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sábado, 2 de janeiro de 2016

5 razões pelas quais um sabático estraga sua vida

1) você passa a achar que 30 dias de férias por ano é um número ridículo.

2) você aprende a viver com muito menos do que estava acostumado - e portanto não vê mais sentido em se sacrificar em um projeto ou por uma promoção.

3) você aprende a viver com muito mais do que estava acostumado - e portanto não acha mais graça na rotina de sempre.

4) você não entende por que no trabalho precisam de você tantos meses por ano, tantos anos seguidos.

5) você mal pode esperar pelo próximo sabático.

Mal-acostumados. 

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Malásia: custos e impressões

Quanto tempo ficamos: 4 noites,todas em Kuala Lumpur
Média hospedagem:   12,67 euros por pessoa/dia
Média alimentação:   7,26 euros por pessoa/dia
Média atrações:   9,31 euros por pessoa/dia
Média transporte urbano:   1,72 euros por pessoa/dia

De onde e como viemos: Voamos de Frankfurt na Alemanha para Kuala Lumpur com escala em Abu Dhabi. Voo da Etihad Airlines. A ida e volta custou 688 euros por pessoa. Ainda bem que na época o Euro valia 2,95 reais.

Duração: 13 hora e 20 minutos de voo na soma dos dois voos.

Hospedagem Kuala Lumpur: Albergue  reservado no site hostelworld. 25,34  euros a noite.

Para onde e como fomos: Pegamos um trem noturno para Cingapura. Custou 10 euros por pessoa!

Custo total: 39,67 euros por pessoa/dia.

Índice LudLeo de facilidade de viajar por conta própria: 8/10. Difícil de falar já que só conhecemos a capital e dela pegamos um trem para Cingapura. Mas foi tudo ultrafácil. Fomos do aeroporto para o hotel usando transporte público, compramos a passagem de trem do Brasil mesmo, conseguimos nos comunicar bem em inglês e na base da mímica.

Voltaríamos? Sim!

Cingapura: custos e impressões

Quanto tempo ficamos: 4 noites,todas em Cingapura, a cidade estado.
Média hospedagem: 17,59 euros por pessoa/dia
Média alimentação: 8,55 euros por pessoa/dia
Média atrações: 4,10 euros por pessoa/dia
Média transporte urbano: 6,51 euros por pessoa/dia

De onde e como viemos: viemos de Kuala Lumpur na Malásia. Passamos a noite em um trem noturno com beliches. Até conseguimos dormir razoavelmente.

Duração: 10 horas e 50 minutos.

Hospedagem Cingapura: albergue  reservado no site hostelbookers. 33,62  euros a noite.

Para onde e como fomos: voamos para Phukert de JetStar. 96,54 euros por pessoa.


Custo total: 37,15  euros por pessoa/dia.

Índice LudLeo de facilidade de viajar por conta própria: 9/10. Superfácil. Tudo muito organizado, todos falam inglês, e tem muita informação na internet. Tá certo que o inglês pode ser meio difícil de entender alumas vezes por causa do sotaque.

Voltaríamos? Sem dúvida!

Tailândia: custos e impressões

Quanto tempo ficamos: 11 noites, 3 em Phuket, 3 em Chiang Mai, 1 em um trem e 4 em Bangkok.
Média hospedagem:   16,81 euros por pessoa/dia
Média alimentação:   12,77 euros por pessoa/dia
Média atrações:   5,01  euros por pessoa/dia
Média transporte urbano:   5,02 euros por pessoa/dia

De onde e como viemos: Voamos de Cingapura para Phuket pela Jetstar.

Duração: 1 hora e 45 minutos.

Hospedagem Phuket: 1° noite no hotel reservado no site agoda. 46  euros a noite.
Hospedagem Phuket: Outras duas noites hotel reservado no site booking. 150  euros a noite.
Hospedagem Chiang Mai: Hotel reservado no site booking. 21,22  euros a noite.
Noite no trem: 20,33 euros por pessoa trem com beliche.
Hospedagem Bangkok: Hotel reservado no site booking. 33,97 euros a noite.

Para onde e como fomos: Voamos para Hanói no Vietnã pela AirAsia 98,88 euros por pessoa.

Custo total: 68,55  euros por pessoa/dia.  O que encareceu foram as duas noites no super hotel com praia particular para qual resolvemos mudar depois da primeira noite em Phuket. Só aí foram 300 euros gastos. E nesse hotel os custos com as refeições foram salgadas, mais 60 euros para a conta. Além disso tivemos o gastos de 158 euros para cada um dos voos de Phuket para Chiang Mai e depois de Bangkok para Hanói no Vietnã.


Índice LudLeo de facilidade de viajar por conta própria: 9/10. Tailândia está super preparada para o turista, principalmente o turista mochileiro e o turista independente.

Voltaríamos? Sem pensar duas vezes! 

Camboja: custos e impressões

Quanto tempo ficamos: 5 noites, 2 em Phnom Penh e 3 em Siem Reap.
Média hospedagem: 10,26 euros por pessoa/dia
Média alimentação: 9,59 euros por pessoa/dia
Média atrações: 7,10  euros por pessoa/dia
Média transporte urbano: 4,99 euros por pessoa/dia

De onde e como viemos: De ônibus vindos de Saigon no Vietnã.

Duração: 6 horas e 30 minutos

Hospedagem Phnom Penh: Hotel reservado no site booking. 26,03 euros a noite.
Hospedagem Siem Reap: Hotel reservado no site booking. 16,83  euros a noite.

Para onde e como fomos: De volta à Frankfurt na Europa. Primeiro voamos para Kuala Lumpur pela AirAsia 2 horas de voo e 69,90 euros por pessoa. De lá voamos de volta para Abu Dhabi e depois Frankfurt no voo da Etihad.

Custo total: 51,90  euros por pessoa/dia.  Bem em conta, mesmo os ingressos para o Angkor Wat somado ao tuk tuk que ficou 2 dias e meio a nossa disposição ter custado praticamente 100 euros no total. E se tirar o custo da passagem de avião para voltarmos para Kuala Lumpur, a média diária cai para 37,92 euros.

Índice LudLeo de facilidade de viajar por conta própria: 7,5/10. Na verdade depende. Se for apenas para Angkor Wat, é hiper ultra fácil. E da capital Phnom Penh para lá também é mole. Para se aprofundar mais no país é precisa um pouco mais de pesquisa e paciência.

Voltaríamos? Sim!

Sérvia: custos e impressões

Quanto tempo ficamos: 6 noites. 4 em Belgrado e 2 em Nis.
Média hospedagem: 17,62 euros por pessoa/dia
Média alimentação: 6,25 euros por pessoa/dia
Média atrações: 0,22 euros por pessoa/dia
Média transporte urbano: 0! euros por pessoa/dia

De onde e como viemos: Timissoara na Romênia para Belgrado, a capital da Sérvia.

Contratamos o serviço da empresa Geatours que faz todos os dias o transfer de uma cidade para a outra. Custa 20 euros por pessoa.

A viagem foi muito boa. Cabiam 8 pessoas além do motorista, e éramos só 4.A van era bem espaçosa. Estrada bem estreita mas tranquila, em ambos os países. A van nos pegou na porta de nosso hotel em Timissoara e nos deixou na porta do apartamento que alugamos em Belgrado. 

Duração: 2 horas e 40 minutos

Procedimento de fronteira: Totalmente sem incidentes. Para primeiro na fronteira da Romênia, o motorista pega o passaporte de todos e entrega para a fiscal que estava lá. Ela olha, fala o nome das pessoas só para ver se bate com as fotos e logo depois devolve tudo. Aí a van anda uns 100 metros e repete o procedimento na fronteira da Sérvia. Tanto eu quanto a Lud entramos sem problema e sem necessidade de visto, em com meu passaporte brasileiro e ela com o português. 

Hospedagem Belgrado: Apartamento alugado no site airbnb. 39 euros por noite.

Hospedagem Nis: Apartamento alugado no site airbnb. 28 euros por noite.

Para onde e como fomos: Saímos de Nis e fomos para Skopje, a capital da Macedônia.

Fomos de ônibus com a passagem custando 12,50 euros por pessoa. A empresa que usamos chama-se Nis Express. Compramos no dia anterior, mas daria para comprar na hora mesmo, pois tinha vários lugares vagos, pois ainda não estávamos na alta temporada.

O ônibus demoraria quatro horas no total para fazer o pouco mais de 200 km, mas demorou cinco.


A viagem de ônibus foi muito boa. Como ele saiu com apenas 60% de passageiros, deu para cada um de nós ocupar dois lugares. Com isso o conforto mais que duplicou.


A viagem foi super tranquila e com belas paisagens. O sudeste da Sérvia é bem bonito. Vales com campos verdes entre montanhas altas.


Procedimento de fronteira: Dois momentos. Primeiro entra um funcionário da aduana sérvia e recolhe os passaportes pessoalmente de cada um dos passageiros. Depois ele devolve para o funcionário do ônibus (são dois motoristas no ônibus se revezando), que entrega para os passageiros.

Aí o ônibus anda 50 metros e repete tudo de novo, agora com um funcionário da Macedônia. E antes que alguém pergunte porque o funcionário do ônibus não entrega direto ele para o fiscal da alfândega, é porque ele pega de cada um e confere a foto.

O processo todo demorou uma hora porque tinha fila e estavam revistando os veículos e bagageiros.

Língua e comunicação: Achamos para lá de interessante. A língua oficial é o sérvio e o alfabeto é o cirílico. Só que tem muita coisa escrita em alfabeto latino. Tem até um jornal impresso que sai um dia em cirílico, outro em latim. Com isso fica mais fácil ler algumas coisas, já que não é necessário traduzir o alfabeto. Então para achar nome de atrações e ruas é bem mais fácil.

Muita gente fala inglês. Não tivemos o menor problema para ir à supermercados, comprar passagens de trem na estação, comer em restaurantes.

Custo total: 33,24 euros por pessoa/dia. Foi muito em conta. E olha que tivemos alguns gastos extras que apesar de computados para a Sérvia foram usados em toda a viagem como a compra de protetor solar e recarga do chip de celular internacional.

Transportes: Dois momentos bem distintos. O trem que usamos para ir e voltar à Novi Sad de Belgrado foi ótimo, rápido e para lá de pontual. Já o que usamos para ir de Belgrado para Nis foi normal, nada demais. Porém hiper atrasado, hiper lento e com muitas pessoas fumando dentro de trem. Foi muito, muito ruim. Devíamos ter ido de ônibus como sugeriu o dono do apartamento de Belgrado. É que depois do trem para Novi Sad, achamos que se fosse no mesmo nível seria perfeito. Erro nosso. No mais não usamos transporte dentro das cidades. Mesmo para ir para às estações de trem do e para o apartamento, e para a estação de ônibus de Nis fomos de carona com os proprietários dos lugares que alugamos.

Belgrado, bate e volta em Novi Sad e Nis. O roteiro pela Sérvia.

Nota para o país: 7/10

Índice LudLeo de facilidade de viajar por conta própria: 8/10

Voltaríamos? Acho que não. Já vi o que queria, pelo menos em relação ao que sei. Pode ser que pesquisando mais descubra algum lugar fantástico que não tenha conhecido.

Impressões: O forte da Sérvia para nós foi o povo. Super simpático e prestativo. Com o decorrer da viagem, aprendemos que é o forte de toda a população da ex-Iugoslávia. Em Belgrado a dona do apartamento fez um prato típico para no receber. Ainda brindaram nossa chegada com uma rakia. O marido, saiu para caminhar com a gente e mostrar a região do apartamento. Ficamos quase 2 horas na rua. Foi praticamente um free walking tours. Para completar, no dia de ir embora ele nos levou até a estação de trem no carro dele.

Em Nis foi a mesma coisa. O dono do apartamento nos pegou na estação de trem, deu uma super volta pela cidade no carro dele contando as histórias e mostrando os lugares. No dia de ir embora foi nos buscar, nos levou na estação de ônibus, ajudou a embarcarmos e tudo mais.

Em termos de cidades, Nis não tem praticamente nada para fazer. Mas foi uma boa parada para quebrar o que seria uma longa viagem até a Macedônia. Belgrado vale e muita a visita. Gostamos bem. E Novi Sad foi um achado. Excelente passeio de ida e volta. A cidade é bem fofa. Daria até para passar alguns dias por lá.

Em relação aos custos foi mais um país muito em conta. Estadias bem baratas, comidas na rua muito em conta mas em bons restaurantes com valores mais elevados. Aproveitando, os fãs de bares vão curtir e muito a Sérvia. Belgrado pareceu para nós a capital mundial dos bares. Final de tarde as ruas lotam, os bares e cafés lotam e os pipoqueiros fazem a festa. Sim, eles adoram comer uma pipoca por lá.

Romênia: custos e impressões

Quanto tempo ficamos: 13 noites. 4 em Bucareste, 4 em Brasov, 2 em Sighisoara, 2 em Sibiu e 1 em Timissoara.
Média hospedagem:  18,68 euros por pessoa/dia
Média alimentação:  6,30 euros por pessoa/dia
Média atrações:  3,47 euros por pessoa/dia
Média transporte urbano:  1,03 euros por pessoa/dia

De onde e como viemos: Veliko Tarnovo na Bulgária para Bucareste.

Compramos as passagens de trem com antecedência de um dia em Veliko Tarnovo. O trem sai de Gorna, cidade perto de Veliko Tarnovo. Pegamos um táxi que nos cobrou 5,23 euros. A passagem de trem de Gorna para Bucareste custou 14,57 euros por pessoa. Apesar da longa viagem para a curta distância, a viagem é tranquila e o trem apesar de velho não é desconfortável. Só sofremos um pouco com o forte calor e ausência de vagões climatizados.

Duração: 6 horas e 45 minutos de viagem. Mais 10 minutos do táxi de Veliko Tarnovo até Gorna.

Procedimento de fronteira: Ocorrem duas vezes: primeiro na cidade de Ruse, a última da Bulgária, os fiscais entram no trem, pegam os passaportes, carimbam a saída e avisam pelo rádio para alguém dar baixa no sistema. Já na primeira cidade romena o procedimento se repete, mas na Romênia os fiscais descem do trem com os passaportes e depois retornam com eles carimbados.

Hospedagem Bucareste: Apartamento alugado no site airbnb. 39,25 euros por noite.

Hospedagem Brasov: Apartamento alugado no site airbnb. 32,50 euros por noite.

Hospedagem Sighsoara: Hotel Pensiune Bastion. 35 euros por noite. 

Hospedagem Sibiu: Hotel The Council. 56 euros por noite.

Hospedagem Timissoara: Hostel Nord. 28 euros por noite.

Para onde e como fomos: Timissoara para Belgrado na Sérvia.

Contratamos o serviço da empresa Geatours que faz todos os dias o transfer de uma cidade para a outra. Custa 20 euros por pessoa. A outra opção era tentar o trem, mas não conseguimos muitas informações. Só que custaria por volta de 11 euros e seria necessário trocar de trem na fronteira. Mas os horários foi impossível descobrir.

A viagem foi muito boa. Cabiam 8 pessoas além do motorista, e éramos só 4. E a van era bem espaçosa. A viagem começou às 10:20 e terminou por volta de 13:00. Estrada bem estreita mas tranquila, em ambos os países. A van nos pegou na porta de nosso hotel e nos deixou na porta do apartamento que alugamos em Belgrado. 

Procedimento de fronteiraTotalmente sem incidentes. Para primeiro na fronteira da Romênia, o motorista pega o passaporte de todos e entrega para a fiscal que estava lá. Ela olha, fala o nome das pessoas só para ver se bate com as fotos e logo depois devolve tudo. Aí a van anda uns 100 metros e repete o procedimento na fronteira da Sérvia. Tanto eu quanto a Lud entramos sem problema e sem necessidade de visto, em com meu passaporte brasileiro e ela com o português. 


Língua e comunicação: A língua oficial é o romeno. Dá para ler algumas coisas, pois existe certa semelhança com línguas latinas. Falar e escutar é bem mais difícil. Não tivemos problema em nenhum momento. Mesmo nas cidades menores. Até mesmo na minúscula Medias, onde perdemos uma conexão de trem, conseguimos comunicar de forma razoável em inglês.

Custo total: 36,92 euros por pessoa/dia. Surpresa na Romênia foi nossa multa que tomamos no ônibus de Bucareste que nos custou 11 euros. Outra coisa interessante para relatar da Romênia são os gastos com direito de fotografar atrações. 14,26 euros para poder tirar fotos no Castelo de Peles e Sinaia e o Parlamento em Bucareste;

Transportes: Sem dúvida os mais precários de todas nossas viagens. Comprar com antecedência é um conceito que não existe. Local de saída e chegada é ali, na próxima esquina, ou na próxima praça. Tudo meio que no pergunta que alguém sabe. Lógico que existem as rodoviárias de onde saem os principais ônibus. Mas as vans e furgões, o principal meio de transporte público da galera entre as cidades é na base do informalismo puro. E tudo bem antigo, pequeno, apertado e lotado até não caber nem mais uma criança de colo no colo da criança não tão de colo. A vantagem é o custo. É tão barato que você quase está recebendo para viajar. As estradas são terríveis, o trânsito bem caótico. Mas tudo em velocidade para lá de baixa.



Nota para o país: 7.5/10

Índice LudLeo de facilidade de viajar por conta própria: 7/10.

Voltaríamos? Sim! Confesso que esperava um pouco mais. Imaginava que a Romênia seria para mim o que a Polônia foi em 2013. Mas a Romênia agradou, principalmente o interior. Gostaria de explorar outras regiões do país, principalmente a remota região de Bucovina. Porém não é uma região fácil de ir por conta própria sem alugar um carro. Pelo que vi, depender de transporte público para ir para lá não é para os fracos. E alugar um carro para dirigir pela Transfagarasan deve ser interessante. E explorar a região dos Cárpatos.

Recomendado para: Quem quer conhecer um país com muita história (inclusive a origem da lenda do Drácula), visitar muitas cidades coloridas e com uma arquitetura bem diferente e viajar em um destino com preços ainda muito em conta para padrões europeus. E se você gosta de carne de porco, poderá comer muito, mas muito bem na Romênia.

Impressões: Bucareste é legal mas foi o local que mais nos decepcionou. É que esperávamos mais. A cidade ainda tem muitos prédios abandonados ou com necessidade de reformas pelo lado de fora. Mas nosso guia nos contou que o problema é que após a redemocratização do país, muitos imóveis ainda não possuem dono ou os mesmos estão na justiça brigando para recuperá-los. Com isso, é raro quem queira investir na reforma. Mas o gigante prédio do Parlamento e outras partes bem legais valem a pena conhecer.

Já o interior foi o que imaginávamos. Brasov, Sighsoara e Sibiu são lindas. Muito agradáveis, fácil de passear a pé por toda a parte turística, com preços bem em contas e comida excelente.

Os transportes são um pouco melhores que os da Bulgária mas ainda deixam muito a desejar em termo de velocidade para o resto da Europa. Mas os trens são confortáveis, apesar de antigos.

Tínhamos lido muito sobre matilhas de cachorros, ou o perigo dos ciganos. Não vimos nada disso. Vimos poucos cães nas ruas e todos que vimos tinham identificação nas orelhas o que indicava que era cuidados e vacinados. Ciganos foi até uma decepção. Não vimos quase nenhum. Só mesmo no trem entre Medias e Sibiu é que vimos uma grande família. Acho que nos reparamos neles. Mas eles nem registraram a gente.

Em relação aos custos, ainda é uma região bem barata da Europa. Tanto que comemos bem fora de casa. Coisa que fizemos muito pouco na Europa. E além de comer muito, comemos muito bem.  Carne de porco e tudo feito com queijo cascaval é delicioso.

Os transportes também são baratos. Tanto que gastamos 45 euros por pessoa com todas nossos trechos de trem: Bucareste-Brasov-Sighisoara-Sibiu-Timissoara. Única coisa que não gostei é que para tirar fotos em alguns lugares, paga-se, e caro. E as atrações pagas também são um pouco salgadas para a região.