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quinta-feira, 28 de abril de 2016

A verdade sobre a vida pós-sabático parte II

Antes de qualquer coisa, obrigado a todos que deram sugestões, que se solidarizaram comigo e que entraram em contato para oferecer um ombro amigo. Aviso que já ajudou.

O tempo anda ajudando. Foto do meu ponto de ônibus por volta das 7:30.
Após vários dias pensando e analisando "onde foi que eu errei?", a resposta acabou sendo óbvia. Em 2012, uma das razões pelas quais resolvemos sair para um sabático foi o fato de eu estar incrivelmente chateado com o trabalho. E ao voltar, em 2015, o que fiz? Um concurso para voltar para o mesmo emprego. Como dizem, insistir no erro é burrice. Foi mesmo.

Mas tive lá minhas razões. Confesso que o problema foi a pressão social: todo mundo falando que o Brasil não tem jeito, que o desemprego está nas alturas etc. Preferi mirar no mais fácil e teoricamente garantido. Fora o receio de ficar apenas estudando para outro cargo e de acharem que sou um espertalhão que queria ficar encostado, se aproveitando da esposa trabalhadora.

Em retrospectiva, é fácil ver que errei. Devia ter escolhido um cargo público que realmente me interessasse e me dedicado a ele, ponto. O  problema é que muitos concursos foram suspensos em 2016, então talvez também não fosse a solução ideal. 

Enfim, agora o jeito é olhar pra frente. Conto mais a respeito no próximo post.

5 comentários:

  1. Oi, Lud e Leo! Não sei se lembram de mim, mas sempre comentava por aqui, acompanhei todo o período pré e pós-sabático.
    Hoje estou morando em Dijon e terminando meu Master (também sou uma apaixonada pela França! hehehe) e tive alguns insights lendo os posts aqui e os da Lud... gostaria muito de escrever pra vocês pra trocar uma ideia. Seria possível? :) Bisous!
    Bia

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    Respostas
    1. Oi, Bia! Que delícia, Dijon! E parabéns pelo mestrado quase terminando.

      Escreve pra gente, sim! Manda pra ludmilasiqueira arroba gmail ponto com, please.

      Beijos!

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  2. Olá Leo e Lud,
    Adorei o vosso blog e admiro muito o que fizeram. É preciso coragem, perseverança e muita determinação, parabéns. Viver a vida como na verdade desejamos não é para todos!
    Percebo que agora seja muito difícil voltar à "vidinha" normal. A maioria das pessoas não pára para pensar na VIDA e nas inúmeras hipóteses que ela nos oferece.....e vcs fizeram isso, sabem o que querem o que vos traz felicidade. Contudo, julgo que será possível encontrarem na "vidinha" motivos entusiasmantes e motivadores para programarem a próxima viagem. Por vezes tb dou por mim a pensar "o que estou a fazer?"....."eu não quero nada disto, eu quero é conhecer o mundo, a vida".
    Coragem e determinação agora tb vai se necessário. Beijos e obrigada pela partilha
    Lara

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  3. A Lud tem razão: se fosse bom, não precisavam te pagar pra vc fazer...
    Courage!

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  4. (e o ombro tá à disposição)

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