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domingo, 17 de agosto de 2014

Melk

Hallstatt, quase foi desta vez.

Quem nunca pensou em ir a Hallstatt? Aposto que só quem não teve Windows 95 e 98. Era moda ter essa cidade austríaca como fundo de tela.

No final do outono de 2008, a poucos dias do início do inverno - ou seja, já muito frio por estas bandas -, a gente fez uma viagem pela Áustria. No roteiro, Innsbruck, Salzburg e Viena. Pensamos em ir à Hallstatt mas a falta de informação, o tempo escasso e o tempo frio e sem sol nos desanimou. Deixamos o sonho para o futuro.

O famoso fundo de tela de Hallstatt.
Agora em 2014, em Graz, já mais escolados e experientes, pensamos em ir de novo. Nossos planos eram passar uma tarde em Graz, meio que matando tudo que a gente queria ver; e usar o dia inteiro que teríamos lá para ir a Hallstatt.

De novo o tempo não ajudou. Só chuva, tanto em Graz quanto em Hallstat. Desistimos de novo.

Já em Viena, novamente flertarmos com a ideia. O tempo melhorou. Previsão de belo dia de sol. O problema: custo. Ir e voltar, além das quase 9 horas de transporte no total, custaria quase 200 euros para nós dois. Totalmente fora do nosso orçamento.

Foi aí que achamos uma barganha da companhia de trens austríaca: 35 euros para um grupo de pessoas (2 a 5 pessoas) viajarem o quanto quisessem. Durante a semana, de 9 da manhã à 3 da manhã do dia seguinte. Nos fins de semana vale, o dia todo. É o Einfach Raus Ticket.

Madrugamos e fomos para a estação oeste de Viena. Lá compramos a passagem. O plano era pegar o trem das 6:50. Ele iria até Attnang-Puchheime e de lá trocaríamos para o trem para Hallstatt.

Na hora de embarcar, fomos perguntar para o fiscal se precisava validar a passagem antes. Ele disse que não, mas não poderíamos embarcar naquele trem. Era um IC e a passagem era só para os trens R alguma coisa.

Próxima tentativa, o trem que sairia às 7:30. Em vez de ir até Attnang-Puchheime, pararíamos em Linz, trocaríamos para outro R até Attnang-Puchheime e de lá continuaríamos o plano original.

Na hora de embarcar, tinha uma multidão na plataforma - o que nos fez acreditar que todo mundo sabia da passagem promocional. Conseguimos sentar, bem felizes, até que chega o fiscal.

E a gente também não podia usar aquele trem. Ele era um RJ alguma coisa, não um R alguma coisa! A passagem só valia nos trem R puros ou REX. O fiscal disse que para Hallstatt não tem como ir só usando esses trens, que são lentos (e regionais - explicado o R). Até tem conexão, mas, segundo ele, não dá é tempo. Demora demais.

A gente poderia comprar com ele a passagem normal, a de quase 100 euros (só a ida!) e ele iria abater os 35 que a gente já tinha gasto. Achamos isso superbacana (passagem correta em vez de multa), mas continuamos pensando que quase 100 euros era muito caro. Perguntamos se poderíamos descer na próxima estação e voltar para Viena em um trem R. Ele disse que sim.

10 minutos depois descemos no meio do nada - nem o nome do local a gente lembra -, tristes e sem saber o que fazer. 35 euros jogados fora? Foi aí que vimos que, de onde estávamos, 3 minutos depois sairia um trem R purinho para Melk. Corremos, embarcamos e lá fomos nós.

Melk foi um dos destinos que conhecemos em 2008. Na ida de trem de Salzburg para Viena paramos lá. O plano era visitamos a abadia super famosa, mas também nos demos mal.

Abadia de Melk.
Na baixa temporada só é possível visitar fazendo parte de passeios guiados, e só tinha às 11:00 e 13:00. Nós chegamos poucos minutos depois do último grupo sair.

Só conhecemos a abadia por fora. Demos uma voltinha na cidade e aproveitamos para almoçar, tudo isso para gastar o tempo antes do próximo trem seguir para Viena.

Dessa vez não demos azar em Melk. Tempo lindo como há muito a gente não via, abadia acabando de abrir quando chegamos (8:30) e poucas excursões no local.

Visitamos o pequeno museu - bobinho para ser sincero -, vimos a deslumbrante biblioteca (que infelizmente não pode ser fotografada) e a igreja de cair o queixo de linda. Nela pode fotografar, mas só da entrada. Uma pena.

Depois passeamos pelos jardins que ficam ao lado. Como dá para ver pelas fotos, valeu o passeio.

Desta vez não comemos em Melk. Só demos uma voltinha e reencontramos o restaurante de 2008. Às 11:40 já estávamos pegando o trem de volta para Viena.

No final saiu em conta. Uma passagem para duas pessoas, ida e volta para Melk de Viena, comprada no mesmo dia, sairia por 60 euros. Portanto, foram 25 de economia.

Mas, sinceramente, fiquei triste de mais uma vez Hallstatt ter me escapado. Talvez seja melhor assim: um lugar que sempre será um destino ainda a visitar, para deixar sempre a chama das viagens acesa.

Da estação de trem já dá para ver a abadia. 
A cidade é pequena. A rua principal é bem fofa. 

Entrada da abadia.

Esta é a sala mais bonita que pode fotografar. 
Vê se acha o Hércules aí. Pista: ele está usando a pele do leão da Nemeia e brandindo um porrete. 
Esta é a vista que se tem da Abadia. Nada mal. 
Escada que desce da biblioteca para a área da igreja. 
Que é lindona. Mas só dá para visitar um pequeno pedaço. 
Na teoria não podia tirar foto aqui. Mas não resistimos. 
A entrada para a abadia dá direito ao terraço panorâmico. Pergunta se alguém informa isso quando você compra?
E dele tem a vista não só da abadia mas desse lindo jardim que fica ao lado. 

Que o ingresso também dá direito a entrar. Novamente, nada de  informações. 

Voltando para Melk. Em 2008 tiramos uma foto no mesmo lugar. A diferença são as árvores,
que estavam peladas e agora estão cheias de folhas. 


A abadia de Melk vista do rio Danúbio. 

Dia bonitão. 
Parque simpático onde ficamos esperando a hora do trem de volta para Viena. 

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Maribor para Graz de trem

Despedimo-nos da Eslovênia comendo nosso último burek já dentro do trem que pegamos de Maribor para Graz na Áustria. Estava excelente e era enorme, como sempre.

Foi uma viagem sem nenhuma emoção ou fato marcante, super padrão Europa Ocidental. Trem pontual, moderno, confortável, com aviso sonoro e também em de letreiros eletrônicos, que indicavam qual a próxima estação.

Foram 1 hora e meia de viagem, incluindo 17 minutos de troca de trem na cidade de Spielfeld, a primeira já em território austríaco. Fronteiras totalmente inexistentes. Nada de controle de passagem ou de passaporte. E por coincidência, a gente viu logo depois na tv um programa francês falando que apesar de já fazerem parte da União Europeia, o controle de fronteiras da Bulgária, Romênia e Croácia ainda não são totalmente confiáveis. Por isso, acaba ficando para a Eslovênia uma responsabilidade bem grande, de ter um controle bem forte. Acredito que a Hungria tenha a mesma responsabilidade.


Estação de Maribor. Aqui não tinha nada de festa estranha/com gente esquisita, não. 

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Graz

Apesar de já conhecermos um pouco da Áustria (estivemos por aqui em 2008 por breves 9 noites), Graz era um destino inédito. Na verdade, todo o retorno à Áustria foi causado por dois motivos: geografia e segunda chance.

Praça da prefeitura com a mesma ao fundo. Bonito prédio e bela fonte com estátuas representando
os 4 grandes rios austríacos.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Ptuj

Nosso último destino pela Eslovênia foi a pequena cidade de Ptuj, que fica pertinho de Maribor. Fomos e voltamos no mesmo dia.

Para variar, o tempo não  ajudou. Durante boa parte do dia, o céu ficou fechado. Até uma chuvinha caiu, logo quando chegamos. E confesso que Ptuj é a típica cidade que o que tem para ver... é a própria cidade, vista da ponte e do alto do morro, onde fica o castelo. Com o dia mais ou menos, o passeio acabou sendo mais ou menos também.

A ida e volta para Ptuj de Maribor é bem tranquila. Tem vários trens por dia entre as duas cidades. Alguns vão direto, outros têm baldeações. O preço varia de acordo com o trem que se pega e com a velocidade.

A gente foi e voltou por 6,88 euros por pessoa, a opção mais barata. Ou seja, foram os trens mais lentos e mais paradores possíveis.

Bonitos grafites na estação de trem de Ptuj.
A cidade é bem pequena. Dá para conhecer rapidinho. 
Essa é a vista cartão postal da cidade, quando faz sol.
Do alto do castelo tem a outra vista famosa da cidade. 
No castelo tinha uma exposição de trajes do carnaval de Ptuj. 
E de armas.
E de instrumentos musicais. Essa é a parte mais legal. Ao entrar na sala, música dos instrumentos começa a tocar. 
Lud em uma das ruas principais da cidade. 
Que para variar tem várias igrejas. 
Tudo muito calmo e muito vazio. 

Zagreb para Ljubljana de trem

Ou melhor, voltando para a Europa Ocidental. Embora a Eslovênia seja mais um país que fez parte da antiga Iugoslávia, ela é parte da União Europeia desde 2004. Então a viagem de trem foi dentro dos padrões europeus, tranquila e sem sobressaltos. 

Saímos às 12:35 e chegamos às 15:10: apenas 5 minutos de atraso. Trem bem vazio. Só um rapaz chatíssimo escutando músicas chatíssimas na maior altura e incomodando todo o vagão. E todo mundo do vagão pediu para ele desligar, usar fone ou diminuir. Mas só no meio da viagem, depois da quinta tentativa, é que ele desligou. Acho que foi mais porque foi nessa hora a polícia da Eslovênia entrou no trem.

Ficamos parado um bom tempo na fronteira. E a gente pensando que nem ia ter controle. 

Viajando de trem de Ljubljana para Maribor

Deixamos Ljubljana para trás com dor no coração. Foram 7 noites em uma das capitais que mais gostamos de conhecer. E olha que nosso apê nem era dos melhores do mundo. Se fosse bom, a gente correria o risco de cancelar o resto da viagem e ficar em Ljubljana até não poder mais.

Uma coisa excelente o nosso apartamento tinha: a localização. 200 metros da ponte dos dragões e uns 400 da estação de trem. Deu para acordar com calma, tomar café, limpar tudo e sair sem pressa puxando nossas malinhas por ótimas calçadas para pegar o trem, que saiu com precisão suíça: 8:53.

Os trens na Eslovênia são todos grafitados. Adorei. 
A gente comprou a passagem mais barata que tinha: 9,50 euros por pessoa. A mais cara, 14,50 era para um trem direto. O nosso precisava fazer baldeação: em Zidani Most gente trocamos de trem. Novamente, foi tudo incrivelmente sincronizado. E olha, foi a conta.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Maribor

A segunda maior cidade da Eslovênia fica super perto da borda com a Áustria, nosso próximo destino. Por esse motivo resolvemos pousar por aqui. Além de conhecer mais uma cidade do país, a usamos como base para conhecer a charmosa Ptuj.

Maribor tem seu charme. Não é tão linda quanto Ljubljana, mas é simpática, tem ângulos fotogênicos e cumpriu em seu papel. Ao contrário de Nis, na Sérvia, onde não achamos nada para ver ou fazer, nossos dias em Maribor forem bem agradáveis.

A atração principal da cidade foi a cadeia de sorveterias estilo italiano que descobrimos, a Lastovka. Sensacional! Não deve nada aos gelatos italianos. E com um diferencial maravilhoso: preço de apenas 1 euro por bola. E que bola! Acho que foi a maior bola de sorvete que já vimos na vida. Tanto que no primeiro dia a Lud NÃO deu conta de terminar o gelato dela!

Além de tomar muito sorvete, a gente até no cinema foi. E não é que foi a primeira vez no ano? O cinema de Maribor era pertinho de casa (na verdade, tudo era pertinho da nossa casa), super confortável, com boa imagem e ótimo som. E o preço foi bem camarada: 4,6 euros para um ingresso no sabadão. Ah, e adoramos o pessoal do cinema. Todos falavam um bom inglês.

O filme foi o Malévola, com som em inglês e legendas em esloveno. Gostamos bem. Achamos que foi uma ótima pedida. Bom filme para ver na tela grande. De lá, voltamos para a casa, mas não sem antes tomar mais um sorvetão.

Outro programa interessante da cidade é passear em seu belo e amplo parque e dele continuar morro acima até chegar na pequena igreja que fica no alto. De lá tem uma vista legal da cidade. Além da capelinha, há ruínas da uma fortaleza romana, e o morro é todo plantado com vinhas. Falando nisso, em Maribor fica o vinhedo mais antigo do mundo que ainda produz uvas. Está até no livro dos recordes.

No fim de semana teve caminhada pelo parque.
Que já fica na borda da cidade. E olha que ele começa praticamente no centro. Cidade pequena é assim mesmo. 

Ljubliana, de volta à Europa rica

Foi só chegar à Ljubljana que de cara vimos que a cidade é rica. Afinal, só onde há dinheiro de sobra dá para ter:

Flores para tudo que é canto.

Ruas apenas para pedestre. Segundo o guia do free walking tour, todo ano uma nova rua do centro da cidade fica exclusiva para pedestre. Já estão acabando as ruas do centro.




quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Ljubljana e a EsLOVEnia

Como o nome do país já indica, não dá para vir para cá e não cair de amores pelo país. Paisagens maravilhosas, boa comida, pessoas legais e tudo muito organizado.

Foram 6 dias inteiros em Ljubljana. Um deles gastamos para ir a Bled e o outro a Piran. Portanto, passamos 4 dias na apaixonante e minúscula capital da Eslovênia. A gente adora as pequenas cidades europeias, e Ljubljana é super top. Saímos de lá totalmente em love com a cidade.

Ela tem tudo que uma cidade pequena oferece, como tranquilidade e pouco trânsito, e o conforto que só uma capital pode ter, como muitos restaurantes, parques e ótima infra estrutura.

Em termos de turismo, a cidade tem um centro de pedestres pequeno e muito agradável. Algumas belas igrejas e catedrais, várias pontes que cruzam o rio da cidade e ainda um castelo no alto do morro, com boas vistas da cidade.

Para chegar ao castelo, que é na verdade uma fortaleza que começou a ser construída na época dos romanos, é possível caminhar em ziguezague pelo morro ou pegar um ótimo funicular.

No castelo, todo modernizado e reconstruído, existem várias exposições e pequenos museus, uma pequena igreja, a torre do relógio (com vista), um pedaço da muralha em que se pode caminhar e observar a cidade baixa, além de muitas atividades culturais e restaurantes.

A gente achou bem legal a integração do antigo castelo com a comunidade: biblioteca para crianças, cinema ao ar livre, exposições de fotos, pessoas vestidas como personagens de época.

Resumindo, Ljubljana não é a cidade mais turística do mundo, mas que eu mudava fácil para lá eu mudava.

A ponte de Game of Thrones, ou melhor, a Dragon Bridge de Ljubljana. 

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Piran

De Ljubljana deve dar para ir a qualquer canto do pequeno país de transporte público. Piran é "longe" da capital - mais de 100 km! - mas mesmo assim é fácil fazer um bate-e-volta para lá.

Há vários ônibus que fazem a rota diariamente. Outra opção é pegar um trem até Koper e de lá trocar por um ônibus, ainda mais frequente. A terceira possibilidade é ir de ônibus para Koper e pegar outro para Piran.

Saímos cedinho. Pegamos o ônibus das 6:45, que chegou às 9 em ponto em Piran. Custou 11 euros e viajou todo o tempo pela autoestrada - ótima, por sinal. Só demorou esse tempo todo para chegar porque parou por 10 minutos  no meio do caminho e, depois de Koper, gastou quase 40 minutos para chegar a Piran. É que nos últimos quilômetros o ônibus pega só pequenas estradas e passa dentro de várias cidades. Fica parecendo ônibus de rua normal.

Em Piran, pequena e bem agradável cidade da minúscula costa da Eslovênia, pegamos um tempo nublado e até chuva. Foi bom para subir o pequeno morro e as antigas muralhas da cidade para ver a linda vista. Sabe aquelas de cartão postal? Fácil de tirar a sua do mesmo ponto de vista dos cartões. O problema é quea vista não fica tão bonita sem o sol. Mas deu para ver a razão de Piran ser considerada a mais bela cidade da costa da Eslovênia.

Não que a competição seja difícil, né? Afinal, como já disse, são bem poucos quilômetros. Tão poucos que do alto de Piran dá para ver a costa de três países ao mesmo tempo: Eslovênia, Croácia e Itália. Quer dizer que este ano vimos o início e o fim da costa italiana! Lá em Menton, na França, vimos o início; agora, em Piran, o final.

Outra coisa que gostamos foi da tranquilidade que estava a cidade. A gente pensava que ia estar lotada, como a costa da Croácia. Que nada. Estava cheia, mas longe de estar desagradável. O que ajudou a almoçarmos na melhor pizzaria da cidade sem fila ou correria dos atendentes.

Apesar da cidade ter um ar italiano, já tendo sido parte da Itália, achamos os preços ótimos. 10 euros pagaram uma deliciosa pizza - melhor do que as que comemos na bota -, uma garrafa de cerveja de 500 ml e a gorjeta.

E, fugindo de novo dos padrões italianos, entrar nas muralhas custou apenas 1 euro por pessoa. O mesmo valor é cobrado para subir na torre da igreja. E outra coisa legal, todas as igrejas são semiabertas ao público. Você consegue entrar nelas e chegar até uma grade. Passa dela quem paga ou está indo rezar. Mas como é grade, dá para ver praticamente tudo. Achamos uma das igrejas bem bonita, com um teto parecendo o céu azul no altar.

Para voltar, pegamos um ônibus foi super engraçado. Mais caro, 12 euros, e uma hora mais demorado. É que o da volta não pegou a autoestrada. Foi pela estrada antiga, que às vezes passa ao lado da autoestrada. Apesar de demorar mais foi legal. As vistas foram melhores!

Fora que ele passou em várias pequenas cidades. Deu para ver que todas são muito bonitas e arrumadas. Eslovênia é realmente linda. Não é só Ljubljana e Bled, não: é tudo lindo e bem cuidado.









sábado, 2 de agosto de 2014

Bled: um dos poucos pacotes turísticos que compramos até agora

É, LudLeo também fazem passeios turísticos através de empresas especializadas. É raro mas a gente faz.

No nosso primeiro dia inteiro em Ljbljana, pensamos em ir a Bled. A previsão do tempo não andava muito promissora para os próximos dias. Sábado ainda seria de sol, mas a partir dali, só tempestades e dias nublados. Resolvemos não arriscar o futuro com São Pedro e ir na sexta mesmo a Bled. Nosso medo era que no sábado a região iria ficar lotadíssima.

É fácil ir e voltar de Ljubljana para Bled usando transporte público. Custa 16 euros por pessoa, demora 1 hora e 10 minutos de viagem e é necessário trocar de ônibus no meio do caminho.

Pesquisando um pouco mais, a gente achou um passeio perto de Bled que parecia muito legal: uma caminhada à beira do rio em uma garganta de rocha, a Vintgar Gorge.

Bled é um lago formado por um glaciar. No alto do morro fica o castelo. 
O problema é que não achamos como ir de Bled para lá sem ser de carro ou a pé. E seriam 10 quilômetros no total: o percurso de Bled até a entrada do caminho, o caminho em si e o retorno a Bled. A gente gosta de andar, mas nem tanto!

Ljubljana, ótimo destino para comemorar 40 anos

Foi nesta super agradável e aconchegante capital que passei meus 40 anos. Lembrando que ano passado foi em Bruxelas. Estou chique, né?

Não foi uma grande festa com muitas pessoas, mas foi ótimo. Com a Lud, o mais importante, e com direito a refeições em restaurantes e a um passeio maravilhoso para Bled, presente das minhas cunhadas.

Como Ljubljana ainda não é tão cara como a Áustria, nosso próximo destino, nos demos ao luxo de comer bastante na rua para comemorar meu aniversário. Com vinho local e tudo mais.

Agora é pensar onde passar o aniversário de 41. Sugestões?

As comemorações começaram nesta linda confeitaria, a Lolita, bem no centrinho de pedestres da cidade.  

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Dicas culinárias na Eslovênia e na Áustria

A gente não fala muito de comida. E o motivo é um só: não comemos muito fora de casa.

O que é sem dúvida a forma mais fácil de economizar durante o sabático. E, aliando o útil com o necessário, este ano estamos tentando emagrecer. Sabe quando você volta para casa depois de uma viagem com uns quilinhos a mais na bagagem? Imagina se a viagem dura um ano inteiro. Eu até consegui manter o peso durante o primeiro ano. A Lud ganhou uns poucos. No Brasil ela perdeu esses poucos e eu os ganhei! Portanto, uma das metas do ano é emagrecer.

Estadias pela Eslovênia

Lembrando: se for usar o airbnb pela primeira vez, crie seu usuário por meio do link www.airbnb.com.br/c/lfurtado5. Você também ganhará um desconto de 18 euros (nada mal!) e nós ganhamos créditos para futuras estadias.

Estadias: foram 7 noites em um apartamento bem simples em Ljubljana. Lá não conseguimos nada no padrão do resto dos Bálcãs pela mesma faixa de preço. O bom dele era a localização e o labrador preto gigante que os donos do apartamento têm.

Os problemas eram uma cozinha bem fraquinha (nem forno tinha), e o pior, um cheiro horroroso de cigarro. Sério, nem o trem que pegamos de Belgrado para Nis era tão defumado.

Nosso prédio em Maribor