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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

De Viena para Budapeste de onibus

Tchau, Viena! Olá, Budapeste!


Fizemos o trecho de ônibus. Não foi barato - custou 22 euros comprados pelo site da Eurolines austríaca -, mas foi bem mais em conta que o trem. E, em termos de tempo, foi praticamente a mesma
coisa.

Continue lendo o post logo abaixo !
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O blog mudou: agora as informações e as fotos estão disponíveis, de maneira muito mais organizada e temática, em livros. Já são oito, dois deles gratuitos (Holanda e Nice). Basta clicar na capa do livro para ir para a página de venda ou, no caso dos livros que são de graça, de download.

Outra opção é entrar em contato conosco por meio do e-mail ludleopelomundo@gmail.com. Por ele passaremos a informação de como comprar todos os livros já lançados e - ainda a serem lançados este ano! - por apenas 30 reais. Se a pessoa já comprou algum dos livros, a gente abate do valor de 30 reais o valor já pago.

Divirtam-se! 




















































































O livro 1 tem 50 páginas e relata nossa passagem pela Malásia, Cingapura, Tailândia, Vietnã e Camboja. São mais de 80 fotos, toda a logística de transporte e hospedagem, os custos diários, mais de 40 dicas e link para um mapa na internet com todos os locais pelos que passamos corretamente indicados, com mais detalhes e informações. 

O livro 2 tem 112 páginas e conta a viagem pela China, Macau, Hong Kong, Coreia do Sul e Japão. São mais de 200 fotos, toda a logística de transporte e hospedagem, informações de como ir por conta própria até a muralha da China, ao museu com os guerreiros de terracota, à pequena Zhujiajiao (a Veneza da China), uma dica importante para economizar com o trem bala no Japão (que não é o passe da JR), os custos diários e mais de 50 dicas. O livro também traz acesso aos mapas na internet com mais informações e todos os locais que visitamos, e mais alguns que achamos que demos bobeira em perder, corretamente marcados e indicados. 

O livro 3 tem 167 páginas e narra a aventura de 2 semanas em Copenhague e a nossa volta de 8 dias pela fantástica Islândia. São mais de 300 fotos e 50 dicas. Como os demais livros, traz todo os custos da viagem, a logística de transporte e estadias e os tradicionais mapas. E olha que achar no mapa o local certo de algumas das atrações na Islândia não é fácil, não. Com nosso mapa, você não vai ter esse problema. 

O livro 4 tem 232 páginas e é sobre o mês que passamos no verão europeu de 2013 viajando por Polônia, Suécia, Estônia, Finlândia, Noruega, Lituânia e Estônia. De quebra colocamos o relato de nosso retorno à Finlândia no final de 2013 em busca da famosa aurora boreal. Não ficou cronologicamente correto, mas geograficamente está perfeito. São mais de 400 fotos e 20 dicas (menos dicas do que o de costume porque são países mais fáceis de explorar).

O mais bacana são as explicações de como ir por conta própria da cidade de Cracóvia para o campo de concentração de Auschwitz e para a mina de sal de Wieliczka, assim como fazer o passeio conhecido como Norway in a Nutshell, comprando tudo sozinhos em vez de usar um pacote. A economia paga o preço do livro um monte de vezes! 

Além disso, a logística de transportes e estadias, os custos diários e totais e dicas para fotografar a aurora boreal. É que a danada não é fácil, não. Também disponibilizamos links para os mapas dos destinos, com as atrações, estadias, meios de transporte e mais assinalados corretamente e com mais informações. 

O livro 5 tem 259 páginas e é traz as informações e relatos dos 45 dias que passamos no final da primavera e início de verão de 2014 viajando por Bulgária, Romênia, Sérvia, Macedônia, Albânia e Montenegro. São mais de 400 fotos e 60 dicas, principalmente sobre se locomover na região, que sem dúvida é uma das menos fáceis da europa. 

O livro 6 tem 262 páginas e é sobre a primeira metade da aventura pelos Bálcãs, viajando pela Croácia, Bósnia Herzegovina, Eslovênia e depois seguindo para a Áustria e Hungria. São mais de 400 fotos e 30 dicas.
O livro traz a logística da viagem, dicas de como se locomover de uma cidade para outra, além dos custos total da viagem. 

De quebra, em todos os livros, fornecemos links para mapas na internet com todos os locais citados corretamente marcados, facilitando quem queira viajar para esses locais.

O livro 7 traz o nosso mês pela Holanda após a viagem para China e Japão e o livro 8 o mês em Nice, exatamente antes dessa viagem. Esses dois volumes são gratuitos. 






































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(continuação do post)

De Viena para Budapeste de ônibus


Nosso ônibus saiu às 11:50 e chegou pontualmente em Budapeste na hora marcada, 14:45. E saiu completamente lotado. Acho que se a gente tivesse deixado para comprar na hora não teria lugar.

As informações práticas de onde pegar o ônibus em Viena, como foi a viagem e o que é necessário fazer antes do embarque estão no nosso livro 6 e em seu mapa.  

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Custo, impressões e estadias pela Áustria

Foi nossa segunda vez na Áustria (a primeira foi em dezembro de 2008). Naquela época foram 9 noites, sendo 1 em Innsbruck, 3 em Salzburgo e 5 em Viena. Agora foram novamente 9 noites: 2 em Graz e 7 em Viena.

Foi ótimo conhecer o país em outra época do ano. A diferença foi muito grande: dias longos e finalmente céu azul. Em 2008, só em Salzburgo, e por um dia, a gente pegou tempo bom. O resto foi céu nublado e até neve.

Simpático cartaz de boas-vinda a Viena. 





Em Graz,  os dois dias que passamos foram bem ruins em termos de tempo. Sol, só por praticamente uma hora no final do último dia. Fiquei impressionado como Graz é pequena. E olha que ela é a segunda maior cidade da Áustria! O país tem quase 9 milhões de habitantes e quase 2 milhões vivem em Viena. Graz tem apenas 270 mil.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Primeiros dias em Viena

Estivemos em Viena em dezembro de 2008, junto com um casal de amigos. Não preciso nem dizer que agora, neste retorno, lembramos toda hora com carinho deles. Maurício e Thaís, vocês estão fazendo muita falta.

Quem está fazendo muita falta também é o sol. Em 2008, foram 5  noites por aqui. Além do frio e dos dias curtos, não tivemos nem uma amostra de céu azul em Viena. Agora em 2014, tirando as temperaturas, os primeiros dias foram iguais. Nada de sol. E para piorar, muita chuva.
Momento de melhor tempo até agora. Tem uma nesga de céu azul ali à esquerda!

Viena e o sol

É, bom tempo muda tudo. A gente já falou que em 2008 passamos por Viena e não sentimos muito amor pela cidade. Nos primeiros dias da nossa semana por aqui agora, a mesma coisa. Tempo feio e sentimentos ainda dúbios.

Mas foi só o sol aparecer e a cidade começar a nos encantar. Sério, não é para menos que Viena foi a capital do Império Austro-Húngaro. É uma cidade realmente de porte imperial.

Prédios lindos, palácios gigantescos, museus e igrejas imponentes, muitas estátuas e parques, muitos parques. E, como era verão, tudo muito verde, florido e muito, muito organizado.

Depois de muito conversar e trocar ideias, chegamos a conclusão de que Viena é um senhor destino. Principalmente para quem vem pela Europa pela primeira vez. Sabe aquilo que uma pessoa espera da Europa? Organização, beleza, cafés, restaurantes, confeitarias, museus, palácios, ruas de pedestres, igrejas gigantes, concertos, artistas tocando música pela rua, boa comida, lojas de grife chiquetérrimas, galerias lindas, passeios de carruagem... Viena tem tudo isso.

Fora que ela ainda é bem localizada. De Viena dá para ir fácil fácil para Bratislava, capital da Eslováquia. Não é uma senhora cidade mas é outro país. Viena também é perto de Budapeste, uma cidade sobre a qual somos suspeitos para falar porque é a nossa Paris do leste. E ainda é perto de Munique, é perto de Salzburgo, é perto de Ljubljana!
Todos os destinos ficam mais lindos com um belo céu azul.

Dia chuvoso em Viena? Aproveite para ir a museus!

Museus não faltam em Viena. Por isso, como o tempo continua não ajudando, resolvemos passar parte do dia em um deles.

O escolhido foi o museu de História da Arte de Viena. Um senhor museu. Além de muitas coisas legais, a entrada e o salão inicial com as escadarias é de cair o queixo. Valeu demais a manhã. Só achei caro o ingresso: 14 euros. Mas em Viena é tudo caro mesmo.

Por fora o prédio está em reforma, mas por dentro está maravilhoso. O hall de entrada é deslumbrante, e a coleção de quadros é muito boa. O mesmo vale para as demais coleções do museu. Gostamos bem da parte egípcia e da parte de arte decorativa.

O domo do museu. Quem vocês acham que inaugurou o prédio? Nosso amigo Franz Joseph, claro!

Viena: não somos muitos fãs, mas você deve visitá-la

Seguem algumas fotos dos meus locais preferidos de Viena para ajudar vocês a se convencerem a vir para cá e me chamarem de chato com mais propriedade. Afinal, como não amar uma cidade destas?

Começo com meu prédio preferido, a prefeitura. Que coisa linda é a prefeitura de Viena. Um dos prédios mais legais do mundo, em minha opinião. E, como era verão, estava rolando festival de comida e cinema no parque em frente ao prédio.



domingo, 17 de agosto de 2014

Melk

Hallstatt, quase foi desta vez.

Quem nunca pensou em ir a Hallstatt? Aposto que só quem não teve Windows 95 e 98. Era moda ter essa cidade austríaca como fundo de tela.

No final do outono de 2008, a poucos dias do início do inverno - ou seja, já muito frio por estas bandas -, a gente fez uma viagem pela Áustria. No roteiro, Innsbruck, Salzburg e Viena. Pensamos em ir à Hallstatt mas a falta de informação, o tempo escasso e o tempo frio e sem sol nos desanimou. Deixamos o sonho para o futuro.

O famoso fundo de tela de Hallstatt.
Agora em 2014, em Graz, já mais escolados e experientes, pensamos em ir de novo. Nossos planos eram passar uma tarde em Graz, meio que matando tudo que a gente queria ver; e usar o dia inteiro que teríamos lá para ir a Hallstatt.

De novo o tempo não ajudou. Só chuva, tanto em Graz quanto em Hallstat. Desistimos de novo.

Já em Viena, novamente flertarmos com a ideia. O tempo melhorou. Previsão de belo dia de sol. O problema: custo. Ir e voltar, além das quase 9 horas de transporte no total, custaria quase 200 euros para nós dois. Totalmente fora do nosso orçamento.

Foi aí que achamos uma barganha da companhia de trens austríaca: 35 euros para um grupo de pessoas (2 a 5 pessoas) viajarem o quanto quisessem. Durante a semana, de 9 da manhã à 3 da manhã do dia seguinte. Nos fins de semana vale, o dia todo. É o Einfach Raus Ticket.

Madrugamos e fomos para a estação oeste de Viena. Lá compramos a passagem. O plano era pegar o trem das 6:50. Ele iria até Attnang-Puchheime e de lá trocaríamos para o trem para Hallstatt.

Na hora de embarcar, fomos perguntar para o fiscal se precisava validar a passagem antes. Ele disse que não, mas não poderíamos embarcar naquele trem. Era um IC e a passagem era só para os trens R alguma coisa.

Próxima tentativa, o trem que sairia às 7:30. Em vez de ir até Attnang-Puchheime, pararíamos em Linz, trocaríamos para outro R até Attnang-Puchheime e de lá continuaríamos o plano original.

Na hora de embarcar, tinha uma multidão na plataforma - o que nos fez acreditar que todo mundo sabia da passagem promocional. Conseguimos sentar, bem felizes, até que chega o fiscal.

E a gente também não podia usar aquele trem. Ele era um RJ alguma coisa, não um R alguma coisa! A passagem só valia nos trem R puros ou REX. O fiscal disse que para Hallstatt não tem como ir só usando esses trens, que são lentos (e regionais - explicado o R). Até tem conexão, mas, segundo ele, não dá é tempo. Demora demais.

A gente poderia comprar com ele a passagem normal, a de quase 100 euros (só a ida!) e ele iria abater os 35 que a gente já tinha gasto. Achamos isso superbacana (passagem correta em vez de multa), mas continuamos pensando que quase 100 euros era muito caro. Perguntamos se poderíamos descer na próxima estação e voltar para Viena em um trem R. Ele disse que sim.

10 minutos depois descemos no meio do nada - nem o nome do local a gente lembra -, tristes e sem saber o que fazer. 35 euros jogados fora? Foi aí que vimos que, de onde estávamos, 3 minutos depois sairia um trem R purinho para Melk. Corremos, embarcamos e lá fomos nós.

Melk foi um dos destinos que conhecemos em 2008. Na ida de trem de Salzburg para Viena paramos lá. O plano era visitamos a abadia super famosa, mas também nos demos mal.

Abadia de Melk.
Na baixa temporada só é possível visitar fazendo parte de passeios guiados, e só tinha às 11:00 e 13:00. Nós chegamos poucos minutos depois do último grupo sair.

Só conhecemos a abadia por fora. Demos uma voltinha na cidade e aproveitamos para almoçar, tudo isso para gastar o tempo antes do próximo trem seguir para Viena.

Dessa vez não demos azar em Melk. Tempo lindo como há muito a gente não via, abadia acabando de abrir quando chegamos (8:30) e poucas excursões no local.

Visitamos o pequeno museu - bobinho para ser sincero -, vimos a deslumbrante biblioteca (que infelizmente não pode ser fotografada) e a igreja de cair o queixo de linda. Nela pode fotografar, mas só da entrada. Uma pena.

Depois passeamos pelos jardins que ficam ao lado. Como dá para ver pelas fotos, valeu o passeio.

Desta vez não comemos em Melk. Só demos uma voltinha e reencontramos o restaurante de 2008. Às 11:40 já estávamos pegando o trem de volta para Viena.

No final saiu em conta. Uma passagem para duas pessoas, ida e volta para Melk de Viena, comprada no mesmo dia, sairia por 60 euros. Portanto, foram 25 de economia.

Mas, sinceramente, fiquei triste de mais uma vez Hallstatt ter me escapado. Talvez seja melhor assim: um lugar que sempre será um destino ainda a visitar, para deixar sempre a chama das viagens acesa.

Da estação de trem já dá para ver a abadia. 
A cidade é pequena. A rua principal é bem fofa. 

Entrada da abadia.

Esta é a sala mais bonita que pode fotografar. 
Vê se acha o Hércules aí. Pista: ele está usando a pele do leão da Nemeia e brandindo um porrete. 
Esta é a vista que se tem da Abadia. Nada mal. 
Escada que desce da biblioteca para a área da igreja. 
Que é lindona. Mas só dá para visitar um pequeno pedaço. 
Na teoria não podia tirar foto aqui. Mas não resistimos. 
A entrada para a abadia dá direito ao terraço panorâmico. Pergunta se alguém informa isso quando você compra?
E dele tem a vista não só da abadia mas desse lindo jardim que fica ao lado. 

Que o ingresso também dá direito a entrar. Novamente, nada de  informações. 

Voltando para Melk. Em 2008 tiramos uma foto no mesmo lugar. A diferença são as árvores,
que estavam peladas e agora estão cheias de folhas. 


A abadia de Melk vista do rio Danúbio. 

Dia bonitão. 
Parque simpático onde ficamos esperando a hora do trem de volta para Viena. 

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Maribor para Graz de trem

Despedimo-nos da Eslovênia comendo nosso último burek já dentro do trem que pegamos de Maribor para Graz na Áustria. Estava excelente e era enorme, como sempre.

Foi uma viagem sem nenhuma emoção ou fato marcante, super padrão Europa Ocidental. Trem pontual, moderno, confortável, com aviso sonoro e também em de letreiros eletrônicos, que indicavam qual a próxima estação.

Foram 1 hora e meia de viagem, incluindo 17 minutos de troca de trem na cidade de Spielfeld, a primeira já em território austríaco. Fronteiras totalmente inexistentes. Nada de controle de passagem ou de passaporte. E por coincidência, a gente viu logo depois na tv um programa francês falando que apesar de já fazerem parte da União Europeia, o controle de fronteiras da Bulgária, Romênia e Croácia ainda não são totalmente confiáveis. Por isso, acaba ficando para a Eslovênia uma responsabilidade bem grande, de ter um controle bem forte. Acredito que a Hungria tenha a mesma responsabilidade.


Estação de Maribor. Aqui não tinha nada de festa estranha/com gente esquisita, não. 

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Graz

Apesar de já conhecermos um pouco da Áustria (estivemos por aqui em 2008 por breves 9 noites), Graz era um destino inédito. Na verdade, todo o retorno à Áustria foi causado por dois motivos: geografia e segunda chance.

Praça da prefeitura com a mesma ao fundo. Bonito prédio e bela fonte com estátuas representando
os 4 grandes rios austríacos.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Dicas culinárias na Eslovênia e na Áustria

A gente não fala muito de comida. E o motivo é um só: não comemos muito fora de casa.

O que é sem dúvida a forma mais fácil de economizar durante o sabático. E, aliando o útil com o necessário, este ano estamos tentando emagrecer. Sabe quando você volta para casa depois de uma viagem com uns quilinhos a mais na bagagem? Imagina se a viagem dura um ano inteiro. Eu até consegui manter o peso durante o primeiro ano. A Lud ganhou uns poucos. No Brasil ela perdeu esses poucos e eu os ganhei! Portanto, uma das metas do ano é emagrecer.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Suíça, Áustria e Praga em 2008

Em 2008, pensamos em viajar pelo Brasil mesmo. Nossa ideia inicial foi conhecer Gramado e região no fim do ano. Começamos a pesquisar e ficamos pasmos com os preços. Achamos tão caro que acabamos indo novamente para a Europa.

Nosso roteiro: uma rápida passagem pela Suíça, Áustria com puxadinhos para Bratislava e Budapeste, terminando a viagem com chave de ouro em Praga.

Foram 17 noites, em um delicioso clima bem frio, com direito a neve e tudo mais. Nosso voo do Brasil chegava em Genebra e voltava de Praga.

Nessa viagem só andamos de trem. E foi excelente. Tirando a ida para Bratislava, não teve um segundo de atraso ou problema por causa da neve. E ver as paisagens dos alpes suíços e austríacos (no calor e conforto) da janela do trem valeu a pena.

A viagem foi especial porque tivemos a companhia de um casal de grandes amigos, Thaís e Maurício. Foi ótimo viajar com eles. Estão mais do que convidados para nos acompanhar novamente, e agora levando a fofura que é o Mauricinho.

Voamos BH-Rio-Paris-Genebra e na volta Praga-Londres-São Paulo-BH pela TAM. A passagem custou  quase 2.000 reais por pessoa, comprada com 6 meses de antecedência. Na Suíça, compramos por 97 francos nossas passagens de trem entre Geneva->Berba->Lucerna->Zurique->Fronteira com a Áustria. Na Áustria, um novo passe de 150 euros para os trechos Fronteira->Innsbruck->Salzburgo->Melk->Viena->Praga.

A Suíça é um país realmente caro. Hoteis então, cada um mais extorsivo que o outro (mas pelo menos todos tinham um farto e delicioso café da manhã). Compensamos os custos ficando pouco tempo, comendo muito em barraquinhas de ruas e feiras de natal e passeando muito a pé. O bom é que a maioria das atrações Suíças são as paisagens, as ruas das cidades, os prédios com arquitetura diferente da nossa.

A Áustria foi um ótimo destino. Adoramos Innsbruck. Salzburgo é maravilhosa. Viena não nos encantou muito. É mais uma cidade a que temos que voltar para dar um segunda chance. Lud passou mal por lá (labirintite), o que também não ajudou. Mas foi divertido: tinha a Demel (uma das melhorias confeitarias que já conhecemos) e permitiu ótimos passeios de um dia para Bratislava e para Budapeste.

Vitrine da Demel
Para Budapeste fomos de ônibus. Passamos um dia na cidade e voltamos no final do dia para Viena. Ficamos encantados e já adicionamos a cidade à lista de destinos que temos que conhecer melhor. Lá tivemos que nos virar para comprar comida na hora do almoço. As meninas que trabalhavam na padaria não falavam nada de inglês; a gente, nada de húngaro. Depois de muita mímica e risadas conseguimos não só comprar pãozinhos como pagar em euros e receber o troco em moeda local, que  a gente queria para levar para o pai da Lud, colecionador de dinheiros estrangeiros.

Bratislava é bem pequena. E não tem nada em comum com a cidade do filme Eurotrip.

Bratislava do filme Eurotrip
Pelo contrário: é bem arrumadinha. Mas foi o destino que mais passamos frio na viagem: estava congelante, e a chuva que começou a cair aumentou ainda mais a sensação de frio. Sem falar do vento cortante... Lud e Thaís rapidinho se esconderam no restaurante enquanto eu e Maurício aguentávamos o frio para tirar umas fotos.

Bratislava verdadeira
Praga é muito bonita. Dizem que é a Paris do leste europeu, mas todas cidades querem ser a Paris de alguma coisa. Sinceramente, achei Budapeste mais Paris que Praga. Não tem como negar, no entanto, que praga seja linda. E barata. O leste europeu é realmente mais em conta que o resto da Europa. E como é um destino bem turístico, em Praga não tivemos problemas de comunicação.

Apesar do frio, o que na verdade até gosto e prefiro, a época da viagem foi ótima. Toda cidade tinha feiras de natal. É um período muito bom de ir à Europa: ver neve no Natal é muito legal para a gente que não está acostumado.

Estava um pouco frio
Em Innnsbruck, resolvemos ir a uma linda igreja para ver um coral gratuito. Na verdade, a gente achava que era um coral gratuito. Nosso alemão capenga só nos fez entender a palavra "grátis". O que teve foi uma missa, com um projetor passando um powerpoint de imagens sagradas e música de cd. Achamos bem estranho. Entre uma música e outro, saímos de mansinho para não atrapalhar, recebendo umas encaradas mal-humoradas dos velhinhos austríacos.

Nossos hoteis:

Em Genebra, o Hotel Suisse, reservado pelo site da prefeitura, dando direito ao passe de transporte público e a um passeio pela cidade em um trenzinho de rodas.
Em Berna, o Continental Bern.
Em Lucerna, o Waldstaetterhof Swiss Quality Hotel.
Em Zurique, um hotel da época da I Guerra Mundial (o rádio que tinha no quarto definitivamente foi usado nas trincheiras), o Hotel Arlette.
Em Innsbruck, um hotel onde até o Mozart ficou hospedado, o Weisses Kreuz.
Em Salzburgo, alugamos um apartamento. Muito bem localizado e maravilhoso. Era tão bom e confortável que era difícil tirar a Lud de casa para passear com o tempo de quase 0 graus (ela preferia ficar na poltrona gigante de couro, atracada com uma garrafa de Bailey's).
Em Viena, ficamos na Pensão Kraml.
Para finalizar, em Praga ficamos em um hotel/apartamento, o Aparthotel City 5.