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domingo, 6 de março de 2016

Giethoorn, uma cidade ainda mais especial na Holanda

A Holanda tem várias cidades para lá de especiais, mas Giethoorn bate recorde. Se toda, ou quase toda, cidade holandesa tem seus canais, Giethoorn só tem canal. É uma cidade onde não passa carro. Ah, então é como Veneza? Por aí. A diferença é que Giethoorn é muito, muito menor. E muito, muito mais isolada.

Giethoorn é essa lindeza.
Confesso que pesquisamos e vimos que não seria fácil chegar lá de transporte público. Teríamos que pegar um trem de Amsterdã até a cidade de Steenwijk. Existe mais ou menos um trem por hora, o que é bom. O problema é o tempo de viagem, que varia conforme o horário. Vai de 50 minutos até 1 hora e 50.

Chegando em Steenwijk, é necessário pegar um ônibus até Giethoorn. Rapidinho, coisa de 15 minutos. Mas, somando o tempo de espera entre um transporte e outro, a coisa começa a complicar. E, se me lembro bem, daria em torno de 32 euros por pessoa para ir e voltar. Se quiser, consulte aqui as opções de transporte público.

Como na época éramos quatro (estávamos com meus primos), resolvemos alugar um carro. E mesmo pagando caro, pois alugamos o carro sem reserva - ou seja, pagamos o preço do balcão -, não ficou tão diferente. Carro + gasolina deu 40 euros por pessoa.

Ou seja, quem se programar consegue pagar bem menos. No nosso caso, compensou, pois, além de Giethoorn, usamos o carro para ir a Het Loo e a Zaanse Schans.

A viagem até Giethoorn foi tranquila e sem incidentes. A cidade fica uns 120 km de Amsterdã.

Chegando a Giethoorn, há um grande estacionamento junto ao posto de turismo da cidade, lanchonetes, banheiros e até um mercado. Aí é só andar um pouco até a cidade propriamente dita. E, lá, passear a pé ou alugar um barco, fácil de dirigir e silencioso (motor elétrico).

Marinheiros de primeira viagem. Tirando uns banhos de água na região da lago, não tivemos nenhum incidente. 
Barulho mesmo,r só nas batidas de barco. Junte um bando de marinheiros de primeira viagem, adicione uma chinesa maluca que conseguia trombar em todo mundo e a receita para o caos está feita. Tanta que uma das diversões locais (e nossa também!) era sentar em um banquinho próximo a um cruzamento aquático e apreciar os engarrafamentos e batidas. Fica a dica: vá cedo para fugir da hora do rush fluvial.

Trânsito pesado nas vias aquáticas. 
A única parte de que não gostamos do passeio de barco foi ter de passar por um grande lago turbulento. É que a rota é de mão única (o que não impede as colisões!). O roteiro roda a cidade toda, passa pelo lago (que balança bem e não é tão bonito) e retorna do outro lado da vila. O canal onde se devolve o barco é a única área de mão dupla.

Giethoorn tem também dois museus que podem ser visitados com o Museum Kaart da Holanda, aquele de que já falamos por aqui.














Locais se divertindo no ponto onde o canal de mão dupla encontra o canal de mão única da cidade.
Batidas aconteceram com frequência por aqui. 


Olha a hora do rush. A dica é chegar cedo. 



Um comentário:

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