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quarta-feira, 9 de março de 2016

Islândia: custos e impressões

Todos os dias na Islândia tinha arco-iris. 
Quanto tempo ficamos: 8 noites. 1 nos arredores de Reykyavik, 5 em locais diferentes ao longo da rota que contorna todo o país e, para terminar 2 noites em Reykyavik. 
Quando fomos: 27 de agosto a 4 de setembro de 2014
Média hospedagem: 33,56 euros por pessoa/dia
Média alimentação: 7,16 euros por pessoa/dia
Média atrações: 3,01 euros por pessoa/dia
Média transporte urbano: 34,52 euros por pessoa/dia (aluguel de carro + combustível)


De onde e como viemos: viemos de Copenhague na Dinamarca, voando para Reykjavik, onde já pegamos um carro e saímos passeando pelo país.


Voamos de Copenhague para a Islândia pela Icelandair. Excelente companhia aérea. O voo custou 105 euros por pessoa. 

Procedimento de fronteira: nehum! Queríamos tanto ter um carimbo da Islândia no passaporte. É só chegar, desembarcar, pegar a mala e cair na estrada.

Duração: 3 hora e 10 minutos de voo.


Hospedagem 1° dia: quarto nos arredores de Reykyavik alugado pelo airbnb. 57 euros por dia.
Hospedagem 2° dia: quarto em uma fazenda no meio do nada. 68 euros por dia.
Hospedagem 3° dia: quarto em Akureyri. 82 euros por dia.
Hospedagem 4° dia: quarto em um dos lugares mais isolados a que já fomos. 80 euros por dia.
Hospedagem 5° dia: quarto hotel fazenda. 89 euros por dia.
Hospedagem 6° dia: quarto em pousada. 81 euros por dia.
Hospedagem 7 e 8° dia: Apartamento airbnb em Reykyavik. 40 euros por dia.

Aqui um post sobre nossas estadias pela Islândia.

Para onde e como fomos: fomos para Nancy, na França.

Procedimento de fronteira: vários. O roteiro para chegar em Nacy incluiu 1 voo, 2 ônibus 1 um trem e quase 30 horas de viagem. Mais informações na página de Nancy.

Língua e comunicação: a língua é o islandês. Os escritos são lindos. É impossível dizer o nome de quase tudo. E de ler, e de gravar na cabeça. Mas para comunicar, o inglês é a língua de todos. Que falam como se nascessem falando.

Custo total: 96,42 euros por pessoa/dia. Talvez o mais alto de todos os países que visitamos até agora. Mas imaginávamos que seria muito mais caro que isso. O diferencial foi sair da Europa e não do Brasil, onde só de voos gastaríamos por volta de 2600 euros para nos dois.

Transportes: só usamos nosso carro alugado. As estradas alternam entre muito boas e  razoavelmente movimentadas a estradas bem ruins, todas de cascalho e muitas vezes para lá de desertas. Dirigir é muito fácil, a sinalização é razoável para boa e mesmo rodando a ilha toda, não tivemos problema com falta de posto de gasolina ou onde parar para comer e descansar. O maior perigo é ter algum vidro quebrado por causa das milhares de pedrinhas que vão voar e bater neles. Portanto, fica a dica: faça um seguro para vidro do carros. Custa só alguns euros e normalmente não vem no seguro tradicional já incluso no aluguel.

Índice LudLeo de facilidade de viajar por conta própria: 8/10. Muito, muito fácil. O que dificulta um pouco é que, sem um carro, você se limita bastante. O máximo que dá para fazer é o chamado Golden Circle, uma rota de ônibus na região próxima de Reykyavik (que já é absurdamente linda). Seria basicamente o que fizemos no primeiro dia de carro.

Voltaríamos? Lógico que sim. Mais um dos destinos top da viagem. Só Reykyavik que achei meia boca comparada com o resto do país (por isso, sugiro começar por ela, em vez de terminar, como nós fizemos). Eu voltaria pelos puffs e pela aurora boreal, que não conseguimos ver, pelas regiões pelas quais tivemos que passar direto ou nem chegar perto, como o noroeste do país, e rever as paisagens maravilhosas.

Recomendado para: quem quer ver um país com paisagens muito diferentes de todos os outros. A Islândia é incomparável. É preciso ser um pouco aventureiro e gostar de explorar a natureza. Cidades são poucas e pequenas: Akureyri, onde passamos a terceira noite, é a quarta maior cidade do país, com, pasmem, 17 mil habitantes.

Impressões: foi um dos pontos altos do sabático, um sonho realizado. Antes do sabático, achava que nunca conseguiria ir; é longe, caro, fora de mão... 8 dias acabou sendo pouco. Gostaria de ter ficado 2 semanas, aproveitado o fato de já estar lá. Rodaria menos a cada dia e aproveitaria com mais calma as paisagens fantásticas e a tranquilidade do país.

Foi bem mais fácil do que imaginávamos. Na nossa cabeça, depois que saíssemos de Reykjavik e da região do Golden Circle. seria tudo deserto. Seria difícil encontrar posto de gasolina, restaurante, banheiro... Que nada. É só não perder a oportunidade de parar em um deles quando aparecem! Em certos momentos, ficávamos um bom tempo dirigindo sem cruzar com ninguém. Havia trechos onde realmente não existia nada - nem um posto, nem uma vila. Mas isso faz parte. Ajuda até a dar um ar de aventura!

É um país caro, mas conseguimos explorar boa parte sem gastar uma montanha de dinheiro. As estadias e o carro foram caros, mas as atrações do país são basicamente de graça!  Exceções: as piscinas termais, como a Blue Lagoon, entre o aeroporto e a capital, e o similar que visitamos, uma piscina também azul, no norte do país. Mais em conta e praticamente deserta.

O povo é super simpático, fala um inglês perfeito e está sempre disposto a ajudar. Não falta informação na internet sobre como aproveitar a Islândia. É um destino bastante visitado, principalmente por americanos e canadenses. Olha que maravilha: nos voos da IcelandAir da América do Norte para a Europa, você pode fazer uma parada na ida ou na volta na Islândia sem um centavo a mais de custo. Gente, se eu morasse nos EUA ou Canadá ia todo ano para a Europa só para parar em Reykjavik. 

3 comentários:

  1. Olá, gostaria de saber se precisa comprar um cartão pré pago de combustível, ou todas as bombas de gasolina na Islandia aceitam qualquer cartão?

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    Respostas
    1. Em todos que usamos, conseguimos usar um cartão de crédito mastercard internacional sem problemas. O que ouvimos dizer que americanos é que costumam ter problemas. Parece que o cartão deles não tem senha igual o resto do mundo. Nesse caso, acho que o tal cartão pré pago é recomendado.

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    2. Ok Obrigada! E parabéns pelas viagens. Sou uma seguidora do blog de vcs! Adoro!!

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