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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Como ir do aerporto de Budapeste para o centro da cidade

Já visitamos Budapeste 3 vezes: em uma excursão bate e volta a partir de Viena em 2008, em 2013 vindo de Florença na Itália, e em 2014 vindo de ônibus novamente de Viena.

Para quem chegar pelo aeroporto, como foi nosso caso em 2013, é bem fácil usar o transporte público para ir ao centro da cidade. Primeiro você compra as os bilhetes nas lojas de revista Relay. O carnê com 10 bilhetes saiu por 3 mil florins. Comprando individualmente, paga-se 350 florins por cada bilhete. Ou, na mão do motorista de ônibus, 450.

O ônibus é bem na porta da saída do terminal, um pouco para a direita. É o número 200E. Dentro do ônibus, valide seu bilhete nas máquinas. Não tem como errar. 

Desça no ponto Kobanyax-Kipest, que será o 9º ponto. Dentro do ônibus, um letreiro indica o nome do próximo ponto e o sistema de som anuncia. Como o ponto em questão é onde os turistas que vão para o centro descem, o anúncio sonoro é feito em inglês também. 

Do ônibus é só seguir as placas, ou fluxo de pessoas, subir as escadas e entrar na estação de metrô. No final da escada, há máquinas para validar outro bilhete - sim, você precisa de um para cada transporte. 

Pegue o metrô M3 na direção Ujpest-Kozpont. Dentro do metrô tem todas as informações de cada linha. A linha 3 se liga às linhas 1 e 2 no centro.

Uma coisa legal do metrô de Budapeste: os metrôs são todos pintados da cor da linha. Linha 3, azul.

Buda vista de Peste



Peste vista de Buda


Catedral de Santo Estevão em Budapeste

Com direito a mão mumificada do santo e tudo. 


Praça dos Heróis em Budapeste

Ô pracinha bonita. E deu sol quando chegamos lá. Já falei que eu adoro Budapeste? Se não falo de novo: adoro Budapeste.

E tem cada estátua legal nesta praça. Mas vou deixar as fotos falarem por mim. 


Ruas de Budapeste: 2013



Parque de Budapeste

Aina não está convencido de ir para Budapeste? Deixa eu tentar ajudar mais um pouco:



De Viena para Budapeste de onibus

Tchau, Viena! Olá, Budapeste!


Fizemos o trecho de ônibus. Não foi barato - custou 22 euros comprados pelo site da Eurolines austríaca -, mas foi bem mais em conta que o trem. E, em termos de tempo, foi praticamente a mesma
coisa.

Continue lendo o post logo abaixo !
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O blog mudou: agora as informações e as fotos estão disponíveis, de maneira muito mais organizada e temática, em livros. Já são oito, dois deles gratuitos (Holanda e Nice). Basta clicar na capa do livro para ir para a página de venda ou, no caso dos livros que são de graça, de download.

Outra opção é entrar em contato conosco por meio do e-mail ludleopelomundo@gmail.com. Por ele passaremos a informação de como comprar todos os livros já lançados e - ainda a serem lançados este ano! - por apenas 30 reais. Se a pessoa já comprou algum dos livros, a gente abate do valor de 30 reais o valor já pago.

Divirtam-se! 




















































































O livro 1 tem 50 páginas e relata nossa passagem pela Malásia, Cingapura, Tailândia, Vietnã e Camboja. São mais de 80 fotos, toda a logística de transporte e hospedagem, os custos diários, mais de 40 dicas e link para um mapa na internet com todos os locais pelos que passamos corretamente indicados, com mais detalhes e informações. 

O livro 2 tem 112 páginas e conta a viagem pela China, Macau, Hong Kong, Coreia do Sul e Japão. São mais de 200 fotos, toda a logística de transporte e hospedagem, informações de como ir por conta própria até a muralha da China, ao museu com os guerreiros de terracota, à pequena Zhujiajiao (a Veneza da China), uma dica importante para economizar com o trem bala no Japão (que não é o passe da JR), os custos diários e mais de 50 dicas. O livro também traz acesso aos mapas na internet com mais informações e todos os locais que visitamos, e mais alguns que achamos que demos bobeira em perder, corretamente marcados e indicados. 

O livro 3 tem 167 páginas e narra a aventura de 2 semanas em Copenhague e a nossa volta de 8 dias pela fantástica Islândia. São mais de 300 fotos e 50 dicas. Como os demais livros, traz todo os custos da viagem, a logística de transporte e estadias e os tradicionais mapas. E olha que achar no mapa o local certo de algumas das atrações na Islândia não é fácil, não. Com nosso mapa, você não vai ter esse problema. 

O livro 4 tem 232 páginas e é sobre o mês que passamos no verão europeu de 2013 viajando por Polônia, Suécia, Estônia, Finlândia, Noruega, Lituânia e Estônia. De quebra colocamos o relato de nosso retorno à Finlândia no final de 2013 em busca da famosa aurora boreal. Não ficou cronologicamente correto, mas geograficamente está perfeito. São mais de 400 fotos e 20 dicas (menos dicas do que o de costume porque são países mais fáceis de explorar).

O mais bacana são as explicações de como ir por conta própria da cidade de Cracóvia para o campo de concentração de Auschwitz e para a mina de sal de Wieliczka, assim como fazer o passeio conhecido como Norway in a Nutshell, comprando tudo sozinhos em vez de usar um pacote. A economia paga o preço do livro um monte de vezes! 

Além disso, a logística de transportes e estadias, os custos diários e totais e dicas para fotografar a aurora boreal. É que a danada não é fácil, não. Também disponibilizamos links para os mapas dos destinos, com as atrações, estadias, meios de transporte e mais assinalados corretamente e com mais informações. 

O livro 5 tem 259 páginas e é traz as informações e relatos dos 45 dias que passamos no final da primavera e início de verão de 2014 viajando por Bulgária, Romênia, Sérvia, Macedônia, Albânia e Montenegro. São mais de 400 fotos e 60 dicas, principalmente sobre se locomover na região, que sem dúvida é uma das menos fáceis da europa. 

O livro 6 tem 262 páginas e é sobre a primeira metade da aventura pelos Bálcãs, viajando pela Croácia, Bósnia Herzegovina, Eslovênia e depois seguindo para a Áustria e Hungria. São mais de 400 fotos e 30 dicas.
O livro traz a logística da viagem, dicas de como se locomover de uma cidade para outra, além dos custos total da viagem. 

De quebra, em todos os livros, fornecemos links para mapas na internet com todos os locais citados corretamente marcados, facilitando quem queira viajar para esses locais.

O livro 7 traz o nosso mês pela Holanda após a viagem para China e Japão e o livro 8 o mês em Nice, exatamente antes dessa viagem. Esses dois volumes são gratuitos. 






































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(continuação do post)

De Viena para Budapeste de ônibus


Nosso ônibus saiu às 11:50 e chegou pontualmente em Budapeste na hora marcada, 14:45. E saiu completamente lotado. Acho que se a gente tivesse deixado para comprar na hora não teria lugar.

As informações práticas de onde pegar o ônibus em Viena, como foi a viagem e o que é necessário fazer antes do embarque estão no nosso livro 6 e em seu mapa.  

Budapeste, de novo

Da Áustria a estrada nos trouxe novamente à Budapeste. É a terceira vez que visitamos a cidade. A segunda, inclusive, também foi vindo de Viena.

Dessa vez viemos em uma época ótima. Pleno verão, muito sol, muito calor e muita gente. Ficaremos por aqui uma semana. Esperamos continuar adorando Budapeste após este período. É que das vezes anteriores foram passagens curtas, totalizando 4 dias.

E acho que não vai ser nem um pouco difícil. Afinal, com esta vista, como não gostar?

Buda vista de Peste.
E Peste vista de Buda.

Free city tour em Budapeste

A primeira coisa que a guia nos ensinou foi a pronunciar o nome da cidade: é Budapexxt. Chiar no s é importante, já que, em várias línguas, "pest" remete à Peste Negra, associação não muito agradável. E Budapexxt é só alegria.

Foi legal aprender que, no ano 896, as sete tribos húngaras, provenientes da região dos Montes Urais, resolveram se unir. Por isso, tanto o Parlamento como a Basília de Santo Estêvão tem 96 metros de altura, e foram planejadas para ficarem prontas em 1896, milênio da fundação da Hungria.

96 metros de altura.

Visita ao parlamento de Budapeste

É o prédio mais lindo de Budapeste e um dos mais bonitos do mundo (pelo menos a gente acha).

Não tem ângulo feio do Parlamento. Por trás e meio de lado...

Do outro lado (ele é simétrico). 

Sinagoga de Budapeste, a segunda maior do mundo

Nas duas primeiras visitas a Budapeste a gente queria visitar mas ou não deu tempo, no caso da primeira, ou pão-duramos, no caso da segunda.

Desta vez não resistimos. Fomos conhecer a gigantesca sinagoga.



A Igreja de Mathias em Budapest

Desta vez, aproveitamos para visitar por dentro a famosa Igreja de Mathias. Das duas primeiras vezes, só vimos por fora. E realmente, não sabíamos o que estávamos perdendo.

A igreja é muito bonita por dentro, totalmente enfeitada e pintada. Ela não tem um centímetro que não seja decorado, das paredes ao teto.



Memento Park em Budapeste

O Memento Park é o parque quase fora da cidade para onde foram levadas todas as estátuas comunistas do país depois que o regime comunista caiu. A entrada custa 1.500 hufs (15 reais, uns 5 euros).

Achamos interessante e diferente. Precisamos de uma hora, dois metrôs e um ônibus para chegar nele. (Como ir: pegue a linha M4 do metrô e vá até o ponto final, estação Kelenfold. Lá pegue o ônibus 150 e desça no ponto chamado Memento Park. O sistema de som avisa, em inglês. Não tem erro. Para voltar, refaça o caminho no outro sentido.)

O parque é pequeno. Algumas estátuas são bem legais e impressionantes, como o Monumento da República dos Conselhos, que tem 10 m de altura, e a estátua do Soldado do Exército Vermelho, que é outro gigante.



Despedindo de Budapeste e voando para Copenhague

Nosso último dia em Budapeste começou muito bem. Primeiro choveu pela manhã, chuva forte mas rápida. Ficamos felizes de só ter chovido no primeiro e no último dias. Depois da chuva fomos curtir um pouco os últimos momentos pela cidade. No roteiro, uma ida ao centro de informação turística para perguntar onde poderíamos imprimir nossas passagens.

E fica a dica: Riraly Ulica 54, por sinal bem perto da nossa casa. É uma loja da Home Depot. Além de muito material de escritório, fazem impressões. E o preço? Um pouquinho mais em conta que os quase 1,5 euro por folha de Viena (o horror): 0,045 centavos de euro. Isso mesmo: as duas páginas que imprimimos não custaram nem 10 centavos. E a Lud ainda aproveitou para comprar lápis para desenhar (os míticos 6B e 8B, que ela nunca viu em lugar nenhum).

Também fomos nos despedir da sorveteria Pomo D'oro. Fizemos as contas e chegamos a conclusão que fomos lá 6 vezes, quase uma vez por dia. Experimentamos vários sabores (creme com Nutella - o clássico, limão com hortelã - praticamente um Mojito!, chocolate), e concluímos que o de caramelo salgado (Sós Karamell) é imbatível (a Lud tomava esse todas as vezes). A bola custa 1 euro (300 hufs) e não é grande, mas a textura e o sabor são incríveis. O de caramelo salgado ficará para sempre em nossas memórias.

Despedindo da Pomo D'oro.

Transporte público em Budapeste e um dia muito agitado

O transporte de Budapeste é bem bom. Dá para ir para tudo que é canto, seja de metrô, de ônibus ou com uma combinação dos dois. Agente já foi e voltou para o aeroporto 3 vezes por aqui usando a combinação ônibus + metrô. Fácil, tranquilo e rápido.

O que não acho muito bom é o custo. Para uma cidade de custos tão mais baixos que seus vizinhos como a Áustria, o preço do transporte é meio salgado. A passagem custa 350 florins húngaros (3,5 reais), sem dá direito a baldeação. Paga-se 350 por ônibus ou metrô. Ok, baldeação dá para fazer mas só dentro do metrô. E sem sair da estação. Saiu e voltou, paga de de novo.

sábado, 12 de outubro de 2013

Apartamento em Budapeste

Ficamos em um apartamento ótimo no centrão de Budapest. Acho que localização melhor seria difícil: dois quarteirões do Parlamento, meio do Danúbio, quatro da Catedral de São Estefan, com vários supermercados e restaurantes perto.

De lá dava para caminhar para tudo que é canto, ou usar o transporte público que funciona legal e passa com boa frequência.

O melhor do apartamento era seu conforto: ótima cama e ótimo sofá, boa internet, tv a cabo com milhares de canais, uma cozinha simples mas que nos atendeu e um banheiro com muita água quente. O único defeito era não ter uma cortina na banheira e não ter lugar pra dependurar o chuveiro.

O apartamento é super bem aquecido e tem uma varandinha que seria deliciosa no verão, mas que no inverno só serviu para tirar foto.

Fechamos pelo Airbnb. Preço sensacional: 30 euros por noite. A esposa do dono nos recebeu com um super sorriso, deu várias dicas e foi super atenciosa durante toda nossa estadia. Recomendamos e muito o apartamento deles para quem for para Budapeste.

O contato deles é:
Cseke Hajnalka e Zoltan
hajnalka.cseke@figyelo.hu
+36 203783289

domingo, 23 de dezembro de 2012

Suíça, Áustria e Praga em 2008

Em 2008, pensamos em viajar pelo Brasil mesmo. Nossa ideia inicial foi conhecer Gramado e região no fim do ano. Começamos a pesquisar e ficamos pasmos com os preços. Achamos tão caro que acabamos indo novamente para a Europa.

Nosso roteiro: uma rápida passagem pela Suíça, Áustria com puxadinhos para Bratislava e Budapeste, terminando a viagem com chave de ouro em Praga.

Foram 17 noites, em um delicioso clima bem frio, com direito a neve e tudo mais. Nosso voo do Brasil chegava em Genebra e voltava de Praga.

Nessa viagem só andamos de trem. E foi excelente. Tirando a ida para Bratislava, não teve um segundo de atraso ou problema por causa da neve. E ver as paisagens dos alpes suíços e austríacos (no calor e conforto) da janela do trem valeu a pena.

A viagem foi especial porque tivemos a companhia de um casal de grandes amigos, Thaís e Maurício. Foi ótimo viajar com eles. Estão mais do que convidados para nos acompanhar novamente, e agora levando a fofura que é o Mauricinho.

Voamos BH-Rio-Paris-Genebra e na volta Praga-Londres-São Paulo-BH pela TAM. A passagem custou  quase 2.000 reais por pessoa, comprada com 6 meses de antecedência. Na Suíça, compramos por 97 francos nossas passagens de trem entre Geneva->Berba->Lucerna->Zurique->Fronteira com a Áustria. Na Áustria, um novo passe de 150 euros para os trechos Fronteira->Innsbruck->Salzburgo->Melk->Viena->Praga.

A Suíça é um país realmente caro. Hoteis então, cada um mais extorsivo que o outro (mas pelo menos todos tinham um farto e delicioso café da manhã). Compensamos os custos ficando pouco tempo, comendo muito em barraquinhas de ruas e feiras de natal e passeando muito a pé. O bom é que a maioria das atrações Suíças são as paisagens, as ruas das cidades, os prédios com arquitetura diferente da nossa.

A Áustria foi um ótimo destino. Adoramos Innsbruck. Salzburgo é maravilhosa. Viena não nos encantou muito. É mais uma cidade a que temos que voltar para dar um segunda chance. Lud passou mal por lá (labirintite), o que também não ajudou. Mas foi divertido: tinha a Demel (uma das melhorias confeitarias que já conhecemos) e permitiu ótimos passeios de um dia para Bratislava e para Budapeste.

Vitrine da Demel
Para Budapeste fomos de ônibus. Passamos um dia na cidade e voltamos no final do dia para Viena. Ficamos encantados e já adicionamos a cidade à lista de destinos que temos que conhecer melhor. Lá tivemos que nos virar para comprar comida na hora do almoço. As meninas que trabalhavam na padaria não falavam nada de inglês; a gente, nada de húngaro. Depois de muita mímica e risadas conseguimos não só comprar pãozinhos como pagar em euros e receber o troco em moeda local, que  a gente queria para levar para o pai da Lud, colecionador de dinheiros estrangeiros.

Bratislava é bem pequena. E não tem nada em comum com a cidade do filme Eurotrip.

Bratislava do filme Eurotrip
Pelo contrário: é bem arrumadinha. Mas foi o destino que mais passamos frio na viagem: estava congelante, e a chuva que começou a cair aumentou ainda mais a sensação de frio. Sem falar do vento cortante... Lud e Thaís rapidinho se esconderam no restaurante enquanto eu e Maurício aguentávamos o frio para tirar umas fotos.

Bratislava verdadeira
Praga é muito bonita. Dizem que é a Paris do leste europeu, mas todas cidades querem ser a Paris de alguma coisa. Sinceramente, achei Budapeste mais Paris que Praga. Não tem como negar, no entanto, que praga seja linda. E barata. O leste europeu é realmente mais em conta que o resto da Europa. E como é um destino bem turístico, em Praga não tivemos problemas de comunicação.

Apesar do frio, o que na verdade até gosto e prefiro, a época da viagem foi ótima. Toda cidade tinha feiras de natal. É um período muito bom de ir à Europa: ver neve no Natal é muito legal para a gente que não está acostumado.

Estava um pouco frio
Em Innnsbruck, resolvemos ir a uma linda igreja para ver um coral gratuito. Na verdade, a gente achava que era um coral gratuito. Nosso alemão capenga só nos fez entender a palavra "grátis". O que teve foi uma missa, com um projetor passando um powerpoint de imagens sagradas e música de cd. Achamos bem estranho. Entre uma música e outro, saímos de mansinho para não atrapalhar, recebendo umas encaradas mal-humoradas dos velhinhos austríacos.

Nossos hoteis:

Em Genebra, o Hotel Suisse, reservado pelo site da prefeitura, dando direito ao passe de transporte público e a um passeio pela cidade em um trenzinho de rodas.
Em Berna, o Continental Bern.
Em Lucerna, o Waldstaetterhof Swiss Quality Hotel.
Em Zurique, um hotel da época da I Guerra Mundial (o rádio que tinha no quarto definitivamente foi usado nas trincheiras), o Hotel Arlette.
Em Innsbruck, um hotel onde até o Mozart ficou hospedado, o Weisses Kreuz.
Em Salzburgo, alugamos um apartamento. Muito bem localizado e maravilhoso. Era tão bom e confortável que era difícil tirar a Lud de casa para passear com o tempo de quase 0 graus (ela preferia ficar na poltrona gigante de couro, atracada com uma garrafa de Bailey's).
Em Viena, ficamos na Pensão Kraml.
Para finalizar, em Praga ficamos em um hotel/apartamento, o Aparthotel City 5.