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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Destinos 2013: Escócia

Da Irlanda do Norte pegamos a combinação de balsa mais ônibus para chegarmos em Glasgow. Lá ficamos duas noites e depois seguimos viagem, também de ônibus, para Edimburgo.

Glasgow achamos besta e muito, muito fria. Acho que foi a cidade que menos gostamos no ano. O ponto alto foi da visita o hotel, confortável e quentinho (chegou a 11 graus negativos lá fora!).

Se bobear, a estação de trem em frente ao hotel foi um dos prédios mais bonitos e interessantes que vimos em Glasgow. 
Edimburgo achamos linda, sensacional... e também muito, muito fria.

domingo, 7 de abril de 2013

Trem de Edimburgo para York

Finalmente andamos de trem. Afinal, estamos no país onde os trens fizeram parte da revolução industrial e até hoje são uma marca, uma instituição. 

Por enquanto só tínhamos andado de avião, ônibus e balsa porque, mesmo comprando com muita antecedência, passagem de trem por aqui não é barata, ou pelo menos é mais cara que as outras opções de transporte. 

sábado, 6 de abril de 2013

Nosso roteiro e custos da viagem pelo Reino Unido e Irlanda

Foram 31 dias e 31 noites. Uma excelente viagem - gostamos muito e recomendamos.

Roteiro: chegamos em Londres vindo de Frankfurt, voando de Lufthansa. Lá ficamos 7 noites e pegamos 4 dias de muito sol. Ficamos hospedados neste apartamento, que recomendamos muito. Londres e eu foi uma paixão a primeira vista. Que cidade sensacional. Só não estou com saudades de lá porque escrevo de Paris. 
  
De Londres voamos pela primeira vez de Ryanair - para Dublin, onde ficamos mais 8 noites. Em Dublin pegamos sol, chuva e neve praticamente todos os dias. Menos no último, justo no dia da parada de St. Patrick, que só teve chuva. Ficamos 4 noites em um apartamento só para nós (delícia a lareira) e depois mais 4 noites na casa de uma família búlgara de quem alugamos 2 quartos: um para nós e outro para a irmã  I. da Lud. 

De Dublin fomos de ônibus para Belfast - que nos surpreendeu muito, positivamente. Adoramos a cidade. Lá fizemos um passeio de dia inteiro ao Giant's Causeway, única atração das duas Irlandas listadas como Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Vimos muito pouco sol e enfrentamos muito frio nos dias em Belfast. Lá ficamos no nosso único albergue de toda a viagem (excelente, por sinal). 

O próximo passo foi uma combinação de ônibus/balsa/ônibus para Glasgow. E que balsa. Imensa e chique. Glasgow foi a cidade que menos gostamos. Foram apenas 2 noites por lá. Nem sombra de sol e muito, muito frio. Pelo menos não choveu, mas teve neve. Ficamos hospedados em um hotel. Caro de doer, e era um dos mais em conta na cidade. Interessante que quase nenhum hotel tinha vaga. O hotel foi um ótimo abrigo de um dos dias mais frios que tivemos na viagem. Termômetro registrando menos 4 graus e sensação térmica de menos 12. 

Cidade seguinte: Edimburgo. Também de ônibus, barato e bem perto, só 1 hora de Glasgow. Outra cidade deslumbrante que adoramos conhecer. Pena que o sol apareceu muito pouco. Teve alguma neve mas nada de chuva. Ficamos em um apartamento só para nós por 4 noites. Fizemos talvez nosso melhor passeio guiado da viagem, que rendeu ótimos casos, alguns postados aqui no blog. 

Pegamos nosso primeiro trem pelo Reino Unido e fomos para York. Passamos 2 noites no quarto da casa de uma família muito simpática. Adoramos o quarto e a cidade. Destino nota 10. Nada de chuva, nada de neve e quase nada de sol. Só tempo nublado. E ainda bem frio. A primavera não deu as caras. 

Novamente de trem fomos para Cambridge. Lá passamos 2 noites em mais um quarto alugado na casa de um casal inglês. Sem dúvida a pior acomodação nossa da viagem. Foi aquela casa onde tudo era bem bagunçado. Em Cambridge também teve de tudo. Frio, sol, chuva e neve. 

Depois de dois ônibus, um para Londres onde trocamos por outro, chegamos em Bath, onde passamos as últimas 2 noites nossas. Mais um quarto alugado em casa de um casal, esse excelente. Apesar de ser um sofá-cama, foi o melhor sofá-cama que já dormimos na vida. E a localização era imbatível: nem hotel consegue melhor por lá. E mais uma cidade maravilhosa. Fechamos muito bem a viagem. Ainda mais que deu tempo de fazer um passeio bate e volta no mesmo dia para Stonehenge. Pertinho de Bath, só uma hora de ônibus. Aqui o tempo deu uma trégua no primeiro dia, com um lindo dia de sol. No segundo já esfriou de novo e ficou nublado. No último, o sol apareceu com quando chegamos em Stonehange. Perfeito. 

Para terminar fizemos a maratona de 2 ônibus para chegar em Paris. Bath para Londres e depois Londres para Paris. Passamos a noite no ônibus e na balsa que cruzou de madrugada o canal da mancha. E foi muito tranquilo. 

Em relação aos custos, gastamos 3.966,87 euros para os 31 dias, o que dá uma média de 62,98 euros por pessoa/dia. Incluído nessa conta está até o valor da passagem Brasil-Europa-Brasil, proporcional aos dias desse roteiro. A divisão dos gastos foi a seguinte:

2.058,51 euros de estadia, média de 33,20 euros por pessoa/dia. 
937,22 euros de transporte, média de 15,12 euros por pessoa/dia. Isso inclui os dois voos, 5 ônibus, 1 balsa, 2 trens e todos os transportes dentro das cidades. 
590,10 euros de alimentação, média de 9,52 por pessoa/dia.
323 euros em passeios e atrações turísticas. Aproveitamos para recomendar os passeios a pé da empresa Sandemans que fizemos em Londres, Dublin e Edimburgo. Também recomendamos o passeio guiado da prefeitura de Bath - e não recomendamos o passeio de Cambridge!

O resto que falta para inteirar o valor foi gasto com presentes.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Ônibus de Glasgow para Edimburgo

As duas cidades são bem próximas. O trem é a opção mais rápida e fácil. Mas resolvemos ir de ônibus, pois conseguimos comprar passagens no Megabus por apenas 5 euros.

A estação era próxima do nosso hotel, cerca de 20 minutos de caminhada com as malas. O ruim é que Glasgow foi a primeira cidade com subidas que tivemos no ano depois de Lisboa. E também tinha o vento, o frio e os cristais de gelo caindo.

Primavera na Escócia. A mais fria dos últimos 50 anos.

Edimburgo: primeiras impressões

Se dizem que a primeira impressão é a que conta, vamos amar Edimburgo. Foi só o ônibus entrar na periferia da cidade que já adoramos. Casas lindas, parques, padrão arquitetônico. No centro da cidade então, ainda mais sensacional.


O apartamento que alugamos para as 4 noites fica a  30 minutos de caminhada do centro. Até tentamos ir a pé, mas o frio e as subidas e descidas (sim, aqui também tem morros como Glasgow) nos desanimaram. Portanto, pegamos um ônibus local e rapidamente chegamos ao apartamento.

Mesmo afastado do centro, a região é superagradável e nosso apartamento, bem bonito. E, por dentro, um paraíso. Temos um quarto enorme, uma sala ainda maior, um ótimo banheiro e uma cozinha equipada. Não temos a menor dúvida que teremos saudades daqui quando nos formos.

Tour gratuito em Edimburgo

No nosso primeiro dia aqui em Edimburgo, fizemos o passeio guiado da mesma empresa que fizemos em Londres e em Dublin. Mais uma vez fomos muito felizes.

Nossa guia, a Erin, foi excelente. Aprendemos muito sobre a história da Escócia e de Edimburgo. E o que mais gostamos destes passeios é exatamente isso. Não são tours que ficam te levando para todos os cantos e tentam explicar tudo: é mais uma introdução à cidade, à história e aos costumes locais. Até porque eles sabem que os principais pontos turísticos você irá por conta própria, como o Castelo de Edimburgo, a Royal Mile Street, museus e afins.

Depois escrevemos mais sobre os principais fatos aqui de Edimburgo, que realmente achamos muito interessantes e não muito conhecidos. Rapidinho, uma coisa que a maioria já deve saber: J. K. Rowling, escritora da série Harry Potter, não é escocesa, mas escreveu os livros aqui. Portanto, como disse a guia: Harry Potter é escocês!
Nem precisa de legenda.

National Gallery da Escócia: aprovada!

No final da primeira tarde em Edimburgo, aproveitamos que nosso passeio guiado terminou perto de um museu para visitar. Como faltava apenas uma hora para o fechamento, tivemos que correr um pouco. Mas gostamos muito e talvez voltemos lá para terminar de ver o resto.


É um museu gratuito, bem parecido com a National Gallery de Londres, mas em escala menor. Não tem tantos quadros sensacionais como o de Londres, mas há pinturas interessantes e muitos artistas escoceses. E é aquecido, um atrativo e tanto nos dias atuais!

Bobby, o cão mais famoso de Edimburgo

Edimburgo era um destino disputado para quem queria estudar medicina. Grandes mestres, professores e uma excelente universidade existiam por aqui já no século XVII. 

Quanto mais famosa a cidade ficava, mais gente vinha para cá estudar. E com isso surgiu um problema: a cidade só permitia que dois cadáveres por ano fossem exumados para estudo. Mas com a demanda alta o que acontece? Surge o mercado negro de venda de corpos. 

Como o tempo aqui é muito frio, o cadáver fica bem conservado por seis semanas, o que fazia a festa dos ladrões de túmulos. Para tentar combater o problema, alguns cemitérios tinham grades de aluguel, para guardar os caixões as seis primeiras semanas. Se dinheiro não fosse problema, a família do falecido mandava fazer um mausoléu. 

Caixões eram colocados aqui dentro para impedir a ação dos saqueadores de tumba. 

Stone of Destiny

Uma das histórias que mais gostamos aqui em Edimburgo foi o da Stone of Destiny, uma pedra sobre a qual todos os reis da Escócia foram coroados até hoje. 

O bacana da história começa em 1296, quando o rei da Escócia morre sem deixar herdeiros. Aí o que acontece? Vem o rei inglês e toma o trono para ele. E leva para Londres a pedra do destino. Ela é colocada sob o trono de coroação do rei da Inglaterra, na abadia de Westminster. 

Maggie Dickson: outra história de Edimburgo

Mais uma ótima história contada para nós por nossa guia. Existem várias versões, mas sem dúvida a da nossa guia é excelente. 

Maggie Dickson fugiu para Edimburgo no início do século dezoito para escapar do mala do marido dela. Logo arrumou emprego em uma estalagem e ficou grávida do filho do dono da estalagem. 

Primeiro é preciso lembrar que ela ainda era uma mulher casada. Segundo que estamos no reino unido no início do século dezoito. Imagem o que aconteceria com uma mulher que abandonou o marido e que tem o filho de outro homem? Fácil saber o que, né?

Museu Real da Escócia

É, mais um museu sensacional. Passamos 3 horas nele e nem vimos o tempo passar. E não vimos um quinto do que o museu tem a oferecer. 

Além de ser um museu muito bom e gratuito, achei um dos museus mais organizados e mais eficiente na transmissão de informações dos que fui até hoje. 

Para terem uma ideia, não sou muito fã de arte decorativa. Nunca consegui entender os estilos. Aqui, em Edimburgo e neste espetacular museu, finalmente aprendi. Há uma sala com objetos decorativos de várias épocas, todos colocados lado a lado, em ordem cronológica e com a explicação de qual é de qual época, qual a diferença entre eles e o contexto da evolução. Demais. 

Também vimos muita coisa sobre a história da Escócia. Aprendemos que cada região do país, mesmo hoje, é a região de um clã. Então, se você é um MacCloud, vem da região x. E cada região tem seu tartan (roupa xadrez) de cores específicas. Existe até um livro com estas informações, dizendo que cor cada família pode e deve usar em cada tipo de cerimônia ou ocasião. 

Também vimos a ovelha mais famosa do mundo: a Dolly. Sim, ela mesmo - o primeiro animal clonado do mundo. Depois que ela morreu, foi empalhada e colocada em exibição no museu. Como ela fica em cima de um plataforma redonda giratória, ela é carinhosamente chamada de Disco Dolly. 


segunda-feira, 1 de abril de 2013

Casa Georgiana em Edimburgo

Fomos visitar uma típica casa (mais para mansão) do período Georgiano em Edimburgo. No final do século XVIII, Edimburgo estava crescendo e a antiga cidade era hiper insalubre. Sem esgoto, sem água corrente e com milhares de pessoas vivendo em prédios cada dia mais altos.


Resolveram fazer uma nova área da cidade, chamada de cidade nova, com ruas e avenidas largas onde os ricos foram morar. Uma destas casas, localizada na Charlotte Square, um dos endereços mais chiques da nova cidade, foi comprada pelo National Trust of Scotland e reformada, além de preservada. 

Edimburgo em fotos



Edimburgo: últimas fotos



Nosso apartamento em Edimburgo

Nosso apartamento só tinha dois defeitos. Primeiro que ficava a 3 quilômetros do centro histórico. Segundo é que era tão bom, tão bom, que dava preguiça de sair dele.

Foi o melhor apartamento que ficamos até agora. Tamanho perfeito para nós: nem grande nem pequeno demais. Móveis super clean e confortáveis. Quarto com camas deliciosas e ótima roupa de cama e edredons (pena que eram duas camas de solteiros, mas sobrevivemos a 4 noites dormindo separados). Sala de tv e jantar junta, bem espaçosa, cheia de livros e filmes. Cozinha totalmente equipada. Banheiro muito bom e com muita água quente. A temperatura da casa também era ótima. 


terça-feira, 26 de março de 2013

Balsa de Belfast para Glasgow

Pegar a balsa para ir de Belfast para Glasgow foi uma das mais acertadas decisões de transporte até agora. A gente poderia ir de avião, mas seria mais caro e possivelmente demoraria o mesmo tempo, por causa dos procedimentos de segurança e o deslocamento entre os centros de cidades e aeroportos.

A balsa, na verdade, é um navio gigantesco.



Continue lendo o post logo abaixo:
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O blog mudou: agora as informações e as fotos estão disponíveis, de maneira muito mais organizada e temática, em livros. Já são oito, dois deles gratuitos (Holanda e Nice). Basta clicar na capa do livro para ir para a página de venda ou, no caso dos livros que são de graça, de download.

Outra opção é entrar em contato conosco por meio do e-mail ludleopelomundo@gmail.com. Por ele passaremos a informação de como comprar todos os livros já lançados e - ainda a serem lançados este ano! - por apenas 30 reais. Se a pessoa já comprou algum dos livros, a gente abate do valor de 30 reais o valor já pago.

Divirtam-se! 




















































































O livro 1 tem 50 páginas e relata nossa passagem pela Malásia, Cingapura, Tailândia, Vietnã e Camboja. São mais de 80 fotos, toda a logística de transporte e hospedagem, os custos diários, mais de 40 dicas e link para um mapa na internet com todos os locais pelos que passamos corretamente indicados, com mais detalhes e informações.

O livro 2 tem 112 páginas e conta a viagem pela China, Macau, Hong Kong, Coreia do Sul e Japão. São mais de 200 fotos, toda a logística de transporte e hospedagem, informações de como ir por conta própria até a muralha da China, ao museu com os guerreiros de terracota, à pequena Zhujiajiao (a Veneza da China), uma dica importante para economizar com o trem bala no Japão (que não é o passe da JR), os custos diários e mais de 50 dicas. O livro também traz acesso aos mapas na internet com mais informações e todos os locais que visitamos, e mais alguns que achamos que demos bobeira em perder, corretamente marcados e indicados. 

O livro 3 tem 167 páginas e narra a aventura de 2 semanas em Copenhague e a nossa volta de 8 dias pela fantástica Islândia. São mais de 300 fotos e 50 dicas. Como os demais livros, traz todo os custos da viagem, a logística de transporte e estadias e os tradicionais mapas. E olha que achar no mapa o local certo de algumas das atrações na Islândia não é fácil, não. Com nosso mapa, você não vai ter esse problema. 

O livro 4 tem 232 páginas e é sobre o mês que passamos no verão europeu de 2013 viajando por Polônia, Suécia, Estônia, Finlândia, Noruega, Lituânia e Estônia. De quebra colocamos o relato de nosso retorno à Finlândia no final de 2013 em busca da famosa aurora boreal. Não ficou cronologicamente correto, mas geograficamente está perfeito. São mais de 400 fotos e 20 dicas (menos dicas do que o de costume porque são países mais fáceis de explorar).

O mais bacana são as explicações de como ir por conta própria da cidade de Cracóvia para o campo de concentração de Auschwitz e para a mina de sal de Wieliczka, assim como fazer o passeio conhecido como Norway in a Nutshell, comprando tudo sozinhos em vez de usar um pacote. A economia paga o preço do livro um monte de vezes! 
Além disso, a logística de transportes e estadias, os custos diários e totais e dicas para fotografar a aurora boreal. É que a danada não é fácil, não. Também disponibilizamos links para os mapas dos destinos, com as atrações, estadias, meios de transporte e mais assinalados corretamente e com mais informações. 

O livro 5 tem 259 páginas e é traz as informações e relatos dos 45 dias que passamos no final da primavera e início de verão de 2014 viajando por Bulgária, Romênia, Sérvia, Macedônia, Albânia e Montenegro. São mais de 400 fotos e 60 dicas, principalmente sobre se locomover na região, que sem dúvida é uma das menos fáceis da europa. 

O livro 6 tem 262 páginas e é sobre a primeira metade da aventura pelos Bálcãs, viajando pela Croácia, Bósnia Herzegovina, Eslovênia e depois seguindo para a Áustria e Hungria. São mais de 400 fotos e 30 dicas.

O livro traz a logística da viagem, dicas de como se locomover de uma cidade para outra, além dos custos total da viagem. 

De quebra, em todos os livros, fornecemos links para mapas na internet com todos os locais citados corretamente marcados, facilitando quem queira viajar para esses locais.

O livro 7 traz o nosso mês pela Holanda após a viagem para China e Japão e o livro 8 o mês em Nice, exatamente antes dessa viagem. Esses dois volumes são gratuitos. 

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(continuação do post)


 








Primeiro pegamos um ônibus na estação central de ônibus em Belfast que em 15 minutos nos deixou na porta da sala de embarque no porto.

Lá mostramos nossa reserva feita pela internet, recebemos o ticket de embarque, despachamos as malas e fomos aguardar o embarque.E o despachar a bagagem é simplesmente colocar, nós mesmos, as bagagens  numa esteira rolante. Nade de etiquetar ou recibos. Quando chegamos no destino, ao entrar na sala de desembarque, as bagagens já estavam lá, esperando por nós. 

Todas as instalações no porto são de primeira, com lanchonete, banheiros limpos como sempre e pessoal atencioso. Meia hora antes no navio partir fomos chamados para o embarque.

Andamos um bocadinho por umas plataformas fechadas (ainda bem, pois o clima estava como sempre bem frio) e entramos no navio.

São 10 andares com muita coisa para fazer durante as poucas 2 horas e meia de viagem. Passageiros podem frequentar apenas 4 andares. Mas que andares: tem restaurante, lanchonete, loja, deck externo para observação, sala de cinema, lounges chiques e confortáveis, sauna, spa, playground para crianças e até cabine de luxo. Spas, saunas e cabines são pagas à parte.


É tão grande a balsa que tinha vários carros, ônibus e caminhões dentro dela. E para terem ideia do tamanho, olhem a fotos dos caminhões gigantes transportando placas enormes de concreto. Saíram 5 destes de dentro do navio. 


E os preços, mesmo da cabine, sauna, spas, restaurantes e spas não são abusivos não. Comida com preço bem parecido com o de rua em Belfast; a suíte custa 35 libras. Pode parecer alto, ainda mais para apenas 2 horas e meia de viagem, mas se você estiver pregado, é uma boa, porque elas são grandes, bonitas e parecem bem confortáveis (vimos fotos!).

O navio ainda tem internet gratuita, tablets à disposição, cinema gratuito, tvs e videogames. Apesar do tamanho, o mar da Irlanda é bravo e o navio balança bem. O que dificulta jogar Xbox Kinect!


No porto de Cairnryan na Escócia, pegamos a bagagem e embarcamos no ônibus que nos levou por mais umas 2 horas e 15 minutos até Glasgow. Bom que ainda passamos por várias cidades pequenas da costa e do interior do país. Serviu até como um passeio turístico. 

Tudo isso por apenas 30 euros por pessoa. Na época que pesquisamos, a passagem de avião custaria 50 euros por pessoa em low cost, mas sem direito a bagagem. Fizemos nossa reserva pelo site da Citylink.

Ou seja, ótima experiência por ótimo preço.



segunda-feira, 25 de março de 2013

Glasgow

Glasgow não conseguiu aquecer nossos corações. Nem metaforicamente, muito menos fisicamente. Pegamos nosso maior frio até agora. Sensação térmica de menos 12 graus. E realmente estava frio, muito frio. E além disso, não é uma cidade bonita arquitetonicamente. É cheia de prédios feios e meio sem nada em comum um com outro, fora a feiura. E a gente curte uma cidade que tem uma identidade visual. Ainda mais quando ela é bonita.



sábado, 8 de dezembro de 2012

Sai o curso de francês, entra o Reino Unido

Como as filiais da Aliança Francesa não estão muito a fim de ajudar e a soma dos preços apartamento + curso nas cidades que pesquisamos estão ficando altos, consegui convencer a Lud a deixar o curso para um segundo momento. Investigaremos as burocracias do curso pessoalmente (maldita insurance individuelle!) quando estivermos na França, e tentaremos alugar apartamento em algum das cidades desejadas por um valor  mais em conta.

Com isso, nosso planejamento trimestral ganha um mês, março inteiro, para ser preenchido.

A irmã I. sugeriu irmos todos juntos para Dublin, no dia 15 de março, para passar o fim de semana  comemorando o St. Patrick's Day. Achamos a ideia de conhecer a Irlanda muito agradável. E resolvemos matar dois coelhos com uma caixa d'água só (como dizia poeticamente um antigo colega de trabalho): não só vamos para Dublin antes do dia 15 como ficamos depois.

Novo projeto: depois do sudeste asiático, vamos de Frankfurt para Londres para passar uma semana.
Depois voamos para Dublin, alugamos um carro gastamos uns dias conhecemos algumas cidades menores. Voltamos para Dublin, devolvemos o carro e nos encontramos com a irmã I. para a festa do santo.

Depois do fim de semana, ela nos abandona (muito a contragosto, esperamos) e a gente dá uma esticadinha para Belfast, Escócia e mais alguns destinos pela Inglaterra antes de ir para Paris.

Ninguém diz que março é a melhor época para conhecer o Reino Unido, mas se a gente for esperar os meses mais indicados para viajar, perdemos metade no ano. A vantagem é que será baixa temporada (o que abaixa os preços). Quanto à chuva... parece que naquelas bandas chove sempre!