Menu

Mostrando postagens com marcador Irlanda do Norte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Irlanda do Norte. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Destinos 2013: Irlanda do Norte

Foram só três noites em uma época super fria, com tempo sempre nublado ou chovendo. Mesmo assim, amamos a capital da Irlanda do Norte. Sério, ficamos apaixonados por Belfast. Sabe aqueles lugares que você vai com a cara, que te agrada e bate com seu gosto? Foi assim com a gente em Belfast.

Rua no centro da cidade com o prédio da prefeitura ao fundo. 
Não sei explicar muito bem.

sábado, 6 de abril de 2013

Nosso roteiro e custos da viagem pelo Reino Unido e Irlanda

Foram 31 dias e 31 noites. Uma excelente viagem - gostamos muito e recomendamos.

Roteiro: chegamos em Londres vindo de Frankfurt, voando de Lufthansa. Lá ficamos 7 noites e pegamos 4 dias de muito sol. Ficamos hospedados neste apartamento, que recomendamos muito. Londres e eu foi uma paixão a primeira vista. Que cidade sensacional. Só não estou com saudades de lá porque escrevo de Paris. 
  
De Londres voamos pela primeira vez de Ryanair - para Dublin, onde ficamos mais 8 noites. Em Dublin pegamos sol, chuva e neve praticamente todos os dias. Menos no último, justo no dia da parada de St. Patrick, que só teve chuva. Ficamos 4 noites em um apartamento só para nós (delícia a lareira) e depois mais 4 noites na casa de uma família búlgara de quem alugamos 2 quartos: um para nós e outro para a irmã  I. da Lud. 

De Dublin fomos de ônibus para Belfast - que nos surpreendeu muito, positivamente. Adoramos a cidade. Lá fizemos um passeio de dia inteiro ao Giant's Causeway, única atração das duas Irlandas listadas como Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Vimos muito pouco sol e enfrentamos muito frio nos dias em Belfast. Lá ficamos no nosso único albergue de toda a viagem (excelente, por sinal). 

O próximo passo foi uma combinação de ônibus/balsa/ônibus para Glasgow. E que balsa. Imensa e chique. Glasgow foi a cidade que menos gostamos. Foram apenas 2 noites por lá. Nem sombra de sol e muito, muito frio. Pelo menos não choveu, mas teve neve. Ficamos hospedados em um hotel. Caro de doer, e era um dos mais em conta na cidade. Interessante que quase nenhum hotel tinha vaga. O hotel foi um ótimo abrigo de um dos dias mais frios que tivemos na viagem. Termômetro registrando menos 4 graus e sensação térmica de menos 12. 

Cidade seguinte: Edimburgo. Também de ônibus, barato e bem perto, só 1 hora de Glasgow. Outra cidade deslumbrante que adoramos conhecer. Pena que o sol apareceu muito pouco. Teve alguma neve mas nada de chuva. Ficamos em um apartamento só para nós por 4 noites. Fizemos talvez nosso melhor passeio guiado da viagem, que rendeu ótimos casos, alguns postados aqui no blog. 

Pegamos nosso primeiro trem pelo Reino Unido e fomos para York. Passamos 2 noites no quarto da casa de uma família muito simpática. Adoramos o quarto e a cidade. Destino nota 10. Nada de chuva, nada de neve e quase nada de sol. Só tempo nublado. E ainda bem frio. A primavera não deu as caras. 

Novamente de trem fomos para Cambridge. Lá passamos 2 noites em mais um quarto alugado na casa de um casal inglês. Sem dúvida a pior acomodação nossa da viagem. Foi aquela casa onde tudo era bem bagunçado. Em Cambridge também teve de tudo. Frio, sol, chuva e neve. 

Depois de dois ônibus, um para Londres onde trocamos por outro, chegamos em Bath, onde passamos as últimas 2 noites nossas. Mais um quarto alugado em casa de um casal, esse excelente. Apesar de ser um sofá-cama, foi o melhor sofá-cama que já dormimos na vida. E a localização era imbatível: nem hotel consegue melhor por lá. E mais uma cidade maravilhosa. Fechamos muito bem a viagem. Ainda mais que deu tempo de fazer um passeio bate e volta no mesmo dia para Stonehenge. Pertinho de Bath, só uma hora de ônibus. Aqui o tempo deu uma trégua no primeiro dia, com um lindo dia de sol. No segundo já esfriou de novo e ficou nublado. No último, o sol apareceu com quando chegamos em Stonehange. Perfeito. 

Para terminar fizemos a maratona de 2 ônibus para chegar em Paris. Bath para Londres e depois Londres para Paris. Passamos a noite no ônibus e na balsa que cruzou de madrugada o canal da mancha. E foi muito tranquilo. 

Em relação aos custos, gastamos 3.966,87 euros para os 31 dias, o que dá uma média de 62,98 euros por pessoa/dia. Incluído nessa conta está até o valor da passagem Brasil-Europa-Brasil, proporcional aos dias desse roteiro. A divisão dos gastos foi a seguinte:

2.058,51 euros de estadia, média de 33,20 euros por pessoa/dia. 
937,22 euros de transporte, média de 15,12 euros por pessoa/dia. Isso inclui os dois voos, 5 ônibus, 1 balsa, 2 trens e todos os transportes dentro das cidades. 
590,10 euros de alimentação, média de 9,52 por pessoa/dia.
323 euros em passeios e atrações turísticas. Aproveitamos para recomendar os passeios a pé da empresa Sandemans que fizemos em Londres, Dublin e Edimburgo. Também recomendamos o passeio guiado da prefeitura de Bath - e não recomendamos o passeio de Cambridge!

O resto que falta para inteirar o valor foi gasto com presentes.

terça-feira, 26 de março de 2013

Ônibus de Dublin para Belfast

Sem dúvida uma das mais tranquilas viagens de ônibus que já fiz na vida. 

Compramos as passagens pela internet: 10 euros por pessoa. O site dizia que precisava imprimir  o comprovante mas entramos em contato com a empresa, que liberou mostrar a reserva em formato eletrônico mesmo.
Vista privilegiada 

Belfast: primeiras impressões

Melhor impossível: estamos adorando Belfast.

Centro histórico amplo e bonito, habitantes simpáticos, preços muito mais em conta que Londres e Dublin, na Irlanda. Podemos dizer que a cidade é uma pérola escondida do Reino Unido. Talvez até da Europa!

Pena que o tempo não está ajudando. Choveu quase o dia todo e fez bastante frio. Mas andamos bem por belas ruas, vimos a praça central da cidade com o prédio maravilhoso da prefeitura e muitas construções bonitas em volta, andamos em ruas com calçadas largas, ruas só de pedestres e fomos até beira do rio. 

Almoçamos em restaurante, muito bom e barato para os padrões "Reino Unido". E achamos um supermercado chamado Iceland onde fizemos compras incríveis a preços inacreditavelmente baratos. 
Pena que o tempo não ajudou.

Escadaria do Gigante (Giant's Caseway)

Terça, dia 19 de março, passamos o dia todo em um passeio até o famoso Giant's Caseway, o único local na Irlanda (tanto a do Norte quanto a Irlanda república) na lista de Patrimônios da Humanidade da Unesco.

Fizemos o passeio por uma empresa de turismo aqui de Belfast. Daria para fazer tudo por conta própria, mas confesso que, quando o destino é longe, achamos bem bom terceirizar o planejamento e a execução. Pagamos 23 euros por pessoa, aparecemos no local de saída antes das 9:30 e pronto.

Apesar de ser mais um dia de tempo congelante, com chuva, muito vento e alguns cristais de gelo caindo, o ônibus saiu bem cheio. Pelo caminho, o motorista ia contando fatos e detalhes pelo microfone.

Primeiro, ainda dentro de Belfast, o ônibus parou para tirarmos fotos do Carrickfergus Castle, ainda inteiro, que foi um castelo/fortaleza. Vimos só por fora, até porque ele estava fechado.

Do castelo, mais 2 horas de estrada, contornando a costa da Irlanda do Norte, considerada umas das 5 mais belas rotas de carro do mundo (tá no site deles, não sei quem fez a pesquisa). Realmente o passeio é bonito - e se o tempo estivesse melhor é provável que a gente achasse ainda mais.

Costa da Irlanda do Norte.

Balsa de Belfast para Glasgow

Pegar a balsa para ir de Belfast para Glasgow foi uma das mais acertadas decisões de transporte até agora. A gente poderia ir de avião, mas seria mais caro e possivelmente demoraria o mesmo tempo, por causa dos procedimentos de segurança e o deslocamento entre os centros de cidades e aeroportos.

A balsa, na verdade, é um navio gigantesco.



Continue lendo o post logo abaixo:
--------------------------------

O blog mudou: agora as informações e as fotos estão disponíveis, de maneira muito mais organizada e temática, em livros. Já são oito, dois deles gratuitos (Holanda e Nice). Basta clicar na capa do livro para ir para a página de venda ou, no caso dos livros que são de graça, de download.

Outra opção é entrar em contato conosco por meio do e-mail ludleopelomundo@gmail.com. Por ele passaremos a informação de como comprar todos os livros já lançados e - ainda a serem lançados este ano! - por apenas 30 reais. Se a pessoa já comprou algum dos livros, a gente abate do valor de 30 reais o valor já pago.

Divirtam-se! 




















































































O livro 1 tem 50 páginas e relata nossa passagem pela Malásia, Cingapura, Tailândia, Vietnã e Camboja. São mais de 80 fotos, toda a logística de transporte e hospedagem, os custos diários, mais de 40 dicas e link para um mapa na internet com todos os locais pelos que passamos corretamente indicados, com mais detalhes e informações.

O livro 2 tem 112 páginas e conta a viagem pela China, Macau, Hong Kong, Coreia do Sul e Japão. São mais de 200 fotos, toda a logística de transporte e hospedagem, informações de como ir por conta própria até a muralha da China, ao museu com os guerreiros de terracota, à pequena Zhujiajiao (a Veneza da China), uma dica importante para economizar com o trem bala no Japão (que não é o passe da JR), os custos diários e mais de 50 dicas. O livro também traz acesso aos mapas na internet com mais informações e todos os locais que visitamos, e mais alguns que achamos que demos bobeira em perder, corretamente marcados e indicados. 

O livro 3 tem 167 páginas e narra a aventura de 2 semanas em Copenhague e a nossa volta de 8 dias pela fantástica Islândia. São mais de 300 fotos e 50 dicas. Como os demais livros, traz todo os custos da viagem, a logística de transporte e estadias e os tradicionais mapas. E olha que achar no mapa o local certo de algumas das atrações na Islândia não é fácil, não. Com nosso mapa, você não vai ter esse problema. 

O livro 4 tem 232 páginas e é sobre o mês que passamos no verão europeu de 2013 viajando por Polônia, Suécia, Estônia, Finlândia, Noruega, Lituânia e Estônia. De quebra colocamos o relato de nosso retorno à Finlândia no final de 2013 em busca da famosa aurora boreal. Não ficou cronologicamente correto, mas geograficamente está perfeito. São mais de 400 fotos e 20 dicas (menos dicas do que o de costume porque são países mais fáceis de explorar).

O mais bacana são as explicações de como ir por conta própria da cidade de Cracóvia para o campo de concentração de Auschwitz e para a mina de sal de Wieliczka, assim como fazer o passeio conhecido como Norway in a Nutshell, comprando tudo sozinhos em vez de usar um pacote. A economia paga o preço do livro um monte de vezes! 
Além disso, a logística de transportes e estadias, os custos diários e totais e dicas para fotografar a aurora boreal. É que a danada não é fácil, não. Também disponibilizamos links para os mapas dos destinos, com as atrações, estadias, meios de transporte e mais assinalados corretamente e com mais informações. 

O livro 5 tem 259 páginas e é traz as informações e relatos dos 45 dias que passamos no final da primavera e início de verão de 2014 viajando por Bulgária, Romênia, Sérvia, Macedônia, Albânia e Montenegro. São mais de 400 fotos e 60 dicas, principalmente sobre se locomover na região, que sem dúvida é uma das menos fáceis da europa. 

O livro 6 tem 262 páginas e é sobre a primeira metade da aventura pelos Bálcãs, viajando pela Croácia, Bósnia Herzegovina, Eslovênia e depois seguindo para a Áustria e Hungria. São mais de 400 fotos e 30 dicas.

O livro traz a logística da viagem, dicas de como se locomover de uma cidade para outra, além dos custos total da viagem. 

De quebra, em todos os livros, fornecemos links para mapas na internet com todos os locais citados corretamente marcados, facilitando quem queira viajar para esses locais.

O livro 7 traz o nosso mês pela Holanda após a viagem para China e Japão e o livro 8 o mês em Nice, exatamente antes dessa viagem. Esses dois volumes são gratuitos. 

---------------------------
(continuação do post)


 








Primeiro pegamos um ônibus na estação central de ônibus em Belfast que em 15 minutos nos deixou na porta da sala de embarque no porto.

Lá mostramos nossa reserva feita pela internet, recebemos o ticket de embarque, despachamos as malas e fomos aguardar o embarque.E o despachar a bagagem é simplesmente colocar, nós mesmos, as bagagens  numa esteira rolante. Nade de etiquetar ou recibos. Quando chegamos no destino, ao entrar na sala de desembarque, as bagagens já estavam lá, esperando por nós. 

Todas as instalações no porto são de primeira, com lanchonete, banheiros limpos como sempre e pessoal atencioso. Meia hora antes no navio partir fomos chamados para o embarque.

Andamos um bocadinho por umas plataformas fechadas (ainda bem, pois o clima estava como sempre bem frio) e entramos no navio.

São 10 andares com muita coisa para fazer durante as poucas 2 horas e meia de viagem. Passageiros podem frequentar apenas 4 andares. Mas que andares: tem restaurante, lanchonete, loja, deck externo para observação, sala de cinema, lounges chiques e confortáveis, sauna, spa, playground para crianças e até cabine de luxo. Spas, saunas e cabines são pagas à parte.


É tão grande a balsa que tinha vários carros, ônibus e caminhões dentro dela. E para terem ideia do tamanho, olhem a fotos dos caminhões gigantes transportando placas enormes de concreto. Saíram 5 destes de dentro do navio. 


E os preços, mesmo da cabine, sauna, spas, restaurantes e spas não são abusivos não. Comida com preço bem parecido com o de rua em Belfast; a suíte custa 35 libras. Pode parecer alto, ainda mais para apenas 2 horas e meia de viagem, mas se você estiver pregado, é uma boa, porque elas são grandes, bonitas e parecem bem confortáveis (vimos fotos!).

O navio ainda tem internet gratuita, tablets à disposição, cinema gratuito, tvs e videogames. Apesar do tamanho, o mar da Irlanda é bravo e o navio balança bem. O que dificulta jogar Xbox Kinect!


No porto de Cairnryan na Escócia, pegamos a bagagem e embarcamos no ônibus que nos levou por mais umas 2 horas e 15 minutos até Glasgow. Bom que ainda passamos por várias cidades pequenas da costa e do interior do país. Serviu até como um passeio turístico. 

Tudo isso por apenas 30 euros por pessoa. Na época que pesquisamos, a passagem de avião custaria 50 euros por pessoa em low cost, mas sem direito a bagagem. Fizemos nossa reserva pelo site da Citylink.

Ou seja, ótima experiência por ótimo preço.



A prefeitura de Belfast


A prefeitura de Belfast é um prédio muito bonito e imponente. Como a Irlanda do Norte é um país muito novo, o prédio é do início do século passado - o que não diminui sua beleza. Em torno dele, um jardim circundando todo o prédio, com várias estátuas e até um telão gigante ligado na tv local.


segunda-feira, 25 de março de 2013

Titanic Experience

 A gente não sabia/lembrava. Mas ao chegar perto de Belfast, as placas começam a contar, com orgulho:  o Titanic foi construído aqui. E antes que alguém faça piadinha (poxa, eles ficam comemorando um navio que naufragou?), as camisetas turísticas explicam: Titanic - construído por irlandeses, afundado por um inglês.

Belfast foi o orgulho da construção naval do Reino Unido. A empresa que construiu o Titanic fez 408 navios antes dele. E não é navio pequeno, não. O próprio Titanic teve dois irmãos gêmeos: o primeiro serviu de navio transporte de tropas dos EUA para a Europa na primeira guerra mundial, trazendo por viagem 7 mil passageiros. Serviu muito bem até virar sucata em 1939. O segundo virou um navio hospital e não teve muita sorte:  foi afundado por um submarino alemão no início da guerra.

Voltando ao navio famoso, foi inaugurado no ano passado o Titanic Experience. É um prédio gigante, que lembra um iceberg, que conta tudo sobre a construção e a curta vida do navio. É um excelente museu. Muito informativo, interativo e envolvente.


domingo, 24 de março de 2013

Belfast: nosso último dia

As três noites e dois dias e meios passados em Belfast se mostraram insuficientes. Vamos embora com o gostinho de quero mais.

Tá certo que um dia inteiro foi gasto no passeio ao Giant's Caseway, fora da cidade. Na metade do primeiro dia, como era segunda e pós feriado de St. Patrick, muita coisa estava fechada, incluindo os museus.

No nosso último dia, começamos com uma rápida visita ao Jardim Botânico e arredores da universidade. Na verdade só cruzamos pela região em direção ao Ulster Museum. Fizemos só uma rápida parada na estufa porque não resistimos.


Fotos da costa da Irlanda do Norte



Nosso custo de vida em Belfast

Foram apenas 3 noites. E achamos Belfast uma das cidades com ótimo custo benefício no Reino Unido. Bonita, boas atrações e com preços mais em conta. Tanto que comemos na rua todos os dias. Mas vamos aos custos.

Gastamos o total de 261,70, ou seja, 43,67 euros por pessoa/dia. 

Mais uma vez os custos com estadia foram os mais altos: 105,50 euros. 
Depois vieram os gastos com  alimentação (73,05 euros) e atrações (66,46 euros). Desta vez só comemos na rua e sempre muito, muito bem, com direito até a overdose de milkshakes maravilhosos no Maggie May.

E como ficamos abaixo do nosso orçamento, ainda nos demos ao luxo de gastar 16,70 euros em compras. Alguns produtos de banho que estávamos precisando e uma máquina de cortar cabelo que custou 12 euros. Agora é só a Lud aprender a cortar meu cabelo que a máquina vai se pagar em dois cortes! Pior do caso, é só raspar tudo e assumir a careca de vez.

Nosso hostel em Belfast

O Global Village Hostel é o melhor albergue de todos em que já fiquei até agora, disparado. Tá certo que não foram muitos, mas todos foram bem melhores que eu imaginava que seriam. O de Belfast é acima da média. 

Bem localizado, funcionários prestativos, ótimas áreas comunitárias, principalmente a cozinha.

Muito limpo. A prova que o irlandês do norte é fã de limpeza

sexta-feira, 22 de março de 2013

Lud e o tombo

Visitamos o Giant's Causaway que, como o nome diz, é a escadaria de um gigante. Estava ventando como nunca vi na vida. Os "degraus" eram altos e super escorregadios, pois além de molhados eram lisos - e alguns tinham algas.

Andamos com muito cuidado para não cair, porque o tombo deve ser feio, de machucar. E não é incomum, pelo que ouvimos nosso motorista dizer.

Fomos com muita atenção e nem escorregar escorregamos (só quase saímos voando com o vento). Terminamos o passeio nos parabenizando por termos escapado ilesos. E não é que a Lud vai e toma um tombo no dia seguinte... na escada do museu de Belfast?

Já estávamos quase no final da visita quando, ao descer uma escada curta, escuto um barulhão. Viro e dou de cara com a Lud esparramada pelos degraus.

Outra visitante correu para perguntar se estava tudo bem, e uma moça do museu não só perguntou como insistiu em levar a Lud para os primeiros-socorros para fazer uma checagem e botar gelo. Mas, como ela não se machucou, agradeceu as duas e disse que tinha sido só o susto.

Tenho certeza que estar vestindo várias camadas de roupas fofas amorteceu a queda. No fim das contas, a Lud levantou e saiu rindo, novinha em folha.

Lição do dia: ao descer ou subir escadas, olhe para os degraus, mesmo se houver belos itens expostos em volta. 

sábado, 8 de dezembro de 2012

Sai o curso de francês, entra o Reino Unido

Como as filiais da Aliança Francesa não estão muito a fim de ajudar e a soma dos preços apartamento + curso nas cidades que pesquisamos estão ficando altos, consegui convencer a Lud a deixar o curso para um segundo momento. Investigaremos as burocracias do curso pessoalmente (maldita insurance individuelle!) quando estivermos na França, e tentaremos alugar apartamento em algum das cidades desejadas por um valor  mais em conta.

Com isso, nosso planejamento trimestral ganha um mês, março inteiro, para ser preenchido.

A irmã I. sugeriu irmos todos juntos para Dublin, no dia 15 de março, para passar o fim de semana  comemorando o St. Patrick's Day. Achamos a ideia de conhecer a Irlanda muito agradável. E resolvemos matar dois coelhos com uma caixa d'água só (como dizia poeticamente um antigo colega de trabalho): não só vamos para Dublin antes do dia 15 como ficamos depois.

Novo projeto: depois do sudeste asiático, vamos de Frankfurt para Londres para passar uma semana.
Depois voamos para Dublin, alugamos um carro gastamos uns dias conhecemos algumas cidades menores. Voltamos para Dublin, devolvemos o carro e nos encontramos com a irmã I. para a festa do santo.

Depois do fim de semana, ela nos abandona (muito a contragosto, esperamos) e a gente dá uma esticadinha para Belfast, Escócia e mais alguns destinos pela Inglaterra antes de ir para Paris.

Ninguém diz que março é a melhor época para conhecer o Reino Unido, mas se a gente for esperar os meses mais indicados para viajar, perdemos metade no ano. A vantagem é que será baixa temporada (o que abaixa os preços). Quanto à chuva... parece que naquelas bandas chove sempre!