas a língua é uma barreira; Fora que não é tanta gente que fala inglês não. Bem menos que imaginávamos. Mas mesmo um japonês que não fale inglês vai fazer de tudo e mais um pouco para te ajudar se você pedir ajuda. Ou até mesmo se não pedir e estiver com cara de perdido.

Voltaríamos? Sim! Ainda tem muito para explorar. E como fomos na época das cerejeiras em flor, o ideal seria visitar o Japão no outono. Fora que o castelo de Himeji estava em obras quando visitamos o Japão. Mas já deve ter acabado ou perto de acabar.

Recomendado para: Todos que gostam de viajar. O Japão deve entrar na sua lista de destinos obrigatórios. É longe mas vale o esforço. Mas já que vai para tão longe, tente se programar para ir ou na época das cerejeiras em flor ou na época da mudança de cores das árvores no outono. São épocas ainda mais mágicas para se visitar o Império do Sol Nascente.

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